PRESO POR CORRUPÇÃO: Walber Virgolino é criticado nas redes sociais por manter agenda política com Berg Lima

Não está repercutindo bem a foto do deputado estadual Walber Virgolino com o prefeito ex-presidiário de Bayeux, Berg Lima. E não podia ser diferente. O parlamentar e delegado tem uma imagem séria, de combate à corrupção. Bem diferente de Berg Lima, preso em flagrante ao receber propina de um empresário da cidade.

Nas redes sociais, seguidores de Virgolino não entenderam a foto e questionaram o deputado. Tudo bem que por obra da (in)justiça Berg ainda é o prefeito de Bayeux, mesmo ferindo o princípio constitucional da moralidade administrativa. Mas manter agenda política com um prefeito preso em flagrante não combina com a postura “linha dura” de Walber Virgolino e o discurso adotado na campanha eleitoral.

  

Mais sujo que pau de galinheiro, Berg Lima resolveu tirar uma casquinha e mandou a foto para portais que divulgaram matérias mostrando que o prefeito de Bayeux (pasmem!) recupera o prestígio e a confiança da classe política.

 

TOMA LÁ, DÁ CÁ: Bolsonaro começa as negociatas pela reforma da previdência e nomeia sobrinho de Maranhão

O presidente que ia mudar “tudo isso daí”, começa a negociar cargos com os caciques da política. Sobrinho do senador José Maranhão e deputado federal derrotado, Benjamin vai ocupar um cargo no governo que prometeu acabar com as negociatas.

Mas só prometeu…

Benjamin foi nomeado para um cargo diretivo no Ministério da Cidadania. A portaria de nomeação, assinada pelo ministro Onyx Lorenzoni, foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira (21).

Walber Virgolino tem agenda com prefeito preso em flagrante por corrupção

Eleito com o discurso da moralidade, segurança e combate à corrupção, o que danado o deputado estadual Walber Virgolino tem a tratar com o prefeito ex-presidiário de Bayeux? Será que o deputado foi tratar sobre a situação carcerária, já que Berg Lima passou quase 6 meses preso ao ser flagrado recebendo propina de um empresário?

A postura política adotada pelo deputado não converge com as práticas criminosas de um prefeito que foi preso no primeiro semestre de gestão.

Há alguns dias compararam Walber a Toinho do Sopão.

Discordo totalmente, pois Walber é um delegado renomado, tem conhecimento, história e plataformas relevantes. Mas deu um verdadeiro tiro no pé ao associar sua imagem a um prefeito condenado por corrupção, que atrasa salários, emprega fantasmas, incha a folha de pessoal com parentes e deixa o lixo tomar conta da cidade.

Um passo em falso, digno de Toinho.

Se quiser manter a coerência no discurso, Walber precisa escolher melhor as suas companhias. Porque não dá pra criticar os escândalos do governo RC enquanto posa pra foto com prefeito preso em flagrante por corrupção.

Parece que bandido bom já não é mais bandido morto…

 

 

 

 

 

Conselho Pleno da OAB-PB aprova voto de aplauso a Assis Almeida, presidente da CAA-PB

O Conselho Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), aprovou por unanimidade, na sessão da última sexta-feira (22), propositura do conselheiro Rodrigo Dalbone, apresentando voto de aplausos ao presidente da Caixa de Assistência dos Advogados da Paraíba (CAA-PB), Assis Almeida, pelos relevantes serviços prestados à advocacia do Estado, em tão curto tempo de gestão.

O presidente da CAA-PB, Assis Almeida, avalia de forma extremamente positiva os primeiros e incompletos dois meses de gestão. Apesar do elevado número de ações, ele “lamenta ainda não ter feito mais, mas assegura que terá muito trabalho pela frente e que isso é só o começo de um grande projeto para a advocacia paraibana”.

“Nós, da equipe da Caixa, continuamos trabalhando duro, noite e dia, de domingo a domingo, na luta contra o tempo, para construir melhores condições para nossa classe, conforme prometido durante a campanha”, destacou.

Metido a republicano, Ricardo Coutinho emprega quase toda a família em órgãos públicos

A família do ex-governador Ricardo Coutinho vive no pleno emprego, claro. O político mais falastrão da Paraíba gosta muito de usar o termo “republicano”. É quase um mantra nos discursos de RC, mas só no discurso. Porque na prática a coisa é bem diferente.

Segundo o historiador José Murilo de Carvalho, ser republicano é “saber que o Estado não é uma extensão da família, um clube de amigos, um grupo de companheiros. É repudir práticas patrimonialistas, clientelistas, familistas, paternalistas, nepotistas, corporativistas”.

Agora aprende, Ricardo. Porque pendurar toda a família em órgãos públicos é o inverso do republicanismo.

Nas suas rede sociais, o deputado estadual Walber Virgulino criticou a prática “familista” de Ricardo Coutinho:

“Um irmão vai para o gabinete do deputado Gervásio Maia, em Brasília, vai dar expediente ? Uma irmã nomeada para a Fundação Casa de José Américo de Almeida. Um filho e um sobrinho no Sebrae/PB. Outro sobrinho, por afinidade (casado com uma sobrinha, na PBPrev), sobrinho mantendo relações com o Estado, cunhada atuando como superintendente de Organização Social contratada pelo Estado, isso é o que sabemos. É o que podemos chamar da Grande Família”.

E ainda tem mais.

Uma irmã de Ricardo é diretora na Assembleia Legislativa e outra trabalha atualmente na prefeitura do Conde, com passagens pelas prefeituras de Bayeux e João Pessoa.

É uma família que tem apego à coisa pública…

Né não?

Com muito funk/batidão e pouco frevo, Virgens de Tambaú se torna o pior bloco do Folia de Rua

Nada contra o funk ou outros ritmos, mas Carnaval tem que ter músicas de Carnaval. Óbvio, né? Não para os organizadores do bloco Virgens de Tambaú, que mais uma vez é marcado pelo mau gosto musical e muita violência.

Não fui ao bloco, mas escutei todas as músicas, pois moro próximo à Epitácio Pessoa. Escutei de tudo. Tinha música sobre bunda, pepeka, boca de pelo, o caralho de asa… menos frevo e marchinhas de Carnaval.

Sequer escutei o hino das Virgens, muito bonito e contagiante, por sinal.

O bloco perdeu a sua essência e o sentido de existir. Em nada se assemelha ao Carnaval. E se dependesse de mim, não teria 1 centavo do poder público. Ou muda o formato e passa a valorizar a cultura regional, ou fica sem 1 centavo de patrocínio.

Ano passado escrevi outro artigo, também criticando as escolhas musicais do bloco:

Bloco das Virgens de Tambaú é marcado pela violência e músicas de mau gosto

Mas é impressionante como a cada ano, o que era ruim consegue ficar pior.