A pedido de Ricardo Coutinho, direção nacional do PSB intervém na Paraíba

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acaba de anunciar, em contato com o Portal MaisPB, a decisão de nomear uma comissão provisória para o partido na Paraíba. A “intervenção” ocorre depois que integrantes do diretório estadual ligados ao ex-governador Ricardo Coutinho iniciaram movimento de renúncias, o que criou ambiente para destituição do atual presidente, Edvaldo Rosas, e uma nova eleição na legenda, um ano antes do fim mandato. Siqueira disse que não se trata de uma intervenção, mas de busca de “solução política” diante do “impasse”.

Uma fonte do PSB paulista informou ao blog que a intervenção foi um pedido de RC.

Mais cedo eu avisei:

João Azevedo no PDT?

Segundo Ricardo Coutinho, encapuzados invadiram seu escritório e roubaram um computador

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), presidente da Fundação João Mangabeira, está cobrando investigação para apurar o arrombamento de seu escritório, em João Pessoa, ocorrido na noite de ontem, quinta-feira (15).

Segundo informações, bandidos chegaram ao local com máscaras e luvas para não deixar vestígios, vasculharam todas as gavetas e fugiram levando um computador.

Estranho.

Muito estranho….

Veja aponta ligações da família de Michelle Bolsonaro com tráfico de drogas

Reportagem da revista Veja aponta ligações da integrantes da família da primeira-dama, Michele Bolsonaro, com crimes que vão desde o tráfico de entorpecentes, envolvimento com milícias e estelionato no entorno do Distrito Federal.

Segundo a reportagem, Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó de Michele e que nesta semana foi localizada no corredor de um hospital público onde esperava a dois dias por uma cirurgia devido a uma fratura de bacia, foi presa aos 55 anos pela 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal ‘com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína’.

Segundo os investigadores, a prisão ocorreu no ano de 1997, após o registro de uma denúncia anônima relatando o tráfico de drogas a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ela acabou condenada a cumprir uma pena de três anos em regime fechado. “Em maio de 1999, quando já estava presa havia um ano e oito meses, tentou subornar um agente, oferecendo-lhe dinheiro para que a levasse até sua casa”, diz ainda a reportagem.

“Por causa dessa infração, ela ficou na solitária e teve os benefícios de progressão de pena suspensos — e só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em agosto de 1999, depois de cumprir dois anos e dois meses de cadeia. Sua punição foi oficialmente considerada extinta em 2000”, completa o texto.

A mãe de Michele Bolsonaro, Maria das Graças, também teve problemas com a Justiça. “Em 1988, quando Michele tinha 6 anos, a polícia descobriu que sua mãe possuía dois registros civis — um verdadeiro e o outro falso”, diz a reportagem.  “A fraude foi constatada quando a polícia comparou as impressões digitais dos dois prontuários de identificação arquivados na Secretaria de Segurança e descobriu tratar-se da mesma pessoa”, ressalta o texto. O processo, porém, acabou arquivado em 1994.

Um tio da primeira-dama, João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, um dos pouco membros da família de Michelle convidados para a cerimônia de posse de Bolsonaro, foi preso em maio deste ano “sob a acusação de fazer parte de uma milícia que age na Sol Nascente, onde mora com a mãe, Maria Aparecida, a avó de Michelle”. João Batista está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília, e o processo tramita em segredo de Justiça.

João Azevedo no PDT?

Todo mundo sabe que Ricardo Coutinho tem respaldo na direção nacional do PSB pra passar o trator e tomar o partido de Edvaldo Rosas num piscar de olhos.

Segundo o anão que vive embaixo da mesa do governador, o PDT já teria feito o convite para João ingressar no partido.

Assim o governador permaneceria no campo progressista e, em 2022, faria uma dobradinha com um presidenciável forte; Ciro Gomes.

Será?

Sandra Marrocos também minimiza papel de João em 2018: “Ele nunca foi candidato a vereador, vira governador e acha que ele [RC] não tem legitimidade?”

A vereadora Sandra Marrocos, assim como RC, também minimizou o papel de João Azevedo na eleição de 2014:

“Não tem lógica nenhuma questionar o ex-governador Ricardo Coutinho. Ele tem história e grandeza. Só os grandes fazem o gesto que ele fez [de não disputar o Senado, em 2018]. Seria o maior ato de ingratidão da história política da Paraíba. João Azevêdo nunca foi candidato a vereador, vira governador e acha que ele [Ricardo Coutinho] não tem legitimidade?”.

Em entrevista ao PBagora, o ex-governador Ricardo Coutinho deixou aflorar o seu narciso e praticamente anulou o papel de João Azevedo na vitória de 2018. Só faltou chamar João de poste.

“Eu disse uma coisa para o governador João, depois da eleição e antes da posse: João, se você não tivesse sido o candidato, fosse outro, nós teríamos ganhado a eleição. 

(…)

Eu só fazia rir. Vão votar no projeto e se botar qualquer um ganha.”