As pessoas querem uma solução do Estado para a violência e voltar a se sentir seguras, afirma Cássio

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) reagiu de maneira firme e enfática à tentativa do governador Ricardo Coutinho (PSB) de reeditar as velhas brigas e intrigas do passado. Segundo Cássio, há uma clara tentativa de transferir para os governos anteriores, para os prefeitos e para a própria população a responsabilidade pelo crescimento da sensação de insegurança em todo o Estado.
“Basta perguntar às pessoas, é muito simples: você se sente seguro ao sair de casa para ir trabalhar, para ir ao comércio, a uma agência bancária? Para levar seus filhos na escola? E os assaltos a banco, arrombamentos de lojas?”, questionou Cássio, acrescentando: “Passados sete anos, o governador ainda tenta transferir a responsabilidade por não ter resolvido o problema da segurança, como prometeu. Ora culpa os governos anteriores, ora os prefeitos, os comerciantes, os bancos e até a população. Mas o fato é que a população continua com medo nas ruas, e faltam policiais, porque houve uma redução no efetivo, as delegacias estão sem delegados e sem agentes”.
Na avaliação do senador Cássio, os ataques e a entrevista coletiva promovidos pelo governo nesta terça-feira (9) foram de fato uma tentativa eleitoreira de minimizar os desgastes que vem sofrendo em função da violência. Desgastes que deverão ter forte repercussão nas eleições deste ano. “A segurança será um tema central nos debates sobre o futuro da Paraíba. E a população não quer mais saber de velhas brigas, de intrigas do passado, que só atrapalham o desenvolvimento do Estado. Ao invés de atacar, ele deveria resolver. O que as pessoas querem é solução, é resultado, é que se apresente o caminho efetivo para diminuir a sensação de insegurança, que, diferente das estatísticas do governo, continua crescendo”, ressaltou.

Luciano Cartaxo prestigia festa de 153 anos de emancipação política de Itaporanga e dialoga com lideranças do Vale do Piancó

Atendendo a convite do ex-prefeito e ex-deputado estadual Djaci Brasileiro, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) está na cidade de Itaporanga, prestigiando as festividades em alusão aos 153 anos de emancipação política do município. Além de ser recebido pela população local para conferir as atrações da festa, Luciano Cartaxo ainda se reuniu com lideranças políticas locais, oportunidade na qual falou sobre seu projeto de gestão por resultados, implantado na Capital paraibana desde 2013, que já tem lhe rendido prêmios e reconhecimentos, inclusive de órgãos internacionais.

Após cumprir agenda administrativa em João Pessoa, inclusive com a inspeção de obras, como a da Praça da Família, que esta sendo construída em Mangabeira VII, Luciano Cartaxo chegou a Itaporanga no final da tarde desta segunda-feira (8). Ele foi acompanhado do vice-prefeito Manoel Junior (MDB) e do presidente estadual do PSDB, Ruy Carneiro. Eles se reuniram na casa do médico e ex-prefeito, Djaci Brasileiro, que também convidou diversas lideranças da região do Vale do Piancó, para o encontro com o prefeito da Capital.

“É um prazer chegar à rainha do Vale e prestigiar esta festa tão bonita que marca a emancipação política da cidade, conversar com a população e com as lideranças locais, falar um pouco sobre o projeto exitoso que estamos desenvolvendo em João Pessoa desde 2013 e discutir também sobre a região, conhecer as experiências locais e compartilhar nossos conhecimentos”, disse Luciano Cartaxo.

O prefeito destacou os investimentos realizados em João Pessoa, como o maior programa habitacional já realizado na cidade, que já superou a marca de 6.400 unidades habitacionais entregues, o programa Gerente Saúde e a maior rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da Paraíba, prestes a entregar a 4ª unidade no bairro dos Bancários, além dos investimentos na educação, áreas de cultura e lazer e liberação de recursos do programa de geração de emprego e renda do Banco Cidadão.

2017 terminou e Governo RC ainda não entregou a Perimetral Sul; obra de apenas 10 km se arrasta há 5 anos

A boa avaliação do governo Ricardo advém mais da propaganda institucional milionária e do “calaboca” da imprensa do que das ações propriamente ditas. Um bom exemplo de que o governo do PSB não é tudo aquilo que tentam vender é a obra da Perimetral Sul, via de apenas 10km, mas que se arrasta desde 2013.

2017 terminou e a simples obra não foi inaugurada, ficando para 2018, ou seja, 5 anos. É como se o governo demorasse 1 ano para construir apenas 2km de pista. O mais curioso é que o valor da obra já saltou de R$ 6,5 milhões para R$ 17,9 milhões. Os dados são da própria Secom.

