VIDEO: radialista diz que Leo Preguiça passa mais de uma semana sem atender ligação de secretários

O prefeito mais preguiçoso da história de Lucena não trabalha nem deixa o secretariado trabalhar. A informação é do radialista Gutemberg Cardoso, que há anos possui residência na cidade. “Como é que pode um prefeito que não atende a ligação dos seus secretários e do povo? Ele passa semanas sem atender ninguém”, afirmou o radialista.

 

 

Julian comenta discórdia entre Bolsonaro e o mensaleiro Waldemar Costa Neto: “Por onde passa deixa terra arrasada”

O deputado federal paraibano Julian Lemos (PSL) utilizou as redes sociais nesse fim de semana para comentar a troca de mensagens entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL, que ocasionou o adiamento da filiação do presidente ao Partido Liberal. Segundo o site ‘O Antagonista’, até um ‘VTNC’, de Costa para Bolsonaro, surgiu nas mensagens.

Segundo Julian, Bolsonaro “quis fazer com o PL e com Valdemar da Costa Neto o que fez com Bivar e com o PSL”. “Jair Bolsonaro não tem respeito nem consideração por ninguém, porém alguns querem apenas o respeito, porém ele não sabe o que seja isso. Só quem sabe é quem conviveu de perto”, iniciou.

“Jair Bolsonaro traz com ele o caos e a discórdia. Por [onde] passa deixa terra arrasada, Patriota, PSL, PTB sem nem entrar, e enganou o Valdemar que espantosamente acreditou nele. Jair Bolsonaro não sabe o que é cordialidade e muito menos palavra e gratidão, eu sei o que digo”, continuou o paraibano.

Em seguida, ‘desafiou’ o presidente: “Gostaria de 10 minutos na frente de Jair Bolsonaro para dizer a ele umas verdades que só nós sabemos. Lhe dizer o quanto é sem palavra, enganador e perverso. O quanto enganou o povo brasileiro. Diante de tudo que tenho visto, não tenho outro nome, a não ser chamá-lo de mentiroso”, emendou.

“Ponham uma coisa na cabeça de vocês, manda ‘TNC’ quem pode. O PL não precisa de Jair Bolsonaro para nada, zero! Mas Jair Bolsonaro precisa e muito do PL e PP, ele está nas mãos dos caras. Agora vejam bem, que moral um Presidente da República que recebe um soco moral desses?”, questionou.

No fim, Julian termina a série de mensagens dizendo que “errar é humano, permanecer no erro é tolice. Só quem tem ideia fixa é doido”.

Valdemar teria recusado e dito: “Você pode ser presidente da República, mas quem manda no PL sou eu”. Bolsonaro então teria mandado o presidente do PL para aquele lugar, e recebido de Valdemar resposta semelhante: “VTNC você e seus filhos”. As mensagens fizeram que a filiação, inicialmente marcada para o próximo dia 22, fosse adiada, sem uma nova data para acontecer.

Esposa de Leo Preguiça faz mega compra de canetas, clips e cadernos ao custo de R$ 41 mil

A pequenina Lucena, com apenas 12 mil habitantes, continua surpreendendo com suas compras exorbitantes. A secretaria de Assistência Social, comandada pela primeira-dama, Andreia Karla, e pela irmã do prefeito Leo Preguiça, Luciana Bandeira, comprou mais de R$ 41 mil em canetas, clips, calculadora, caderno brochura e apontador, conforme o site do Tribunal de Contas do Estado.

De acordo com o empenho no Sagres, a compra foi realizada para atender a demanda da própria secretaria, ou seja, material de expediente. O mais curioso é que a secretaria tem apenas 45 funcionários, dois quais nem a metade aparece para trabalhar.

A família Bandeira está dando bandeira demais!

Há poucas semanas, o blog noticiou que a secretaria de Saúde comprou 5 mil testes (quase a metade da população) no momento em que a vacinação já avançava nas cidades.

A prefeitura pagou R$ 47 reais por teste. O valor é considerado supertaturado, de acordo com a operação Select, do Ministério Público Federal. Na ocasião, foram constatadas que sete prefeituras da Paraíba compraram kits de detecção de covid-19 que custavam R$ 25 por R$ 115.

Enquanto isso, o Ministério Público continua fingindo que Lucena não existe.

Em nota ao blog, Raoni Vita confirma que foi auxiliar de prefeito preso com dinheiro na cueca, mas critica criminalização da advocacia

Em contato com o blog, a assessoria de Raoni Vita, candidato à presidência da OAB, confirmou que ele atuou como auxiliar do ex-prefeito de Bayeux, Berg Lima, que foi preso em flagrante com dinheiro na cueca, mas reassumiu a gestão no dia 19 de dezembro de 2018. No dia 20, Berg Lima nomeou Raoni Vita para a procuradoria do município. Confira a nota:

O candidato de oposição nas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Raoni Vita, esclareceu que atuou na Procuradoria Geral do Município de Bayeux por apenas 20 dias, menos de um mês, no início de 2019, e que pediu exoneração após montar a estrutura de gestão do órgão.

Raoni aproveitou para criticar a tentativa de, mais uma vez, criminalizar a atividade advocatícia, com a associação da atuação profissional aos atos de uma gestão.

“Lamento essa vertente. A advocacia não pode aceitar esse fantasma. Criminalizar o exercício profissional de advogados e advogadas que atuam seja em que área for, eleitoral, municipalista, criminalista é leviano. É contra essas posturas que a OAB precisa levantar a sua voz. Se posicionar e atuar com ações concretas para refutar esse tipo de discurso”, comentou.

Raoni esclareceu ainda que não se posiciona contra a participação de advogados em cargos de gestão pública, sobretudo em cargos que são privativos de advogados. Ele rechaçou a tentativa de distorção de seu discurso.

“O que tenho criticado são os que assumem um compromisso com a advocacia, que colocam seu nome a disposição da política da Ordem, mas que não cumprem com a missão para qual se propuseram a exercer. Abrem mão dela para se dedicar a um projeto meramente pessoal simultaneamente. Se não havia o compromisso com a advocacia, melhor não ter se disposto a participar do processo. Eu defendo honrar o compromisso assumido com nossa classe”, ressaltou.

Kiu nega o passado político para atacar adversários na eleição da OAB

A candidata à presidência da OAB/PB, Maria Cristina Santiago tem se valido do vitimismo para atacar os adversários nos debates.
No debate realizado pela TV Arapuan, na última segunda-feira, Kiu criticou o fato de Harrison Targino ter ocupado cargos de secretário de estado, mas  se “esqueceu” que ela própria ocupou cargos de assessoria nos governos dos parentes do seu ex-marido, Fabiano Moura de Moura, nas gestões de Ronaldo e Cássio Cunha Lima.

O fato pode ser conferido no próprio Currículo Lattes da advogada e em portarias fáceis de encontrar numa simples pesquisa na internet.

 

O lapso de memória da candidata é tamanho, que a faz esquecer que até um dia desses era uma fervorosa defensora da gestão de Paulo Maia.

Vazia em propostas e magoada por não ter sido escolhida candidata da situação, Kiu com K renega o próprio passado e aposta no baixo nível da campanha.

Candidato à presidência da OAB aceitou ser secretário de prefeito preso com dinheiro na cueca

Você aceitaria ser auxiliar de um político que foi preso em flagrante com dinheiro na cueca? Raoni Vita, candidato à presidência da OAB aceitou. Raoni ocupou o cargo de procurador da cidade de Bayeux na gestão do ex-presidiário Berg Lima. O fato do então prefeito ter sido preso em flagrante por corrupção não constrangeu em nada o candidato:

O mais curioso é que Raoni Vita tem combatido a politização na OAB, como se fosse crime candidatos terem relações políticas. Não é. Mas certamente é imoral o fato de um candidato à OAB aceitar ser auxiliar de um prefeito que envergonhou a Paraíba e foi manchete nacional.

O próprio currículo do candidato ajuda a desconstruir seu discurso antipolítico. Além da prefeitura de Bayeux, Raoni Vita já ocupou cargos de confiança nas prefeituras de João Pessoa, Riachão do Bacamarte, Barra de São Miguel e Conde.

E tudo bem. Com exceção do cargo na gestão do ex-presidiário Berg Lima, não há conflito ético ou moral em ocupar funções de confiança na política. Mas é muita hipocrisia criticar os demais concorrentes por aquilo que o próprio candidato pratica. Exigindo que os outros se comportem dentro de certos parâmetros de conduta moral que a própria pessoa não adota.