Populares vaiam prefeito de Pedras de Fogo – “Fora Dedé, vai para Itambé!”

O prefeito de Pedras de Fogo, Dedé Romão, foi alvo de um protesto de moradores nesta sexta-feira, 31, quando chegava à rádio comunitária da cidade para conceder entrevista.

Sob vaias, o prefeito entrou no prédio da emissora as pressas. Revoltados com a péssima administração, os populares gritavam palavras de ordem exigindo a saída de Dedé da cidade. “Fora Dedé, vai para Itambé. Fora Romão, ninguém te quer mais não”, gritavam os manifestantes.

Em cartazes, os manifestantes cobravam também investimentos na cidade, sobretudo na área de saúde, que é um verdadeiro caos. “Queremos remédios, exames e especialidades médicas”.

Os populares também cobraram explicações sobre os volumosos recursos que entram na conta da prefeitura, mas não são revertidos em  investimentos, a exemplo dos mais de R$ 34 milhões dos royalties do petróleo e do IPAM.

ELEIÇÕES 2020: Disputa pulverizada em João Pessoa beneficia Edilma Freire e o Sérgio Cabral da PB

Na disputa pela prefeitura de João Pessoa tem candidato pra todo gosto. Tem ladrão, bolsominion, tucano, petista, conservador, cunhada, comunista, liberal, socialista e por aí vai. São 7 candidatos com chances reais de 2° turno e mais uns 4 como figurantes.

O problema – ou solução para alguns – é que a eleição mais pulverizada da história de João Pessoa vai beneficiar quem tem a máquina ou um reduto eleitoral cativo. São os casos de Edilma Freire, a favorita do prefeito Luciano Cartaxo e Ricardo Coutinho, nosso ilustre Sérgio Cabral.

A matemática a favor de Edilma Freire é simples. Se a gestão de Cartaxo conta com uma aprovação de governo (ótimo + bom) de 45%, com metade desse eleitorado suscetível ao discurso da continuidade ela chegará ao 2° turno. Também é preciso medir o prestígio do prefeito e o percentual do eleitor que seguirá seu comando.

Apesar de estar mais queimado que carvão em dia de festa, o Sérgio Cabral da Paraíba (Ricardo Coutinho) ainda mantém um pequeno eleitorado fiel e pode ser beneficiado com a o fatiamento do eleitorado pelas demais candidaturas.

ELEIÇÕES 2020: Disputa pulverizada em João Pessoa beneficia Edilma Freire e o Sérgio Cabral da PB

 

Julian Lemos defende investimento em moradias no Centro da João Pessoa

O pré-candidato a prefeito de João Pessoa pelo PSL, Julian Lemos, afirmou hoje que considera absurdo não se investir em moradias no Centro da cidade. Em entrevista à Radio POP, ele criticou gestores que constroem conjuntos habitacionais em áreas distantes do Centro onde já há toda infraestrutura pronta que pode ser aproveitada em favor da população mais pobre. “Tem que parar com essa história de mandar os pobres irem morar nos cafundós. O Centro de João Pessoa tem condições de ter pelo menos quatro mil moradias com toda estrutura necessária”.

Julian reafirmou sua pré-candidatura a prefeito e disse que se apresentará ao eleitorado de João Pessoa mostrando o trabalho realizado como deputado federal. “Eu tenho exercido meu mandato com coerência e cumprindo as promessas que fiz aos paraibanos. Posso dizer que sou o deputado que trouxe mais recursos para o Estado em um ano e meio de legislatura. Já foram 25 milhões de reais para a Segurança Pública, respiradores para ajudar no tratamento da Covid-19, recursos para combate ao abuso sexual, todo um trabalho feito para atender àqueles que mais precisam”.

O deputado condenou o ultrarradicalismo da política e afirmou que o que se vê hoje são vários pré-candidatos com mapas que têm o mesmo caminho prometendo chegar a lugares diferentes. “Isso não pode dar certo. Se trilham o mesmo caminho obviamente vão chegar ao mesmo lugar. Por isso, eu sigo um caminho diferente. Sigo a minha coerência. Sou um conservador, liberal na economia, defendo a lava-Jato, o combate à corrupção e uma menor interferência do Estado na vida das pessoas”, concluiu.

