VOLTA LOGO, JESUS! Você sabe que o fim do mundo está próximo quando um dono de emissoras de rádio e TV propõe apedrejamento de jornalistas

Acho que o fim do mundo está próximo. Muitas são as evidências. Uma delas é um dono de um conjunto de rádio e TV propor o apedrejamento de jornalistas.

Espero que o ‘doutor Roberto’ acorde mais sensato e peça desculpas na mesma rádio em que soltou a frase mais infeliz da sua vida política e empresarial.

Volta logo, Jesus!

Tem determinadas emissoras que ao dar o placar de quantos morreram no país naquele dia, parece que um gol da seleção do Brasil. ‘Hoje 10 mil gols, batemos recorde’, não sei o que lá, tudinho… (sic). Isso é uma vergonha, isso é um país que deveria ter vergonha na cara, um jornalista, um radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua, entendeu”, disse Cavalcanti.

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

 

Sindicato repudia declaração odienta de Roberto Cavalcanti, que defendeu apedrejamento de jornalistas

O Sindicato de Jornalistas Profissionais da Paraíba repudiou, por meio de nota, nesta quinta-feira (14), as declarações do empresário Roberto Cavalcanti, proprietário do Sistema Correio de Comunicação, que durante fala ao programa Correio Debate, defendeu o “apedrejamento” de jornalistas e radialistas que divulgam o número de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil.

Para o ex-senador (Republicanos), alguns profissinais da imprensa comemoram os óbitos decorrentes da covid-19 como se fossem “gols da seleção”. O Sindicato de Jornalistas considerou “chocantes” as afirmações do empresário paraibano Roberto e ressaltou que a categoria foi considerada como serviço essencial durante a pandemia.

A entidade aproveitou para criticar o fechamento do jornal impresso “Correio da Paraíba”, o que deixou 38 jornalistas desempregados e acrescentou que o Sistema Correio não protege os jornalistas no coronavírus no ambiente de trabalho. As declarações depor Roberto Cavalcanti ocorreram durante o programa Correio Debate”. mediado pelo radialista Nilvan Ferreira, na 98 FM. O empresário criticou o comportamento de alguns jornalistas que noticiam as estatísticas do novo coronavírus.

Leia na íntegra a nota do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba:

Nota de repúdio

A declaração além de chocante causa repulsa na categoria, que foi considerada como serviço essencial durante a pandemia e continua trabalhando em seus postos normalmente. Nem mesmo as funções com possibilidade de trabalho remoto foram liberadas para tal. Outro agravante é a falta de equipamentos de proteção individual como máscaras em diversos desses locais do Sistema Correio, onde os trabalhadores estão expostos e, com isso, já foram identificadas pelo menos cinco infecções pelo vírus.

Agrega-se a essa situação que por si só já define o pensamento do Sr. Roberto Cavalcanti acerca dos trabalhadores que emprega o fato de ter extinguido, em plena pandemia, o jornal impresso Correio da Paraíba, deixando 38 jornalistas desempregados e sem perspectiva.

Porém, a atitude apesar de grave não surpreende, pois o Sistema Correio, do qual o Sr. Roberto Cavalcanti é empresário, há anos vem se negando a negociar reajustes para a categoria e, na primeira oportunidade de flexibilização de direitos, realizou uma demissão em massa mesmo em um momento no qual a proteção ao trabalhador deveria ser prioridade.

Repudiamos esse tipo de postura de qualquer pessoa, especialmente no que se refere a um empresário da área de comunicação. Tomaremos todas as medidas cabíveis para reparar a categoria em relação a essa declaração infeliz.

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

Ministério Público precisa denunciar Roberto Cavalcanti por incitação ao crime

Em seu blog, o jornalista Suetoni Souto Maior lembrou que além de imbecil e odienta, a declaração do empresário Roberto Cavalvanti também configura crime, que está tipificado no art. 286 do Código Penal;

Incitar, publicamente, a prática de crime:

Pena – detenção, de três a seis meses, ou multa.

