FIM DE GESTÃO: Lucena é destaque negativo mais uma vez na TV por descarte irregular do lixo hospitalar; confira o vídeo

Final de gestão é sempre assim, os prefeitos abandonam a cidade e os problemas e o lixo se acumulam. Há quase 8 anos no poder e agora tentando eleger um sobrinho, o prefeito Marcelo Monteiro vem sendo criticado pelo descaso no final da gestão, que mais um vez foi notícia negativa na TV, agora por descarte irregular do lixo hospitalar:

 

PAGOU MICO: Em Bayeux, vice-prefeito anuncia candidatura à reeleição, mas é rejeitado na convenção e fica de fora da chapa

A cidade de Bayeux está contando os segundos para se livrar de Adriano Martins, vice-prefeito eleito de forma indireta ao lado de Fofinha. Adriano passou 4 anos fazendo uma política baixa e infernizando os bastidores da política local. E nos últimos anos do mandato se aliou a Berg Lima, evitando a sua cassação diversas vezes.

Vereador menos votado na eleição de 2016, com apenas 500 votos, Adriano entrou para a história da cidade como um dos políticos mais baixo, agressivo e contraditório de Bayeux. No vídeo a seguir, Adriano esculhamba com a então vereadora Luciene Fofinha. Mas dias depois estavam aliados. O mesmo aconteceu com Berg Lima, ao qual Adriano chamava de ladrão.

 

No dia da convenção, Adriano Martins se autoproclamou candidato a vice-prefeito, até chegou a comemorar como se tivesse feito um gol em final de campeonato, mas não foi anunciado como vice, sendo trocado por capitão Clecitoni. Um mico do tamanho do mundo:

 

 

Bayeux está livre de Adriano Martins, mas o azar da cidade vai passar para Caldas Brandão, onde a sua esposa vai disputar a prefeitura. Ou seja, Caldas Brandão pode ser administrada por um ex-vereador de Bayeux.

 

 

Nenhum petista aceita ser vice do ex-presidiário Ricardo Coutinho e PSB registra chapa pura

O autocrata Ricardo Coutinho conseguiu uma intervenção nacional no PT, mas sua postura antidemocrática só contribuiu para aumentar ainda mais a sua rejeição, mas desta vez no campo progressistas, nas esquerdas. Filiados do PT e PCdoB rejeitaram o Mago e estão indignados com o desrespeito à autonomia do PT de João Pessoa.

A alternativa do nosso Sérgio Cabral foi registrar uma chapa puro-sangue com a ex-vereadora Paula Frassinete na vice. O Mago vai acabar só e sozinho…

Ruy, Raoni, Anísio e Nilvan vencem debate da TV Arapuan; Edilma mostrou conteúdo, mas errou na forma

O primeiro debate entre os candidatos a prefeito de João Pessoa, realizado pela TV Arapuan, foi muito bem organizado, como se diz no popular, ‘padrão Globo’. O ponto negativo do debate foi a quantidade de participantes, que criou lapsos no embate entre as candidaturas que realmente disputam de fato. Mas em relação a isso não há o que se fazer. A condução do jornalista Luis Torres também é merecedora de aplausos.

Os mais eloquentes foram Ruy Carneiro (PSDB), Raoni Mendes (DEM), Nilvan Ferreira (MDB) e Anísio Maia. Edilma Freira (PV), candidata de Cartaxo, mostrou domínio no conteúdo, fez uma boa apresentação inicial, mas errou na forma acelerada e pouco eloquente do discurso no decorrer do debate. Também titubeou algumas vezes ao defender a gestão e comeu alguns plurais.

Ruy mostrou boa presença de TV, persuasão e domínio de vários temas, principalmente da saúde, quando resgatou seu trabalho pelo hospital Napoleão Laureano e propôs um mutirão para zerar as filas de exames e cirurgias. Foi um dos poucos a respeitar o cronômetro e conseguiu passar uma imagem de confiança.

Raoni também foi muito eloquente, mostrou conteúdo e não vacilou na hora de apresentar suas ideias e criticar a gestão municipal, principalmente a obra da Lagoa, mas estava sisudo demais e pode ter passado uma imagem antipática ao eleitor.

Comunicador experiente, Nilvan Ferreira fez o dever de casa, mas poderia ter sido mais objetivo em algumas respostas e na apresentação inicial. Mas mostrou que tem conteúdo e foi bem persuasivo ao apresentar suas propostas e se apresentar como um candidato das comunidades.

A dicção não ajudou Wallber Virgolino, mas se saiu bem no tema corrupção e na defesa dos empresários prejudicados pela pandemia. Foi incisivo ao criticar o ‘toma lá, dá cá’ na política, mas escorregou feio e ao tentar expressar que ‘o combate à corrupção tem que ser praticado, não apenas falado’. O delegado disse: “a corrupção tem que ser praticada, não apenas falada”. Torço para que não tenha sido um ato falho, um lapso freudiano.

Fundador do PT e militante em várias frentes desde a Revolução de 30, Anísio Maia foi meio duro na sua apresentação, mas logo se soltou e fez um discurso resgatando os feitos da era Lula, e foi quem melhor se expressou na linguagem do povão, propondo uma gestão popular e voltada ao trabalhador.

Mais experiente em debates, Cícero se saiu bem, mas não empolgou. Seu legado é antigo e não foi fácil resgatá-lo, focou muito no lixão do Róger e vacilou na hora de se defender das críticas sobre a política habitacional das suas gestões.

O candidato do PSOL, Pablo Honorato, foi o pior de todos. Não tirou a máscara na hora de falar e apresentou um discurso panfletário, com conteúdo restrito e muito confuso. Deu até saudades de Tárcio Pessoa.

Vereador por vários mandatos, João Almeida fez um bom debate, mas errou ao chamar Edilma Freire para debater educação, uma área bem avaliada e que ela domina bem.

No geral, o debate foi péssimo para a gestão do prefeito Luciano Cartaxo, que apanhou de todos os lados. O que já era esperado, pois estavam presentes 9 candidatos da oposição.

Ricardo Coutinho foi escanteado e a Operação Calvário mal foi mencionada.

Os ‘esqueletos’ dos candidatos também não foram tirados do armário. Ainda não.