Cadê o(a) candidato(a) Cartaxo?

O Carnaval passou e com ele chega a expectativa da escolha do sucessor – ou sucessora – do prefeito Luciano Cartaxo.

A promessa era de que o nome seria divulgado após o Carnaval, mas ‘após o Carnaval’ é uma data indefinida e pode se estender até as convenções, prazo limite pra apresentar candidatos.

Será que o prefeito ainda não percebeu que existe um vácuo grande na política que está sendo preenchido por pré-candidatos como Nilvan Ferreira, Ruy Carneiro e Wallber Virgolino?

O ‘depois do Carnaval’ de Luciano Cartaxo deverá durar quantas semanas?

Dinheiro da Fundação Mangabeira, do PSB, pode estar sendo utilizado para comprar ataques à Operação Calvário na imprensa

O blog foi informado que alguns poucos portais e blogs que ainda defendem o ex-governador Ricardo Coutinho estariam recebendo recursos da Fundação João Mangabeira, mantida com dinheiro do fundo partidário do PSB.

Se a informação for confirmada, o ex-presidiário Ricardo Coutinho precisa ser afastado da Fundação que recebe no mínimo 20% do fundo partidário do PSB, o que garante anualmente mais de R$ 10 milhões.

Só o dinheiro pode justificar o fato de alguns jornalistas ainda defenderem um político que foi gravado negociando propina e atacarem a maior operação de combate à corrupção da Paraíba.

 

 

Presidente da ALPB determina arquivamento de pedido de impeachment contra governador e vice

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado Adriano Galdino, determinou, com base em parecer da Procuradoria Jurídica da Casa Epitácio Pessoa, o arquivamento do pedido de impeachment contra o governador do Estado, João Azevêdo, e a vice-governadora Lígia Feliciano.

A denúncia foi apresentada pelo deputado estadual Delegado Walber Virgolino e assinada por outros 11 parlamentares no último dia 05 de fevereiro, tendo como base denúncias do âmbito da Operação Calvário. Adriano Galdino seguiu o parecer da Procuradoria da Assembleia que alegou a falta de documentos que comprovassem as denúncias e a inexistência de reconhecimento de firma nas assinaturas dos propositores, o que é exigido pela legislação.

Segundo o parecer, o pedido de impeachment não apresentou documentos que pudessem comprovar as denúncias, nem declaração de impossibilidade de apresentar tais documentos, conforme exigência da Lei Federal nº 1079/50, no seu artigo 76, que diz: “a denúncia assinada pelo denunciante e com a firma reconhecida, deve ser acompanhada dos documentos que a comprovem, ou da declaração de impossibilidade de apresentá-los”.

“Determino o arquivamento do pedido de impeachment apresentado pelo deputado Walber Virgolino da Silva Ferreira e outros contra o governador João Azevêdo Lins Filho e a vice-governadora Ana Lígia Costa Feliciano, adotando como razões de decidir o parecer da Procuradoria Jurídica da Assembleia Legislativa da Paraíba”, diz o despacho do presidente Adriano Galdino.

CPI da Energisa deve ser instalada na Assembleia Legislativa da Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) deverá aprovar nas próximas semanas a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis irregularidades nos serviços prestados pela Energisa na Paraíba.

Cabo Gilberto, Felipe Leitão e demais deputados são autores do pedido de instalação da CPI que aponta o recebimento de inúmeras denúncias de consumidores contra a Energisa relatando a má prestação de serviços, principalmente no que se refere a aferição da energia elétrica consumida, cortes de energia sem aviso prévio, troca e irregularidades em medidores de consumo de energia e até sonegação de impostos.

Os parlamentares irão solicitar também que o Instituto de Pesos e Medidas da Paraíba (Ipem) efetue uma auditoria no funcionamento dos medidores de energia dos consumidores que denunciaram o aumento excessivo da conta.

De acordo com fontes do Procon-PB, a Energisa é uma das empresas que mais recebem reclamações de consumidores.

Em 2017, a Energisa foi acusada por consumidores paraibanos de, supostamente, implantar um ‘fio preto’ nos medidores de consumo doméstico, o que alteraria o valor das faturas em favor da empresa, com o consumidor ainda sendo denunciado por prática de ‘gato’.

A Energisa assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela Energisa, junto ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon) e o caso foi esquecido. Mas, os deputados paraibanos agora querem colocar tudo isso para ser investigado através da CPI na Assembleia Legislativa.

Caso se confirme a instalação, a Paraíba será o 4º estado a investigar a Energisa que já foi alvo de CPI no Acre, Rondônia e Mato Grosso, nestes estados a Energisa é líder de reclamações no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).