MITO? A fatura da irresponsabilidade de 57 milhões de eleitores chegou

A distopia que o Brasil vive hoje é fruto de uma lobotomia coletiva que levou 57 milhões de brasileiros a votarem num político visivelmente burro e incapaz que passou 28 anos coçando o saco no Congresso sem produzir nada de relevante para a sociedade.

O que Bolsonaro fez para merecer a Presidência? Nada! Usou a política em benefício próprio e colocou todos os seus filhos – e uma ex-mulher –  para mamar nas tetas do Estado. Foi jogado para a reserva do Exército por ser doido e só não foi expulso porque milico é uma raça corporativista.

O Bin Laden patriota estava planejando um atentado a bomba para forçar um aumento salarial.

Então deputado federal, Bolsonaro tinha funcionária fantasma e usava auxílio moradia para ‘comer gente’, mesmo possuindo apartamento em Brasília. E agora está sendo acusado de superfaturar notas de combustíveis ressarcidos pela Câmara.

Mas 57 milhões de brasileiros botaram na cabeça que este malandro sem graça e de vocabulário limitado era um mito.

De mito só o esforço sobrenatural para interferir na Polícia Federal com a finalidade de salvar os filhos bandidos da cadeia.

O Brasil é o único país a trocar duas vezes o ministro da Saúde durante a maior pandemia da era moderna. Tudo porque o maluco (mito!) é um negacionista que não acredita na ciência.

Agora aguentem. A fatura de 2018 chegou!

Espero que em 2022 essa turma não cague novamente na urna, porque na última eleição trataram um voto importante como se fosse um voto para grêmio estudantil. Ou fomos infectados pela doença do carioca, que não sabe votar?

ALIADOS DE CUNHA E TEMER: Bolsonaro nomeia Carlos Marun e José Carlos Aleluia para o conselho de Itaipu

Myra Maya disponibiliza seu primeiro álbum nas plataformas de streaming

Diante de um Teatro Paulo Pontes lotado a cantora Myra Maya lançava o primeiro CD de sua carreira. Intitulado de “Na Mira”, o disco era uma miscelânea de canções de compositores paraibanos, além de músicas autorais da artista.

O ano do lançamento era 2009, mas parece que foi ontem…. e foi.

É que a cantora aproveitou o período da quanrentena para organizar sua discografia virtual, e acaba de disponibilizar o trabalho nas plataformas de streaming, algo muito distante para realidade daquele tempo.

As músicas

Esperando o Carnaval”, de Escurinho; “Relato”, “Nada se Perde” e “Pra Onde o Vento For”, todas do talentoso compositor sertanejo, Vamdemberg Pegado, são algumas das canções que compõem o disco. Somam-se a elas, a balada apocalíptica “Juízo Final”, parceria da dupla Jeová de Carvalho e Kennedy Costa. Kennedy, aliás, cede sua versão musicada de “Garrafa sem Mensagem”, poema extraído do livro Memória das Águas, do poeta Lúcio Lins (in memoriam). O poeta ainda assina “Maria das Águas”, que, musicada por Erivan Araújo, ganha uma dimensão de profundidade na voz já poderosa de uma Myra em início de carreira. A ciranda “O Cravo” – também de Erivan – acrescenta um toque pueril ao trabalho.

O tango “Cantor de Botequim”, autoria de Isabella Moraes, abre a seção de parcerias pernambucanas, que se encerra com “Valha-me Deus”, de Cláudio Noah. Myra apresenta ao público suas primeiras composições, a psicodélica “A Praça do Meio do Mundo” e a empoderada “Me Deixe”, ambas em parceria com o baixista Mário Brito.

O álbum, que foi gravado no estúdio Peixe Boi em João Pessoa, com produção musical de Marcelinho Macedo e direção musical de Eduardo Brito, agora está a disposição dos fãs em serviços de reprodução de música digital como Spotfy, Deezer, Napster, Google Play, Apple Music.

Uma opção de música boa para ouvir durante a quarentena…

Spotfy:
https://open.spotify.com/album/0xbeRIO66JHogawBu3xHIZ?si=aMndLF3JTEWfEI11ypwWiQ

Deezer:
https://www.deezer.com/en/artist/13593593

Napster:
https://br.napster.com/artist/mira-maya/album/na-mira

Google Play:
https://play.google.com/store/music/album/Mira_Maya_Na_Mira?id=B42fzu7wdhcfuxzsxbdf6crqerq

Apple Music
https://music.apple.com/br/album/na-mira/1512207156

Youtube
https://www.youtube.com/channel/UCdWYuOSGeveBCTPFQYQ0Glg

ALIADOS DE CUNHA E TEMER: Bolsonaro nomeia Carlos Marun e José Carlos Aleluia para o conselho de Itaipu

O presidente Jair Bolsonaro nomeou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para o conselho de Itaipu Binacional, hidrelétrica que fica na fronteira com Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, e Cidade del Leste, no Paraguai Itaipu. Também foram reconduzidos aos cargos de conselheiros, entre outros, Carlos Marun, ex-ministro de Michel Temer, e o ex-deputado e delatado da Odebrecht José Carlos Aleluia (DEM-BA).

O ministro de Minas e Energia Almirante Bento Albuquerque — Foto: Aleam

As nomeações foram publicadas em edição extra desta sexta-feira (15) do “Diário Oficial da União” e assinadas por Bolsonaro e o próprio ministro de Minas e Energia.

As nomeações valem até maio de 2024.

As nomeações podem estar ligadas aos partidos do chamado Centrão, um bloco informal na Câmara dos Deputados que reúne parlamentares de legendas de centro e centro-direita. Nas últimas semanas, Bolsonaro tem articulado uma aproximação com o grupo.

O Centrão é menos conhecido por suas bandeiras e mais pela característica de se aliar a governos diferentes, independentemente da ideologia. Os votos desse bloco podem corresponder até à metade dos 513 parlamentares e serem decisivos na aprovação ou rejeição de uma matéria.

Assim como em outras gestões, as negociações de Bolsonaro com o Centrão envolvem a distribuição de cargos aos partidos, que terão o direito de indicar aliados para as vagas.

Carlos Marun

Carlos Marun foi ministro-chefe da Secretaria de Governo do ex-presidente Michel Temer. Ele foi indicado ao cargo de conselheiro em Itaupu por Temer, mas afastado em março de 2019.

À época, Marun teve a nomeação questionada por uma ação popular e pelo Ministério Público Federal junto à 6ª Vara Federal de Curitiba. Em primeira instância, o pedido foi negado. Na apelação à segunda instância, o relator do processo, desembargador federal Rogério Favreto, suspendeu o ato de nomeação em liminar. No julgamento de mérito pela 3ª Turma do TRF-4, a decisão foi revertida.

Marun foi o deputado que dançou após a Câmara dos Deputados impedir o prosseguimento de denúncias contra Temer.

José Aleluia

O ex-deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) — Foto: Michel Jesus / Câmara dos Deputados