TOTALITARISMO: Ricardo só deixaria o governo para disputar o Senado se continuasse controlando a gestão

O apego do governador Ricardo Coutinho ao poder é tão grande que ele já fala absurdos sem nem perceber. Em entrevista à TV Master, RC deixou bem claro que só sai do governo para  se Lígia Feliciano aceitar virar sua marionete e não se intrometer no processo eleitoral:

“Eu disse que me dava o direito de poder achar que deveria coordenar, controlar, eleitoral e administrativamente, esse processo até o dia 31 de dezembro. Eu disse que eu só sairia se eu tivesse esse controle. Como eu não sou de ficar naquele coisa de controla ou não controla, porque tem essa história, e eu não dependo de cargo para viver, eu prefiro estar aqui ao lado dos meus companheiros todos”, resumiu Coutinho.

No privado, duas semanas antes, e no público, em entrevista ontem, Ricardo reforçou o que já havia sinalizado de uma forma mais comedida.

Só sai do cargo para disputar 2018 com a garantia de que continuará comandando tudo. Ou controlando, no dizer expresso dele. Mesmo fora das funções.

Polítika com Heron Cid

NA CHARGE DE LATUFF, GEDDEL ARRASTA TEMER PARA A QUEDA

Na avaliação do cartunista Carlos Latuff, em charge para o 247, a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, nesta segunda-feira 3, deve ser determinante para a queda de Michel Temer da presidência.

Geddel é acusado de tentar atrapalhar as investigações no âmbito da Operação Cui Bono, por ter entrado em contato com Eduardo Cunha e Lúcio Funaro a fim de saber o andamento de seus acordos de delação premiada.

Os movimentos de Geddel, no entanto, que era braço-direito de Temer, foi a mando do chefe.

PSDB DEVE VOTAR QUASE EM BLOCO PELA ACEITAÇÃO DE DENÚNCIA CONTRA TEMER NA CCJ

O PSDB, principal partido da base de sustentação do governo, deverá votar praticamente em bloco pela aceitação de denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O PSDB possui sete membros na CCJ e a expectativa é que no máximo dois parlamentares votem de forma favorável a Temer, rejeitando a denúncia contra o peemedebista

O único voto certo em defesa de Temer é o do deputado Paulo Abi-Ackel (MG), que vem se manifestado reiteradamente em defesa do governo Michel Temer. O líder do PSDB na Câmara; deputado Ricardo Tripoli (SP), afirmou que alguns membros manifestarem interesse em serem substituídos nas CCJ, mas que ele rejeitou a possibilidade.

“Não tem sentido fazer qualquer substituição na CCJ. O partido escolheu seus integrantes lá atrás e estão todos fazendo um bom trabalho. Não vejo sentido em trocar por conveniência. Cada um votará de acordo com sua consciência”, justificou.

Brasil247

EXPOSIÇÃO DESNECESSÁRIA: Pâmela Bório diz em programa político que filho arranca os cabelos e bate a cabeça na parede

Sem limites na busca por mídia, a ex-primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, chegou ao cúmulo de expor a saúde mental do próprio filho para atacar o governador Ricardo Coutinho. Em entrevista ao programa Intrometido, Pâmela disse que o filho tem distúrbios mentais e já foi flagrado arrancando os cabelos e batendo a cabeça na parede:

“Nem meu filho recuperou a saúde mental, porque até hoje ele tem sequelas do ocorrido, ele lembra muito bem do que aconteceu… eu recebo muitas mensagens da escola preocupados com determinados comportamentos anormais que até então ele não tinha. A questão dele ficar arrancado os próprios cabelos… outras pessoas já testemunharam dele ficar batendo a própria cabeça contra a parede…”

A briga de Pâmela Bório com Ricardo Coutinho saiu da esfera pessoal e já virou um fato político há muito tempo, pois ele é um governador e principal liderança política da Paraíba.

O que é natural.

Entretanto, é preciso limites para não expor os problemas da criança; o menos culpado em tudo isso, mas que vem a ser o mais prejudicado com tamanha exposição.

Se for verdade mesmo o que Pâmela afirma, acho que ela deveria tratar disso na Justiça, municiada de provas e avaliações psicológicas, mas jamais expor a saúde mental de uma criança num programa político.

Pâmela falou demais. E as consequências serão jurídicas…