ÁUDIO: Após ser chamado de mentiroso, Cássio responde os ataques de Ricardo Barbosa: “Não vou estar me trocando com esse tipo de coisa”

O senador Cássio Cunha lima respondeu esta semana os ataques do deputado estadual Ricardo Barbosa, que de tão surpreendente virou manchete em toda a imprensa política:

Depois de passar anos lambendo o chão que Cássio pisava, Ricardo Barbosa “descobre” que ex-governador é um mentiroso

Sem querer polemizar, Cássio manteve a postura e não baixou o nível como Ricardo Barbosa: “Eu lamento que essas coisas aconteçam, mas eu não vou estar me trocando a essa altura da minha vida com esse tipo de coisa”, disse o senador.

CONFIRA:

“O segundo turno será entre Ciro e Alckmin”

Carlos Lupi, presidente do PDT, conversou com O Antagonista sobre a pesquisa Datafolha divulgada hoje.

O que o senhor achou do desempenho do Ciro Gomes?

Achei ótimo. O Ciro não é candidato desde 2002 e aparece empatado ou à frente do governador do principal estado [Geraldo Alckmin]. Isso é altamente positivo.

Com que margem de crescimento do Ciro vocês estão trabalhando?

O nosso prognóstico indica que ele vai chegar a 10% ou 12% em março. Na convenção, até julho, a candidatura dele estará viabilizada.

A candidatura do Lula ainda está no radar de vocês?

Não depende da gente, mas acho que temos de considerá-la até uma decisão final. Se eu fosse o Lula, eu faria o mesmo.

Qual é a chance de o PDT fazer aliança com outros partidos da esquerda já para o primeiro turno?

Vai depender da situação do Lula. Estamos conversando com o PSB e com todos os outros partidos. Todo mundo está achando que pode ganhar.

Carlos Siqueira, presidente do PSB, disse que o PT precisa entender que passou o momento dele. O senhor concorda?

Cada partido tem que ter consciência do seu melhor e do seu pior momento. O PT tem que fazer sua análise. Nós do PDT achamos que agora é a nossa vez.

Quem será o vice de Ciro Gomes?

Vai depender da situação do Lula e de possível alianças, mas nossa preferência é por algum nome do meio empresarial de São Paulo ou de Minas Gerais.

Qual é o candidato que vocês prefeririam enfrentar em um eventual segundo turno?

O segundo turno será entre Ciro e Alckmin.

PESQUISA DATAFOLHA: Lula continua liderando e Bolsonaro começa a cair

Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.

Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.

Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%, mas começou a cair. Em novembro Bolsonaro tinha 22%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin(PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.

O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/2018.

Apesar de liderar a corrida sem Lula, Bolsonaro parou de crescer. Ele oscilou negativamente em todos os quadros apresentados na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro.

No início de janeiro, reportagens da Folha revelaram que o patrimônio de Bolsonaro e de sua família se multiplicou depois que ele entrou na política, e que o deputado recebe auxílio-moradia da Câmara apesar de ser dono de apartamento em Brasília.

As intenções de voto do deputado também ficaram estáveis nas simulações de segundo turno. Ele seria derrotado tanto pelo ex-presidente Lula (49% a 32%) quanto pela ex-senadora Marina Silva (42% a 32%).

A pesquisa indica ainda que o ex-presidente Lula conserva força eleitoral mesmo condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

O petista lidera o primeiro turno em todos os cenários em que seu nome é colocado, com percentuais que variam de 34% a 37%. No segundo turno, venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%), além de Bolsonaro.

A condenação de Lula pode torná-lo inelegível, mas sua participação na campanha depende de uma decisão do TSE que só deve ocorrer em setembro. Até lá, ele pode se apresentar como pré-candidato e recorrer a tribunais superiores para garantir seu nome na disputa.

A saída de Lula impulsionaria principalmente Marina e Ciro Gomes. Na comparação de cenários com e sem a participação do ex-presidente, Marina passa de 8% para 13%, enquanto Ciro cresce de 6% para 10%.

PATINANDO

Outros candidatos também crescem quando Lula está fora do páreo, mas de forma mais tímida: tanto Geraldo Alckmin quanto Luciano Huck sobem de 6% para 8%.

No cenário sem Lula, um dos possíveis candidatos do PT, o ex-governador baiano Jaques Wagner, aparece com 2%. O percentual de eleitores que diz não saber em quem votar ou que votaria em branco ou nulo sobe de 16% para 28% quando o ex-presidente não é um dos candidatos.

