Mais nova integrante da bancada de Berg Lima, Fofinha se queimou em Bayeux e a culpa é do marido

Toda a cidade de Bayeux sabe que quem toma as decisões no mandato da vereadora Luciene de Fofinho é o seu marido Fofinho, ex-presidente da Câmara. A própria maneira como a parlamentar se apresenta (Luciene DE FOFINHO) não deixa nenhuma dúvida.

Sabido demais, Fofinho caiu na conversa de outro metido a sabido, Berg Lima. O ex-presidiário propôs renunciar e apoiar Luciene numa eleição indireta na Câmara, e Fofinho topou. Só que o esperto não percebeu que a alteração na Lei Orgânica possibilitando a eleição indireta não tinha validade jurídica, pois não foi publicada no Diário Oficial pelo próprio então prefeito Berg Lima. Diante disso, a Câmara já sepultou a possibilidade.

Em resumo, o marido acabou destruindo o mandato da esposa, que por sinal, era um dos mais atuantes. Fofinha sempre votou a favor da cassação de Berg, mas aos 45 minutos do 2° tempo foi induzida ao erro pela ganância do marido e se aliou ao corrupto.

Vale lembrar que Fofinho sempre foi muito próximo de Berg Lima e chegou a defende-lo no momento da prisão:

Candidata de Berg Lima na eleição indireta, vereadora Luciene recebia Bolsa-Família quando o marido presidia a Câmara Municipal de Bayeux

DENÚNCIA: Prefeitura de Lucena joga livros didáticos válidos até 2022 no lixão da cidade

A gestão do prefeito Marcelo Monteiro nunca teve muito compromisso com a educação, como revelou relatório recente do Tribunal de Contas. Mas agora está ficando pior e até livros didáticos do ensino fundamental estão sendo jogados no lixão da cidade. Moradores enviaram imagens ao blog denunciando o fato:

Relatório apresentado pelo Tribunal de Contas, em 2019, revela que o prefeito Marcelo Monteiro sempre tratou a Educação com descaso.

De acordo com os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, do Ministério da Educação, o ensino fundamental piorou nos 7 anos da gestão do prefeito Marcelo Monteiro. O município só atingiu a meta do IDEB nos anos de 2007, 2009 e 2011 – na gestão do ex-prefeito Bolão – destacado em verde na tabela a seguir que avaliou a 4° série / 5° ano:

Desde o início da gestão do atual prefeito, em 2013, até o último levantamento, em 2017, Lucena jamais atingiu a meta projetada.

O mesmo ocorre na 8° série / 9° ano, Lucena só atingiu a meta projetada do IDEB em 2007, 2009 e 2011. Desde então, de 2013 até até 2017, o índice vem caindo drasticamente:

O que é o IDEB

Ideb é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), formulado para medir a qualidade do aprendizado nacional e estabelecer metas para a melhoria do ensino.

O Ideb funciona como um indicador nacional que possibilita o monitoramento da qualidade da Educação pela população por meio de dados concretos, com o qual a sociedade pode se mobilizar em busca de melhorias. Para tanto, o Ideb é calculado a partir de dois componentes: a taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente.

As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil, para escolas e municípios, e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), para os estados e o País, realizados a cada dois anos. As metas estabelecidas pelo Ideb são diferenciadas para cada escola e rede de ensino, com o objetivo único de alcançar 6 pontos até 2022, média correspondente ao sistema educacional dos países desenvolvidos.

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Mandetta elogia ações do governador na pandemia

Referência e símbolo no combate à pandemia, o ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, elogiou a gestão do governador João Azevedo:

Merece referência, todos aqueles que na gestão de pessoal, tomaram medidas para que o sistema de saúde não entrasse em colapso.

Mandetta ainda comparou a Paraíba com outros Estados, como Rio de Janeiro, constatando que na Paraíba não houve fila no pico da pandemia e não faltou leitos para internação das vítimas da doença.

Presidente da Câmara de Bayeux segue a Constituição e STF, acata pedido cancelando a eleição indireta e frustra golpe de Berg e Luciene

O golpe do ex-prefeito Berg Lima e da vereadora Luciene de Fofinho ficou só na tentativa. O presidente da Câmara Municipal de Bayeux, Inaldo Andrade, acaba de acatar o pedido de 6 vereadores contra a eleição indireta na cidade. Como se sabe, Berg cooptou a vereadora Fofinha e renunciou o mandato para tentar eleger uma aliada para a prefeitura.

Inaldo apenas seguiu o princípio constitucional da publicidade, que preconiza que uma alteração na lei só tem validade ser for publicada no Diário Oficial. Inaldo também seguiu jurisprudência do TSE e STF contra a alternância de poder durante a pandemia.

“Três pontos levantados no requerimento do vereadores têm fundamento: a falta de publicação no Diário Oficial do Município contendo a alteração da lei orgânica, ou seja a emenda; a impossibilidade de legislar em causa própria, pois os vereadores que fizeram essa modificação  estão sendo beneficiados com essa alteração e as decisões tanto do TSE quanto do STF, dado pelo presidente Dias Toffoli, no caso específico de Bayeux, numa suspensão de de Berg Lima, em em que o ministro diz que a cidade não aguenta mais essa alternância de poder. Acatando esses três fundamentos, a Mesa Diretora tomou essa decisão”, explicou Inaldo.