Romero anuncia mais 35 leitos de enfermarias e 10 de UTI para tratamento da doença em Campina Grande

Por meio de requisição administrativa, a Prefeitura de Campina Grande vai ocupar o 5° andar do Hospital Clipsi, localizado no centro da cidade. Foi um dos anúncios, na tarde desta segunda-feira, 25, do prefeito Romero Rodrigues que, através das redes sociais, anunciou novas medidas de enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus..

Segundo Romero Rodrigues, a medida foi acertada após uma reunião com a direção daquela casa hospitalar, neste último final de semana. Com isso, o Município vai dispor de mais 45 leitos, sendo dez na UTI e mais 35 no setor de enfermaria da Clipsi.

De acordo com Romero, quando a estrutura for adaptada ao tratamento da doença, o acesso da pessoa acometida de Covid-19 será feito pela entrada da Avenida Floriano Peixoto – uma forma de preservar os demais pacientes do hospital.

Inaldo Andrade assume a Presidência da Câmara de Bayeux e determina o retorno das sessões; população poderá acompanhar pelo Youtube

Logo após assumir a Presidência da Câmara Municipal de Bayeux, o vereador Inaldo Andrade (Republicanos) decidiu retomar as atividades parlamentares, comunicando aos demais vereadores o retorno das sessões que estavam suspensas devido à pandemia do Coronavirus.

Na ocasião, informou ainda que as recomendações do Ministério da Saúde serão mantidas. Objetivando a segurança de todos os parlamentares e colaboradores, as reuniões ordinárias e extraordinárias serão realizadas de forma remota e a população terá acesso através dos canais (redes sociais) oficiais da instituição.

“Não é hora de pararmos! A cidade está passando por um momento difícil devido à pandemia. Como representantes do povo, temos que trabalhar firmes, debatendo ações de interesse da cidade para reduzir os efeitos da crise sanitária e econômica. Não podemos ser isentos dessa responsabilidade. Por isso tomei a decisão de comunicar aos vereadores o retorno das atividades. A Câmara sempre estará de portas abertas para atender os interesses da população”, disse o novo presidente da Casa, Inaldo Andrade.

Cenário eleitoral de Bayeux é resetado pelo TJ

Ruy recebe demanda dos artistas da Paraíba e vai buscar aprovação de projetos

Diante do isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19, um dos setores que mais tem sofrido é a classe artística. Sem poder realizar eventos e apresentações, os artistas, técnicos e espaços de cultura estão sem nenhuma atividade, prejudicando a renda de centenas de famílias em toda Paraíba. Para buscar alternativas a esta situação, o deputado federal Ruy Carneiro realizou um encontro virtual com alguns dos representantes da cultura para discutir projetos de Lei em tramitação e alternativas para o segmento.

O principal tema da reunião foi o Projeto de Lei Federal 1075/20 que prevê o auxílio financeiro aos profissionais e espaços de cultura. “A pandemia tem provocado um efeito dominó em nossa sociedade. O caos na saúde tem prejudicado a vida de todos. E precisamos fazer mais este esforço para auxiliar os profissionais da cultura. Vamos buscar uma articulação da bancada para aprovar o projeto em nível federal, conversando também com os líderes, para que essa matéria seja aprovada. As pessoas estão sem renda, e tem conta pra pagar, tem feira pra fazer”, pontuou o deputado Ruy.

O PL 1075/20 poderá estabelecer um auxílio emergencial de um salário mínimo para os profissionais e moratória de débitos tributários com a União, por seis meses, a pequenas empresas do setor cultural.

De acordo com o ator e ativista Cultura, Buda Lira, algumas medidas foram tomadas para minimizar a situação dos artistas na Paraíba, mas carecem de ampliação. “Nós tivemos um edital da Funesc que contemplou alguns poucos artistas. Mas muitos outros acabaram ficando de fora. E o que poderá ser feito com esses que não foram contemplados? Foi uma boa medida. Mas ainda seria preciso muito mais”, comentou.

O deputado Ruy Carneiro comentou também no encontro sobre o Projeto de Lei Estadual que também prevê auxílio aos artistas. “É uma questão social. Sem trabalhar, os artistas precisam de auxílio social. E também vamos tentar outra frente, que é um diálogo com os deputados estaduais para aprovar o projeto de lei 13.979/20. O texto dessa matéria também prevê um auxílio ao artistas e espaços de cultura”, relatou.

Completando ainda: “são possibilidades que conversamos para unir forças, juntar mais pessoas e estruturar a justa cobrança por mais atenção às questões sociais. Saúde é prioridade, emprego é prioridade e assistência social é também prioridade”.

