Em novo áudio, Queiroz xinga promotores e diz que investigação da ‘rachadinha’ “até demorou”

Novo áudio divulgado na tarde desta segunda-feira (28) pelo UOL mostra o ex-assessor do clã Bolsonaro Fabricio Queiroz xingando promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro e dizendo que a investigação sobre as rachadinhas no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro ‘até demoraram’.

“Esses depoimentos, cara, eles vão lá e pegam mesmo, esses filhos da puta, rapaz. Até demorou a pegar. O Agostinho foi depor no dia 11 de janeiro, parece que ele foi depor. Já publicaram o depoimento dele na íntegra”, disse Queiroz em áudio divulgado pela jornalista Constanza Rezende.

Agostinho a quem se refere Queiroz é Agostinho Moraes da Silva, ex-funcionário de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, que disse em depoimento ao MP-RJ que depositava dois terços do salário na conta de Queiroz- cerca de R$ 4 mil.

Fabricio Queiroz se refere ao inquérito aberto a partir de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), hoje Unidade de Inteligência Financeira (UIF), que apontam “movimentações atípicas” em sua conta, no valor de R$ 1,2 milhão.

A investigação do MP-RJ foi paralisada no dia 15 de julho, depois de uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal.

Festa de aniversário de Helton René mostra que a Câmara está ficando pequena para ele

O vereador licenciado e secretário do Procon-JP, Helton René, fez uma grande festa de aniversário no último domingo, 27.

Ao comemorar 43 anos, mesmo número do partido do prefeito Luciano Cartaxo, o PV, ficou evidente pelo tamanho da festa que a Câmara está ficando pequena para Helton.

Independente das bandeiras partidárias o evento contou com a participação de muitos políticos e foi bastante prestigiada.

Helton tem se destacado muito na luta em defesa do consumidor e possui uma forte presença nas redes sociais, sendo um dos políticos mais seguidos do estado.

Deputado Pedro Cunha Lima já pediu mais de meio milhão de reais em reembolso à Câmara por gastos com divulgação do mandato

Operação Calvário chegará a um grande sistema de comunicação até o fim do ano

Minha fonte especializada em Operação Calvário, que até agora tem acertado todas, disse que até o final do ano a Calvário chegará a um grande sistema de comunicação.

Investigadores já estão checando as informações repassadas por Livânia Farias sobre o sistema.

A Operação Calvário comecou na Saúde  e já alcançou a Educaçao.

Agora é vez da comunicação.

Aguardem.

Deputado Pedro Cunha Lima já pediu mais de meio milhão de reais em reembolso à Câmara por gastos com divulgação do mandato

Mais uma denúncia de cassação de Berg Lima chega à Câmara de Bayeux, mas Jeferson Kita vai salvar o amigo novamente

Na próxima terça-feira, 29, a Câmara Municipal de Bayeux vai apreciar mais um pedido de abertura de cassação de Berg Lima.

A denúncia se baseia em irregularidades no pagamento de adicional noturno dos guardas municipais.

A novela é antiga, e já sabemos todo o enredo.

Os vereadores podem até aceitar a abertura do processo de cassação, mas apenas para manter Berg Lima refém e continuar ‘agradando’ os parlamentares da base com mais afinco.

Mas na ‘hora H’ Berg será absolvido.

E com a ajuda do seu amigo Jeferson Kita, presidente da Câmara, que já livrou Berg Lima da cassação por duas vezes, uma delas enquanto o prefeito estava preso.

O prefeito ex-presidiário não é o único responsável pelos caos em Bayeux; vereador Jefferson Kita também tem culpa

Um mês antes dos pobres e da classe média saírem às ruas destruindo bancos e botando fogo no metrô, o ricaço João Amoedo, do partido do Itaú, exaltava o sucesso das políticas ultraliberais chilenas

Os tarados pelo ultraliberalismo chileno até pouco tempo veneravam o país vizinho. O ex-banqueiro João Amoêdo, o CEO do partido mais fiel aos projetos bolsonaristas no Congresso, foi ao Twitter no mês passado contar porque o Chile virou um paraíso de bem-estar, riqueza e prosperidade. Assim como Guedes, exaltou as reformas liberais de Pinochet, a responsabilidade fiscal do governo, a agilidade para se abrir novas empresas e outros sensos comuns da velha cartilha liberal.