Durante participação no programa de rádio Correio Debate, o empresário soltou a seguinte pérola;

Tem determinadas emissoras que ao dar o placar de quantos morreram no país naquele dia, parece que um gol da seleção do Brasil. ‘Hoje 10 mil gols, batemos recorde’, não sei o que lá, tudinho… (sic). Isso é uma vergonha, isso é um país que deveria ter vergonha na cara, um jornalista, um radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua, entendeu”.

Confira o artigo de Suetoni:

Ex-senador da República, empresário bem-sucedido da área de comunicação e até mesmo, membro da Academia Paraibana de Letras. Estas eram, até agora, as credenciais comumente usadas para se referir ao empresário Roberto Cavalcanti. A elas foram acrescentadas, nesta quinta-feira (14), outra nada elogiosa, a de quem passou a defender que os jornalistas e radialistas que divulgarem as mortes causadas pelo novo Coronavírus sejam “apedrejados” na rua. Vejam bem, falo do apedrejamento de quem exerce o dever constitucional de  bem informar à população.

As primeiras credenciais parecem, à primeira vista, incompatíveis com esta última, mas, infelizmente, é a mais pura verdade. Durante entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio Correio, veículo integrante do Sistema Correio de Comunicação, o empresário ultrapassou muitas jardas os limites da coerência e da legalidade. Na manifestação dele, além da clara afronta às regras democráticas e à liberdade imprensa, houve infração a dispositivo do Código Penal, que trata da incitação à prática de crime.

Veja o que diz o Código Penal: 

CP – Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 286 – Incitar, publicamente, a prática de crime:
Pena – detenção, de três a seis meses, ou multa.
Apologia de crime ou criminoso

O empresário usou os microfones da emissora de rádio para defender que os jornalistas sejam amordaçados, lançando a população no desconhecimento e na escuridão característicos das ditaduras. Mas não apenas isso, exalou afronta à dignidade humana ao insinuar que as emissoras e, por tabela, seus profissionais, divulgam as mortes caudadas pela pandemia como se fossem gols da seleção. Com isso, pôs em dúvida o caráter de quem sai às ruas todos os dias no cumprimento do dever constitucional.

“Tem determinadas emissoras que dão placar de quantos morreram no país. Parece que são gols da seleção do Brasil. ‘Hoje, 10 mil gols, batemos o recorde.’ Isso é uma vergonha. Isso é um país que deveria ter vergonha na cara. O jornalista, o radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua”, disse o ex-senador do Republicanos.

As declarações do empresário ocorrem no momento em que o país passou a registrar perto de mil mortes diárias. Uma carga que põe à prova os nervos dos profissionais incumbidos de buscar, apurar e transmitir as notícias. Jornalistas que saem de casa sabendo que as mortes registradas na Paraíba já passam em muito das 3 mil em contagem eivada de subnotificações. Que temem pela vida de colegas, amigos e familiares. E, mesmo assim, estão no batente todos os dias.

Profissionais que, assim como o empresário, não veem a hora de ver o setor produtivo rodando a toda velocidade, de poder levar novamente os filhos para a escola e ter, definitivamente, suas vidas de volta. Profissionais que, hoje, já são atacados nas ruas por pessoas que levam consigo a mesma avaliação deturpada e mesquinha do agora mais novo agressor da categoria. Talvez com gravidade menor por não serem donos de empresas imbuídas do dever da defesa da verdade, da justiça e da livre iniciativa.

O empresário chegou a pedir desculpas depois do “desabafo”, quando criticou o “assassinato de empresas” diante dos impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus no país. “Na verdade, eu descarrego esse meu silêncio de 62 dias para hoje — talvez me exaltei, peço desculpas. A minha forma de conduzir no dia a dia é da parcimônia, de agregar, de conquistar, mas tem momentos em que você assiste ao assassinato de pessoas, ao assassinato de empresas”, afirmou.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba divulgou nota sobre o ocorrido e classificou as declarações de Roberto Cavalcanti de chocantes. Bem, isso ninguém pode negar. Mas é importante lembrar que para além disso, elas afrontaram a democracia, a liberdade de imprensa e a legalidade. É triste, mas não é descabido dizer que um pedido de desculpas diante de todo o ocorrido é pouco.

