Candidato a federal, Leonardo Gadelha recebe apoio de 10 vereadores e suplentes de Campina Grande

O candidato a deputado federal Leonardo Gadelha (PSC) recebeu nesta quarta-feira (05) um apoio substancial na campanha para tentar retornar à Câmara Federal nas eleições de outubro próximo.

Ao lado do empresário Dalton Gadelha, ele esteve reunido no começo da tarde com 10 vereadores e/ou suplentes da bancada situacionista na Câmara Municipal de Campina Grande, no restaurante Tábua de Carne, ocasião em que recolheu do grupo o apoio e o engajamento à sua postulação.

O grupo é formado por Nelson Gomes Filho (PSDB), Ivan Batista (PSDB), Sargento Regis, Joia Germano (PSDB), Álvaro Farias (PSC), Márcio Melo (PSDC), Sargento Neto (PRTB), Janduhy Ferreira (Avante), Saulo Germano (PSDC) e Alexandre do Sindicato (PHS).

– Fiquei extremamente contente e emocionado com os depoimentos que escutei dos vereadores acerca dos investimentos que estamos fazendo em Campina Grande – assinalou Dalton Gadelha, chanceler da Unifacisa.

Leonardo, que tem se destacado por sua defesa de um modelo econômico que torne a Paraíba uma referência nacional em desenvolvimento sustentável na área de energias renováveis, recebeu da empreendedora Campina Grande um apoio e tanto.

Depois de perder as rédeas do PSDB, Cássio perde as rédeas do próprio gabinete

É notório que o senador Cássio Cunha Lima já não exerce a autoridade de outrora sobre os seus liderados. Primeiro deixou Romero Rodrigues brincar de pré-candidato a governador, quando todos sabiam que ele não teria coragem de largar a prefeitura.

Uma tragédia anunciada e que foi alertada pelo blog por diversas vezes. Cássio deixou a coisa correr solta e a pré-candidatura “fake” de Romero só serviu aos interesses de Ricardo Coutinho que se viu aliviado com a desistência do então favorito Luciano Cartaxo.

E agora um fato novo revela que o senador Cássio vem perdendo sua autoridade dentro do próprio gabinete. A declaração de apoio do seu assessor Renato Martins, ex-vereador de JP, à candidatura de José Maranhão não se traduz em votos, mas tem um simbolismo muito grande. Por analogia, é como se um secretário de Luciano Cartaxo declarasse apoio a qualquer outro candidato ao Senado, menos Cássio.

Renato Martins virou assessor de Cássio em 2017, mesmo depois de acusá-lo de traidor por romper com Ricardo Coutinho, em 2014. À época, Renato dizia que as promessas de campanha que Ricardo não conseguiu cumprir eram resultados da herança maldita que recebeu dos governos de Cássio, Maranhão e Ronaldo.

O senador Cássio precisa agir e restabelecer a sua autoridade, principalmente dentro de seu gabinete. Senão vai abrir um precedente perigoso para que auxiliares de Luciano Cartaxo resolvam seguir o exemplo de seu assessor e inversamente não votem no tucano.

E internamente, outros cassistas podem se sentir “liberados” a não votar em Lucélio Cartaxo.

 

Indefinição no PT sobre Lula faz caciques do Nordeste pregarem apoio a Ciro Gomes

De Daniela Lima no Painel da Folha.

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Com a indefinição sobre a candidatura que pode emergir do PT, caciques do centrão no Nordeste começaram a sondar as direções de suas siglas sobre a possibilidade de declararem apoio a Ciro Gomes (PDT). Ex-governador do Ceará, o pedetista é conhecido na região.

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Partidos como o PP e o PR, que mantiveram cargos na Esplanada com a promessa de apoio a Michel Temer e sua tentativa de viabilizar uma candidatura governista, lembram que o apelo dos ministérios só renderá até junho. Depois disso, a lei eleitoral restringe a liberação de verbas.

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