Pesquisa revela que 79% dos internautas acreditam no envolvimento do ex-governador Ricardo Coutinho na Operação Calvário

A aparente imagem de austeridade, seriedade, gestor e político diferenciado tão ostentada pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) ao longo de sua trajetória na vida pública está ruindo desde a eclosão da operação desencadeada com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que drenou recursos para corrupção a partir de contratos fraudulentos entre Governo do Estado e Organizações Sociais, a exemplo da Cruz Vermelha gaúcha, que administra o Hospital de Trauma da Capital desde 2011, e que, inclusive, já colocou atrás das grades a ex-secretária Livânia Farias, considerada uma das principais auxiliares das gestões do PSB desde os tempos de Prefeitura de João Pessoa.

Levantamento feito pelo portal Tá na Área, com base numa ferramenta de inteligência artificial da AtivaWeb Group, empresa especializada em monitoramento e análise de marcas, política e personalidades nas redes sociais, aponta que quase 80% dos internautas enxergam o envolvimento do ex-governador paraibano com o escândalo apurado até aqui pela Operação Calvário.

O monitoramento produzido pela AtivaWeb Group, no período de 30 de janeiro 20 de maio de 2019, isto é, compreendendo todas as quatro fases da operação comandada por uma ‘Força Tarefa’ dos Ministérios Públicos do Rio de Janeiro, Paraíbas  e Goiás, mostra que 79% dos paraibanos que acessam as quatro principais plataformas de redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Youtube) acreditam no envolvimento do ex-governador Ricardo Coutinho com as denúncias de corrupção até aqui apuradas. Por outro lado, apenas 16% não acreditam no envolvimento do socialista. O estudo tomou por base quase 7 milhões de menções nas redes sociais sobre o assunto.

Pela pesquisa, que toma por base a análise de sentimento, isto é, que verifica a partir da polaridade, o saldo entre menções negativas e positivas, a Operação Calvário tem um impacto negativo de quase 70% na internet. Os números mostram que o tema ganha cada vez mais negatividade perante os internautas a cada nova fase da operação, o que reflete na imagem do próprio Ricardo Coutinho, cujo desgaste acentuado já bate à porta dos 80%. 

Nas duas das mais importantes e acessadas plataformas de redes sociais do mundo, o assunto tem ocupado lugar de destaque. Instagram e Facebook lideram as menções sobre o tema com 31% e 36%, respectivamente. Em sites e blogs, canais que também utilizam as plataformas para distribuição de conteúdo jornalístico, o tema tem ocupado 16% de relevância nas redes sociais. Twitter e Youtube vêem em seguida com 11% e 6%, respectivamente.

Em meio aos desdobramentos da Operação Calvário, que já colocou no xadrez sua secretária de Administração e alguns auxiliares ocupantes de cargos de assessoria, o governador João Azevedo também não escapa das avaliações depreciativas dos internautas. Em que pese 43% dos internautas manifestarem que o atual governador não tem nenhuma culpa no escândalo da Calvário, 41% acreditam que Azevedo tem algum grau de envolvimento, a julgar pelas menções apuradas pela análise.

O levantamento da Ativa Web Group e publicado com exclusividade pelo Tá na Área tomou por base 6.678.981 menções nas redes sociais sobre o tema Operação Calvário, e foi feito no período de 30 de janeiro a 20 de maio desse ano. O método utilizado foi a análise de sentimento em redes sociais, que monitorou menções e compartilhamentos sobre o tema. Das quase 7 milhões de menções pesquisadas, 67% foram geradas por mulheres e 33% por homens.

Ativa Web Group

Em 2017, a AtivaWeb Group trabalhou na campanha de Governo do Estado do Amazonas e em grupos de comunicação de todo Brasil. Nas eleições suplementares do Amazonas, tanto no primeiro, quanto no segundo turno, a empresa obteve grande notoriedade pela precisão e acerto dos seus dados.

Alek Maracajá desde março de 2017 faz parte de um grupo de inteligência de dados formado por analistas políticos, empresariais, antropólogos, jornalistas e engenheiro de dados digitais. Segundo ele, o grupo tem o intuito de fazer uma varredura em todo Brasil de nomes de gestores e analisar números de aceitação e reprovação.

Ta Ná Área

PESQUISA DATAVOX: Paulo Maia lidera com 51%; Carlos Fábio tem 18%

De acordo com a pesquisa realizada pela Datavox e encomendada pelo portal Paraíba Atual, Paulo Maia deverá ser reeleito presidente da OAB-PB com 51% dos votos, seguido por Carlos Fábio (18%) e Sheyner Asfora (7,8%)

O Instituto Datavox foi o primeiro a apontar a virada do governador eleito João Azevedo, ainda no mês de setembro, enquanto outros levantamentos indicavam Maranhão na liderança.

