EXCLUSIVO: Secretária de Educação de Bayeux mantém “parceria” de fachada para acomodar fantasmas de Berg Lima

Você conhece a UNIFUTURO? Certamente não. Ninguém em Bayeux conhece. Ela só existe num acordo de cooperação firmado com a prefeitura de Bayeux nos primeiros dias da gestão de Berg Lima, que se encontra preso. O objetivo da “parceria” seria a cooperação em toda a área de educação e a oferta de cursos de especialização.

E com um detalhe: sem licitação!

Porém, de acordo com uma portaria do Ministério Público Federal, a UNIFUTURO não é Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC, não podendo ofertar cursos superiores. E por isto ficou proibida de realizar parcerias com municípios do estado do Pará:

A verdade é que a “parceria” não gerou nada de produtivo para a cidade de Bayeux, serve apenas de fachada para acomodar funcionários fantasmas da secretaria de Educação, a exemplo da esposa do ex-coordenador de comunicação, Nelson Nóbrega. Ela já havia sido denunciada na imprensa por ser funcionária fantasma:

Segundo informações repassadas ao Polítika, o dono da UNIFUTURO, Ricardo Monteiro, seria amigo de Nelson Nóbrega, ex-coordenador de comunicação e braço direito de Berg Lima. Fato que justifica a esposa de Nelson à frente da “parceria”.

Em nota divulgada há alguns meses, o próprio Nelson confirmou o local de “trabalho” da esposa:

Agora entendemos o porquê de Nelson peregrinar diariamente pelos corredores da prefeitura de Bayeux e se reunir por mais de 4 vezes com a secretária Adriana Diniz no último mês. Segundo minha fonte, a parceria de fachada acomoda 7 funcionários fantasmas, e tudo isso com o aval e consentimento da secretária Adriana, remanescente da gestão de Berg Lima.

Diante do exposto, o que mais me espanta é a cumplicidade do novo prefeito, Luiz Antônio, que tomou conhecimento das informações, mas mesmo assim manteve a funcionária fantasma em sua gestão.

Tanta cumplicidade revela rabo preso?

Ainda boto fé em Luiz Antonio, ele mostra ser uma pessoa do bem, mas tá confiando em quem não deve.

Berg não era a única laranja podre do cesto…

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