Huck reestreou na pesquisa empatado com Alckmin em todos os cenários.

O apresentador da Rede Globo havia afirmado, em artigo publicado em novembro na Folha, que não vai disputar a eleição, mas apareceu em janeiro no “Domingão do Faustão” com um discurso político e continua sendo cortejado por partidos para concorrer ao Planalto.

Favorito para se candidatar à Presidência pelo PSDB, Alckmin patina em todos os cenários do Datafolha. O tucano tem de 6% a 11% das intenções de voto.

No segundo turno, o tucano seria derrotado por Lula e aparece tecnicamente empatado em uma disputa com Ciro Gomes. Nesta segunda simulação, quase um terço dos eleitores diz que votaria em branco ou nulo.

A dificuldade enfrentada por Alckmin para subir nas pesquisas provocou questionamentos dentro de seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura.

Potencial alternativa ao governador no PSDB, o prefeito paulistano João Doria também não decolou: aparece com, no máximo, 5% das intenções de voto.

PIOR GOVERNADOR PARA O FUNCIONALISMO: Servidores acumulam perdas salariais de até 50% nos 7 anos de Ricardo Coutinho

Dados divulgados pelo Sindifisco revelam que a arrecadação própria do Estado cresceu 109,64% entre os anos de 2010 e 2017; representando um salto de R$ 2,655 bilhões para R$ 5,567 bilhões.

É preciso destacar que tais números não representam nenhum mérito para o governo, pois a maior parte dessa arrecadação resulta da majoração dos impostos estaduais. Porque se dependesse apenas dos cortes de gastos nas contas públicas, a arrecadação seria deficitária.

Apesar do crescimento da arrecadação, os servidores amargam, desde 2010, uma perda salarial que chega a 50%. Os servidores públicos, em especial os aposentados, reformados, bem como os pensionistas, tiveram reajuste de apenas 12,51%: (2011 – 0%; 2012 – 3%; 2013 – 3%; 2014 – 5%, 2015 – 1%, 2016 – 0%; 2017 – 0%).

Na última semana, duas categorias de servidores públicos em atividade receberam reajustes em suas remunerações. Para uma delas, houve apenas o cumprimento do piso nacional definido para 2018. Contudo, as demais categorias permanecem com os salários defasados e o mês de janeiro faz com que cresça entre os servidores o clamor em relação ao cumprimento da Data-Base; lei criada pelo atual governo no ano de 2016, que estabelece o primeiro mês do ano como referência para o reajuste salarial dos servidores.

Polítika com Fisco Em Dia

Depois de levar um ‘não’ de Ricardo Coutinho, Raimundo Lyra deverá desistir da reeleição ao Senado

Numa eleição ao Senado onde apenas uma vaga está em jogo, já que o senador Cássio Cunha Lima está praticamente reeleito, a ultima esperança do senador Raimundo Lyra era obter o apoio de Ricardo Coutinho e do aparato estatal para sua reeleição. Mas RC disse não.

Como Ricardo Coutinho será candidato ao Senado, sendo eleito ao lado de Cássio, não interessa a Raimundo Lyra ficar em terceiro lugar, e bem distante.

Aliás, em se confirmando a candidatura de Ricardo ao Senado, creio que Raimundo Lyra nem tentará a reeleição. Só iria perder tempo e dinheiro. Ou alguém acredita que ele teria mais votos que Ricardo e Cássio?

Além da disputa com os dois maiores líderes políticos da Paraíba, o inexpressivo Raimundo Lyra cometeu muitos erros no seu curto mandato de senador; atrelou demais a sua imagem a de Michel Temer e apoiou (e apoia) medidas impopulares.

Já é carta fora do baralho.

 

Na farra, a quase ministra de Temer zomba da Justiça do Trabalho e do povo brasileiro

Em meio a um enorme impasse político, em função da impossibilidade de tomar posse no Ministério do Trabalho, a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) resolveu aproveitar a folga e gravar um vídeo, durante um descontraído passeio de iate, acompanhada de quatro homens, para se defender: “Todo mundo pode pedir qualquer coisa abstrata na Justiça, ainda mais a Justiça do Trabalho. Eu juro pra vocês que eu não achava que tinha nada pra dever para essas duas pessoas que entraram contra mim. E eu vou provar isso em breve”.