Ainda durante encontro, foi organizada uma comissão para buscar ações da prefeitura municipal de João Pessoa, que ainda não tem direcionamentos sobre a assistência da classe artística. O assunto, que é urgente, também será debatido na Câmara Municipal, com uma interlocução com os vereadores da capital.

OMS suspende testes com hidroxicloroquina contra a Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) suspendeu nesta segunda-feira (25) o uso da hidroxicloroquina em pesquisas que ela coordenava com cientistas de 100 países.

A suspensão temporária foi tomada até que a segurança da droga seja reavaliada, já que estudos recentes mostraram que ela não é eficaz contra a Covid-19 e pode aumentar a taxa de mortalidade.

A OMS diz que estão mantidos os demais testes dentro da iniciativa internacional batizada de “Solidariedade”. Além do medicamento agora vetado, os pesquisadores ainda avaliam em pacientes o resultados de três tipos de antivirais e de um remédio usado para tratar esclerose múltipla (leia mais abaixo).

De acordo com a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, a cloroquina não é usada nos testes da iniciativa Solidariedade. Tanto a cloroquina quanto a hidroxicloroquina usam o mesmo princípio ativo, mas a cloroquina é considerada potencialmente mais tóxica. A hidroxicloroquina, composta por uma versão “atenuada” da substância, é considerada mais segura e é usada em tratamentos de longo prazo.

OMS interrompe testes clínicos com hidroxicloroquina

O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a suspensão foi determinada depois da divulgação dos resultados do estudo publicado na sexta-feira (22) na revista científica “The Lancet”. A pesquisa, feita com 96 mil pessoas, apontou que não houve eficácia das substâncias contra a Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca nos pacientes que as utilizaram.

A OMS já havia anunciado que era contra o uso amplo da cloroquina para tratar a Covid-19. Quando o Brasil passou a orientar que pacientes com quadros leves pudessem usar o medicamento, os diretores da entidade ressaltaram que a droga só deveria ser usada dentro de “ensaios clínicos“, que são os testes dentro de pesquisas médicas.

“Os autores reportaram que, entre pacientes com Covid-19 usando a droga, sozinha ou com um macrolídeo [classe de antibióticos da qual a azitromicina faz parte], estimaram uma maior taxa de mortalidade”, afirmou Tedros.

A OMS afirmou que o quadro executivo do Solidariedade vai analisar dados disponíveis globalmente sobre as drogas, que são usadas para tratar malária e doenças autoimunes.

“Eu quero reiterar que essas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina) são aceitas como geralmente seguras para uso em pacientes com doenças autoimunes ou malária”, destacou Tedros.

Tedros afirmou, ainda, que os outros testes dos ensaios Solidariedade vão continuar (veja detalhes abaixo) – a suspensão refere-se apenas às pesquisas com a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Ensaios Solidariedade

Os ensaios Solidariedade foram anunciados por Tedros em 18 de março. Vários hospitais, no mundo inteiro, fazem parte da iniciativa. Segundo a entidade, nesta segunda-feira (25) havia 35 países recrutando pacientes para estudos em mais de 400 hospitais ao redor do mundo.

Segundo a OMS, a iniciativa pode diminuir em 80% o tempo necessário para ensaios clínicos, que geralmente levam anos para serem desenhados e conduzidos.

Qualquer adulto com Covid-19 que seja internado em um hospital participante pode fazer parte das pesquisas. Os pacientes são distribuídos, de forma aleatória por um computador, entre 5 opções de tratamento:

  1. Um grupo de pacientes recebe apenas a forma de tratamento padrão do local onde está.
  2. O segundo grupo recebe essa forma de tratamento + o antiviral remdesivir, que já foi testado para o ebola e teve resultados promissores contra a Sars e a Mers, também causadas por vírus da família corona (como o Sars-CoV-2, o novo coronavírus).
  3. O terceiro grupo recebe o tratamento padrão + a cloroquina ou hidroxicloroquina (esse foi o “braço” suspenso da pesquisa).
  4. O quarto grupo recebe o tratamento padrão + os antivirais lopinavir e ritonavir, usados para tratar HIV. Ainda não há evidências de que sejam eficazes no tratamento ou prevenção da Covid-19, segundo a OMS.
  5. O quinto grupo recebe o tratamento padrão + interferon beta-1a, usado para tratar esclerose múltipla.

Antes do “sorteio” do tratamento, o paciente é avaliado por uma equipe médica para descartar medicamentos que definitivamente não poderiam ser dados a ele.