O Instituto Datavox entrevistou, por telefone, 400 advogados e advogadas em todo estado da Paraíba. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Confira os números:

Perfil da Amostra


Especificações técnicas 


 

Diferença de Haddad para Bolsonaro cai pra 5 pontos e petista pode virar no domingo

A nova rodada da pesquisa CUT/Vox Populi realizada nos dias 22 e 23 (terça e quarta) apresenta números idênticos ao do levantamento realizado nos dias 16 e 17. A diferença entre Haddad e Bolsonaro é de apenas 5 pontos nos votos totais e 6 pontos nos válidos. 44% para Bolsonaro e 39% para Haddad nos votos totais e 53% a 47% nos válidos.

Na simulação estimulada, quando o entrevistador apresenta os nomes dos candidatos, Bolsonaro aparece com 44% das intenções de votos contra 39% de Haddad. A diferença entre os dois candidatos é de apenas 5%. Se for considerada a margem de erro da pesquisa, que é de 2,2%, a diferença entre as intenções de voto em Haddad e Bolsonaro pode chegar a 1 ponto percentual (2,2% a menos para Bolsonaro e 2,2% a mais para Haddad).

A pesquisa mostra também que 17% dos eleitores ainda estão indecisos. Desse total, 12% disseram que não vão votar em ninguém, vão votar em branco ou anular os votos. Outros 5% não sabem ou não quiseram responder. Os percentuais são exatamente iguais aos da pesquisa anterior.

Os percentuais de votos válidos, excluídos os brancos, nulos, ninguém ou não sabem ou não responderam, também são idênticos aos da pesquisa anterior: 53% para Bolsonaro e 47% para Haddad.

O percentual de rejeição a Fernando Haddad se manteve estável (41%). Já a rejeição a Bolsonaro aumentou 2% entre a pesquisa anterior e a rodada realizada nos dias 22 e 23 – de 38% para 40%.

Cenário espontâneo

A simulação espontânea, quando o entrevistador apenas pergunta em quem o eleitor vai votar, aponta Bolsonaro com 43% das intenções de votos contra 37% de Haddad, os mesmos percentuais do levantamento realizado nos dias 16 e 17.

Neste cenário, 13% disseram que não votarão em ninguém, votarão em branco ou anularão o voto e 7% não sabem ou não responderam. Na pesquisa anterior, os percentuais eram de 12% e 8%, respectivamente.

Estratificação

No cenário estimulado, o Nordeste, Região onde o candidato petista apresentou os maiores percentuais de intenção de voto durante toda a corrida presidencial, aumentou o número de eleitores que pretendem votar em Haddad: de 57% para 60%.

Os percentuais de intenção de voto em Haddad também cresceram entre os homens (de 35% para 37%), entre os maduros (de 37% para 41%); entre os eleitores que têm até o ensino fundamental (de 44% para 47%) e entre os que ganham até 2 salários mínimos (45% para 50%).

Os percentuais de intenção de voto em Bolsonaro registraram queda de 27% para 25% na Região Nordeste, entre os homens – de 53% para 49% -; entre os maduros – de 48% para 43%.

Religião

Considerando apenas os válidos, as intenções de votos para presidente apresentou pouca variação. Haddad oscilou positivamente um ponto percentual entre os católicos (de 42% para 43%), 2% entre os espíritas (de 38% para 40%) e 4% nos que se declararam sem religião (de 42% para 46%). Mas oscilou negativamente 3% entre os evangélicos (30% para 27%) e 6% nos que declararam seguir outras religiões (de 48% para 42%).

Rejeição

O percentual de rejeição a Fernando Haddad se manteve estável (41%). Já a rejeição a Bolsonaro aumentou 2 pontos percentuais entre a pesquisa anterior e a rodada realizada nos dias 22 e 23 – de 38% para 40%.

O maior percentual de rejeição contra Bolsonaro foi registrado no Nordeste (59%). Já os eleitores do Sudeste e do Sul rejeitam mais Haddad, 48% em cada Região.

52% dos que se declararam negros e 42% dos pardos rejeitam Bolsonaro. Já entre os que se declararam brancos, o percentual de rejeição de Haddad sobe para 49%.

