Nomeação de ex-adjunto da Funjope no Governo RC exige ação urgente de Cartaxo na Cultura

A nomeação do ex-secretário adjunto da Funjope, Jonildo Cavalcanti, no Governo Ricardo, exige uma ação urgente do prefeito Luciano Cartaxo para não perder boa parte do trabalho realizado na Cultura de João Pessoa.

Com a adesão de Jonildo à candidatura do PSB, se faz necessário a nomeação de alguém que conheça os bastidores e tenha bom trânsito na Cultura, uma vez que Jonildo era mais eficiente que Maurício Burity e pode levar seu espólio político para proveito do PSB.

Jonildo atendeu muitos pleitos e destravou projetos para muita gente de setores estratégicos da Cultura, como quadrilhas, carnaval, músicos, etc. E agora mudou de lado e sai da prefeitura levando um mapa detalhado dos segmentos que atendeu para os braços do governo do estado e da campanha de João Azevedo.

Cartaxo precisa de um nome que evite a sangria e ao mesmo tempo tenha conhecimento técnico e de militância para continuar e melhorar a política cultural de João Pessoa.

Nos bastidores muitos nomes são cogitados, mas ganha força a opção pelo militante cultural e advogado Rômulo Oliveira, que foi um dos primeiros a romper com o governador Ricardo Coutinho, em 2012, e defender a aliança do ex-prefeito Luciano Agra com Cartaxo.

Rômulo transita bem no meio cultural e pode evitar que os frutos das ações da Funjope vá parar no colo do adversário.

 

 

Em almoço para Lucélio Cartaxo, Romero reúne prefeitos aliados em Campina Grande

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) reservou o horário do almoço, nesta sexta-feira, 4, para um novo encontro político de apoio à pré-candidatura do executivo Lucélio Cartaxo (PSD) ao Governo do Estado este ano. Após cumprir uma agenda administrativa pela manhã com Lucélio, Romero levou ao Restaurante Mororó, no bairro da Palmeira, seis prefeitos, além de ex-prefeitos e diversas lideranças regionais.

Participaram do almoço os prefeitos Milton Marques (PSDB), de Aroeiras; Fábio Ramalho, de Lagoa Seca (PSDB); Severo Luiz (PSDB), de Lagoa de Roça; Aquino Leite (PSDB), de Alagoa Nova; João Francisco (PSDB), de Areia, e Jonas de Souza (PSD), de Montadas.

Também prestigiaram o encontro os ex-prefeitos José Francisco Marques, o Chicão (PSDB), de Aroeiras, e Ramalho Alves (PSDB), de Lagoa de Roça, além de vereadores de vários municípios paraibanos.

A coragem de Raimundo Lira e os 2 mil fantasmas do Governo Maranhão III

Toda a Paraíba sabe que o senador José Maranhão sempre gostou de umas “facilidades” para os familiares. Aliás, Maranhão pode ser acusado de tudo, menos de deixar a família na mão. Em todas oportunidades que teve, Zé Maranhão sempre indicou parentes para ocupar cargos públicos.

Maranhão representa a velha política e a usa para se locupletar. Maranhão é a representação da elite econômica brasileira, que mesmo sendo podre de rica, sempre quer mais e adora uns “mimos” do Estado. Qual a necessidade de um dos maiores criadores de gado do Brasil exigir um cargo comissionado de R$ 14 mil para a filha no Senado? É para isso que o senador faz política?

É preciso ressaltar a coragem do senador Raimundo Lira, que num programa de rádio revelou a ganância de um político que quer governar a Paraíba pela quarta vez, mesmo sem até o presente momento apresentar uma só proposta.

Raimundo Lira merece nossos aplausos. Ele conseguiu, numa só denúncia, revelar para a sociedade o sentido da política para Maranhão; obtenção de privilégios para os seus.

Mas a relação do senador com os fantasmas é antiga. Em 2011, Maranhão foi acusado de nomear 2 mil servidores fantasmas no governo do estado:

 

Zennedy responde Azevedo: “Essa política da agressão é uma prática derrotada”

Ex-secretário de Articulação Política de João Pessoa e um dos dirigentes do PV na Paraíba, Zennedy Bezerra respondeu a ataques que o pré-candidato do PSB, João Azevedo, vem fazendo ao também pré-candidato Lucélio Cartaxo nos últimos dias.

“Essa política da agressão é uma prática derrotada. Se atacar o outro, como eles fazem, desse certo, não teriam perdido duas eleições seguidas em João Pessoa. Bateram muito, mas a gente bateu eles no voto”.

Segundo Zennedy, o que se percebe não é apenas um jeito velho de se fazer política, que a prática do ataque, mas um certo desespero e um desejo desmedido de estabelecer polarização, certamente pela desvantagem do candidato socialista nas pesquisas.

“Eles gostam de bater, mas a gente prefere bater eles no voto. As duas ultimas eleições em João Pessoa foram assim. E pra ganhar no estado, precisaram da gente. Os fatos são esses. O resto é esperneio.”

Especificamente sobre declarações em relação a Lucélio, Zennedy avalia que Azevedo está mal orientado. “Acho sinceramente que deveria avaliar melhor o que estão mandando ele dizer, pra não falar bobagem, fica feio até pra assessor obediente”, observou.

Ataques a Lucelio Cartaxo revelam o desespero de João Azevedo

Uma regra básica do marketing político diz que o candidato que está na frente não bate. Isso explica os recentes ataques gratuitos de João Azevedo a Lucélio Cartaxo. Mesmo com todo aparato estatal e midiático, a pré-candidatura de Azevedo não decola e a estratégia é distribuir cacetadas.

O desespero de João revela quem vem liderando as pesquisas internas…