Vice-prefeito do Conde declara apoio a Lucélio Cartaxo para governador e anuncia filiação ao PV

O vice-prefeito do Conde, Dr. Temístocles Filho anunciou neste sábado (31) apoio a Lucélio Cartaxo (PV), nome que vem ganhando força nas discussões sobre a disputa ao Governo do Estado. Durante o encontro, no Conde, Temíatocles e e seu irmão Tony Ribeiro assinaram ficha de filiação ao Partido Verde (PV).

“Lucélio representa o desejo da Paraíba de ver esse modelo de gestão que vem dando certo em João Pessoa chegar a todos os recantos do Estado. Ele já mostrou competência como gestor e foi aclamado mas urnas com mais de meio milhão de votos”, destacou.
Para o vice-prefeito Temístocles Filho, o nome de Lucélio Cartaxo representa um novo modelo de fazer política,
conforme vem sendo aplicado em João Pessoa, que foca na eficiência para apresentar resultados, mas que cuida, sobretudo, de melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Acompanharam o vice-prefeito no encontro com Lucélio Cartaxo os vereadores mais bem votados da história do Conde, Malba (Solidariedade) e Fernando Araújo (Avante), além do ex-vereador Muniz e outras lideranças, como Júnior do Mercadinho.

Dinaldinho avalisa Lucélio e diz que candidatura pode unir João Pessoa, Campina Grande e o Sertão

O prefeito de Patos, Dinaldo Wanderley Filho (PSDB), declarou, em entrevista à imprensa na quinta-feira (29), logo após participar de uma reunião da executiva do seu partido, que enxerga Lucélio Cartaxo (PV) como um excelente quadro a encabeçar a chapa majoritária das oposições nas eleições de outubro próximo.

O gestor patoense disse que o PSDB está bem alinhado com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, que preside o PV no estado, e disse acreditar que Lucélio pode representar bem a Paraíba através de uma parceria com Campina Grande e a região do sertão polarizada pela cidade de Patos. “É um nome novo e que pode ser o nosso candidato”, acentuou.

E arrematou: “eu tenho certeza que a oposição trará um plano de governo que possa solucionar grandes problemas que assolam o sertão, a exemplo da escassez de água, segurança e saúde”.

Patos Online

Romero “bate pino” e escolhe Ruy Carneiro como bode expiatório

Pegou mal a declaração do prefeito Romero Rodrigues culpando o presidente do PSDB, Ruy Carneiro, pela sua homérica “batida de pino”, como se diz popularmente. Segundo Romero, “Ruy Carneiro colocava minha esposa como vice todos os dias, eu me colocava como candidato a governador. De certa forma, as articulações de Ruy trouxeram certo desconforto para minha pré-candidatura nesse período”.

Se o critério adotado pelo bloco da oposição era o da intenção de voto nas pesquisas quantitativas, não era segredo para ninguém que Luciano Cartaxo liderava todas, e com folga. Logo, o natural seria a composição com Romero Rodrigues indicando um nome para a vice. Ou ele tentaria inverter o critério?

Mas como desculpa de amarelo é comer barro, Romero escolheu Ruy Carneiro como bode expiatório e tenta se eximir da culpa de ter sido o primeiro – antes mesmo de Maranhão – a trincar a unidade das oposições, culminando com a desistência de Luciano Cartaxo e fortalecimento da candidatura de João Azevedo.

Se Romero realmente tivesse vontade de disputar o governo, teria confirmado a intenção no mesmo dia que Cartaxo teve a coragem de renunciar a disputa, mas preferiu se esconder no silêncio.

A verdade é que Romero nunca quis ser candidato e prestou um desserviço à unidade que o senador Cássio Cunha Lima tenta construir desde 2016, inclusive com o sacrifício de Ruy Carneiro; que abriu mão da vaga de vice na chapa de Luciano Cartaxo para agregar Manoel Júnior e o PMDB.

A história não perdoa os covardes…

Cássio, Maranhão, Manoel Jr, Romero e Cartaxo: A união que tem tirado o sono de Ricardo Coutinho

O governador Ricardo Coutinho sabe que só passará a ter chances de fazer um sucessor em 2018, se a aliança representada por esta foto for dissolvida. E o simbolismo deste registro não é por acaso, traduz o entrosamento de uma aliança que nasceu em 2016, seguirá por 2018 e deve perdurar por um bom tempo.

O que eles têm em comum que fortalece essa união?

