A MÁSCARA CAIU: Bolsonaro é um Aécio Neves piorado

Bolsonaro sempre foi uma fraude. Um analfabeto político que arregimentou fanáticos com frases de efeito, promessa de armamento, homofobia e muito ódio. Mas era o discurso da honestidade que fazia eleitores menos conservadores tapar o nariz e aceitar votar no candidato que ia “mudar tudo isso aí”, mesmo sem mostrar como.

O eleitor indignado acreditava na honestidade de Bolsonaro e relevava suas loucuras na esperança de “um bem maior”. Mas agora a máscara caiu e Bolsonaro é jogado na vala comum da corrupção pela sua ex-mulher, que o acusa de roubar um cofre, ocultar bens e receber pagamento não declarados.

E não é boato, muito menos fakenews. A reportagem da revista Veja cita uma ação aberta em 2008 na 1.ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, logo depois que o casal se separou, na qual constam as acusações de Ana Cristina ao ex-marido.

Bolsonaro, de acordo com Ana Cristina, furtou seu cofre numa agência do Banco do Brasil no centro do Rio, em outubro de 2007, e levou todo o conteúdo, incluindo joias avaliadas em R$ 600 mil, US$ 30 mil em espécie e mais R$ 200 mil também em dinheiro vivo.

É uma apunhalada e tanto, pior que o atentado do maluco que hospitalizou o “capitão”. Bolsonaro teve sua imagem de político honesto ferida de morte, e pela própria ex-mulher.

Assim como Aécio Neves, Bolsonaro também é uma fraude. Mas uma fraude piorada, que sequer entende o básico de economia. A diferença é que Bolsonaro é mais perigoso e já declarou que não vai aceitar a iminente derrota nas urnas. A mesma prática do sabotador Aécio Neves, que orquestrou uma instabilidade política para derrubar Dilma. Os efeitos colaterais dessa instabilidade é sentido até hoje na nossa economia em crise.

Mas como Bolsonaro é mais perigoso, certamente ele planeja um golpe militar.

É um Aécio Neves piorado. O Aécio Neves da extrema-direita.

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