No Brasil, os ensaios do Solidariedade são coordenados pela Fiocruz.

Cloroquina e hidroxicloroquina no Brasil

Mesmo sem evidências científicas que comprovem a eficácia dos medicamentos contra a Covid-19, o Ministério da Saúde divulgou, na semana passada, um documento com orientações para uso da cloroquina.

A droga foi motivo de discórdia entre dois ex-ministros da Saúde e o presidente Jair Bolsonaro. Tanto Luiz Henrique Mandetta quanto Nelson Teich, ambos médicos, alertaram para os efeitos colaterais dos remédios, mas, mesmo assim, Bolsonaro defendeu o uso deles contra a Covid-19.

ESTRADAS SONRISAL: Gervásio Maia mira em João Azevedo, mas acerta Ricardo Coutinho

O deputado federal Gervásio Maia criticou a buraqueira na PB-293 – onde a população tem plantado pés de banana nos buracos –  para atingir o governador João Azevedo. No entanto, a estrada descartável feita de barro com piche foi construída pelo ex-governador Ricardo Coutinho. Gervásio acertou na mira, mas errou no alvo:

Pedro Cunha Lima segue no mesmo erro do pai

 

 

 

“Moro não tinha como saber que as coisas tomariam esse rumo”, diz Julian Lemos ao O Antagonista

O deputado federal Julian Lemos (PSL), desafeto público de Carlos Bolsonaro, elogiou a entrevista de Sergio Moro exibida ontem pelo Fantástico.

Para ele, o ex-ministro é “uma pessoa muito equilibrada” e que, inicialmente, encarava sua participação no governo como “missão”. Até que, no entender de Lemos, ele constatou que a agenda contra a corrupção “foi colocada um pouco de lado, se não totalmente de lado”.

“O que ele [Moro] falou que aconteceu [interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, por exemplo] ficou provado. Agora, compete a cada pessoa fazer a sua interpretação. Moro tem nitidamente um zelo pela sua dignidade”, disse a O Antagonista.

Lemos não concorda com as avaliações de que Moro deveria ter feito antes as denúncias:

“Era nítido o constrangimento [de Moro] naquela reunião [ministerial de 22 de abril, divulgada na última sexta-feira]. Ele não tinha como saber anteriormente que as coisas tomariam esse rumo. De fato, ele não poderia, como ministro, ter se manifestado antes.”

Escute o áudio clicando abaixo:

População planta pés de banana nos buracos das estradas de Ricardo Coutinho

As estradas construídas pelo ex-governador Ricardo Coutinho deveriam ser objeto de investigação por parte do GAECO/MP. A maioria não aguentou os primeiros meses de chuva e tão logo se dissolveu feito Sonrisal. Em muitas estradas a malha asfáltica é tão fina que mais parece piche sobre barro batido.

Na PB-293, que liga as cidades de Paulista a São Bento, a população plantou pés de banana nos buracos como forma de protesto:

Tratando-se de Ricardo Coutinho, a desconfiança é regra:

 

Ex-presidiário Ricardo Coutinho segue o roteiro dos corruptos, mas leva invertida da Associação Paraibana do Ministério Público

Ex-presidiário Ricardo Coutinho segue o roteiro dos corruptos, mas leva invertida da Associação Paraibana do Ministério Público

Preso na Operação Calvário e solto após um malabarismo jurídico digno de filme, o ex-governador Ricardo Coutinho tem seguido à risca o roteiro dos corruptos, que é politizar o Ministério Público, denunciar perseguição política e todo aquele blá, blá, blá que o povo já cansou de escutar das bocas de Eduardo Cunha, Temer e Sérgio Cabral. Mas o final será o mesmo, RC também verá o sol nascer quadrado por um bom tempo.

Em nota, o Associação Paraibana do Ministério Público – APMP repudiou a falácia do ex-presidiário:

A Associação Paraibana do Ministério Público – APMP – vem repudiar as referências feitas pelo Ex-Governador Ricardo Vieira Coutinho em suas redes sociais, a respeito da atuação funcional e constitucional de membros do Ministério Público integrantes do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado – GAECO.

Desde logo, cabe destacar que as manifestações de todos os membros do Ministério Público, por assento e obrigação constitucional, são devidamente fundamentadas, e sujeitas aos Órgãos de controle institucionais – interno e externo.

Manifestações de denunciados nas redes sociais, alegando suposta “perseguição” pessoal, são tecnicamente equivocadas, usuais em ações deste viés, demais disso a persecução penal, ao revés de perseguição pessoal, se faz com apresentação de denúncia arrimada em justa causa, isto é, indícios de autoria e prova da materialidade de condutas delitivas, submetidas ao crivo do poder judiciário para exercício da dialética, inerente ao sistema acusatório, sendo essa a regra do Estado de Direito.