 

Percebam o delírio do ultraliberal brasileiro. Um mês antes dos pobres e da classe média saírem às ruas destruindo bancos e botando fogo no metrô porque não conseguem pagar as contas, o ricaço brasileiro exaltava o sucesso das políticas ultraliberais chilenas. Do ponto de visto dos ricos, é verdade, o Chile é um pedacinho da Europa na América do Sul. E não é novidade para ninguém que João Amoêdo só trabalha com o ponto de vista dos ricos.

Quando Sebastián Piñera foi eleito em 2017, o partido Novo comemorou o “fim da social-democracia” e desejou o mesmo para o Brasil. Os sonhos da sigla se realizaram: Bolsonaro e seus Chicago boys estão no poder e contam com o apoio político do Novo para seguir os passos chilenos. A combinação entre um governo autoritário e uma economia 100% livre parece ser mesmo o sonho de qualquer ultraliberal.

Deputado Genival Matias recebe apoio de vereadores, vice-prefeito e lideranças da oposição em Nova Palmeira

O deputado estadual Genival Matias (Avante), vice-presidente da Assembleia Legislativa, segue colecionando apoios importantes para ampliar sua base de atuação política em toda Paraíba. Neste sábado (26) Genival recebeu o apoio do presidente da Câmara e ex-prefeito de Nova Palmeira, Zé de Souza (DEM), dos ex-prefeitos José Petronilo, Lula e Zinho (PR), do vice-prefeito Luiz Neto, dos vereadores Lana (PSDB), Juscelino (PP) e de diversas lideranças politicas que integram o grupo de oposição no município de Nova Palmeira.

O encontro foi organizado por Zé de Souza, que recepcionou a todos em sua residência, onde também estiveram presentes os vereadores Gil (PSB), Tião Dantas (PSB) e Orlando (DEM) que apoiam a deputada estadual Cida Ramos (PSB), e permanecem nessa condição, pois o foco desse encontro e de todo o grupo é a união de forças para as eleições municipais.

Zé de Souza não descartou a possibilidade de se filiar ao partido comandado por Genival Matias no estado, o Avante e pontuou ainda que a pretensão para as próximas eleições de 2020 é de todos os candidatos disputarem em apenas um partido.

“O deputado Genival Matias se prontificou em dar uma sustentação a nível estadual e a gente vai ingressar nessa linha, apesar da gente não ter votado no governador João Azevêdo, mas, agora é uma nova história e o Governo do Estado é de todos”, disse o presidente da Câmara ao lado do deputado.

Genival Matias agradeceu a confiança de todos no seu trabalho em prol dos municípios na Assembleia Legislativa e garantiu o fortalecimento do grupo de oposição na cidade. “Já é um grupo muito forte com quatro ex-prefeitos, vice-prefeito, vereadores e lideranças com forte atuação e trabalho reconhecido pelo povo de Nova Palmeira, a partir de agora, caminharemos juntos rumo às eleições 2020. Só tenho que agradecer a recepção de hoje e a confiança de todos na nossa atuação parlamentar”, afirmou Genival Matias.

Também recepcionaram o deputado as lideranças Wilson, Bastinho, João Soldado, Edval, Ceiça e Mailson.

Presentes no encontro o prefeito de Juazeirinho, Bevilacqua Matias (Avante), o ex-prefeito de São Vicente do Seridó, Chico Berto e o prefeito de Pedra Lavrada, Jarbas Melo (PSD).

SORRIA! Os erros neoliberais do Chile estão sendo repetidos aqui por Paulo Guedes

“O CHILE HOJE É COMO A SUÍÇA”, contou Paulo Guedes ao Financial Times, em fevereiro, depois de exaltar os “Chicago boys”que ajudaram o facínora Pinochet a implantar uma economia de mercado durante uma ditadura que reprimiu violentamente direitos civis e sociais.

