Cida Ramos diz que Virgolino e Cabo Gilberto tem fixação por Ricardo Coutinho

Após o deputado estadual Jeová Campos (PSB) criticar a obsessão do seu colega Wallber Virgolino em falar sempre do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), “cuspindo no prato que comeu”, foi a vez da deputada Cida Ramos falar sobre a “fixação” de deputados pelo ex-governador. Ela disse que se tratava de uma questão já da ordem psicológica, se referindo a Wallber e Cabo Gilberto Silva, que não foram citados nominalmente pela socialista.

“É impressionante como o governo Ricardo Coutinho foi tão forte ao ponto de causar um processo psicológico, de fixação, naqueles que nada têm a debater e a oferecer nesta Casa. É impressionante como um governo, que nem é mais governo, mas se torna referência para todas as falas que são colocadas por um ou outro deputado nesta Tribuna”, lamentou.

Cida disse ainda que os parlamentares, que batem sempre na tecla da Segurança Pública, têm memória curta porque a “fixação” por Ricardo é maior.

“O nome é doce, mas é doce na boca daqueles que não têm nada a dizer e que chegam aqui para repetidamente falar de um governo que mudou a face da Paraíba. Aqui, os que chegam para falar da Segurança, eles não se lembram de tempos atrás. A memória é tão fixada no governo Ricardo Coutinho, porque foi ele que conseguiu colocar salários, um dos melhores do Nordeste, que fez com que a polícia tivesse pneu, carro, armamento e a inteligência funcionasse. Como era há 10 anos? A memória é curta porque a fixação é longa”, arrematou.

ParaíbaJa

Livânia Farias qualificou organização social irregular; nota do próprio governo reconhece erro

A secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, qualificou uma organização social irregular para atuar na área da saúde, em 2013. Trata-se do Instituto Gerir, que não apresentou as certidões negativas de débito, mas Livânia preferiu relevar o “pequeno” detalhe.

Como consequência da irresponsabilidade de Livânia Farias, os funcionários do Hospital Regional de Patos, administrado pelo Instituto Gerir, estão sem receber salários há mais de dois meses porque a organização social está impedida de receber recursos públicos por não apresentar as certidões negativas de débito.

Em nota, o próprio governo do Estado reconheceu o erro de Livânia:

NOTA

A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que já realizou o repasse para pagamento dos profissionais que atuam no Hospital Regional de Patos. Os recursos para o pagamento da Maternidade Peregrino Filho estão assegurados, mas o governo está impedido de realizar o repasse para a Gerir, Organização Social administradora das unidades, por que a empresa não apresentou suas certidões negativas de débito, estando irregular e impedida de receber recursos públicos.

Em respeito aos profissionais que atuam nestas unidades de saúde, o Governo da Paraíba está buscando soluções legais para que possa realizar o pagamento na maior brevidade possível, e buscando soluções legais alternativas para que não haja interrupção na assistência nestes importantes serviços de saúde para toda a população do alto sertão do estado.

Por onde passa, o Instituto Gerir é motivo de denúncias dos órgãos públicos, mas Livânia Farias achou por bem qualificar uma organização social suspeita de desvios: