Vitória de Doria nas prévias do PSDB sela a sorte de Alckmin

Acabou o tormento de Geraldo Alckmin, por três vezes governador de São Paulo, e que não satisfeito, quer governar o Estado novamente. Ele lidera as pesquisas de intenção de voto.

Se perdesse, como perdeu para João Doria, Alckmin trocaria o PSDB pelo PSD de Gilberto Kassab para concorrer ao governo. É o que deverá fazer em breve. Nunca cogitou ser vice de Lula.

Mal não lhe fez que uma fatia do PT cogitasse. Alckmin ocupou espaço favorável na mídia. E ganhou alguma imunidade dentro do PT para enfrentar Fernando Haddad (PT) sem ser tão criticado.

Alckmin e Lula, em um eventual segundo turno para presidente e governador, poderão estar juntos. Vai depender se Lula chegar lá, e se seu adversário for Bolsonaro.

Ricardo Noblat

No Brasil de Bolsonaro, carro popular virou item de luxo

Nos aproximamos do quarto ano do governo Bolsonaro, e a realidade é muito diferente daquela fantasia defendida pelos fanáticos. Viver no Brasil de Bolsonaro está extremamente caro. Até a figura do carro popular deixou de existir, e hoje qualquer carroça com motor 1.0 custa R$ 60 mil.

A situação econômica no Brasil se deteriorou a ponto de a classe média não mais poder sonhar em comprar um carro – ainda que seja “popular”. É o Brasil de Bolsonaro!

Pesquisa no Chile aponta derrota da extrema-direita com folga

Após a realização do primeiro turno da eleição presidencial chilena, no qual os mais votados foram o candidato do Aprovar Dignidade, Gabriel Boric, e o candidato do Partido Republicano, José Antonio Kast, da extrema direita, a Pesquisa Pulso Ciudadano divulgou neste domingo (28) o primeiro levantamento sobre o segundo turno, que será realizado em 19 de dezembro.

Boric aparece com 40,4% das intenções de voto enquanto Kast aparece com 24,5%.

Dos entrevistados, 15,6% afirmaram não saber em quem irão votar, 12,8% disseram que não votarão e 6,9% que votarão nulo.

 

Em live com líderes evangélicos, Lula lembra que governou para todos e critica instrumentalização da fé

Em encontro virtual com representantes de comunidades evangélicas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, neste sábado (27), que seu governo teve uma extraordinária relação com todas as igrejas e governou para todos, sem distinção de religião, credo ou etnia. “Quando fui presidente, não queria governar para um pastor, eu queria governar para o povo. Tive uma extraordinária relação com todas as igrejas e governei para todo mundo”, disse Lula. Ele acrescentou que  em seu governo “nós provamos que o Brasil tem jeito, a religião pode ser feita com muita verdade e ninguém precisa utilizar da boa-fé dos outros, porque a fé é uma coisa sagrada”.

No encontro virtual, estavam ao lado de Lula a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, e da ex-governadora do Rio de Janeiro Benedita da Silva, evangélica, segundo informações do site do ex-presidente.

Logo no seu primeiro ano de governo, em 2003, Lula sancionou lei que incluiu as entidades religiosas como pessoas jurídicas de direito privado no Código Civil, abrindo espaço para a liberdade de culto. ”Precisamos defender o Estado laico e cada religião deve se organizar o jeito que quiser, por isso fizemos a reforma do Código Civil, para abrir a liberdade de culto”.

“O que nós provamos foi que o Brasil tem jeito, a religião pode ser feita com muita verdade e ninguém precisa utilizar da boa-fé dos outros, porque a fé uma coisa sagrada. Tenho fé em Deus que a gente pode consertar esse país, podemos fazer a economia voltar a crescer, voltar a gerar emprego formal, cuidar do meio ambiente. Não podemos perder a fé do povo”, disse o ex-presidente, lembrado que, no seu governo, o Brasil chegou a ser a sexta maior economia do mundo, mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada foram criados. O retrocesso, a partir do golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, ocorreu em grande parte por preconceito, já que os pobre passaram a viver com mais conforto, a viajar e a ocupar as universidades.  Com o retrocesso, hoje 19 milhões de brasileiros passam fome diariamente.

Ao recordar sua trajetória, que saiu da miséria, no Nordeste, tornou-se metalúrgico, sindicalista, fundou o maior partido político do país e tornou o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula disse ver a mão de Deus no seu caminho.  “Eu, que jamais tinha pensado em política, termino fundando um partido e viro presidente da República. Eu fico creditando tudo isso a mão de Deus”, disse, afirmando que seu maior feito foi a inclusão social. “Muitos de vocês participaram do sucesso da redução da desigualdade no meu governo, porque o sucesso depende a participação do povo. A coisa que eu tinha mais orgulho era saber que os jovens da periferia deste país estavam mudando de vida e entrando para a universidade. Já provamos que podemos construir um país melhor”.

Em Lucena, Leo Preguiça comemora pintura de praça nas redes sociais e é criticado por internautas: “prefeito, tenha vergonha”

Quem mais faz oposição a Leo Preguiça é ele próprio. O prefeito de Lucena teve coragem de ir às redes sociais comemorar a pintura de uma praça e chamá-la de reforma. A ‘grandiosa obra’ da gestão foi realizada em um dia e não deve ter custado 500 reais em tintas.

É a gestao mais medíocre da história de Lucena. Há poucos semanas, divulgaram vagas do programa estadual Empreender-PB como se fosse uma ação da prefeitura.

Os internautas não perdoaram e criticaram o prefeito na postagem:

ESPOSA, IRMÃS, MADRASTA E CUNHADO: Família do prefeito de Lucena custa quase R$ 30 mil por mês aos cofres públicos da cidade