Oito meses depois dessa entrevista, as ruas da Suíça latino-americana de Paulo Guedes explodiram depois que o governo anunciou um aumento da tarifa do metrô. Foi a gota d’água para uma população endividada, que tem que pagar caro por educação, saúde e no final da vida receber uma merreca de aposentadoria. São os sacrifícios aos quais os Chicago Boys submeteram a população chilena para o mercado poder desfilar e virar o fetiche neoliberal no continente.

As privatizações desenfreadas e o corte de gastos em serviços públicos essenciais melhoraram os números da dívida pública, do PIB e da renda per capita. Apesar desses bons números, o Chile segue entre os países mais desiguais do continente mais desigual do mundo. Mas, como sabemos, essa não é uma preocupação dos ultraliberais. Pelo contrário, é um efeito colateral aceitável que a mão invisível do mercado acabará resolvendo (spoiler: nunca resolve).

Esses indicadores excitam os homens do mercado, que enxergam o mundo através de planilhas do Excel. No mundo real, muitos chilenos têm que escolher entre lavar roupa e tomar banho porque não têm grana para pagar a água privatizada. Mas na planilha de Paulo Guedes, a Suíça latino-americana continua bombando!

O saldo dos protestos até agora foi de 19 mortos e quase 3 mil prisões, números assustadores que fariam os liberais brasileiros surtarem se tivessem ocorrido na Venezuela de Maduro. Mas como essa é a explosão de uma bomba-relógio armada pelo ultraliberalismo da ditadura de Pinochet — e que não foi desarmada por nenhum governo anterior ao de Piñera, como apontou Maurício Brum para o Intercept —, a direita no Brasil ou se refugia no silêncio, como Paulo Guedes, ou faz como Bolsonaro e lança mão do seu super trunfo: jogar a culpa na esquerda.

Há ainda os que gostam de comparar os indicadores chilenos com os brasileiros, como se a convulsão social ocorrida no Chile fosse em virtude do cansaço do povo por viver num país maravilhoso. Nas planilhas, Santiago continua parecendo Zurique. Acontece que qualquer comparação absoluta entre indicadores do Chile com os do Brasil é estúpida. Primeiro porque a população chilena é menor que a metade da do estado de São Paulo. Segundo porque o estado chileno, desidratado pelo ultraliberalismo, não tem os mesmos gastos que o brasileiro com sistema de saúde, de educação e diversos programas sociais. Fica fácil ostentar dívida pública baixa e crescimento do PIB, enquanto a maioria da população sofre sem conseguir pagar por serviços básicos e caros.

A receita chilena de liberdade total à economia somada ao fim de programas e direitos sociais é exatamente a mesma que o bolsonarismo quer implantar no Brasil.

A reforma da previdência brasileira por pouco não seguiu o modelo de capitalização do Chile, que fez com que nove em cada dez aposentados chilenos receba menos de 60% de um salário mínimo, que é de US$ 450 — uma merreca para os mais velhos que ainda precisam pagar caro por serviços de saúde. Além do Chile, Peru, México e Colômbia estão revendo os seus sistemas previdenciários de capitalização, mas Paulo Guedes ainda não desistiu de implantar o modelo no Brasil.

Enquanto a violência corria solta nas ruas do Chile, Bolsonaro anunciava na China que está para sair um novo plano de Paulo Guedes para combater o desemprego. “Os trabalhadores querem menos direitos e mais trabalho”, disse o presidente pouco antes de se encontrar com o presidente comunista chinês. A lógica ultraliberal de cortar direitos para dar leveza aos mercados está sendo reproduzida em todos os setores do país. O nosso Chicago boy está mesmo empenhado em fazer do Brasil uma nova Suíça.