Metologia

A pesquisa CUT-Vox Populi foi realizada entre os dias 22 e 23 de outubro. Foram feitas 2.000 entrevistas pessoais e domiciliares com eleitores de 16 anos ou mais, residentes em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior de todos os estratos socioeconômicos. Os entrevistadores foram em 121 municípios.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Disparada na rejeição de Bolsonaro abre espaço para virada de Hadadd

Os brasileiros começam a reagir e rejeitar os discursos ditatoriais do candidato Jair Bolsonaro, que ameaçou prender ou expulsar do País os seus opositores, e à ameaça de fechar o Supremo Tribunal Federal (STF), feita pelo seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL).

Segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta noite, a rejeição ao candidato da extrema-direita subiu cinco pontos em uma semana, saindo de 35% para 40%. Nos votos válidos, Bolsonaro caiu dois pontos, indo para 57%, e nas menções espontâneas a queda é de cinco pontos percentuais, de 47% para 42%.

Já o candidato do PT a presidente, Fernando Haddad aparece em alta: subiu dois pontos nos votos válidos, de 41% para 43%, e viu sua rejeição cair seis pontos, de 47% para 41%. Crescimento do petista ocorre na intensificação do contato com os eleitores e na adesão de líderes de diversos segmentos da sociedade.

Nos votos totais, Jair Bolsonaro tem 50% e Fernando Haddad (PT) tem 37%. Votos brancos e nulos somam 10% e indecisos, 3%.

O desafio faltando apenas cinco dias para a eleição é tirar 6,5 pontos de Bolsonaro até domingo. Há horizonte para a virada e para vitória da democracia na reta final.

TRE-PB manda SIN Comunicação e o Wscom remover notícia inexistente

A Justiça Eleitoral na Paraíba determinou na noite desta segunda-feira que a agência de propaganda SIN Comunicação e o portal de notícias Wscom retirem de suas páginas (no primeiro caso, do site RPNonline) notícias que divulgam o resultado de uma pesquisa para governador supostamente realizada pelo Instituto Datafolha, no último dia 30, e que foi considerada “inexistente” na decisão judicial. A representação foi movida pela coligação A Força da Esperança.

A determinação contra a SIN Comunicação foi assinada pelo juiz auxiliar da propaganda eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TER-PB), Keops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires. A SIN é uma empresa de propriedade do empresário e radialista Ruy Dantas, controla a RPN (Rede Paraibana de Notícias), hoje mais conhecida como Rádio POP, em cujo site (RPNonline) a notícia da falsa pesquisa foi publicada. O empresário Ruy Dantas é também coordenador de marketing da campanha a governador do senador José Maranhão (MDB).

Já a determinação contra o portal de notícias WScom foi assinada pelo juiz federal Emiliano Zapata de Miranda Leitão, que também funciona como juiz auxiliar da propaganda eleitoral do TRE-PB.

Os dois magistrados estabeleceram o prazo de 24 horas para que os portais que publicaram a pesquisa “inexistente” removam a notícia, sob pena de multa de R$ 20 mil por cada pesquisa indevidamente divulgada, e que, se quiserem, apresentem defesa no prazo de dois dias.

A referida pesquisa, além de não ter nenhum registro na Justiça Eleitoral, como exige a lei, é atribuída falsamente ao Instituto de Pesquisa Datafolha, de São Paulo, que negou, através de um de seus diretores, Marcel Guereiro, ter realizado qualquer levantamento eleitoral no Estado da Paraíba na atual campanha eleitoral.

Na divulgação irregular também não consta qualquer dado técnico exigido por lei para realização de pesquisa, como metodologia, universo, estratificação, localidades pesquisadas, intervalo de confiança e margem de erro, quem contratou, entre outros.
No mérito, a Justiça Eleitoral poderá aplicar multas aos órgãos que divulgaram irregularmente a referida pesquisa.

IBOPE/CNI: Bolsonaro é o mais rejeitado, mas Ciro é o único a vencê-lo no 2º turno

A pesquisa do instituto Ibope, encomendada a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou que Ciro Gomes (PDT) é o único que, neste momento, superaria acima da margem de erro o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, líder do cenário para o primeiro turno. Se o ex-ministro enfrentasse o capitão da reserva, teria 44% contra 35% do adversário.

Nas demais simulações, há empate técnico. Dois candidatos, Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), tem vantagem numérica sobre Bolsonaro – Haddad por 42% a 38%; Alckmin por 40% a 36% –, enquanto Marina Silva (Rede) estaria numericamente atrás do presidenciável do PSL (38% contra 40%).

A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 126 municípios entre os dias 22 e 24 de setembro e foi registrado sob a identificação BR-04669/2018.