Marcelo Monteiro não cumpre acordo para desativar lixão de Lucena e será denunciado pelo Ministério Público

O Ministério Público da Paraíba está executando a fase de análise e cumprimento dos acordos de não-persecução penal (ANPP) referentes ao projeto “Fim dos lixões da Paraíba”, iniciado em 2018.

Entre os prefeitos que não honraram os compromissos com o Ministério Público da Paraíba e não viabilizaram, dentro do prazo estabelecido, a destinação correta do lixo, está Marcelo Monteiro, de Lucena.

As consequências

O procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico explicou que, desde o início do projeto, o objetivo do Ministério Público sempre foi interromper a prática de crime ambiental que a manutenção de lixões a céu aberto representa. Não foi imposta a nenhum gestor uma única solução para isso e a todos os que procuraram, o MPPB e os órgãos parceiros do projeto ofereceram assessoria e treinamento.

Em resumo, os prefeitos se obrigaram a, no prazo de 365 dias a contar da assinatura do acordo, não destinar mais os resíduos sólidos produzidos nas suas cidades para os lixões, aterros controlados ou outras formas não autorizadas pela Lei 12.305/2010 e também a firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para, no prazo máximo de cinco anos, recuperar a área degradada pela aposição inadequada dos resíduos sólidos.

Após ultrapassados os prazos fixados, o Ministério Público buscou a coleta de provas para aferir o cumprimento ou não dos ANPP e, agora, iniciou a prestação de contas à sociedade, pedindo o arquivamento das investigações em face daqueles que cumpriram o acordado e, lado outro, rescisão do pacto quanto aos inadimplentes para, em seguida, e de forma imediata, oferecer a denúncia.

“Os prefeitos tiveram tempo e informação para buscarem a melhor alternativa conforme a realidade de seus municípios. Nesta primeira fase, oito dos 17 mostraram que é possível quando se tem compromisso e boa vontade. Infelizmente, outros nove gestores serão responsabilizados pelo não cumprimento dos acordos. O Ministério Público continuará buscando, agora na Justiça, a solução para os problemas sociais e ambientais ainda gerados pelos lixões, mas também comemora o avanço nos municípios que conseguiram extinguir esse mal”, explicou o procurador-geral de Justiça.

Ainda de acordo com Seráphico, apesar do pedido de extinção, se constatado que esses prefeitos, em algum momento, deixaram de dar destinação adequada aos resíduos, serão responsabilizados criminalmente. Também haverá comunicação sobre a situação dos municípios que não extinguiram os seus lixões e que já houve o transcurso do prazo ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Instituto do Meio Ambiente (Ibama), para que sejam tomadas as providências relacionadas aos processos que já tramitam na Justiça Federal.

O projeto

O projeto “Fim dos Lixões” foi concebido em meados de 2018, quando a Procuradoria-Geral de Justiça se deparou com a iminência de ter que processar cerca de 90% dos prefeitos paraibanos por manterem lixões a céu aberto. A decisão, além de abarrotar ainda mais a Justiça, não garantiria que o problema fosse solucionado, somente a punição do gestor. Esperava-se que, a partir da assinatura de acordos de não-persecução penal, houvesse o efetivo cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) pelos municípios paraibanos.

A solução consensual consistiu no compromisso do gestor de não mais depositar os resíduos sólidos de suas cidades em lixões e do MP de não denunciá-lo por crime ambiental. Os gestores foram convocados por microrregiões. Dos 223 municípios paraibanos, 147 assinaram acordos com o MP. O Ministério Público está avaliando a situação de cada um. O projeto conta com a participação direta do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente, que elaborou e executou as ações do projeto junto com a PGJ, e de representantes da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e do Ministério Público Federal (MPF).

