PV trabalha por terceira via e frustra planos de Cartaxo na PB

Recentemente em entrevista à rádio Correio, o ex-prefeito Luciano Cartaxo parecia um militante socialista e tentou se apresentar como líder do campo progressista na Paraíba. Na verdade, Cartaxo queria colar sua imagem no presidente Lula, que está em alta após a anulação da condenação.

Porém, o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, defendeu nesta sexta, 04, a construção de uma terceira via para a disputa presidencial:

“As coisas vão se afunilando e nós precisamos furiosamente de uma terceira via. Os partidos precisam fazer alguns movimentos, precisam, primeiro, de uma união em defesa das eleições e da democracia.”

Na realidade, o PV deve apoiar Ciro Gomes ou o candidato do PSDB.

Com 1083 funcionários ativos, prefeitura de Lucena não tem repartição pública para comportar nem a metade deste contingente

Se juntar todos os 1.083 funcionários concursados, contratados e comissionados de Lucena, eles terão que dar expediente no meio da rua, pois a prefeitura não tem espaço nem para metade deste contingente. Ao aumentar a folha de pessoal em 58%, inclusive com forasteiros, o prefeito Leo Preguiça está passando recibo, e em poucas semanas a bomba vai estourar.

O cabide de empregos de Leo Preguiça hoje custa mais de R$ 1 milhão por mês. O valor supera a folha de pagamento dos servidores efetivos.

Com apenas 13 mil habitantes e, fazendo um paralelo com João Pessoa, é como se a Capital tivesse mais de 70 mil funcionários. Mas na realidade tem menos da metade.

Sem recursos, a cidade continua entregue ao caos e sem nenhuma obra prometida na campanha.

Forasteiros abocanham empregos na gestão de Leo Preguiça em Lucena

 

VÍDEO: Com cenas fortes, campanha educativa da PMCG eleva o tom contra os negligentes e indiferentes às regras básicas de prevenção à covid

A prefeitura de Campina Grande mantém no ar a contundente campanha “Arrependimento Não Mata. Covid, Sim”, que chama a atenção da população contra os riscos de contaminação pelo novo coronavírus. O mais novo vídeo, exibido na mídia televisiva e nas redes sociais do Município, evidencia em cenas fortes, os momentos finais de um homem que insistiu em não seguir as regras sanitárias mais básicas de prevenção ao vírus.

– Algumas imagens são chocantes, mas infelizmente o momento nos impõe ser mais agressivos na mensagem, que tem um público alvo: os negligentes ou os indiferentes às recomendações básicas sanitárias e que, pior de tudo, tornam-se potenciais transmissores do vírus”, justifica o jornalista Marcos Alfredo, coordenador de Comunicação da prefeitura de Campina Grande.

O primeiro vídeo, lançado há algumas semanas, relata a história de um jovem que vai à balada, como se não houvesse uma pandemia. Termina infectando a mãe, que morre por covid.

O segundo vídeo já tem como personagem um senhor de meia idade, que vai ao bar, sem máscara e sem a precaução do álcool em gel. É contaminado, internado e chega à fase crítica da intubação e termina morrendo.

A campanha, naturalmente, tem um “gatilho de esperança”, alerta Marcos Alfredo, ao  projetar um desfecho positivo nas duas histórias, fazendo uso do recurso de “rewind”: há um retorno das imagens até àquele momento em que a pessoa pode tomar uma decisão de foro íntimo entre se precaver ou negligenciar as regras. A máscara é o símbolo escolhido para esta mensagem.

– Nossa campanha educativa é mais um forte sinal de comprometimento da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima com o firme enfrentamento à covid e sua disposição de usar todas as armas possíveis ao alcance do Município para conscientizar as pessoas. E o recado vem sendo dado – conclui Marcos Alfredo.

Se ainda não assistiu aos vídeos, dê uma checada nas nossas redes sociais:

Vídeo 1

https://www.instagram.com/p/CMSpkJeBDYa/?utm_medium=copy_link

Vídeo 2

https://www.instagram.com/p/CPsvjbUBewo/?utm_medium=copy_link

Codecom

Atenção gestores, TCE está mais inflexível e criterioso

Perdi as contas de quantas vezes critiquei o TCE aqui, chamando-o de Tribunal de ‘Faz de Contas’. Mas precisamos reconhecer que após o afastamento de conselheiros na Operação Calvário, o tribunal está mais criterioso, inflexível e menos benevolente com as ilegalidades cometidas aos montes pelos gestores públicos.

Ao reprovar duas contas do ex-presidiário Ricardo Coutinho e uma de Luciano Cartaxo, o TCE finalmente começa a tratar todos os gestores com isonomia, diferente de um passado recente, quando o chicote só estalava no espinhaço dos prefeitinhos do interior.

TCE reprova mais uma conta de Ricardo Coutinho; quando é que Adriano Galdino vai pautar o julgamento na ALPB?

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) reprovou por unanimidade nesta sexta-feira (04), as contas do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, referentes ao ano de 2017, por diversas irregularidades. Agora já são dois pareceres do tribunal pela reprovação das contas. E a pergunta que não quer calar: quando é que o presidente Adriano Galdino vai pautar o julgamento na ALPB?

Os principais problemas encontrados, que já haviam sido apontados em parecer do Ministério Público de Contas, são: persistência injustificada de codificados na estrutura administrativa do Estado, contingenciamento financeiro imposto a alguns Poderes e órgãos sem a observância da Lei de Diretrizes Orçamentárias, republicação irregular de decretos de abertura de créditos adicionais, abertura de crédito especial sem autorização legal, não aplicação do índice legal mínimo de 60% do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) na remuneração dos profissionais do magistério, não aplicação do índice constitucional mínimo de 12% da receita de impostos e transferências nas ações e serviços públicos de saúde, ultrapassagem do limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal para as despesas com pessoal do Poder Executivo.

O relator Antônio Gomes Vieira Filho votou pela reprovação das contas e apontou indícios de improbidade administrativa nas contas do ex-gestor. Por isso pediu o envio dos autos ao Ministério Público para que isso seja avaliado. Já as contas da vice-governadora, Lígia Feliciano, que em 2027 assumiu o governo por três dias, foram aprovadas.

”Me acosto ao parecer ministerial pela emissão e remessa à augusta Casa de Epitácio Pessoa parecer contrário a aprovação de suas contas”, disse. Antônio Gomes também pediu aplicação de multa no valor de R$ 5 mil, e ordenou a remessa para a Receita Federal das evidências relativas ao não recolhimento de previdência. Além disso, ele determinou que uma cópia dos autos seja enviada ao atual governador da Paraíba, João Azevêdo, para garantir que as falhas encontradas não venham a se repetir.

O conselheiro Nominando Diniz acompanhou integralmente o voto do relator, mas comentou que acredita que a questão da aplicação do Fundeb ainda pode ser esclarecida pelo advogado de Ricardo Coutinho, Felipe Gomes, que apresentou a defesa do ex-gestor na sessão.
O conselheiro André Carlo Torres Pontes e o conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo também acompanharam o voto do relator

O conselheiro Arnóbio Viana se declarou impedido de participar do julgamento. Dessa forma, a mesa foi composta pelo relator Antônio Gomes Vieira Filho, Nominando Diniz, André Carlo Torres Pontes e o presidente do TCE-PB, Fernando Catão, além dos conselheiros substitutos, Oscar Mamede e Renato Sérgio. Participou também o procurador geral do Ministério Público de Contas, Manoel Antônio dos Santos