Rejeição

A pesquisa também mediu a rejeição aos principais candidatos à Presidência. Ao todo, 44% dos eleitores disseram que não votariam em Bolsonaro para presidente, índice que é de 27% nos casos de Haddad e Marina. Alckmin é rejeitado por 19%, Ciro por 16%, Cabo Daciolo (Patriota) e Henrique Meirelles (MDB) por 11%, e José Maria Eymael (DC) por 10%. Os demais têm rejeições 7% e 9%. Ao todo, 2% dizem que podem votar em todos e 7% não responderam.

 

Ciro, Haddad e Alckmin vencem Bolsonaro no 2º turno, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24) aponta que Jair Bolsonaro (PSL) segue na liderança da corrida presidencial, apesar de estacionado, com 28% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), que vai a 22%. Em seguida estão Ciro Gomes (PDT), com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%, e Marina Silva (Rede), com 5%.

Nos cenários de segundo turno simulados pelo instituto, o candidato do PSL perde para Ciro (46% a 35%), Haddad (43% a 37%) e Alckmin (41% a 36%). Ele empataria com Marina (39% a 39%).

Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
  • Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Bolsonaro vê interrompida a tendência de alta desde que sofreu um ataque com faca durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no último dia 6. Ao mesmo tempo, o Ibope piora as projeções de segundo turno para o candidato do PSL, que na pesquisa anterior superava os outros quatro principais candidatos.

Por outro lado, o levantamento consolida a tendência de alta do candidato petista, que chegou a estar tecnicamente empatado com outros três candidatos e já cresceu 14 pontos percentuais desde que foi confirmado como substituto do ex-presidente Lula na disputa, no último dia 11. Com isso, se consolida cada vez mais em segundo lugar.

Ciro, que já chegou a estar numericamente empatado com o candidato do PT e tenta se consolidar como uma “terceira via”, manteve os mesmos 11% do último levantamento e viu Haddad abrir vantagem na briga por uma vaga no segundo turno.

A pesquisa também não traz boas notícias para Alckmin e Marina. O tucano, que iniciou na última semana uma campanha eleitoral mais agressiva contra Bolsonaro, apenas oscilou um ponto para cima dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já a candidata da Rede manteve a tendência de queda dos levantamentos anteriores e viu sua intenção de voto encolher para menos da metade do que tinha no final de agosto (12%). Ela já empata tecnicamente com João Amoêdo (Novo), que oscilou dois pontos para cima e chegou a 3%.

Em relação aos demais candidatos, Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2% cada, e Guilherme Boulos (PSOL), 1%. Cabo Daciolo (Patriota), João Goulart Filho (PPL), Vera Lúcia (PSTU) e Eymael (DC) não pontuaram no levantamento.

Os dois líderes nas pesquisas também são os candidatos com maior índice de rejeição junto ao eleitor.

De acordo com o Ibope, 46% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum no capitão reformado -eram 42% no levantamento anterior. Haddad aparece em segundo, com 30% de rejeição. Em seguida aparecem Marina (25%), Alckmin (20%), Ciro (18%), Meirelles, Daciolo, Eymael e Boulos (11% cada), Vera (10%), Dias e Amoêdo (9% cada).
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo e ouviu 2.506 eleitores nos dias 22 e 23 de setembro em 178 cidades brasileiras. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06630/2018.

IBOPE: Bolsonaro cai 4 pontos e Ciro Gomes aumenta vantagem para 11%

O candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro, continua em queda nas pesquisas, segundo os números do ibope, divulgado na última segunda-feira, 24. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Na simulação de segundo turno, Bolsonaro caiu 4 pontos e Ciro Gomes cresceu 6, ampliando a vantagem para 11%:

DATAFOLHA: Rejeição barra “voto da comoção” e Ciro vence Bolsonaro em simulação de 2º turno

O Datafolha divulgou nesta segunda-feira (10) uma nova pesquisa de intenção de voto para presidente da República. É o primeiro levantamento do instituto desde que o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.

A grande rejeição de Bolsonaro (43%) acabou anulando o voto da comoção, muito esperado após o atentado sofrido na semana passada. Na simulação mais provável de segundo turno, Bolsonaro (35%) perde para Ciro Gomes (45%).

Vamos aos números do cenário de primeiro turno:

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses candidatos você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano?”

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Vamos aos números:

  • Bolsonaro: 43%
  • Marina: 29%
  • Alckmin: 24%
  • Haddad: 22%
  • Ciro: 20%
  • Cabo Daciolo: 19%
  • Vera: 19%
  • Eymael: 18%
  • Boulos: 17%
  • Meirelles: 17%
  • João Goulart Filho: 15%
  • Amoêdo: 15%
  • Alvaro Dias: 14%
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 5%
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
  • Não sabe: 6%