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

O bolsonarista Roberto Cavalvanti, dono do sistema Correio de comunicação, deu a declaração mais infeliz da sua vida ao dizer que jornalista que divulga número de mortes pelo coronavírus deveria ser apedrejado.

Tem determinadas emissoras que ao dar o placar de quantos morreram no país naquele dia, parece que um gol da seleção do Brasil. ‘Hoje 10 mil gols, batemos recorde’, não sei o que lá, tudinho… (sic). Isso é uma vergonha, isso é um país que deveria ter vergonha na cara, um jornalista, um radialista que fizesse um negócio desses deveria ser apedrejado na rua, entendeu”, disse Cavalcanti.

Mais vergonhosa ainda foi a resposta do apresentador Nilvan Ferreira: “Muito obrigado pela participação e pela coragem”. Tudo bem que Nilvan é empregado do negacionista, mas bastava ficar calado, porém, preferiu referendar as asneiras de Roberto Cavalcanti ao chamá-lo de corajoso.

Nilvan já noticiou dezenas de vezes o número de mortes no rádio e na TV. Merece também uma pedrada no meio da testa?

Na mente senil de Roberto Cavalcanti, a violência só presta quando lhe proporciona lucro. Porque ele patrocina o programa mais sanguinária da TV paraíba, um verdadeiro almoço com sangue e corpos decapitados comandado ao meio-dia por Samuka Duarte. Quanta hipocrisia!!!

Tudo indica que a declaração recheada de ódio e idiotice seja fruto da senilidade. Porque não faz sentido um dono de um conglomerado de comunicação defender apedrejamento de jornalistas que divulgam fatos. Ele está sendo contrário a um princípio fundamental para o funcionamento do seu sistema de comunicação.

Talvez o ex-senador que bancou a cassação do então governador Cássio para assumir a vaga de Zé Maranhão não saiba, mas está lá no art. 5 da Constituição:

IX –  é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

Se algum maluco for seguir as orientações do senil bolsonarista, seus próprios funcionários que noticiam as mortes por covid-19 na Paraíba também receberão pedradas no meio da testa quando saírem às ruas.

É um absurdo. Como alguém pode ser tão tolo?

Mas há explicação. O Roberto Cavalvanti que ali falava não era um ser humano com empatia, mas um capitalista selvagem que mesmo podre de rico, está preocupado com a queda do faturamento das suas empresas, principalmente as concessionárias da Honda, que estão sem vender veículos.

Roberto Cavalcanti também está inconformado com a queda da verba publicitária das prefeituras de João Pessoa, Campina Grande e do governo do Estado. E também da Assembleia Legislativa, novo alvo do portal Correio. Fato que tem afetado todos os meios de comunicação, mas ele foi o único a defender apedrejamento de jornalistas que noticiam o quantitativo de mortes.

Afastem este cidadão dos microfones, por favor. A tendência é piorar.

CENSURA PRÉVIA: Mais uma absurda decisão do judiciário paraibano protege um político corrupto preso em flagrante e ataca a liberdade de imprensa

 

 

Ruy defende feirantes de João Pessoa e cobra auxílio da prefeitura

O deputado federal Ruy Carneiro utilizou suas redes sociais para lamentar a forma desordenada como foi feita a desocupação do Mercado Central, em João Pessoa. Para o parlamentar, é preciso equacionar o cumprimento de regras para garantir o isolamento social, com a possibilidade de que as famílias não fiquem sem renda. A opção sugerida por Ruy é de que a prefeitura, diante de um cadastro dos feirantes, possa conceder um auxílio para que estas pessoas possam colocar comida em suas mesas.

“Tudo deveria já ter sido planejado”, pontua Ruy Carneiro. Na opinião do deputado, os gestores já tiveram tempo e recursos suficientes para estruturar a rede de saúde e alternativas para a economia.

