Pensando em ser candidato a prefeito de Santa Rita, Pedrito esquece de Cruz do Espírito Santo e investe na cidade vizinha

Pedrito é prefeito de Cruz do Espírito Santo, mas está investindo em ações assistencialistas na cidade de Santa Rita. Deve ser porque a cidade dele não tem problema algum e lá todo mundo vive muito bem. Fazendo uma analogia hipotética, é como se o governador João Azevedo fosse praticar assistencialismo no estado de Pernambuco.

Estranho, né?

O mais curioso é que mesmo querendo, Pedrito não pode ser candidato a prefeito de Santa Rita, pois o TSE já proibiu mais de uma reeleição de prefeito, mesmo sendo numa cidade diferente.

Nas suas redes sociais, o vereador Gils’Bar confirmou que o prefeito da cidade de Cruz do Espírito Santo anda gastando na cidade vizinha. No vídeo a seguir, o locutor não deixa dúvidas e repete por três vezes, “Apoio prefeito Pedrito da cidade de Cruz do Espírito Santo”.

Será que a população de Cruz do Espírito Santo aprova o ‘investimento’ do prefeito na cidade vizinha?

OPERAÇÃO CALVÁRIO: Ex-vereador do PSB revela que assessora de Gilberto Carneiro movimentava até R$ 1 milhão de propina por semana

Em postagem no seu blog, o ex-vereador do PSB, Renato Martins, informa que a ex-assessora de Gilberto Carneiro e operadora da propina das organizações sociais, Maria Laura, operava até R$ 1 milhão por semana.

Confira:

Consistentes informações chegaram ao nosso blog por meio de fonte privilegiada. Trata-se de pessoa do círculo muito íntimo de Maria Laura, ex-comissionada vinculada a procuradoria do estado e coordenadora financeira geral das últimas campanhas girassóis, presa na última fase da Operação Calvário. A fonte, que também trabalhou diretamente com cabeça(s) do esquema na ORCRIM, revela que essa senhora, só do ângulo que lhe permitia inferir, manuseava de 500 a 1 milhão reais de propina por semana. Tendo a tarefa de se constituir como um dos dutos de abastecimento da ORCRIM Girassol. Um duto que chegava em pessoas (gestores/políticos) de forma constante. Permanentemente – não somente em períodos eleitorais onde ela se transmutava em coordenadora financeira oficial.

Essa revelação de um íntimo de Laura, de forma espontânea e possivelmente inconteste, deixa claro para todos que a tesoureira eleitoral do PSB-PB não é personagem secundária como muitos pensavam. Até de certa forma minoravam sua detenção criticando o método das autoridades a frente da Calvário; muito pelo contrário. Logo, escrutinar todos os procedimentos da mesma pode ser etapa pré-definitiva da operação, e que vai muito além do setor saúde. Ela não manuseava exclusivamente propinas da Cruz, aliás muito pouco fazia isso, ao menos não na frente desta fonte. Tratavam-se de propinas sortidas drenadas em forma de quadrilha, em diversos serviços públicos.

Talvez, através do clareamento da postura de mula qualificada dela (para usar um termo POP do momento, emprestado do general Mourão), poderemos visualizar o raio x do Modus Operandi realizado em cada secretaria, onde uma ou mais – mulas qualificadas – poderiam agir após as licitações arrumadinhas saírem pré-moldadas da central de compras (via tráfico de termos de referências?). E, ao chegarem os contratos nas repartições especificas, receptoras/executoras dos tais “serviços”, já se tinha o padrinho e seu buscador oficial elencado – e que ninguém do staff operativo menor da gestão ousasse se meter nisso – A esses ‘bilolinhas’ assalariados, socialistas incultos sem paladar para vinho, em geral PSs e semi-escalonados do jogo girassol, só lhes era dado o terror do discurso da honestidade radical, roubou rua e processos administrativos forjados; embora, todos vissem a cretinice disso com o tempo (como exemplo, basta acompanharem os espantosos relatos do baixo Staff da saúde estadual nas ações trabalhistas recaídas sobre a Cruz vermelha ainda em segredo de justiça). Maria Laura era apenas uma a mais dentre as qualificadas para o tamanho de manuseio de 500 a 1 milhão por semana. Por relatos como o dela e de Livânia, provavelmente a Calvário já extrapolou em muito os limites da saúde há tempos… Quem sabe, chegará também até o período da gestão municipal igualmente liderada pelo ex-prefeito RC, e assim saber se essa sofisticação organizativa já existia há tempos de forma pronta, ou foi evoluindo de rudimentar para elaborada e mais cínica e obscura em um processo temporal de “seleção natural” institucional deletéria… Egoísta e desligada do interesse público. Ou, como dizem alguns juristas que diferentes de Moro, tergiversam e eufemizam ante a corrupção com conceitos do tipo: “adesivando” a ação pública com o crime organizado por meio da união entre a propaganda que tenta mostrar que se cumpriu mesmo numa forma aquém o interesse publico, e nesse improvisamento “dado” aos usuários, sobrar verba e assim velcrar essas ações precárias com seus interesses privados criminosos. Os dos cabeças da ORCRIM GIRASSOL notadamente neste caso.