Todos já foram aliados de RC e sabem com quem não se aliar de novo…

Imprensa “ricardista” sonha com um 2018 sem Cássio

A imprensa ricardista, com sede na Secom, levantou uma tese pouco provável e inverossímil neste final de semana, de que o senador Cássio Cunha Lima não disputaria a reeleição em 2018; mesmo liderando pesquisa, disputando duas vagas e com o apoio dos 7 maiores prefeitos da Paraíba.

Primeiro tentam minar o bloco (PMDB, PSDB, PSD, PP, PSC) criado na eleição municipal de 2016, não conseguem, e agora especulam a aposentadoria de Cássio.

Vencedor do primeiro turno da eleição de 2014, Cássio tem voto e incomoda, mesmo em stand by. E seu poder de transferência de votos incomoda mais ainda.

Acho que o chefe exagerou na pauta…

2018: Voto de Veneziano pelo impeachment complica seu nome dentro do PSB

Um dos melhores nomes que o governador Ricardo Coutinho tem em sua cartola para 2018, o deputado federal Veneziano conta com um fato negativo que complica sua possível candidatura dentro do jardim girassol: o voto pelo impeachment da ex-presidente Dilma.

Além de ter sido uma posição contrária à cúpula do PSB e do governo Ricardo; o que representa uma incompatibilidade ideológica, um palanque com Lula e Veneziano seria inaceitável por parte de dirigentes petistas e do próprio Lula. É preciso lembrar que Lula vem ressurgindo das cinzas, lidera as pesquisas e ainda é muito forte no Nordeste e pode fazer a diferença em 2018.

E como o impeachment foi desmascarado e descobrimos ser um golpe, a fama de golpista ganha muito mais força, convertendo-se em rejeição no eleitorado mais progressista. E dentro do PSB também.

O voto de Veneziano pelo impeachment foi considerado um dos mais covardes, pois por diversas vezes Lula veio à Paraíba fazer campanha e pedir votos para o então aliado. Dilma também, com diversas mensagens na TV.

Em resumo, Veneziano sempre contou com o apoio do PT, Dilma e Lula, mas quando precisaram ele não soube retribuir os gestos…

Romero e Cartaxo, uma chapa imbatível; mas quem topa ser o vice?

A oposição nunca esteve tanto, com o faca e o queijo na mão para tirar o PSB do governo, como está agora. A possível união dos dois maiores prefeitos da Paraíba, Cartaxo e Romero, forma uma chapa imbatível; com voto, carisma e trabalho pra mostrar. Seria aquela eleição ganha na convenção.

Mas quem topa ser o vice?

Ambos foram reeleitos no primeiro turno, têm gestões bem avaliadas, pontuam bem nas pesquisas e se acham no direito de disputar o governo. E com razão.

Romero tem a seu favor o fato do nome ser mais interiorizado, tanto pela atuação parlamentar de anos, como pela propaganda eleitoral da TV que sempre abrangeu várias cidades do interior.

Mas Romero errou na escolha do vice-prefeito e hoje está refém. Saindo da prefeitura, seja para ser candidato a governador ou vice, o grupo Cunha Lima vai deixar novamente de administrar a prefeitura de Campina, reconquistada a muito custo depois de 8 anos e duas derrotas.

Além de liderar as pesquisas, conta a favor de Luciano Cartaxo o fato de ser o prefeito da maior cidade do estado e possuir muita influência na Grande João Pessoa.

A chapa seria imbatível, mas dificilmente um vira o vice do outro…

RC deve oferecer 1ª Suplência na chapa de senador a Damião Feliciano e abrir caminho para Veneziano ou João

Que Lígia Feliciano não é a favorita do governador Ricardo Coutinho, todo mundo já sabe, pois se assim fosse, estaria com ela debaixo do braço percorrendo a Paraíba para aumentar a popularidade da vice-governadora.

Mas para tentar um acordo que o faça ser candidato ao Senado sem perder o controle da máquina, Ricardo deve oferecer a 1ª suplência ao deputado Damião Feliciano, marido de Lígia. O que é um bom negócio, haja vista que RC pode voltar a ser prefeito de João Pessoa, em 2020, ou tentar o governo novamente em 2024.

Para quem nunca teve planos maiores, virar senador da República não é pouca coisa. Até porque Lígia Feliciano sabe que enfrentar Romero ou Cartaxo (ou os dois juntos) numa campanha de apenas 45 dias não vai ser nada fácil. Então, melhor um passarinho na gaiola do que dois voando.

O governador RC poderia bancar ainda a eleição de um dos filhos de Damião para a Câmara Federal.

Com a garantia de Lígia na base, RC fica mais tranquilo para deixar o governo e testar as candidaturas de Veneziano e João Azevedo.

A informação foi repassada ao Polítika por uma fonte ligado ao governo.