Internautas marcam evento para despedida de Bolsonaro do Brasil

Internautas criaram um evento no Facebook para se despedir do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) após as eleições de 2018 para presidente da República. Em entrevista a VEJA, o parlamentar afirmou que cogita deixar o Brasil caso seja derrotado no pleito por um candidato filiado ao PT, PSDB ou PMDB. O político está à procura de um partido para lançar a sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.

Na descrição do evento, criado por partidários de esquerda, os organizadores brincam que haverá “open bar” de cuba libre e um show do cantor Tico Santa Cruz, simpatizante do PT, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Mais de 10 000 pessoas confirmaram presença e outras 23 000 mostraram interesse em comparecer à manifestação. “Vamos organizar juntos um verdadeiro mutirão e carregar nos braços essa figura icônica até o avião”, diz o texto.

A última pesquisa Datafolha, de junho, apontou que Bolsonaro está na segunda colocação da corrida presidencial, com 16% das intenções de voto, tecnicamente empatado com a ex-senadora Marina Silva (Rede), que soma 15%. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa, com 30%.

Evento de despedida de Bolsonaro após eleição de 2018

Braço direito de Berg Lima tem peregrinado os corredores da prefeitura de Bayeux e gera suspeitas

Mesmo exonerado pelo prefeito interino, o ex-coordenador de comunicação, Nelson Nóbrega, considerado braço direito do presidiário Berg Lima, tem peregrinado pelos corredores da prefeitura de Bayeux diariamente.

Dizem que nos últimos dias ele está mais assíduo do que quando respondia pela Coordenação de Comunicação.

Tamanha assiduidade já começa a levantar suspeitas e boatos nos corredores da prefeitura. Será que Nelson está levando e trazendo informação da prefeitura para a cadeia? Ou tem secretário fazendo jogo duplo e trabalhando contra a gestão? Uma fonte revelou ao Polítika que Nelson não perde um dia de visita no 5º Batalhão da Polícia Militar.

Há quem diga que Nelson estaria tentando manter os cargos que indicou na gestão. E parece que são muitos.

É bom Luiz Antonio ficar em alerta e tomar cuidado com os fantasmas de Berg Lima…

CASSAÇÃO: Prazo para Berg Lima apresentar defesa e explicar a suposta “armação” está acabando

A população de Bayeux está curiosa para conhecer a defesa do prefeito afastado Berg Lima. Ele tem até o dia 30 para apresentar a sua versão dos fatos na Câmara Municipal. E de acordo com o vereador Rony Alencar, até agora Berg não enviou sua defesa através de deus advogados.

A curiosidade é grande, pois os poucos que ainda tem coragem de defender o indefensável falam em “armação”. Mas até agora ninguém explica como se deu a tal armação.

Será uma tarefa difícil, pois nem o próprio Berg acredita nessa “estória” de armação. O vídeo do flagrante é revelador e não deixa 1% de dúvida; Berg negociou a liberação de empenhos da prefeitura mediante o recebimento de 30% de propina. Ou seja, vantagem indevida, crime de concussão.

Terceirização da Educação vai permitir compras sem licitação

Em tempos de Lava-Jato a sociedade tem que ficar com um pé atrás quando um político surge com uma “ideia brilhante” demais. A privatização da Educação defendida pelo governador Ricardo Coutinho vai permitir a compra de produtos e serviços sem licitação. Ou seja, sem a devida fiscalização e concorrência pelo menor preço.

Como já acontece hoje no hospital de Trauma, gerido pela Cruz Vermelha e que constantemente vem sendo algo de investigação por suspeita de superfaturamento:

Alimentação, computadores, livros, cadeiras e até fardamentos serão adquiridos pela empresa que vai gerir o “negócio” mais lucrativo no século.

Se a corrupção já é grande, mesmo com a fiscalização do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado, imagina então quando o governo terceirizar o que por lei é de sua competência.

Cássio, Cartaxo, Lyra e Daniella: A chapa da oposição ao Governo Ricardo começa a se desenhar

Muita água ainda vai rolar debaixo dessa ponte, mas a coesão do bloco da oposição dá sinais de que nenhum mau agouro vindo da Granja Santana vai “secar” a unidade do bloco vitorioso formado na eleição municipal de 2016.

Dependendo da conjuntura e do humor dos caciques, os nomes que disputarão a majoritária podem até mudar, mas a base deverá ser mantida com Cássio e Cartaxo, e com os principais partidos: PMDB, PSDB e PSD.

Cartaxo é o favorito e conta com a força da densidade eleitoral da Grande João Pessoa. Só não anuncia que é candidato porque a lei proíbe, mas na prática já age como tal. Romero vai ficar de fora porque errou na escolha do vice-prefeito e não pode entregar a prefeitura de Campina – reconquistada há muito custo depois de 8 longos anos na oposição – de mão beijada à família Ribeiro.

Cássio não tem outra opção a não ser disputar a reeleição ao Senado. A preço de hoje só teria Ricardo Coutinho para competir, porém, mesmo assim com a garantia de ser reeleito na primeira ou segunda vaga. E a coisa fica mais fácil ainda se o “fico” de RC não for blefe e realmente ele não sair do governo para disputar o Senado.

Uma candidatura de Cássio à Câmara Federal seria um misto de medo com incompetência. E acho que hoje ele não apresenta sinais de agir sob a influência de nenhum dos dois.

O PMDB já está no lucro em qualquer espaço que garantir, pois vai assumir a prefeitura da Capital a partir de abril. Mas poderá garantir a unidade do partido com a indicação de Raimundo Lyra para a segunda vaga ao Senado.

Um verdadeiro presente para um senador de mandato apagado e que de forma suicida ainda bota a cara na imprensa para defender Temer. Além da dobradinha com Cássio, Lyra ganharia o com as estruturas das máquinas da prefeitura de João Pessoa e Campina Grandes.

Por coincidência ou não, nas últimas semanas Raimundo Lyra tem se afastado de RC. O senador é refém da vontade de José Maranhão e sabe que não pode tensionar demais, pois até poucos meses era um suplente que caiu de paraquedas na política paraibana.

E por último, mas não menos importante, surge o nome de Daniella Ribeiro como possível candidata a vice-governadora. O ingrediente campinense necessário para qualquer chapa encabeçada por um político de João Pessoa. O nome de Daniella agrega no campinísmo e ainda equaciona a questão de gênero.

Além disso, a deputada tem um bom recall por já ter disputado a prefeitura de Campina Grande, em 2012. Uma vice-governadora desejada por muitos, inclusive por RC, em 2014, mas Ella não aceitou.

Cartaxo, Cássio, Raimundo Lyra e Daniella…

É uma chapa fortíssima.

Se eu fosse Ricardo Coutinho, pensava duas vezes antes de abrir mão de sua vaga garantida no Senado.

É melhor um passarinho na gaiola do que dois voando…