Esposa de Ricardo Coutinho é questionada nas redes sociais por suposto desvio de recursos no Empreender-PB

A senhora Amanda Rodrigues, que tem ‘dedo podre’ pra homem, já que seus dois últimos maridos foram presos – um deles é RC – foi questionada nas redes sociais sobre um suposto desvio de recursos do Empreender-PB, do qual foi secretária no governo do Estado. Mas Amanda não está só, ela foi rapidamente defendida pelo intrépido Tião Lucena.

Não sei como Amanda não tem ciúmes de Tião. Ou tem?:

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Anísio Maia lança pré-candidatura a prefeito de JP e liberta o campo progressista da tornozeleira de Ricardo Coutinho

Demorou, mas o campo progressista de João Pessoa começa a reagir com a pré-candidatura do deputado estadual Anísio Maia a prefeito de João Pessoa. Por incrível que pareça, João Pessoa é a única capital do Nordeste onde pré-candidatos conservadores lideram as pesquisas.

A pré-candidatura de Anísio Maia é um recado para Ricardo Coutinho, de que a tornozeleira eletrônica é dele, apenas dele, e não de todo o campo progressista. Apesar do Sérgio Cabral da Paraíba tentar usar a mesma narrativa de perseguição de Lula, sua tornozeleira é fruto do governo mais corrupto da história. E da ganância de quem se achava um rei intocável.

Anísio tem coragem e é a pessoa certa para pautar o debate em tempos de radicalismo da ultradireita. A esquerda começa a sair das cordas e agora precisa apresentar um projeto para João Pessoa. E, como base do governo do Estado, o PT pode inclusive cobrar o apoio de João Azevedo.

Relator da MP 975, Efraim reforça meta de transformar crédito em dinheiro para salvar empregos

Mesmo antes de ser designado relator da Medida Provisória (MP) 975, o líder Efraim Filho (DEM-PB) estava empenhado em transformar crédito em dinheiro e garantir a sobrevivência de quem emprega. Esse compromisso é reforçado no momento em que ele vai relatar proposta que visa garantir a sobrevivência de empresas de pequeno e médio porte em meio à crise do coronavírus.

Para transformar crédito em dinheiro, ele pretende tratar de três pontos: prazo de carência e prazo total, garantias e taxa de juros. “Com o texto da MP, que na prática significa 100% de garantia nas operações, será possível reduzir o risco de inadimplência. Com o risco mitigado, se ultrapassa o problema da burocracia impeditiva do acesso, se reduz substancialmente as taxas de juros”, argumenta.

Para ele, a ação viabiliza que empresas que estavam fora do radar do crédito e fadadas ao fechamento possam recuperar o fôlego financeiro, reabrir as portas, garantir os empregos e cumprir papel essencial na retomada econômica. “Reduzir a burocracia e a taxa de juros, garantindo o acesso ao crédito, significa o setor produtivo recuperar o protagonismo diante do setor financeiro”, completa.

Para ele, reduzir a burocracia e a taxa de juros, garantindo o acesso ao crédito, significa o setor produtivo recuperar o protagonismo diante do setor financeiro. “Não dá pra conviver com um cenário em que todo o lucro de quem se esforça para produzir seja transferido para arcar com os custos e taxa de juros dos bancos, que ao final do ano apresentarão os balancetes mais lucrativos”, finaliza.