Prefeito ostentação de Lucena já gastou R$ 320 mil com aluguéis de carros de luxo; valor daria pra comprar 10 veículos populares

Socorro Gadelha sai de grupo de WhatsApp da PMJP e gera especulações sobre rompimento

Lançada por Luciano Cartaxo como pré-candidata à prefeita, Socorro Gadelha parece não ter gostado de ter sido preterida. Ela saiu do grupo que reúne secretários e não atende ligações. Nesta semana, à rádio Correio, Enivaldo Ribeiro disse que Cartaxo tinha passado rasteira em Socorro e Diego Tavares:

A imagem mostra Socorro Gadelha sendo adicionada ao grupo por uma pessoa homônima (mesmo nome), mas saindo em seguida.

Após aliança com Raniery, João Azevedo fecha com MDB de Patos; Nilvan pode ser o próximo

As alianças entre o partido do governador João Azevedo (Cidadania) e o MDB podem chegar a João Pessoa. Hoje, 31, o Cidadania selou aliança com o MDB de Patos, na semana passada foi com Raniery Paulino, em Guarabira. Nilvan Ferreira será o próximo? Tudo indica que sim, principalmente após o PV optar por Edilma Freire, nome rejeitado pelo governador.

Nas últimas semanas o comunicador tem aliviado no discurso contra o governo do estado. Pra bom entendedor…

MDB de Patos fecha apoio ao Governador e chapa encabeçada pelo deputado Érico terá esposa de Dinaldinho como vice

O governador João Azevedo (Cidadania) recebeu hoje pela amanhã o apoio do MDB de Patos, comandado pelo grupo do ex-prefeito Dinaldinho Wanderley e mais 10 vereadores e quatro partidos (PROS ,PSL ,PSC SOLIDARIEDADE). Todos apoiarão a candidatura do deputado do Cidadania, Érico Djan, tendo como vice a médica Mirna Wanderley, esposa do ex-prefeito Dinaldinho.

O deputado Érico disse que estava muito feliz com a aliança em prol da cidade de Patos e também pelo apoio dos vereadores e dos partidos ao Governo de João Azevedo, “que tem trazido diversos benefícios ao sertão paraibano, principalmente na área de saúde nesse difícil momento provocado pela pandemia do coronárias “.

O presidente estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, esteve presente na reunião e ressaltou a importância do apoio do grupo “que sempre teve a liderança firme do saudoso deputado Dinaldo Wanderley, com uma vasta folha de serviços prestados a Patos e toda a região das espinharas”.

“Trabalhamos com a premissa de que o nosso sistema precisa ser mais simples, justo e transparente” reforça Aguinaldo ao debater a Reforma Tributária

Ao lado do Presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, do Presidente da CNI, Robson Braga, do presidente da Abiplast e vice-presidente da Fiesp José Ricardo Roriz Coelho e do economista Celso Pastore, o deputado federal e relator da Reforma Tributária, Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) participou de mais um debate promovido pela Folha de São Paulo e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) que discutiu o custo Brasil e a Reforma Tributária.

Defendendo a implantação de um sistema tributário mais justo, transparente, simples e que dê segurança para o crescimento econômico do país, Aguinaldo reforçou a necessidade de aprovação da referida reforma.

O parlamentar destacou ainda o trabalho que vem sendo realizado na Comissão Mista para aprovar uma reforma ampla que promova, de fato, uma mudança estrutural para o país.

“Mais uma vez, ressaltei que trabalhamos com a premissa de que o nosso sistema precisa ser mais simples, justo e transparente. Assim, conseguiremos promover segurança jurídica para atrair investimentos e justiça social, tributando mais a renda que o consumo” declarou.

Aguinaldo ainda reforçou o quanto o sistema tributário brasileiro da atualidade é bastante complexo e desta forma sobrecarrega os mais pobres e gera insegurança para as empresas. Com isso, a Reforma Tributária viria acabar com esses dois pontos negativos para o país.

“É unânime classificar o sistema tributário brasileiro como complexo. Este modelo sobrecarrega os mais pobres e gera insegurança para as empresas. A transparência é um dos pilares da Reforma Tributária. Queremos que todo cidadão saiba, de forma muito clara, cada centavo que sai do seu bolso em impostos” concluiu.