Cooptada pelo governo girassol, API emite nota ‘café com leite’ e não cita a deputada Estela Bezerra

Como é que uma parlamentar chama um jornalista de esgoto e não é citada na nota emitida por uma entidade que diz representar a imprensa paraibana? São coisas que só acontecem na província da Paraíba.

É por essas e outras que a API não tem respaldo na categoria e não passa de uma entidade decorativa. Há muito que foi cooptada pelo governo e faz vista grossa aos ataques que a imprensa vem sofrendo.

Leia a nota completa: 

A imprensa livre é uma conquista de toda sociedade brasileira que foi alcançada com muita luta, suor e infelizmente até sangue. A imprensa livre é um dos principais pilares de qual  quer democracia. A imprensa livre sempre cumpre um papel de suma relevância em momentos de acirramento, crise e embates, sendo indispensável para bem informar a população, revelar fatos e denunciar irregularidades, quando for o caso.

Apesar da conquista da imprensa livre no Brasil já perdurar há décadas, de tempos em tempos, os que fazem jornalismo no país, seja na TV, no rádio, no impresso ou na internet, viram alvos de críticas e em alguns casos, ataques, ora coletivo envolvendo toda categoria, ora individual envolvendo um de seus membros.

Na Paraíba, o acirramento político constante, e o histórico acompanhamento dos fatos políticos por parte da imprensa paraibana, tem levado a algumas autoridades constituídas pelo povo a questionarem o trabalho da imprensa, com ilações, acusações, denuncias e até agressões verbais, descabidas e acintosas. Nos últimos dias, pelo menos, três detentores de mandatos, de correntes políticas diversas, fizeram uso deste expediente de querer descredibilizar o trabalho da imprensa.

A Associação Paraibana de Imprensa, compreendendo o papel fundamental desenvolvido pela imprensa do Estado, vem a público em primeiro lugar, repudiar veementemente todo e qualquer tipo de tentativa de intimidação e agressão a profissionais filiados ou não a esta entidade; exigir das autoridades respeito ao trabalho da imprensa, lembrando que eventuais excessos devem ser questionados na esfera judicial, mas nunca na base da tentativa de intimidar o profissional ou a categoria; pedir que o bom senso prevaleça tanto entre os profissionais de imprensa, quanto entre os detentores de mandato, uma vez que este clima de acirramento não faz bem a nenhuma das partes envolvidas, muito menos a sociedade paraibana, que tem o direito de ser bem informada sobre todos os fatos e sobre todos os ângulos da notícia.

Por fim, a API ressalta que, independente de qualquer aspecto, estará onde sempre esteve: na defesa intransigente da imprensa livre, da democracia e do direito a informação.

 

Jornalistas do Sistema Correio se solidarizam com Thiago Morais após agressão de Estela Bezerra

A abominável atitude da desqualificada deputada Estela Bezerra contra o jornalista Thiago Morais merece o repúdio de todos, pois não se trata de um ato isolado, mas um ataque à liberdade de imprensa.

O que Estela fez não é surpresa entre os girassóis, ela aprendeu com o ex-governador Ricardo Coutinho, e mais recentemente com João Azevedo, ambos tentando sempre intimidar a imprensa quando se deparam com jornalistas que não são bajuladores do governo.

Os jornalistas do Sistema Correio, entre eles Nilvan Ferreira, Ecliton Monteiro e Verônica Guerra se solidarizam com Thiago Morais e criticaram a atitude grosseira da deputada.

É preciso lembrar que Estela tem um histórico de barracos, seja dentro ou fora do plenário, como mostra o vídeo:

 

 

Será que a API e o Sindicato dos jornalistas emitirão nota criticando a agressão de Estela contra Thiago Morais?

Será que as entidades representativas dos jornalistas, Associação Paraibana de Imprensa e o sindicato dos jornalistas, emitirão nota se solidarizando com o jornalista Thiago Morais e criticando a atitude grosseira da desqualificada deputada Estela Bezerra?

Ou só cabe nota quando é pra criticar parlamentares “fascistas” da direita?

Espero que não. Porque o respeito à liberdade de expressão e imprensa não tem ideologia. E agressões como a da parlamentar estão crescendo a cada dia, seja pela esquerda ou pela direita.

O desequilíbrio emocional da deputada Estela tem causa e se chama GAECO

Aparentando estar bastante desequilibrada nos últimos meses, principalmente após as prisões da ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, e de Maria Laura, assessora de Gilberto Carneiro, a deputada Estela Bezerra não consegue disfarçar seu medo com a Operação Calvário.

Já escrevi sobre isso aqui, na oportunidade em que Estela e Cida Ramos inventaram duas CPI’s sem sentido apenas para sepultar a CPI da Cruz Vermelha.

A típica manobra de quem deve e teme. Mas a força-tarefa da Operação Calvário está trabalhando. A delação é grande, as provas são fartas e cada um terá o que merece.

Sugiro à parlamentar mais respeito com os profissionais da imprensa que não se venderam a ORCRIM girassol.

E uma boa dose de Clonazepam. Ou uma alternativa natural. Inclusive sou a favor da legalização.

