Se Manoel Ludgério pretende disputar a prefeitura de CG com chances de vitória, ele precisa sair de cima do muro

Certo ou errado, bom ou mau, um político precisa ter lado. A política não perdoa quem não se posiciona ou tem posicionamentos vacilantes. Pré-candidato a prefeito de Campina Grande, o deputado estadual Manoel Ludgério precisa sair de cima do muro se quiser obter êxito em 2020.

Ludgério é um ótimo nome. Carismático e popular, possui experiência e reúne as condições para pleitear a prefeitura de Campina Grande pelo grupo de Romero Rodrigues, e com favoritismo.

Mas até hoje não se sabe se o deputado é oposição ou situação ao governo do PSB. No primeiro teste (a CPI da Cruz Vermelha) o deputado vacilou e não assinou a favor do inquérito parlamentar que iria auxiliar a Justiça na investigação do maior escândalo de corrupção da Paraíba e, talvez, um dos maiores do Brasil.

O deputado ainda tentou justificar, dizendo que não cabe ao parlamento julgar ninguém antecipadamente. Grande equívoco, pois CPI nenhuma se propõe a exercer a função punitiva do judiciário, mas apenas interrogar os envolvidos, convocar secretários, pedir perícia, quebrar sigilo bancário, fiscal e de dados.

O resto é com a Justiça.

A atitude do parlamentar tem levantado suspeitas e rumores sobre sua adesão ao governo do PSB, o que é ruim para a sua pretensão em disputar a prefeitura de Campina. Ou o deputado pretende ser o candidato dos girassóis?

Se continuar em cima do muro, Ludgério não chega em 2020 como protagonista.

Na política é preciso ter lado…

TÉCNICO? Falta d´água marca os 100 dias do governo de João Poste Azevedo

Apesar de ter sido “vendido” como um técnico durante a campanha eleitoral e ter participado do Conselho Administrativo da Cagepa, João Azevedo tem como marca de governo justamente a falta d’água. Que ironia.

Tem sido uma constante a suspensão do abastecimento na gestão do governador-poste. Recentemente, Campina Grande ficou mais de 7 dias sem água por conta da falta de um plano de contingência da Cagepa. Foi preciso a intervenção do prefeito Romero Rodrigues para amenizar o problema que já comprometia até as cirurgias eletivas.

Em João Pessoa o drama se repete e vários bairros tem o abastecimento constantemente suspenso desde janeiro. Nesta quarta, dia 10, a Cagepa anunciou que vai faltar água em 26 bairros da Grande João Pessoa, incluindo Bayeux e Santa Rita.

Será que o governo começa a criar motivos para sustentar na opinião pública a ideia de privatização da Cagepa? Ou João Azevedo é mais um “técnico” ao estilo Dilma Roussef?

FALTA D’ÁGUA EM CG: João Poste Azevedo tenta esconder incompetência do governo e inventa suposta sabotagem

Por incompetência do governo João Poste Azevedo, Campina Grande está há 7 dias sofrendo com a falta d’água, mas como girassol adora uma terceirização, João também resolveu terceirizar a culpa e já fala em sabotagem.

A verdade é que governo demorou para reagir e trocar os equipamentos danificados na pane elétrica da Estação de Gravatá. Parece que a Cagepa sequer tinha um plano emergencial, muito menos gestão de crise.

Coube ao prefeito Romero Rodrigues decretar estado de calamidade pública e assumir pra si responsabilidade que seria do governo.

 

Candidatura de Cássio é a única capaz de impedir racha em Campina Grande

Bruno Cunha Lima, Tovar, Manoel Ludgério e Pedro Cunha Lima. O que eles têm em comum? Todos querem suceder o prefeito Romero Rodrigues em 2021. São quatro nomes fortes, com popularidade, serviço prestado e uma história com a cidade. E todos se acham no direito de pleitear uma candidatura, e com razão.

Nesse duelo de titãs há também muita vaidade, ciumeira e uma guerra-fria entre Bruno Cunha Lima e Tovar, este último considerado o queridinho de Romero Rodrigues.

É ingrediente de sobra pra provocar um racha que só vai beneficiar a oposição. É importante lembrar que Veneziano foi eleito, em 2014, a partir do racha entre Cozete e o grupo Cunha Lima. Igualmente como Cartaxo, em 2012, Veneziano viu a máquina municipal cair em seu colo, e venceu a eleição por uma diferença de 700 votos.