A história do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado – GAECO – fala por si, pelo enfrentamento isento, técnico e destemido de organizações criminosas com ramificações em nosso Estado, como um soldado da lei e guardião da Constituição, com o objetivo de proteger a Sociedade paraibana e o seu erário.

João Pessoa, em 25 de maio de 2020.

Márcio Gondim do Nascimento
Pres. APMP

 

Pedro Cunha Lima segue no mesmo erro do pai

Pré-candidato a prefeito, Nilvan Ferreira só pode apresentar programas de rádio e TV até 30 de junho

O pré-candidato a prefeito de João Pessoa, comunicador Nilvan Ferreira, tem pouco mais de 30 dias para continuar apresentando programas de rádio e TV no Sistema Correio. A partir de 30 de junho, pré-candidatos que apresentem programas ficam proibidos de continuar a fazê-lo.

O calendário eleitoral será alterado com o provável adiamento da eleição para dezembro, mas tudo indica que nada seja decidido até 30 de junho.

VEJA AS PRINCIPAIS DATAS DAS ELEIÇÕES

4 de abril 
A data marcou o fim do prazo para que detentores de mandatos no Executivo renunciassem aos cargos para se lançarem candidatos

6 de maio 
Foi o último dia para que os eleitores regularizassem sua situação junto à Justiça Eleitoral

15 de maio 
Foi permitido iniciar a arrecadação facultativa de doações, por meio de plataformas de financiamento coletivo credenciadas

30 de junho 
Pré-candidatos que apresentem programas de rádio ou TV ficam proibidos de continuar a fazê-lo

20 de julho a 5 de agosto 
Início das convenções partidárias para a escolha dos candidatos. Também a partir de 20 de julho, os candidatos passam a ter direito de resposta à divulgação de conteúdo difamatório, calunioso ou injurioso por veículo de comunicação

15 de agosto 
Última dia para os partidos registrarem as candidaturas

20 de agosto 
Caso o partido não tenha feita o registro, o candidato pode unilateralmente fazer o seu pleito até esta data

16 de agosto 
Passa a ser permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet. Os comícios poderão acontecer até o dia 1º de outubro

28 de agosto 
O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão passa a ser veiculado de 28 de agosto a 1º de outubro

19 de setembro 
A partir desta data, os candidatos não poderão ser presos, salvo no caso de flagrante delito. Eleitores, por sua vez, não poderão, em regra, ser presos a partir do dia 29 do mesmo mês

4 de outubro 
O primeiro turno de votação para vereadores e prefeitos

25 de outubro 
Segundo turno para municípios com mais de 200 mil eleitores

18 de dezembro 
Diplomação dos eleitos

Pedro Cunha Lima segue no mesmo erro do pai

Luciano Cartaxo é vítima novamente de golpe de whatsapp fake e estelionatários solicitam transferências a empresários em seu nome

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, voltou a ser vítima de criminosos, que criaram perfil falso no aplicativo de mensagens Whatsapp, para praticar crimes em seu nome. Na manhã desta segunda-feira (25), foi prestado um novo Boletim de Ocorrência em regime de urgência, solicitando investigação policial, dada a reiterada prática de utilizar uma foto do prefeito em número de telefone que não lhe pertence, para entrar em contato com empresários e solicitar ajuda financeira para o combate à pandemia do novo coronavírus.

No golpe, os estelionatários solicitam transferências bancárias usando o nome e foto do prefeito e dados bancários de outra pessoa, sob o falso pretexto de arrecadação de fundos para a realização de eventos relacionados à pandemia. Para coibir novamente a prática, todas as providências legais foram adotadas e também solicitada a investigação policial no caso para evitar que novas pessoas caiam no golpe e que o nome do prefeito volte a ser usado como ferramenta para realização de estelionato.

“É profundamente lamentável que pessoas se aproveitem deste grave momento pelo qual todos nós estamos passando para aplicar um golpe, fazendo se passar pelo prefeito. Pedimos às pessoas que fiquem alertas para esta prática que não é realizada pelo prefeito Luciano Cartaxo ou pela Prefeitura de João Pessoa e que não depositem qualquer valor em contas que eles informarem. Além disso, denunciem o fato às autoridades, para que os criminosos não sigam usando da boa fé dos outros para obter vantagens indevidas”, afirmou o Procurador Geral do Município Adelmar Régis.