ÁUDIO: Fugindo de perguntas sobre a Operação Calvário, deputada Estela Bezerra agride jornalista

Ex-mulher de Bolsonaro alega ter sido ameaçada de morte pelo deputado

Relatórios despachados de Oslo, na Noruega, para a sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, revelam que Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), alegou ter sido ameaçada de morte pelo deputado federal, em 2011.
Os telegramas, como os textos datados de julho de 2011 são chamados no jargão diplomático, mostram os movimentos do capitão reformado do Exército para tratar de um assunto pessoal, a localização da mulher, com quem se relacionou por 10 anos, e do filho deles, Jair Renan, então com 11 anos de idade.
Na época, ao explicar os motivos que a levaram a sair do país, Ana Cristina disse que “havia sido ameaçada de morte pelo pai do menor”, no que o vice-cônsul completou: “Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político naquele país”.
No documento consta o nome do embaixador brasileiro na Noruega na época, Carlos Henrique Cardim. Diplomata e professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília UnB), ele atesta que o diálogo entre a ex-mulher de Bolsonaro e vice-cônsul Mateus Henrique Zóqui, apesar de informar que não participou do diretamente do caso.
Segundo Cardim, Bolsonaro fez contato com ele naquele período para tratar do caso envolvendo o filho Renan. “Mas a embaixada não trata desses casos, no que indiquei o chefe do setor consular.” Na sequência, o embaixador entrou de férias e, por causa de assuntos pessoais, preferiu deixar o cargo no país europeu, assumindo logo depois o cargo de assessor internacional do Ministério dos Esportes.
Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada na semana passada, revelou os detalhes de como Bolsonaro mobilizou a estrutura do Ministério das Relações Exteriores para atender interesses pessoais, envolvendo a relação com a ex-mulher. O documento, ao qual o Correio também teve acesso, demonstra os detalhes das conversas entre Ana, representantes e representantes do Itamaraty. De acordo com o memorando, ao ser informada que poderia responder, no âmbito da Convenção de Haia, pelo sequestro internacional de menores, a advogada considerou que o vice-cônsul estava agindo em nome de Bolsonaro.
No entanto, no decorrer da conversa, ela foi ganhando confiança e informada que também poderia recorrer a assistência consular. Ana disse então que “havia deixado o Brasil há dois anos por ter sido ameaçada de morte pelo pai do menor”. Em conversa com a reportagem do Correio, Ana Cristina negou ter feito as acusações ou ter sido contatada pelo consulado brasileiro. “Nunca fui ameaçada de morte por ele. Eu não fui contatada pela embaixada na época. O governo da Noruega que ligou para o meu marido, que hoje mora comigo aqui no Brasil. Hoje eu mantenho uma relação boa com Bolsonaro. Toda separação é meio difícil. Existem mágoas, um pouco de brigas, e na minha não foi diferente. Mas hoje em dia estamos muito bem”, afirmou.
Procurado pelo Correio, por meio de sua assessoria, o deputado Jair Bolsonaro não atendeu nossas ligações, tão pouco respondeu as mensagens. Zóqui, funcionário do Itamaraty, também se recusou a dar detalhes sobre o ocorrido. O Itamaraty não quis se pronunciar.

Em campanha

Na época, ao ser informado sobre a ida da ex-mulher com o filho para a Europa, Jair Bolsonaro procurou o setor do Itamaraty que é destinado ao atendimento das demandas dos parlamentares. Para receber atenção da pasta, os assuntos devem estar ligados diretamente ao exercício do mandato legislativo. De acordo com o próprio site do Itamaraty, o órgão não pode “interferir em questões de direito privado, como direitos do consumidor ou questões familiares”.
Bolsonaro também ingressou com um processo na Justiça. Atualmente, Jair Renan vive no Brasil, com a mãe. Ana Cristina é chefe de gabinete na Câmara de Vereadores de Resende, no Rio de Janeiro. Ela é candidata a deputada federal pelo Podemos, e utiliza as redes sociais para fazer campanha. Apesar de não ter adotado o nome do candidato à Presidência, ela se identifica nas redes sociais e nos materiais eleitorais como Cristina Bolsonaro. “Eu tenho um pensamento muito parecido com o dele. Ele me incentivou a fazer faculdade e comecei a atuar no direito militar”, disse.
Correio Brasiliense

Célio Alves deve desistir de candidatura a deputado estadual

Uma fonte ligada ao PSB de Guarabira informou ao Polítika que o radialista e pré-candidato a deputado estadual, Célio Alves, deve desistir da disputa. Filiado ao PSB, Célio não teria chances de vitória e no máximo garantiria uma distante suplência na coligação que deve reunir os maiores partidos da base do governo.

Dentro do PSB a briga é de cachorro grande e os mais votados devem ser Cida Ramos, Buba Germano, Antonio Mineral, Jeová Campos, Adriano Galdino, Hervázio Bezerra, Ricardo Barbosa e Estela.

Sem contar nos 5 deputados bons de voto do Podemos (Trocoli, Lindolfo, João Gonçalves, Edmilson Soares e Branco) que devem formar a “coligação da morte” juntamente com o PSB e uma terceira sigla.

Sem perspectiva de vitória, Célio Alves só iria “bater esteira” para quem realmente tem voto. Além de jogar dinheiro fora.

Ex-secretário executivo de Comunicação do Governo RC, Célio ficou famoso após uma menor de idade – de apenas 16 anos – denunciá-lo por agressão física e psicológica, em 2016. Fato que culminou em sua demissão.

https://youtu.be/ralmjeHF-_c