VÍDEO: Descontrolado, Julian Lemos dá cabeçada em deputado dentro do plenário e poderá ser cassado

O deputado Julian Lemos, do PSL da Paraíba, deu uma cabeçada no deputado Expedito Netto, do PSD de Rondônia, ontem no plenário da Câmara.

Lemos foi o coordenador da campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste. Netto afirmou à coluna que denunciará Lemos ao Conselho de Ética da Casa, que pode recomendar a cassação do mandato parlamentar.

“Se a moda de agressão no plenário pega, estamos perdidos”, disse.

A confusão começou quando Lemos deu um empurrão no deputado Edmilson Rodrigues, do PSOL do Pará. Netto foi repreender Lemos e levou uma cabeçada.

Veja o vídeo:

No ano passado, reportagem da Folha já trazia alguns fatos sobre o comportamento violento de Julian Lemos:

Coordenador de Bolsonaro na Paraíba é acusado de agressão contra mulheres

Anulação dos votos de Pâmela Bório pode tirar Julian Lemos da Câmara Federal

Os 11.120 votos obtidos pela jornalista Pâmela Bório foram anulados ontem quando o ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu pela cassação do diploma da suplente de deputada federal da coligação PSL/DC e PSDC.

O ministro  entendeu que Pâmela era inelegível para 2018 pelo vínculo matrimonial como ex-mulher do governador Ricardo Coutinho (PSB), já que a separação se deu após a reeleição e no mesmo período anterior ao pleito. Com isso, segundo juristas consultados pelo Blog, os votos da coligação são, consequentemente, recontados.

A decisão afeta a coligação, que alcançou 167.012 votos e atingiu o coeficiente eleitoral de 165.781 votos para eleger um parlamentar. Sem os 11.120 votos de Pâmela, a votação da coligação caiu para 154.800 votos, abaixo do coeficiente, o que pode, em tese, resvalar no único eleito nesse bloco partidário, o deputado federal Julian Lemos (PSL).

Heron Cid

ORCRIM GIRASSOL: Deputado Federal diz que Livânia Farias cobrou “pedágio” de R$ 10 mil a dono de posto de combustíveis

De acordo com o deputado federal Julian Lemos, a quadrilha que saqueava o estado da Paraíba nos governos de Ricardo Coutinho cobrava “pedágio” em tudo. O parlamentar relatou nas redes sociais um caso informado pela própria vítima da ORCRIM girassol:

“Eu recebi uma informação pessoalmente de um empresário que tinha um posto de gasolina no interior. Lá eram abastecidos dois carros da polícia apenas, e de repente esse convênio acabou. Quando ele veio ao estado da Paraíba a ex-secretária pediu R$ 10 mil para reativar o contrato”, disse Julian.

Será que Livânia Farias também delatou ao GAECO o esquema da ORCRIM girassol envolvendo os milhões de reais gastos anualmente com postos de combustíveis?

Julian Lemos revela afinidade com Alexandre Frota: “É meu irmão siamês, a gente só anda junto feito rolinha”

Durante entrevista no programa Tony Show, na 100.5 FM, nesta segunda, 18, o deputado federal Julian Lemos, PSL, deu uma declaração curiosa quando foi questionado se o deputado e ex-ator pornô, Alexandre Frota, estava isolado após pedir o afastamento do senador Flávio Bolsonaro.

“Alexandre Frota é meu irmão siamês, a gente só anda junto feito rolinha”, disse Julian.

O PSL já foi mais conservador…

 

 

 

Coronel denuncia esquema milionário envolvendo Bebbiano, Bivar, Julian e Rueda

Um esquema milionário para rifar candidaturas pelo Brasil em troca de dinheiro. É o que denuncia o Coronel Meira, candidato a deputado federal pelo PRP em 2018.

Em entrevista ao “Portal de Prefeitura”, Meira afirma que sua candidatura ao governo de Pernambuco foi retirada pelo PRP após negociação feita entre o presidente estadual da legenda, Ernesto de Paula, e o PSB do governador Paulo Câmara. Tudo teria sido apadrinhado pelo presidente nacional da legenda, Ovasco Resende, ao custo de R$ 1,5 milhão.

Segundo Meira, também participaram da negociação, que ele chama de “quadrilha” responsável por orquestrar as eleições no Nordeste, Julian Lemos (PSL), Gustavo Bebianno, Antônio de  Rueda (PSL) e o deputado federal Luciano Bivar, presidente do PSL, que teria arrebatado um terreno no Recife Antigo como pagamento das negociações.

A manobra fez o PRP retirar a candidatura de Coronel Meira, passando a integrar a base de apoio do socialista Paulo Câmara, reeleito governador.

Além da negociação no estado de Pernambuco, Bivar também teria rifado a nomeação do General Augusto Heleno (PRP) ao cargo de vice-presidente na chapa do Presidente Jair Bolsonaro (PSL), que segundo Meira, não sabia das negociações.

“Ele (General Augusto  Heleno) seria vice de Bolsonaro, ficou tudo acertado, e aí na reunião que foi para definir e divulgar para a imprensa, o Ovasco Resende disse que não daria o partido para ele ser vice de Bolsonaro. Por que tinha acertado já com Luciano Bivar, que Luciano queria ser o vice de Bolsonaro, aí ficou acertado um dinheiro, que dizem que foram três milhões”, revelou Meira.

Segundo Meira, a reunião do PRP que não autorizou a candidatura de Augusto Heleno aconteceu no Hotel Windsor, em Brasília. Participaram dela o próprio Meira, a Deputada Bia Kicis (agora no PSL), o General Paulo Chagas (na época pré-candidato ao governo do Distrito Federal), Ovasco Resende (presidente nacional do partido), o General Augusto Heleno e Adalberto Monteiro (presidente do PRP no DF).

“Na hora lá General Heleno deu um murro na mesa e disse que sairia do partido”, disse Meira. Atualmente, Augusto Heleno é ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro.

Por fim, Meira destacou está disposto a prestar esclarecimentos às autoridades sobre os fatos narrados.

Acusado pelo presidente de pedir cargos em vários ministérios, Julian Lemos rompe relações com Bolsonaro

Segundo o site O Antagonista, do jornalista Diogo Mainardi, o deputado federal Julian Lemos (PSL) rompeu as relações com Bolsonaro. Julian não teria gostado de ser acusado de pedir cargos em vários ministérios:

Atualizado às 10h47: Nas redes sociais, Julian desmentiu a informação do O Antagonista e disse que em momento algum houve racha, nem tão pouco descontentamento, citando ainda que esses fatos merecem descredito.

“Eu não pedi cargo nenhum. O próprio Antagonista reformou a nota escrevendo que não houve rompimentos”, disse o deputado federal paraibano.