6 MESES DE BERG LIMA: Muita conversa fiada, muita selfie, mas nada de trabalho

Diferente dos prefeitos de João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo e Conde, Berg Lima ainda não conseguiu impôr a sua marca na gestão. Muito pelo contrário, entrou com uma imagem muito boa advinda na campanha eleitoral, mas ganhou fama de preguiçoso e mentiroso ao prometer reduzir o próprio salário e dos secretários, mas não o fez.

Berg Lima prometeu uma nova cidade, mas não tem competência para trocar simples lâmpadas e deixa o município no escuro. A situação é tão grava que na Bayeux de Berg Lima falta até medidor de pressão nos PSF’s, medicamentos então, nem se fala.

Na primeira semana de governo o prefeito deu uma amostra do que não teria em sua gestão: atitude! Pois foi logo mandando fechar a UPA e depois de dois dias a reabriu. Quem tem atitude fecha um importante equipamento de saúde ou assume uma postura proativa e resolve o problema?

Pois é, atitude é aquilo que Berg Lima menos tem.

O discurso falacioso não cola mais e a rede social se virou contra o prefeito que está mais preocupado com o blazer novo do dia do que em resolver os muitos problemas da cidade. Sua vaidade incontrolável já lhe rendeu o primeiro apelido: Selfie Lima.

O que antes era praticamento unanimidade, hoje virou uma arena de críticas e xingamentos. E muita declaração arrependida de voto, claro:

Berg prometeu uma cidade decente, mas está conseguindo acabar com o que restava de moralidade na prefeitura de Bayeux. Supersalários, famílias inteiras na folha de pagamento, nepotismo, nepotismo cruzado, inchaço na folha, servidores fantasmas, etc. Tudo o que Berg Lima tanto criticou, mas ao assumir o poder fez pior, e hoje Bayeux tem mais “apadrinhados” que na gestão de Expedito.

Como disse o ex-vice-prefeito Doutor Francisco, Berg Lima é uma cópia de Expedito Pereira.

Mas uma cópia piorada.

Como peixe, Berg Lima morre pela boca e sua gestão virou um festival de contradições. Berg denunciava o superfaturamento na coleta de lixo da gestão de Expedito, chegando a pedir CPI, mas manteve a mesma empresa do lixo em sua gestão.

Acho que ele foi “convencido”.

E não só a empresa de lixo. Outras cinco empresas que forneciam serviços para a gestão foram mantidas, ressaltando uma característica ainda desconhecida do “garoto da atitude”, o oportunismo.

Outro erro de Berg foi se render ao vereadores e esquecer quem o elegeu: o povo. Hoje Berg mantém uma base “aliada” cara e estabeleceu a seguinte divisão de cargos para cada nível de aliado: 20, 30 e 50. Parece propaganda da Casa Pio, mas não é. São as categorias de cargos distribuídos ao vereadores.

O episódio do presídio serviu para mostrar que Berg Lima tem pouco discernimento. Não mediu os efeitos negativos de um equipamento público que não se sustenta mais em regiões metropolitanas. Mas como ainda não tinha feito nada de relevante por Bayeux, pensou que o presídio seria a “redenção” da sua fracassada gestão.

Até enquete fraudaram, o que é muito grave e mostra do que essa gestão é capaz. Mandou meninos de recado defender o seu presídio de estimação nas redes sociais. Mas depois, de forma oportunista, voltou atrás e disse que era contra. Nem atitude pra botar a “cara a tapa” o garoto da atitude teve.

Lamentável.

Mais perdido que cego em tiroteio, Berg já trocou seis secretários em apenas seis meses. Um recorde na Paraíba! O último a sair, o empresário Ramon Acioli, denunciou na tribuna da Câmara um esquema de corrupção que envolve contratação de funcionários fantasmas e compras suspeitas na secretaria conhecida como “secreta”.

O Ministério Público já está investigando.

Resumindo, Berg Lima é uma farsa e vai custar caro para Bayeux. Nunca teve projeto político, seu projeto é pessoal e familiar.

Nasceu um novo Reginaldo Pereira.

E seu mandato não vai durar 4 anos…

Vídeo de Ricardo Coutinho rasgando elogios a Temer viraliza nas redes sociais

O oportunismo é marca registrada do governador Ricardo Coutinho. Em 2010 colocava o senador Cássio Cunha Lima num pedestal, para depois, em 2014, demonizá-lo. Com o ex-governador José Maranhão a mesma coisa; criticou e fez dura oposição de 1998 a 2002, rasgou elogios em 2004 (pra virar prefeito de JP), voltou a criticar em 2010, e no ano de 2014 (pra se reeleger) Maranhão já prestava de novo.

