PSB e RC soltaram a mão de Anísio Maia, menos Genival Matias

Às vezes a solidariedade vem de onde menos se espera. É o caso do suplente de deputado estadual Anísio Maia, que só vai assumir a titularidade graças ao gesto do colega Genival Matias.

O “ninguém solta a mão de ninguém” que Ricardo Coutinho disparou em evento oficial do governo era só um ‘migué’ pra acalmar a fera Livânia Farias, mas nem pra isso serviu, pois a delação do fim do mundo já rolou.

A atitude de Genival Matias se contrapõe à ingratidão do PSB e Ricardo Coutinho com o PT paraibano, que pela primeira vez em 20 anos ficou sem um representante na ALPB.

Se dependesse do governador de fato (Ricardo Coutinho) e do preposto de governador (João Azevedo), Anísio Maia passaria 4 anos plantando mamão na sua mega-fazenda em Araçagi.

Agora que não vai mais cultivar mamão, Anísio Maia precisa ter cuidado para o MST não invadir a terra improdutiva.

 

Deputados Genival Matias e Tião Gomes se reúnem com cúpula nacional do Avante para planejar eleições 2020

O vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba ( ALPB), o deputado estadual Genival Matias, que preside do Avante no estado, se reuniu em Brasília com o presidente nacional do Avante, o deputado federal Luís Tibé. O deputado estadual Tião Gomes também participou o encontro.

Segundo Genival Matias, o encontro teve como foco discutir as eleições municipais de 2020 e as possibilidades de alianças do Avante com outros partidos na disputa eleitoral.

“Foi uma conversa muito proveitosa e importante onde discutimos o rumo do partido nas eleições de 2020. Iremos lançar candidaturas de prefeitos, vices e vereadores nas maiores cidades da Paraíba, trabalhando em parceria com a direção nacional que reconhece o forte crescimento do Avante na Paraíba”, explicou Genival Matias.

O presidente adiantou que o partido está se estruturando para receber novos filiados e nas próximas eleições lançar candidaturas em, pelo menos, 150 municípios paraibanos.

Genival Matias disse que a legenda vai buscar novos nomes para as disputas municipais. Segundo ele, existe um sentimento na população por mudança, mas não apenas de nomes e sim de realidades e pensamentos. “Os paraibanos não querem mais ver em disputas nomes familiares ou de caciques. Eles esperam novos nomes e que tragam a esperança de fazer uma política diferente, mais comprometida com as causas sociais e é isso que estamos buscando”, avaliou.