Os tarados pelo ultraliberalismo chileno até pouco tempo veneravam o país vizinho. O ex-banqueiro João Amoêdo, o CEO do partido mais fiel aos projetos bolsonaristas no Congresso, foi ao Twitter no mês passado contar porque o Chile virou um paraíso de bem-estar, riqueza e prosperidade. Assim como Guedes, exaltou as reformas liberais de Pinochet, a responsabilidade fiscal do governo, a agilidade para se abrir novas empresas e outros sensos comuns da velha cartilha liberal.

Percebam o delírio do ultraliberal brasileiro. Um mês antes dos pobres e da classe média saírem às ruas destruindo bancos e botando fogo no metrô porque não conseguem pagar as contas, o ricaço brasileiro exaltava o sucesso das políticas ultraliberais chilenas. Do ponto de visto dos ricos, é verdade, o Chile é um pedacinho da Europa na América do Sul. E não é novidade para ninguém que João Amoêdo só trabalha com o ponto de vista dos ricos.

Quando Sebastián Piñera foi eleito em 2017, o partido Novo comemorou o “fim da social-democracia” e desejou o mesmo para o Brasil. Os sonhos da sigla se realizaram: Bolsonaro e seus Chicago boys estão no poder e contam com o apoio político do Novo para seguir os passos chilenos. A combinação entre um governo autoritário e uma economia 100% livre parece ser mesmo o sonho de qualquer ultraliberal.

Quando a realidade se impôs e atropelou a Suíça das planilhas, Piñera se viu obrigado a reconhecer os problemas sociais que levaram o país ao caos: “É verdade que os problemas se acumulavam há décadas e que os vários governos não foram – nem nós fomos – capazes de reconhecer essa situação em toda sua magnitude. Reconheço e peço perdão por essa falta de visão”.

Além do mea culpa, o presidente liberal apresentou uma série de medidas para contornar a crise. Todas essas medidas, vejam só que ironia, são típicas de um governo social-democrata: reajuste imediato de 20% nas pensões de aposentadorias e nos benefícios sociais, criação de um seguro-saúde, criação de benefícios para trabalhadores de baixa renda, aumento de imposto para os mais ricos, revogação do aumento das tarifas de energia.

Os liberais brasileiros estão dispostos a continuar seguindo o fracassado receituário chileno. Um fracasso admitido até mesmo pelo presidente liberal do Chile. A mesma bomba-relógio já está instalada no Brasil. A reforma da previdência, os cortes em serviços fundamentais como saúde e educação, os cortes em programas sociais, tudo isso é uma crueldade sem tamanho com quem apenas sobrevive no Brasil. Mas Paulo Guedes e sua turma têm um compromisso com as elites e não vão parar.

Na mesma entrevista em que comparou o Chile à Suíça, o ministro disse que as “pessoas de esquerda têm miolo mole e bom coração”. E completou: “as pessoas de direita têm a cabeça mais dura e…o coração não tão bom”. Bom, a comparação estapafúrdia entre os dois países e o colapso social chileno mostraram que Guedes está errado: a direita ultraliberal não tem nem cabeça nem coração.

João Filho – The Intercept

Deputado Pedro Cunha Lima já pediu mais de meio milhão de reais em reembolso à Câmara por gastos com divulgação do mandato

João Azevedo parabeniza Lula em seu aniversário e ratifica compromisso com o campo progressista

Apesar do desejo implícito do ex-governador Ricardo Coutinho, que acha que pode tutelar o campo progressista na Paraíba, e de um certo aspone lotado na Câmara Federal, o governador João Azevedo continua marchando à margem esquerda do rio.

João fez questão de ratificar que tem lado ao parabenizar o ex-presidente Lula em seu aniversário.

Estrategicamente, muitos têm tentado jogar o governador nos braços de Bolsonaro. Uma associação deveras nociva para qualquer político do Nordeste, ainda mais do campo progressista.

Mas João tem as suas vacinas:

Preso ou solto, Lula terá muita influência na eleição de 2022, principalmente após os vazamentos das mensagem do juizeco Moro e de Deltan Dinheirol, integrantes da famigerada republiqueta de Curitiba.

Deputado Pedro Cunha Lima já pediu mais de meio milhão de reais em reembolso à Câmara por gastos com divulgação do mandato