E com Luciano Cartaxo não foi diferente.

Para cada liderança política Ricardo Coutinho tem dois discursos prontos. Qual usar vai depender do lado escolhido, pois para RC só presta quem em seu palanque está.

Amanhã Cássio pode virar um santo nos discursos de Ricardo. E nem vermelho ele ficaria.

O vídeo do governador rasgando elogios ao golpista Michel Temer não me espanta, mas tem corrido as redes sociais como rastilho de pólvora.

 

Não levem Pâmela Bório a sério; ela é uma narcisista viciada em mídia

Seria muito cômodo criticar o governador Ricardo Coutinho e defender a ex-primeira-dama Pâmela Bório. Todos sabem que não nutro simpatia alguma pelo governador, o que pode ser percebido nos textos publicados no Polítika, no antigo Blog do Kardec e nas colunas que tive no MaisPB e PBagora.

Mas eu conheço a peça.

Pâmela é uma narcisista viciada em si mesma. Sente a constante necessidade de aparecer e faz do seu antigo título de primeira-dama um eterno holofote. Coisa que nenhuma ex-primeira-dama jamais fez. Ela é a exceção!

E como ex é pra sempre, vamos ter que aturá-la por muito tempo.

Hoje se faz de vítima e critica o poder do Estado, mas num passado não muito distante, quando estava “por cima da carne seca”, Pâmela não poupou esforços para humilhar jornalistas e “pedir a cabeça” de alguns, como revela matéria à época:

Dias após o ocorrido, um grupo de jornalista foi a OAB denunciar a perseguição da inquisidora:

Eu também já fui vítima da dita cuja quando fiz uma matéria sobre um áudio que ela mesmo divulgou de uma briga com RC, na eleição de 2014. Além de ganhar o processo, ainda vi Pâmela levar um carão do juiz quando a mesma tentou rodar a baiana dentro do Fórum Cível.

Hoje ela defende a liberdade de expressão e criticou a Justiça quando a proibiu de mencionar o governador nas redes sociais. Mas no meu processo Pâmela propôs ao Juiz que eu me retratasse com um texto redigido por ela (acreditem!) e ficasse proibido de mencioná-la futuramente.

Avessa à discrição, em poucos anos Pâmela protagonizou cenas tipicas de O Bem Amado e comprou briga com quem lhe interessava, ou melhor, interessava o “ex-maridão”. Já brigou com Roseana Meira, o saudoso Luciano Agra, Nonato Bandeira e sua esposa, entre outras dúzias…

Chegou ao ridículo de criticar os deputados que votaram contra o seu título de cidadã paraibana apresentado na Assembleia Legislativa:

DONA ENCRENCA

Mulher do governador paraibano Ricardo Coutinho (PSB), Pâmela Bório chamou de “covardes, aristocratas retrógrados, representantes do clientelismo”, no Twitter, os deputados que tiveram a ousadia de votar contra seu título de cidadã paraibana.

Por último, mas não menos importante, Pâmela já insinuou muita coisa do governador Ricardo Coutinho, porém, nunca apresentou uma única prova. Ou é incompetente por não ter juntado nada ou está mentindo.

Como minha memória não é muito boa, devo ter lembrado de apenas 10% dos fatos relacionados à ex-primeira-dama.

Em resumo, ela é a versão feminina de Ricardo Coutinho, mas sem poder.

A história não me deixa mentir; Pâmela Bório não deve ser levada a sério…

FANTASMAS EM BAYEUX: Léo Micena propõe ponto eletrônico para moralizar gestão Berg Lima

O ex-candidato a prefeito de Bayeux, Léo Micena, teve uma boa ideia para moralizar a gestão e caçar os fantasmas que tomaram conta da prefeitura; adotar o ponto eletrônico para todos os funcionários concursados ou não.

Será que o prefeito topa?

Para Micena, quando se pensa em governo Berg logo se vem à cabeça ´fantasma´. Segundo ele, motivado pelas dezenas de denúncias que tem acometido a gestão dando conta de um número excessivo de supostos funcionários fantasmas, contratos fantasmas, aluguéis fantasmas e até veículos fantasmas.

“Nós mesmos protocolamos em maio a primeira denúncia contra o governo municipal no Ministério Público para que a promotoria do patrimônio público possa apurar o inchaço na folha de pagamento e supostos funcionários fantasmas na gestão Berg Lima”, afirmou Léo Micena que acrescentou:

“Em 6 meses o sentimento que toma conta do bayeuxense é o de decepção. Literalmente não há uma obra de vergonha de autoria desse governo para mostrar ao povo. O que temos é marajás, supersalários, a batalha do presídio vencida pelo povo, uma enxurrada de parentes do prefeito no governo, licitações milionárias. A maior marca do Berg é o ´prefeito fantasma´.

Léo disse ainda que essa gestão precisa ser moralizada porque está sem controle e sem rumo administrativo.

Polítika com Blog do Anderson Soares

TENSÃO EM BAYEUX: Berg Lima teria chamado seu próprio secretariado de QUADRILHA

A situação na gestão do prefeito Berg Lima está de vaca desconhecer bezerro. Uma fonte confidenciou ao Polítika que, durante uma reunião, Berg Lima chamou os seus próprios secretários de quadrilha.

E não foi quadrilha de São João!

Berg estava furioso com o desgaste causado pelas denúncias que explodiram na primeira quinzena de junho e não poupou nem seus melhores amigos.

A coisa ta feia em Bayeux.

Com a palavra o prefeito Berg Lima…

NO BRASIL, CORRUPTOS JULGAM CORRUPTOS, DIZ WASHINGTON POST

O Washington Post, principal jornal político dos Estados Unidos, destacou nesta quinta-feira, 29, a denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer, feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A peça foi lida nesta tarde no plenário da Câmara dos Deputados, a quem caberá decidir no voto, se aceitar ou recusa abertura de ação penal.

“A Câmara de Deputados do Brasil, repleta de parlamentares que enfrentam suas próprias denúncias de corrupção, agora deve decidir se autoriza o julgamento do presidente no Supremo Tribunal Federal”, diz o jornal americano.

“É corrupto julgar o corrupto”, disse David Fleischer, especialista em política brasileira e professor da Universidade de Brasília, ouvido na reportagem.

O Washington Post destaca que enquanto os aliados de Temer dizem que ele pode reunir os 172 votos necessários para barrar a denúncia, sua base pode quebrar à medida que surgem novas acusações. Janot deverá enviar à Câmara mais duas denúncias contra Temer, por organização criminosa e obstrução da Justiça. “Se isso derrubar por quatro ou cinco meses, podemos ver muitas novas acusações. Ele vai acumular e adicionar gasolina ao fogo”, disse Fleischer.

Fabiano Gomes chama Pâmela Bório de barraqueira e diz que ela envergonha as famílias paraibanas

Em sua coluna no Blog do Gordinho, Fabiano Gomes pegou pesado com a ex-primeira-dama Pâmela Bório no caso do recente vazamento de fotos nuas:

”Tudo na vida é uma questão de estilo. A desembargadora Fátima Bezerra é ex-primeira dama da Paraíba. A paisagista Sílvia Almeida também é ex-primeira dama. Assim como Dona Fátima Paulino. A historiadora Glauce Burity idem. O mesmo para Mabel Mariz, Glória Cunha Lima, Lúcia Braga. Citei apenas as que ainda estão vivas para lembrar que nenhuma delas, em tempo algum, ocupou tanto a mídia, a Justiça e a paciência dos paraibanos com problemas pessoais, do casal, de suas intimidades e de suas próprias famílias. E nem armaram barraco umas três vezes por ano para se manter na mídia. Ah, ia esquecendo: e nenhuma tirou foto nua em frente ao espelho para envergonhar as famílias paraibanas.”

Berg Lima é acusado de alugar caminhão fantasma que já é locado em outro estado

Circula nas redes sociais mais uma das dezenas denuncias que envolvem a atrapalhada gestão do prefeito Berg Lima. Agora se trata da locação de um caminhão fantasma, como confirma um empenho no site do Tribunal de Contas do Estado.

O denunciante fez questão de frisar o fato de que por “coincidência”, existe um caminhão com esta mesma placa em circulação no interior do Rio Grande do Norte. Além do caminhão munck, também existe a locação de dois veículos do tipo F-4000, porém informações iniciais dão conta de que apenas um veículo deste modelo é utilizado pela prefeitura.

