Desafio Roberto Cavalcanti a mostrar um jornalista noticiando mortes por coronavirus como se comemorasse um gol

No universo em que vivo ainda não vi nenhum jornalista noticiando mortes por covid-19 como se comemorasse um gol. Se o dono do Sistema Correio, Roberto Cavalcanti viu, o desafio a mostrar lastimável falta de profissionalismo.

Não vai mostrar porque não existe. É tudo invenção de mais uma mente bolsonarista inconformada com a queda no lucro das suas empresas.

O que temos assistido é o contrário do que o empresário enxerga em seu universo paralelo, como por exemplo Willian Boner se emocionando no Jornal Nacional ou o comentarista Guga Chacra, da GloboNews, ao relatar mortes na Itália.

Roberto Cavalcanti não pensa com o coração, pensa com o bolso.

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

Luciano Cartaxo entrega novo Hospital Prontovida e João Pessoa chega a 212 leitos de atendimento à Covid-19

O novo Hospital Prontovida, preparado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) para atender exclusivamente pacientes com Covid-19, já está pronto e pode começar a receber os primeiros pacientes a partir desta sexta-feira (15). O prefeito Luciano Cartaxo entregou a unidade de forma simbólica no início da manhã. O espaço terá capacidade de oferecer 114 leitos. Com 30 novas vagas já à disposição, sendo 10 de UTI, a Capital paraibana chega a 212 alas para o atendimento a casos do Coronavírus de média e alta complexidade.

O novo Prontovida tem três áreas para a implantação de UTIs, farmácia, central de abastecimento, laboratório, radiologia, copa, refeitório, sala de repouso e almoxarifado. O hospital também irá realizar exames, a exemplo de Raio-X e laboratoriais. A unidade conta com respiradores, ventiladores, monitores, além de aparelhos para a reanimação de pacientes, necessários para o atendimento de Covid-19. Os pacientes serão encaminhados a partir das Centrais de Regulação.

Neste primeiro momento, 178 profissionais, incluindo médicos clínicos, infectologistas, cardiologistas, intensivistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos e fisioterapeutas, já estarão atuando. Com a abertura de todos os leitos, o Prontovida terá aproximadamente 500 pessoas trabalhando diariamente. Estes profissionais foram contratados de forma emergencial pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) por processo seletivo.

Localizada no bairro de Tambiá, a unidade funciona no prédio já ocupado por um hospital no passado. O espaço precisou ser completamente reestruturado com novas redes elétrica e hidráulica, instalação de dutos para gases hospitalares, reparo e reinstalação da climatização, além de pintura e retalhamento. As obras foram coordenadas pela secretária de Infraestrutura (Seinfra), Sachenka da Hora. O Prontovida foi completamente equipado e terá novos leitos sendo abertos gradualmente, chegando à capacidade máxima de 114 leitos, sendo 32 de UTI. As obras contaram com o apoio da Energisa e do Mundo das Tintas, que doou parte das tintas utilizadas na pintura do prédio.

Rede – Além do novo Prontovida, o atendimento a casos do novo Coronavírus na Rede Municipal de Saúde de João Pessoa está sendo realizado no Hospital Santa Isabel, Hospital Infantil do Valentina, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Valentina e Cruz das Armas, Hospital São Luiz, e também no Hospital Universitário Lauro Wanderley, que foi credenciado a partir de uma parceria com a Prefeitura de João Pessoa para oferecer leitos de UTI e de Enfermaria.

Decretos – Com quase 1.500 casos confirmados, mais de 90% dos bairros da cidade com ao menos um caso registrado da doença e baixo índice de isolamento social, o prefeito de João Pessoa informou, durante a entrega, que os decretos com as medidas restritivas já adotadas serão prorrogados por 15 dias. “O número de pacientes que dependem de internação também segue crescendo de forma acelerada, apesar de todos os esforços para ampliação da rede de saúde. A taxa de ocupação de leitos chegou ontem a 90%. Estamos abrindo o novo Prontovida e já vamos autorizar o recebimento dos primeiros pacientes. Antecipamos porque nesta luta não há um minuto a perder. É como se fosse um hospital de guerra, de guerra pela vida”, explicou o gestor.