Um superfaturamento evidente, mas que curiosamente passa despercebido pelos órgãos de fiscalização e controle.

Especialista alerta políticos para erros nas redes sociais em ano eleitoral

O especialista em Mídias Digitais, Alek Maracajá, escreveu artigo para o Portal Tá na Área mostrando os principais erros que os políticos cometem nas redes sociais durante o ano eleitoral. No texto, Alek também mostra o que fazer para evitar tais erros.

Confira o artigo na integra abaixo:  

Eleições: Os principais erros que políticos cometem nas redes sociais

2018, ano de eleições, vamos mostrar os erros mais comuns que políticos e candidatos cometem nas redes sociais durante o pleito, com a crescente adesão dos eleitores às mídias sociais.

Hoje no Brasil temos 220 milhões de usuários ativos no Facebook, WhatsApp, Instagram e outros aplicativos de comunicação segmentadas. A entrada de políticos e candidatos nesses meios tornou-se recorrente e, por ser uma área relativamente nova, a maioria deles cai em erros comuns.

Vamos ver os cinco principais:

1- Estratégia de relacionamento

Duas atitudes são muito comuns: deixar um usuário falando sozinho e não saber lidar com críticas e reclamações. Resultado: crises e mais crises.

O que fazer?

Ao se relacionar com um candidato em uma mídia social, o usuário assume uma postura: troll, militante, agressiva, questionadora, entre outras. Esses perfis comportamentais são chamados de “atores”. Para cada perfil, a equipe de campanha deve ter uma estratégia de relacionamento, seja para prevenir/controlar uma crise ou dar mais voz a algum usuário.

2- Não se engane com números de seguidores

“Números de vaidade” são aqueles que só servem para deixar o relatório de mídias sociais mais bonitos e mexer com o ego do candidato. Por exemplo, já vi o número de seguidores no Twitter de um político crescer mais de 50% em menos de 24h. Mas, após fazermos uma investigação, descobrimos que ele havia usado uma ferramenta para a compra de seguidores.

O que fazer?

Não pense apenas na quantidade, mas, sim, na qualidade dos seus fãs ou seguidores. Você está atingindo seu público-alvo? Eles interagem com você? Você consegue vender suas ideias para esse público?

3- Antecipar problemas (gestão de crise) 

Poucos candidatos fazem o monitoramento de seus nomes e de assuntos estratégicos em mídias sociais. Desta forma, não conseguem antecipar crises, nem prever cenários.

O que fazer?

O ideal é ter analistas monitorando as mídias sociais, classificando o que está sendo dito e separando por assunto. Com esses dados em mãos, a assessoria de comunicação pode pautar seu conteúdo de forma mais específica e prever crises.

4- Artes, santinhos e posts virtuais

Uma prática comum adotada durante a campanha é a digitalização dos “santinhos”, já bem estabelecidos no mundo offline. Como resultado, vemos usuários incomodados com o turbilhão desse tipo de conteúdo em sua timeline e, consequentemente, cancelando assinaturas ou dando unfollows. Quem interage com este tipo de conteúdo são apenas militantes, profissionais da própria campanha ou usuários muito engajados.

O que fazer?

Poste conteúdos que se aproximem dos eleitores, humanize sua campanha, mostre como você pode mudar a realidade de cada pessoa. Ao invés de pedir votos, venda ideias. Mostre para o seu público-alvo que você compartilha das mesmas mazelas do que ele e, além disso, tem soluções para elas. Uma boa estratégia é buscar blogs que tratam de assuntos de sua campanha e interagir com as postagens.

5- Suas redes sociais com profissionais 

Um erro muito comum praticado pelos candidatos é deixar seus perfis em redes sociais nas mãos de pessoas leigas, seja por algum interesse político ou por pura ingenuidade.

O que fazer?

Analistas de mídias sociais são, normalmente, comunicólogos (jornalistas, publicitários ou relações públicas). É muito importante ter profissionais capacitados, já que eles estarão lidando com a sua imagem.

Acredito em alguns pontos que um candidato tem que iniciar 2018 pensando em criar um hub na gestão de sua campanha seria: 1. Organização da militância, 2. Segmentação da comunicação política, 3. Publicidade digital, 4. Gestão estratégica, 5. Investimento em serviços especializados,  6. Humanização da imagem presidencial, 7. Conteúdo nativo, 8. Pensar fora da caixa, 9. Marketing “do bem sem atacar os adversários”.

Alek Maracajá
Empresário, Alek é presidente da ABRADi-PB e CEO & Founder na empresa Ativaweb Group