Cássio quer dar uma pausa na política, mas a sua candidatura a prefeito de Campina é a única capaz de botar um ponto final na disputa interna e manter a coesão do grupo e a continuidade de uma gestão muito bem avaliada.

E lógico, pavimentar sua volta ao Senado.

Datavox é o único instituto a acertar o resultado da eleição da OAB-PB

O instituto Datavox, dos campinenses Bruno Agra e Araújo, acertou em cheio o resultado da eleição da OAB. Outros dois institutos que divulgaram levantamentos erraram grosseiramente além da margem de erro, não se sabe ainda se por má-fé, já que algumas chapas internalizaram as piores práticas das eleições comum, num verdadeiro vale-tudo.

Considerando apenas os votos válidos, a pesquisa Datavox indicava a vitória de Paulo Maia com 50,5%, sendo reeleito com 48,34%, acertando assim dentro da margem de erro de 3%.

Além da Datavox, Campina Grande é sede de outro confiável instituto, o Opinião, de Joaquim Braga. Ambos realizam pesquisas para vários estados do Norte e Nordeste.

Em se tratando de pesquisa quantitativa, Campina Grande já é referência.

Vice-presidente da OAB de Campina Grande declara apoio a Paulo Maia

O vice-presidente da Subseção da OAB de Campina Grande, Bruno Cadé, declarou apoio à candidatura a reeleição do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia, pela Chapa I, nas eleições do próximo dia 28.

“Comecei minha vida política na OAB, como todos os colegas. Depois fui candidato e cheguei a diretor da ESA. Hoje sou vice-presidente da OAB de Campina Grande e agradeço aos convites para ser candidato, mas hoje sinto-me honrado em ser eleitor novamente, para poder votar em Manoel Clementino, para presidente da Subseção, e fazer com que Paulo Maia continue nosso presidente”, declarou.

Paulo Maia, por sua vez, agradeceu o apoio de Cadé e elogiou sua atuação brilhante atuação, tanto como professor, quanto advogado em Campina Grande.

“Bruno Cadé é uma jovem liderança com grande atuação em Campina Grande, tanto que é vice-presidente da Subseção da OAB da cidade. Só tenho a agradecer seu apoio e confiança depositada no meu nome para continuar comandando nossa Instituição”, afirmou.

Candidato a federal, Leonardo Gadelha recebe apoio de 10 vereadores e suplentes de Campina Grande

O candidato a deputado federal Leonardo Gadelha (PSC) recebeu nesta quarta-feira (05) um apoio substancial na campanha para tentar retornar à Câmara Federal nas eleições de outubro próximo.

Ao lado do empresário Dalton Gadelha, ele esteve reunido no começo da tarde com 10 vereadores e/ou suplentes da bancada situacionista na Câmara Municipal de Campina Grande, no restaurante Tábua de Carne, ocasião em que recolheu do grupo o apoio e o engajamento à sua postulação.

O grupo é formado por Nelson Gomes Filho (PSDB), Ivan Batista (PSDB), Sargento Regis, Joia Germano (PSDB), Álvaro Farias (PSC), Márcio Melo (PSDC), Sargento Neto (PRTB), Janduhy Ferreira (Avante), Saulo Germano (PSDC) e Alexandre do Sindicato (PHS).

– Fiquei extremamente contente e emocionado com os depoimentos que escutei dos vereadores acerca dos investimentos que estamos fazendo em Campina Grande – assinalou Dalton Gadelha, chanceler da Unifacisa.

Leonardo, que tem se destacado por sua defesa de um modelo econômico que torne a Paraíba uma referência nacional em desenvolvimento sustentável na área de energias renováveis, recebeu da empreendedora Campina Grande um apoio e tanto.

Em Campina Grande, Lucélio Cartaxo se reúne com Dalton Gadelha para discutir ideias para plano de governo

Dando sequência ao seu propósito de ouvir a sociedade para compor seu plano de governo, o pré-candidato a governador da Paraíba Lucélio Cartaxo (PV), acompanhado pelo prefeito Romero Rodrigues, se reuniu nesta quinta-feira, em Campina Grande, com o empresário Dalton Gadelha, diretor-presidente a Facisa, um dos maiores empreendimentos no setor de educação do Estado.