“A desocupação da parte da feira no Mercado Central, da forma como foi, é um desastre. A todo instante, vemos as pessoas dizerem ‘não pode trabalhar, mas também não recebemos nada de ajuda’. Um gestor deve ser atento a isto. Trabalho é vida, não é regalia. O que as pessoas querem é um meio para viver”, defendeu Ruy Carneiro.

O deputado argumenta que a prefeitura de João Pessoa possa oferecer um auxílio a estes comerciantes do Mercado Central, e dos demais mercados e feiras da capital, durante um prazo de dois meses, para que possam sustentar suas famílias.

“Se saem de casa para trabalhar, correm risco de adoecer. Se ficam em casa, correm risco de não ter comida na mesa. É um dilema que só quem pode ajudar a responder são os gestores públicos. Já chegaram recursos federais para a prefeitura de João Pessoa, e outros mais estão a caminho. Então, dá pra fazer. Mas, primeiro, é preciso querer fazer”, arremata o deputado.

Com transmissão ao vivo, especialistas discutem implicações da pandemia do COVID-19 nas eleições 2020

A Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), realiza nesta sexta-feira (15), às 16h, Colóquio “Implicações da pandemia do COVID-19 nas eleições brasileiras 2020, no Direito Eleitoral e no Estado Democrático de Direito”. O evento será transmitido AO VIVO pela internet, através da plataforma ZOOM e pelo canal da ABRADEP no YouTube.

A abertura do evento será comandada pelos advogados Marcelo Weick, Maria Cláudia Bucchianeri e Roberta Gresa, com transmissão interna apenas para os filiados da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

Às 16h15, com transmissão aberta ao público, terá início a 1ª Mesa do evento que abordará o tema “O impacto da pandemia no calendário das eleições municipais – propostas e enfrentamento”, com apresentação de relatório pelo advogado Guilherme Gonçalves, que debaterá o assunto com o advogado Volgane Carvalho.

A 2ª Mesa do evento está prevista para iniciar às 16h40, com apresentação de relatório pela advogada Lara Ferreira, que debaterá com a advogada Michelle Duarte a “Atuação da Justiça Eleitoral nas suas relações com eleitores, partidos políticos e demais agentes: como garantir eficácia e efetividade na contraposição aos riscos oferecidos pelo coronavírus?”.

Às 17h15, terá início a 3ª Mesa, sob o tema “A crise da pandemia e os novos caminho do Estado Democrático de Direito”, com apresentação do advogado Joelson Sias e debate com a advogada Juliana Freitas.

O encerramento do evento, previsto para as 17h55 e será comandado pelos membros do Grupo de Sistematização da Abradep, advogados Luiz Magno e Rodolfo Viana.

As inscrições podem ser feitas no link – bit.ly/3fOoVCE

“Na Paraíba superação é a palavra de ordem” afirma Genival Matias ao detalhar ações dos deputados estaduais durante pandemia

O vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Genival Matias, assim como os demais parlamentares, estão trabalhando de forma remota durante o período de quarentena por consequência da pandemia da covid-19, realizando ações e apresentando projetos que visam sobretudo a prevenção e combate do novo vírus em todo o estado.

Para o presidente do Avante na Paraíba, no estado, a superação é palavra de ordem.

“A crise do coronavírus vai passar e voltaremos ao trabalho, à produção, ao abraço, ao olho no olho. Lembre-se: você está na Paraíba, aqui, a superação é a palavra de ordem. Enquanto isso, a Assembleia Legislativa segue com o trabalho remoto por você: 100 mil máscaras doadas para unidades de saúde, aprovação de 482 matérias neste período, criação de ações preventivas e lei para distribuição de cestas básicas para comunidades carentes, além disso foi aprovado o congelamento da Verba Indenizatória de Apoio Parlamentar (VIAP), que destinará através do Programa de Apoio do Poder Legislativo ao Enfrentamento do Coronavírus na Paraíba, R$ 2 milhões em recursos da Casa de Epitácio Pessoa para o combate à Covid-19 no Estado. Estamos distantes, mas estamos juntos!” sentenciou.