Romero não reconhece que é menor que Cartaxo e começa a fazer o jogo de Ricardo

Dividir a oposição é o sonho de Ricardo Coutinho, pois ele sabe que não tem candidato viável para 2018. E para alcançar seu objetivo RC manda, semanalmente, plantar notas na imprensa e gerar boatos sobre conversas com Maranhão e Cartaxo. Mas ninguém quer papo com RC e a oposição segue unida.

Mas Ricardo não esperava contar com a “ajudinha” de Romero, que por inocência, ou vaidade, faz o jogo de Ricardo e ameaça a unidade de um bloco forte. Nem o próprio RC esperava que a faísca da desunião partisse do próprio PSDB. Ele apostava no PMDB para trincar o blocão da oposição.

Ricardo tem consciência que hoje seu projeto caminha para a derrota em primeiro turno, já que a campanha agora só tem 45 dias e João Azevedo tem baixa popularidade. Porém, caso chegue ao segundo turno, RC virá um gigante, seu candidato se torna competitivo e a eleição zera. E como o governador usa a máquina como poucos e joga pesado, o resultado será o mesmo de 2014.

Mas Romero finge não entender essa lógica.

Eufórico por ter chutado cachorro morto na eleição de 2016, Romero se vê hoje maior que Cartaxo, mas não é. Contou com as estratégias equivocadas dos adversários e a divisão da força do governo do estado para vencer no primeiro turno. Já Cartaxo, venceu a unidade do governo e o prestígio de RC em seu berço político.

Se Romero se considera tão bom de voto, será que ele topa uma pesquisa quantitativa para definição do candidato da oposição?

Além de entregar a prefeitura de Campina Grande para outro grupo político, Romero ainda poderá prejudicar a reeleição do senador Cássio Cunha Lima.

Ricardo agradece. Em dose dupla.

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