A posse da filha de Roberto Jefferson foi suspensa pela presidente do Supremo Tribuna Federal (STF), Cármen Lúcia. A ministra Cármen analisou uma reclamação movida por um grupo de advogados, que contestou no STF a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que havia liberado a posse de Cristiane Brasil. O grupo, o mesmo que conseguiu nas primeiras instâncias barrar a deputada de assumir a pasta, alega que a nomeação da filha de Cristiane contraria o princípio da moralidade, determinado pela Constituição, por causa de condenações que Cristiane Brasil sofreu na Justiça Trabalhista.

Bolsonaro, Marina, Ciro, Alckmin: quem vira favorito numa eleição sem Lula?

A condenação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) torna o cenário eleitoral o mais incerto das últimas décadas, a menos de sete meses do início da campanha. O PT insistirá com Lula até o limite das possibilidades, mas é remota a hipótese de o ex-presidente conseguir disputar sua sexta eleição presidencial. Com o líder em todas as pesquisas de intenção de voto provavelmente fora da disputa, cresce a incerteza. Não há favorito claro.

Bolsonaro lidera

Nas pesquisas realizadas até aqui, Jair Bolsonaro (PSC-RJ, com filiação acertada ao PSL) aparece na segunda colocação em todos os cenários e, nas simulações sem Lula como candidato, é sempre o líder. Porém, o eleitorado dele é, em tese, muito diferente do de Lula – embora sempre haja parcela mais popular, apegada à imagem do petista, mas também sensível ao discurso contra violência e em defesa da família. As pesquisas mostram haver discreta migração de votos para Bolsonaro, com Lula fora da disputa.Na última pesquisa Datafolha, divulgada em dezembro passado, foram feitas quatro simulações sem Lula. Bolsonaro era líder isolado em todas elas.

Ciro Gomes é quem mais cresce

Quem tem maior crescimento proporcional é Ciro Gomes (PDT). Na última pesquisa Datafolha, Ele aparecia com até 7% nos cenários com Lula. Sem ele, o percentual de Ciro quase dobra: 13%.

Marina Silva é quem mais ganha competitividade

Marina Silva tem o mesmo crescimento de seis pontos percentuais. O desempenho dela nos cenários com Lula é melhor que o de Ciro. Tem até 11%. Sem Lula, ela chega a até 17%. Aparece tecnicamente empatada com Bolsonaro. Pelos últimos levantamentos, pode-se dizer que Ciro é quem mais cresce com Lula fora da disputa, mas Marina é a candidata que mais ganha competitividade. Cogitado como potencial candidato em substituição a Lula, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) chega a 3%.Porém, a intenção de votos que mais cresce sem Lula, pelo último Datafolha, é de votos brancos e nulos. O percentual mais que dobra: de até 14% para um pico de 30%.

Outras alternativas

Mesmo o provável candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, ganha com a saída de Lula. Ele passa de um máximo de 9% para até 12%. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa passa de um percentual de até 6% para um pico de 8%. João Doria, outra opção tucana, oscila de 5% para 6% sem Lula. O senador Álvaro Dias, do Podemos, alcança até 4% quando Lula é candidato. Na simulação sem o petista, atinge até 6%.

Aliada do petista, mas também pré-candidata, a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) oscila de 2% para 3% entre os cenários com Lula e sem Lula.

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD) passa de 1% para 2% nas simulações feitas em dezembro pelo Datafolha de uma eleição com Lula e sem Lula.

Incertezas

O cenário ainda tende a mudar muito até a eleição. Nomes já surgiram desde as últimas pesquisas, com o ex-presidente Fernando Collor (PTC). Outros podem entrar, outros sair de cena. O quadro também muda com a confirmação da sentença contra Lula. E há muito a acontecer até a eleição.Por ora, todavia, o panorama sem Lula é de Bolsonaro como único candidato que ultrapassa os 20%, e isso em algumas simulações: o máximo que atinge é 22%. Isso mostra o quão aberto e imprevisível fica o cenário para uma campanha que começa daqui a menos de sete meses.

Eleição sem Lula prejudica candidato de Ricardo Coutinho e beneficia Lígia Feliciano

Político mais oportunista da Paraíba, o governador Ricardo Coutinho sempre gostou de “pegar uma garapa” nas candidaturas presidenciais. Em 2014, disputando a reeleição, colou em Dilma e escondeu Eduardo Campos no início do processo eleitoral; e só lembrou de fazer campanha para o candidato do PSB depois da morte, entupindo a Paraíba com adesivos do finado.

