GOVERNO JOÃO POSTE AZEVEDO: 100 dias de subserviência a RC e complacência com os escândalos de corrupção

Qual a marca do governo de João Poste Azevedo nos primeiros 100 dias de gestão? Total subserviência ao governador de fato, Ricardo Coutinho, e complacência total com os escândalos de corrupção envolvendo os três principais secretários do Coletivo Girassol; Gilberto Carneiro, Waldson Souza e Livânia Farias.

A última foi presa pela Operação Calvário, mas só deixou a secretaria porque não teria como despachar dentro da cela. Porque se pudesse, o Poste teria mantido-a no cargo. Não por vontade própria, mas porque João Azevedo está refém de um mecanismo e é um cumpridor de ordens do governador de fato. Um simples preposto de luxo.

Gilberto Carneiro e Waldson Souza já deviam ter caído após o deplorável áudio onde a dupla estaria combinando superfaturamento de uma licitação da Saúde. Mas vergonhosamente continuam lá, ferindo de morte o princípio constitucional da moralidade administrativa.

Mas postes não têm autonomia, por que com João Azevedo seria diferente?

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