Se Romero não é candidato a nada, por que ele ainda continua atrapalhando a unidade da oposição?

Todo mundo que gravita nos bastidores da política sabe que o prefeito Romero Rodrigues não quer ser candidato a nada. Diferente de Cartaxo, Romero não dá sinais e nem se comporta como um político que tem vontade de disputar o governo. Enquanto o prefeito de João Pessoa cobra prazos da oposição e antecipa a descompatibilização de secretários, Romero continua imóvel.

Amarrado ao vice, que não tem DNA Cunha Lima, Romero se valoriza para indicar o vice-governador, o que é justo. Mas sua vaidade não pode inviabilizar a candidatura do favorito, muito menos servir de mote para a reedição da aliança Ricardo-Cartaxo.

Romero está pensando apenas em si, mas se esquece da sobrevivência política do senador Cássio Cunha Lima; que caminha para uma reeleição tranquila, mas pode encontrar pedras no caminho se a conjuntura política mudar da água para o vinho.

Chegou a hora do PSDB se posicionar, assim como se posicionou em 2010 a favor de Ricardo Coutinho. Sem o apoio de Maranhão até o presente momento, Cartaxo precisa de certezas para sair da prefeitura.

Numa campanha de apenas 45 dias, não se pode errar, mesmo que o candidato seja o favorito.

A oposição está brincando com fogo. Se em 2014 Ricardo Coutinho jogou pesado para se reeleger, agora ele vai tocar o terror…

 

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