Prisão de Roberto Santiago também foi motivada pelo depoimento do radialista Fabiano Gomes

Dizem que os gordinhos não aguentam arrocho e são os primeiros a abrir a boca. É o caso da prisão do dono do Manaíra Shopping, Roberto Santiago, encarcerado após o depoimento do radialista Fabiano Gomes acusando o empresário de comprar testemunhas.

Segundo relato da PF e do Gaeco ao juiz Henrique Jorge, de Cabedelo, que deferiu ontem (21) o pedido de prisão de Santiago, foi o comunicador Fabiano Gomes quem revelou que o ex-prefeito Luceninha e Olívio Oliveira, ex-secretário municipal de Comunicação, seriam as pessoas que o empresário queria subornar.

Trecho da decisão que decretou a prisão:

“O quadro se torna ainda mais grave a partir do conteúdo do depoimento prestado pelo jornalista Fabiano Gomes da Silva à Polícia Federal no dia 16.10.2018, segundo o qual ele (Fabiano) teria sido procurado por emissário de Roberto Santiago (jornalista Ruy Dantas), no dia seguinte à eclosão da Operação Xeque-Mate, com o objetivo implícito de que fosse comprado o silêncio de Olívio Oliveira e do ex-Prefeito Luceninha, pessoas cujos testemunhos poderiam ser extremamente prejudiciais ao empresário, senão vejamos”: (imagem não colacionada nesta decisão).
(…)

“Dessa forma, além da evidente agressão à ordem econômica, por si só suficiente à decretação da prisão preventiva de Roberto Santiago, há indícios de tentativa de cooptação de testemunhas, numa potencial ameaça à regularidade da instrução processual”.

Atualizado às 21h46:

Em contato com o Polítika, Fabiano Gomes disse que não fez delação, apenas prestou depoimentos nas oitivas. E que a prisão de Roberto Santiago foi baseada em diversas denúncias.

FALTA D’ÁGUA EM CG: João Poste Azevedo tenta esconder incompetência do governo e inventa suposta sabotagem

Por incompetência do governo João Poste Azevedo, Campina Grande está há 7 dias sofrendo com a falta d’água, mas como girassol adora uma terceirização, João também resolveu terceirizar a culpa e já fala em sabotagem.

A verdade é que governo demorou para reagir e trocar os equipamentos danificados na pane elétrica da Estação de Gravatá. Parece que a Cagepa sequer tinha um plano emergencial, muito menos gestão de crise.

Coube ao prefeito Romero Rodrigues decretar estado de calamidade pública e assumir pra si responsabilidade que seria do governo.