Prefeitura de João Pessoa recebe R$1,3 milhão em emendas do deputado Ruy Carneiro para combater Covid-19

Prefeitura de João Pessoa recebe emendas de Ruy Carneiro para combater Covid-19

Tem mais dinheiro no caixa da prefeitura de João Pessoa para combater a Covid-19. Isto por que a emenda de R$ 1,3 milhão que o deputado Ruy Carneiro destinou para a saúde da capital paraibana, focada exclusivamente nos custos relacionados ao tratamento dos infectados com o novo coronavírus. Outros R$ 300 mil foram também creditados na conta da gestão municipal, nesta sexta-feira (15), oriundos também de emendas de bancada demandadas por legisladores paraibanos.

Para o deputado Ruy Carneiro, o valor de R$1,3 milhão representa mais possibilidades de tratamento para as pessoas acometidas desta doença. “Estamos fazendo nossa parte, levantando os recursos de que a gestão precisa. Agora tem que gastar com seriedade e com controle. Estaremos também atentos nesta etapa. O povo precisa do nosso empenho a todo instante”, asseverou Ruy.

Ao todo, apenas nesta sexta-feira, foram liberados R$ 15,6 milhões do governo federal para instituições e prefeituras de diversos municípios da Paraíba, todos relacionados à estruturação e custeio do tratamento de pacientes com Covid-19.

“Além desses recursos específicos para tratamentos da Covid-19, nós também já solicitamos emendas para outras unidades de saúde da Paraíba. Serão R$ 14 milhões liberados para instituições e prefeituras poderem cuidar dos pacientes de outras doenças. Estamos preocupados com a pandemia, mas há diversas outras doenças que precisam da nossa atenção contínua”, arrematou o deputado Ruy Carneiro.

Operação Calvário: Gaeco denuncia Ricardo Coutinho no episódio das caixas de vinho recheadas de dinheiro

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) foi alvo nesta quinta-feira (14) de nova denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Ele é apontado em investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) como “mentor intelectual” do episódio que ficou conhecido como “escândalo das caixas de vinho”, revelado pela operação Calvário. O caso trata do recebimento de valores próximos de R$ 900 mil, em 2018, a título de propinas pagas pela Cruz Vermelha Brasileira filial Rio Grande do Sul. O episódio teria ocorrido em agosto daquele ano, no Rio de Janeiro.

A denúncia contra o ex-governador foi protocolada no Tribunal de Justiça e será analisada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, relator da Calvário. Na denúncia, o Gaeco pede a condenação de Ricardo Coutinho pela infração de pelo menos dois dispositivos do Código Penal e ainda a devolução dos R$ 900 mil. As denúncias trazem em seu conjunto probatório gravações feitas pelo ex-comandante da Cruz Vermelha, Daniel Gomes da Silva, e ainda as revelações feitas por Livânia Farias, Leandro Nunes e Michelle Lozada.

No memorial descritivo, a ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, aparece como a agenciadora do recebimento do dinheiro. Leandro Nunes, então assessor da pasta comandada por Livânia, foi ao Rio de Janeiro, em 2018, para o recebimento de R$ 900 mil a título de propinas sob o conhecimento do ex-governador. O dinheiro foi entregue em um hotel, na capital fluminense, por Michelle Lozada Cardoso, então secretária de Daniel Gomes.

A investigação aponta que o ex-governador tinha conhecimento e até cobrava o pagamento das propinas. Confira trecho de conversa na qual  Ricardo, de acordo com o Ministério Público, faz cobranças a Daniel pelo pagamento de propinas:

A origem do dinheiro no episódio do Rio de Janeiro é descrita também na denúncia. Ela é fruto das propinas pagas por fornecedores e coletadas por Daniel Gomes, mandatário da Cruz Vermelha. O destino da maior parte do dinheiro teria sido o pagamento de dívidas de campanha do pleito de 2018. O material probatório fala ainda do recebimento de “mesada” de R$ 350 mil mensais, acertada por Livânia, e cujo gasto era coordenado pelo ex-governador, que, de acordo com as denúncias, não aparecia diretamente nas operações. Para isso, eram envolvidos auxiliares do governo.

O ex-governador já foi alvo de outras denúncias relacionadas à operações Calvário. Ele é apontado no esquema como o chefe de uma suposta organização criminosa que teria atuado na Paraíba entre 2011 e 2018. Neste período, teria conseguido montar e manter um esquema de poder sustentado pelo recebimento de propinas pagas por fornecedores do estado. Os recursos teriam sido usados para o financiamento de campanhas e para o enriquecimento ilícito dos supostos membros da organização.

