ATITUDE PRA ROUBAR: Bayeux votou na mudança, mas ganhou um batedor de carteira

Antes de tudo, é preciso acabar com essa história de que o povo não sabe votar. Sabe sim. Os políticos que não sabem honrar o voto de confiança e mudam de postura quando assumem o poder. Berg Lima era o melhor candidato na eleição de 2016, mas enganou a todos, inclusive seus próprios amigos que marchavam com ele desde 2012.

É lamentável o final da carreira política de um jovem que prometeu uma gestão revolucionária, mas foi preso em flagrante ao extorquir um fornecedor da prefeitura. Em apenas seis meses, Berg conseguiu ser pior que todos os ex-prefeitos que ele criticava.

E entrou para a história política da Paraíba como o maior flagrante de corrupção de todos os tempos.

As bravatas com a palavra “atitude”, símbolo do seu discurso, na verdade escondia a sede pelo dinheiro público, de um garoto de origem humilde que viu na prefeitura a chance de virar milionário.

Nunca existiu projeto político para a cidade de Bayeux. E Berg Lima se auto-revelou uma farsa logo de início, quando cometeu os mesmos erros de Expedito Pereira, superando o seu antecessor em muitos casos, como na contratação de apadrinhados, onde Berg estourou a folha de pessoal da gestão.

Berg Lima denunciava o superfaturamento do lixo, mas manteve a mesma empresa. Criticava os milhões gastos com locação de carro, mas também manteve a mesma empresa.

Era tudo uma farsa.

O povo de Bayeux votou na mudança, mas ganhou um batedor de carteira.

Pobre cidade.

 

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