Politika com BayeuxPB

DILMA DIZ QUE BRASIL É DIRIGIDO DA CADEIA E COBRA ANULAÇÃO DO GOLPE

A presidente legítima Dilma Rousseff voltou a se manifestar nas redes sociais nesta quinta-feira 29, desta vez para confirmar que a situação brasileira é mais esdrúxula do que simplesmente ter o primeiro ocupante da presidência denunciado por corrupção – no caso, Michel Temer.

Dilma lembrou, em sua conta no Twitter, o discurso feito ontem pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), quando entregou o cargo de líder do PMDB, e afirma que o Brasil, na verdade, é governado pelo presidiário Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que daria ordens em Temer da cadeia.

“Senador Renan Calheiros confirma o que sempre denunciamos: Eduardo Cunha levou a cabo o golpe para governar por trás de Temer, até da cadeia”, postou Dilma Rousseff. “Cabe ao STF julgar a flagrante ilegalidade do impeachment que propiciou o absurdo de termos um governo dirigido desde a cadeia”, acrescentou.

Leia mais na reportagem da Reuters sobre o discurso de Renan:

Renan diz que não tem vocação para “marionete” e deixa liderança do PMDB

BRASÍLIA (Reuters) – O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) renunciou nesta quarta-feira à liderança do PMDB na Casa, alegando não ter vocação para “marionete”, e afirmou que o presidente Michel Temer não tem credibilidade para conduzir as reformas trabalhista e da Previdência, que considera “exageradas” e “desproporcionais”, num discurso que buscou provocar mais desgaste ao governo.

Renan deixou o comando da bancada, majoritariamente favorável às reformas que o governo vem conduzindo –especialmente à trabalhista–, voltou a criticar o governo por ser “comandado” por Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, preso na operação Lava Jato, e recomendou que Temer renuncie.

“Devolvo agradecido aos meus pares o honroso cargos que me confiaram”, disse o senador.

“Ontem mesmo fiz questão de reiterar o que já havia dito em outro momento, não seria jamais líder de papel, nem estou disposto a liderar o PMDB atuando contra os trabalhadores e os Estados mais pobres da Federação”, acrescentou Renan.

Ao afirmar que a impossibilidade de senadores promoverem mudanças na reforma trabalhista para evitar que ela tenha que passar por uma nova votação na Câmara “degrada o bicameralismo”, Renan argumentou que não poderia permanecer na liderança sob a pena de “ceder” a um governo que trata o PMDB como um “departamento do Executivo”.

O senador sugeriu ainda que se instalou em seu partido um ambiente de “perseguição”, “intrigas” e “ameaças” contra quem “não reza a cartilha governamental”.

“Cabe-nos aceitar a situação ou reagir a ela”, disse o senador. “Não tenho a menor vocação para marionete”, afirmou.

“Sinceramente, não detesto Michel Temer. Não é verdade o que dizem, longe disso. Não tolero é a sua postura covarde diante do desmonte da consolidação do trabalho.”

Já há alguns meses Renan tem feito duras declarações contra as reformas e o governo, que chegaram a incomodar, levando o líder do governo no Senado e presidente do PMDB, Romero Jucá (RR), a colher apoio entre peemedebistas para tirar Renan do posto. Mas prevaleceu a avaliação, na ocasião, de que não valeria a pena criar um foco de desgaste com uma troca de liderança.

O cenário mudou na terça-feira, quando Jucá e Renan protagonizaram um bate-boca no plenário do Senado, iniciado quando o líder do PMDB afirmou que Temer não tinha “legitimidade” para propor reformas no momento que é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Renan disse ser um “erro” do presidente achar que poderia governar sob influência de um “presidiário” (Cunha), além de ameaçar que poderia trocar as indicações da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde deve ser votada nesta quarta-feira a reforma trabalhista. O senador acrescentou que se fosse para defender essa proposta, preferiria renunciar ao cargo.

Jucá, relator da reforma na CCJ, rebateu Renan, defendeu a aprovação do texto e disse que, ao contrário do que alegara o líder peemedebista, a proposta não retira direito dos trabalhadores. O governo tenta aprovar a reforma na comissão nesta quarta-feira a fim de dar um sinal de que não está fragilizado.

Em seguida, o líder do governo reuniu-se com Temer, de quem recebeu o aval para se movimentar pela troca da liderança.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)