DÁ O QUE PENSAR:

O trabalho e a extensão do esquema é gigantesco. Demanda tempo e muita sincronia. Digo isso de forma clara. A resistência do líder dos envolvidos com suas mentiras e blefes de poder absoluto compõem sim o jogo interno de chantagens onde eventualmente “pedidos” de impunidade/morosidade podem até existir, mas não vencerão a seriedade e o caráter multi-institucional das investigações. Logo ali, as verdades, todas elas aparecerão de forma trucidadora. E espero que elas, após a decepção necessária e pedagógica que trará ao cidadão-usuário de serviços públicos, permitam o surgir de uma NOVA SAFRA DE GESTORES PÚBLICOS PARA NOSSAS POSIÇÕES CHAVES DE ORDENAMENTO DE DESPESA. Por isso, creio na democracia e seus remédios para si mesma, seu crônico problema de oportunistas ladrões bom de papo na política. E rogo que tanto as autoridades devem mostrar a verdade obscura destes caras de pau, como a população deve fazer sua parte para essa faxina funcionar ao bem das causas públicas, pois toda obra é fruto do nosso trabalho e impostos, não benção divina de políticos.

Toffoli suspende investigações contra Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

A pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, suspendeu todos os inquéritos que tramitam em todas as instâncias da Justiça que tenham partido de dados detalhados compartilhados por órgãos de controle, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), sem prévia autorização judicial. A investigação está sendo realizada pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ).

A medida aumentar as críticas sobre ” blindagem” do Judiciário à família Bolsonaro. Em maio, Toffoli teve um encontro com o presidente Jair Bolsonaro e os presidentes da presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para firmar o chamado “pacto” dos três Poderes. Por sua vez, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, tem se esquivado desde o início do ano de comentar as ligações da família de Bolsonaro com milicianos e as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador.

Em relação ao senador, o Coaf detalhou hora e data de cada depósito de R$ 2.000 feito entre junho e julho de 2017. Foram no total 48 depósitos, somando R$ 96 mil.

Deltan cobrou jabá para a família no Beach Park e comemorou com Moro não ser investigado

O procurador Deltan Dallagnol pediu passagem e hospedagem no parque aquático Beach Park para ele, a mulher e os dois filhos como condição para dar palestra na Federação das Indústrias do Ceará; outro detalhe é que, na conversa com Sérgio Moro, Dallagnol festejou o fato de não ter sofrido punição de órgãos de fiscalização por dar palestras.

“Posso pegar [a data de] 20/7 e condicionar ao pagamento de hotel e de passagens pra todos nós”, disse o procurador à esposa dele. O teor dos diálogos foi obtido pelo site The Intercept Brasil em parceria com o jornal Folha de S.Paulo e publicado pela coluna de Mônica Bergamo.

Outro detalhe é que, na conversa com Moro, Dallagnol festejou o fato de não ter sofrido punição de órgãos de fiscalização por dar palestras. “Não sei se você viu, mas as duas corregedorias —[do] MPF [Ministério Público Federal] e [do] CNMP [Conselho Nacional do Ministério Público]— arquivaram os questionamentos sobre minhas palestras dizendo que são plenamente regulares”, disse.

STF CONSIDEROU ILEGAL: Cássio é o único ex-governador que não recebe pensão de R$ 23 mil do Estado; Ricardo Coutinho já embolsou R$ 140 mil só em 2019

Dados do Tribunal de Contas do Estado revelam que Cássio Cunha Lima é o único ex-governador que não recebe a pensão de R$ 23 mil do Governo do Estado. Metido a republicano, o ex-governador Ricardo Coutinho não abriu mão da mamata que outrora criticava e já recebeu R$ 140 mil desde janeiro.

Por conta do atraso no repasse das informações ao TCE, os meses de maio e junho ainda não aparecem no SAGRES:

Um acórdão publicado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) considerou ilegal a continuidade de pagamentos de pensões a ex-governadores da Paraíba.

Porém, mesmo assim o governador João Azevedo continua pagando a pensão que foi declarada inconstitucional.

Deve tá sobrando dinheiro nos cofres da PB, então…

Dallagnol perde a blindagem e órgão do MPF se manifesta contra seus abusos

Pela primeira vez membros do Ministério Público Federal (MPF) se pronunciaram oficialmente condenando as atitudes que os procuradores da Lava Jato tiveram durante a condução da operação, que foram reveladas por mensagens publicadas pelo site The Intercept Brasil e veículos parceiros. A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) se manifestou através de uma nota tecendo duras críticas a Deltan Dallgnol e o seu grupo.

“A revelação pela imprensa de diálogos mantidos entre agentes públicos do sistema de Justiça no contexto da Operação Lava-Jato reforça a necessidade de compreensão das diversas dimensões dos direitos humanos e de promoção conjunta do enfrentamento à corrupção, do devido processo legal, do direito à informação e da liberdade de imprensa”, diz a nota que foi publicada no site oficial da Procuradoria Geral da República (PGR).

“Um dos elementos essenciais do devido processo legal reside no direito a um julgamento perante juízes competentes, independentes e imparciais, no qual o réu e seus advogados são tratados com igualdade de armas em relação ao acusador. Portanto, é vedado ao magistrado participar da definição de estratégias da acusação, aconselhar o acusador ou interferir para dificultar ou criar animosidade com a defesa”, afirma outro trecho do texto.

Ex-diretor da Odebrecht diz ter sido coagido pelo MP a construir relato no caso do sítio de Atibaia

O ex-diretor-superintendente da Odebrecht Carlos Armando Paschoal disse à Justiça de São Paulo que foi “quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido” e que teve que “construir um relato” no caso do sítio de Atibaia, aponta reportagem do jornalista Nathan Lopes, no Uol. O caso do sítio rendeu a segunda condenação ao ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político desde abril do ano passado.