E quando Marina Silva disparava nas pesquisas em decorrência do voto de comoção, Ricardo Coutinho deixou Dilma de lado e se agarrou em Marina, fazendo duras críticas ao governo do PT:

Semanas depois RC abandonaria Marina e voltaria pra Dilma, e sem o menor constrangimento.

Com a possível inelegibilidade de Lula, em quem o governador Ricardo Coutinho vai se agarrar pra pegar uma garapa?

É fato que a popularidade de Lula continua grande no Nordeste e na Paraíba. E uma das estratégias de RC seria colar a imagem de João Azevedo em Lula, fazendo-o chegar ao segundo turno. Mas como os votos de Lula tendem a migrar para Ciro Gomes, é a pré-candidatura de Lígia Feliciano que se fortalece mais uma vez.

Com expectativa real de chegar ao segundo turno num cenário sem Lula, Ciro necessita de candidaturas estaduais para se fortalecer.

E a opção é Lígia Feliciano.

Em Brasília, Luciano acerta detalhes da liberação de U$ 100 milhões para o Cidade Sustentável

Depois de assegurar a aprovação do programa “João Pessoa, Cidade Sustentável” em Washington (EUA), o prefeito da capital paraibana, Luciano Cartaxo, se reuniu no último dia 23 com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), em Brasília, para dar andamento ao processo de liberação dos U$ 100 milhões (R$ 330 milhões) em investimentos para a cidade, por meio de convênio já aprovado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A iniciativa prevê um plano de ação para João Pessoa nos próximos 30 anos. A contrapartida da gestão municipal foi iniciada, com a construção de novos espaços públicos e mais de 6,4 mil moradias.

“Esse é mais um legado para o futuro de João Pessoa, demonstra o compromisso com o planejamento e os resultados também no longo prazo, indo além do nosso mandato e preparando a cidade para 1 milhão de habitantes”, disse o prefeito, que se reuniu com a subsecretária do Tesouro Nacional, Priscila Maria Santana e o coordenador-geral de Operações de Crédito para Estados E Municípios, Renato da Motta. “Estamos fazendo o acompanhamento permanente de cada etapa do programa, iniciado ainda durante o período de transição, em 2012. Concluído este próximo passo, vamos iniciar um novo conjunto de ações, a exemplo do Centro de Cooperação da Cidade, além da reurbanização de todo o Complexo da Beira Rio”, apontou.

De acordo com o secretário da Receita de João Pessoa e coordenador do “João Pessoa, Cidade Sustentável”, Adenilson de Oliveira, a avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) consiste na última etapa para liberação do convênio. “Os investimentos chegarão em um momento muito oportuno, marcado por uma gestão que soube planejar, cortar gastos, fazer mais e atrair novos recursos. Todo esse monitoramento, aqui em Brasília, é fundamental para que a liberação dos recursos seja feita o quanto antes”, declarou. Com o convênio, serão implementadas 60 ações de grande porte para garantir ainda mais qualidade de vida na Capital paraibana, ao longo das próximas décadas.

Dançando conforme a música, Romero pode indicar a esposa ou Tovar para ser vice de Luciano Cartaxo

Time que não joga não tem torcida. Foi pensando nessa máxima que o prefeito Romero Rodrigues, amante das peladas, colocou o time em campo e entrou na disputa para ser indicado o nome da oposição ao governo do estado. Como não tinha nada a perder, Romero se escalou esperando as mudanças incontroláveis do ambiente externo da política. Coisa que não aconteceu.

Sem conseguir estadualizar o nome e com um vice-prefeito de outro grupo político (os Ribeiro), o que dificulta a desincompatibilização da prefeitura de Campina Grande, a pré-candidatura de Romero não empolgou e Cartaxo continua o favorito. No entanto, Romero será compensado indicando o vice na chapa de Cartaxo, fato que poderia não ocorrer se ele (Romero) não tivesse colocado o time em campo em 2017.

Uma fonte revelou ao Polítika que a indicação poderia ser familiar, no caso, a própria esposa, a médica Micheline Rodrigues. Ou uma indicação política, o deputado estadual Tovar Correia Lima, secretário municipal e queridinho de Romero na gestão.

São duas boas alternativas para compor a chapa com Luciano Cartaxo, que certamente ficaria contente com as opções. Representam bem a cidade de Campina Grande e compensam o apoio do prefeito Romero Rodrigues ao projeto de Cartaxo.