A relação de Ricardo com Daniel Gomes, da Cruz Vermelha, é relatada na investigação como uma construção iniciada em 2010, época da campanha eleitoral. Naquele ano, fazendo uso do nome do tio, o empresário doou R$ 300 mil para a campanha e depois remeteu mais R$ 200 mil para o grupo. O dinheiro teria sido doado, de acordo com o Ministério Público, para a pavimentação do esquema criminoso que teria começado a produzir seus efeitos a partir de 2011.

A Cruz Vermelha Brasileira foi credenciada para comandar inicialmente o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Depois, através do uso do Ipcep, o grupo comandado por Daniel Gomes abocanhou também o comando dos hospitais Metropolitano Dom José Maria Pires e o Regional de Mamanguape. A operação Calvário investiga o suposto desvio de R$ 134,2 milhões dos cofres públicos ao longo de oito anos.

A apuração diz que os esquemas de desvios de dinheiro na gestão socialista foram iniciados ainda durante o período de comando da prefeitura de João Pessoa. “Cumpre frisar que, embora o foco inicial da investigação tenha se centrado nos fatos ligados a chegada de DANIEL GOMES à Paraı́ba, nos idos de 2011, tem-se que ela desvelou, juntamente com as colaboraçõ es processuais firmadas, que este denunciado já havia começado a formatação e a estruturação da sobredita ORCRIM (que hipertrofiaria mais tarde) no âmbito da Prefeitura Municipal de João Pessoa, como se notou nas apurações relativas aos casos “cuia”, ‘jampa digital’, ‘do gari da Emlur’ e ‘dos livros’”, relata a denúncia.

Procurado, o advogado de Ricardo Coutinho, Eduardo Cavalcanti, disse que ainda não tomou conhecimento da nova denúncia.

Suetoni Souto Maior

Bolsonarista Roberto Cavalvanti, que patrocina o programa de TV mais sanguinário da PB, defende apedrejamento de jornalistas que divulgam número de mortes pelo coronavírus

CAOS EM BAYEUX: Gestantes não são atendidas na maternidade por falta de insumos básicos e se deslocam para JP e Santa Rita

Se a situação da saúde pública já não é boa diante da grave pandemia do coronavirus, imagina numa cidade onde o prefeito é um corrupto preso em flagrante com dinheiro na cueca?

O caos na saúde sempre foi a regra em Bayeux, que constantemente tem a maternidade, a UPA e PSF’s interditados por órgãos de fiscalização. Mas agora a situação está pior e os pacientes peregrinam para João Pessoa e Santa Rita em busca de um atendimento digno.

Nas redes sociais, os vereadores Jefferson Kita, Betinho e Inaldo Andrade visitaram a maternidade da cidade e denunciaram o caos no sistema público de saúde. De acordo com o presidente da Câmara, na maternidade falta até roupa para se fazer um simples parto.

 

Na gestão do corrupto Berg Lima a maternidade de Bayeux já foi interditada 4 vezes, mas os problemas continuam os mesmos:

Os vereadores também denunciaram a falta de insumos básicos, como álcool e EPI’s para os profissionais da saúde:

Preso em flagrante com dinheiro na cueca, o prefeito Berg Lima continua no cargo mesmo após duas condenações por improbidade. O caos na saúde pública de Bayeux também é culpa da Justiça, que tem mantido um corrupto à frente da gestão.

Tribunal de Justiça julga na próxima quarta-feira denúncia do MP que pede 1.500 anos de prisão para Berg Lima; ex-presidiário poderá ser afastado do cargo

 

Eleito por conta da facada, Bolsonaro quer fazer dela o seu eterno cabo eleitoral

A distopia que vivemos hoje é fruto da fatídica facada que um maluco resolveu dar no então candidato Jair Bolsonaro.

A Polícia Federal já afirmou e reafirmou que o maluco é maluco mesmo e agiu sozinho. Mas Bolsonaro – que adora criar inimigos pra esconder o fracasso do seu governo – continua esticando o assunto pra render votos em 2022.

A facada virou um eterno cabo eleitoral para o presidente.

VOLTA LOGO, JESUS! Você sabe que o fim do mundo está próximo quando um dono de emissoras de rádio e TV propõe apedrejamento de jornalistas