ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO: Prefeito ex-presidiário de Bayeux faz contrato sem licitação no valor de quase R$ 2 milhões para o lixo

O Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público precisam agir imediatamente e investigar o contrato “emergencial” sem licitação realizado pelo prefeito ex-presidiário Berg Lima. Se o prefeito manter seu modus operandi e cobrar uma propina de 20%, como fez quando foi preso em flagrante com dinheiro na cueca, Berg estará metendo a mão em quase R$ 400 mil.

Nos bastidores comenta-se que Berg Lima deixou o lixo tomar conta de Bayeux para ter um álibi que justificasse a contratação emergencial sem licitação.

“Berg transformou Bayeux num grande lixão à céu aberto. Além do lixo comum, seus atos são um lixo de imoralidade e ilegalidade com o povo de nossa querida Bayeux. Haveremos de nos libertar desse pesadelo!”, disse o empresário Léo Micena.

A permanência de Berg Lima na prefeitura fere o princípio constitucional da moralidade na administração pública. É uma dessas aberrações jurídicas que só acontecem nas cidades pequenas do Brasil.

Até quando a raposa vai continuar cuidando do galinheiro?

Com a palavra o Tribunal de Justiça da Paraíba.

Tentando censurar a imprensa através da Justiça, Ricardo Coutinho perde mais uma ação contra o blog

O governador Ricardo Coutinho adotou a ação penal privada como ferramenta de intimidação aos jornalistas que ousam praticar a liberdade de imprensa na Paraíba. Não é necessário caluniar, difamar ou injuriar – crimes que nunca incidi -, basta escrever o que o governador não gosta de ler e qualquer jornalista tornar-se-á réu numa queixa-crime sem o menor fundamento jurídico.

É uma forma de censura por intimidação, que serve apenas para fazer a Justiça perder tempo com as vaidades de um rei que não consegue conviver com o contraditório. Dezenas de outros jornalistas já foram – e continuam – sendo vítimas da tentativa fracassada de censura de um governador que se auto-declara um republicano, mas que não passa de um coronel perdido no tempo.

A queixa-crime em questão trata-se de uma publicação de 2014, sobre um áudio onde o governador ameaçava a ex-primeira-dama Pâmela Bório: “Gravação mostra Ricardo Coutinho ameaçando Pâmela Bório: Não faça isso não, que você vai ver o que é um doido”.

A queixa-crime foi rejeitada na 5ª Vara Criminal por não existir justa causa para o seu prosseguimento. Porém, através do seu advogado Sheyner Asfóra, o governador interpôs recurso no Tribunal de Justiça, mas esqueceu de pagar as custas processuais e o recurso foi rejeitado por falta de preparo recursal.

Agradeço o empenho do amigo e brilhante advogado Frederico Rafael Marinho de Sousa Rego nesta e demais ações judiciais.

Também agradeço os advogados do governador pela ajuda.

🙂