Para Cartaxo, a ideia de fazer o Estado superar problemas que veem do século passado e avançar em seu desenvolvimento não pode prescindir da participação de empresários como Dalton Gadelha, que trabalha com a visão de futuro. “O empresário Dalton Gadelha é ousado, moderno e empreendedor comprometido com a Paraíba. Certamente, tem muito a contribuir com a Paraíba do futuro”, destacou Lucélio Cartaxo.

Na conversa com Dalton Gadelha, Lucélio disse que foi possível conversar sobre educação, com a concordância de ambos de que não há desenvolvimento sem investimento firme em educação.

Lucélio aproveitou a reunião com Gadelha para destacar que seu programa de governo deverá conter propostas e modelos de gestão que façam a Paraíba avançar, com uma agenda que possa melhorar a saúde, a educação e a segurança, tendo sempre em vista a melhoria da qualidade de vida da população.

Em almoço para Lucélio Cartaxo, Romero reúne prefeitos aliados em Campina Grande

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) reservou o horário do almoço, nesta sexta-feira, 4, para um novo encontro político de apoio à pré-candidatura do executivo Lucélio Cartaxo (PSD) ao Governo do Estado este ano. Após cumprir uma agenda administrativa pela manhã com Lucélio, Romero levou ao Restaurante Mororó, no bairro da Palmeira, seis prefeitos, além de ex-prefeitos e diversas lideranças regionais.

Participaram do almoço os prefeitos Milton Marques (PSDB), de Aroeiras; Fábio Ramalho, de Lagoa Seca (PSDB); Severo Luiz (PSDB), de Lagoa de Roça; Aquino Leite (PSDB), de Alagoa Nova; João Francisco (PSDB), de Areia, e Jonas de Souza (PSD), de Montadas.

Também prestigiaram o encontro os ex-prefeitos José Francisco Marques, o Chicão (PSDB), de Aroeiras, e Ramalho Alves (PSDB), de Lagoa de Roça, além de vereadores de vários municípios paraibanos.

Acusado de desviar R$ 75 mil de programa de combate à fome, Veneziano vira uma ameaça a João Azevedo

O mês de maio não começou bem para a pré-candidatura de João Azevedo. Há um ano ele briga para ultrapassar os dois dígitos nas pesquisas internas, e mesmo com todo aparato estatal e midiático, não tem logrado êxito.

E agora, com a Procuradoria Geral da República acusando Veneziano de desviar R$ 75 mil de um programa de combate à fome, o que antes deveria ser uma estratégia para ajudar Azevedo em Campina Grande, transformou-se numa âncora que pode deixar o pré-candidato do PSB mais pesado do que já é.

Veneziano é o ex-prefeito recordista em processos por improbidade na Paraíba, tendo respondido a quase 30 ações apenas no STF. Em 2017 chegou a ser condenado na 4ª Vara da Justiça Federal na Paraíba:

Para a PGR, o parlamentar e os demais envolvidos cometeram o crime previsto no artigo 1º do Decreto 201/67, que prevê pena de dois a 12 anos de reclusão. Além da condenação penal, a ação requer a perda da função pública, a reparação do dano com a atualização do montante desviado e o pagamento de indenização por dano moral coletivo, em valor equivalente ao dobro do desvio.

Entre os problemas constatados estava a simulação de um pregão eletrônico, frustrado por falta de interessados e posterior dispensa irregular de processo licitatório. Ainda conforme as investigações, o esquema incluiu a dispensa indevida de licitação, a apresentação de notas fiscais falsas e o saque do valor do convênio na boca do caixa do Banco do Brasil.

Exame revelou fraudes

De acordo com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, um exame grafotécnico revelou que as assinaturas que constam do contrato não foram feitas pelos respectivos sócios da empresa. Também foi comprovada fraude no momento em que o cheque foi descontado. Embora o documento estivesse em nome da empresa, os dados (nome e RG) apresentados para o saque não estão vinculados à empresa.

Para completar, o Banco do Brasil confirmou que o dinheiro não foi depositado na conta da Importec. “Foram realizadas diligências para aferir quem foi o responsável pela assinatura do cheque; e o Banco do Brasil S/A informou que tal cheque havia sido assinado pelo deputado federal Veneziano Vital do Rego Segundo Neto”, aponta um trecho da denúncia.

Raquel Dodge lembra que a ação atingiu a imagem da União e da Prefeitura de Campina Grande, que foi utilizada para o desvio e a apropriação de dinheiro público destinado a uma finalidade humanitária.