Sem prestígio no governo do Poste, PT fica sem representação na Assembleia após 20 anos

“Neste governo ninguém solta a mão de ninguém”, dizia Ricardo Coutinho após a prisão de Livânia Farias, sua mulher de confiança. Mas era só um gesto para acalmar a mulher-bomba, porque solidariedade nunca foi o forte do ex-governador.

Prova disso é o que o PT vive seu pior momento na política paraibana e pela primeira vez em 20 anos o partido não tem um representante na Assembleia Legislativa, apesar de Anísio Maia ocupar a primeira suplência.

O preposto de governador tem preterido o PT, tanto no governo como na ALPB. A articulação do governo priorizou Jutay Meneses, até então da oposição, e Lindolfo Pires. Mas o PT continuou chupando dedo e sem um único representante no parlamento estadual.

Com Luiz Couto é a mesma coisa. Informações obtidas pelo blog dão conta do total isolamento do padre na secretaria que ocupa.

O PT precisa cobrar do governador de fato, Ricardo Coutinho, pois o preposto não tem dado muita moral para a legenda.

Mas o problema é que Ricardo Coutinho só quer ser amigo do PT quando convém e pra ganhar tempo de TV…

Frei Anastácio se solidariza com Anísio Maia: “Eu esperava que o PT tivesse sido mais respeitado no governo de João Azevedo”

O deputado federal Frei Anastácio fez um desabafo sobre a relação do governo do PSB com o PT. O partido ficou sem representação na Assembleia depois de entrar numa coligação que prejudicou Anísio Maia, primeiro suplente.

“Eu esperava que o PT tivesse sido mais respeitado no governo de João Azevedo”, disse Frei Anastácio.

Frei se queixa da falta de reciprocidade do governo, que não tem se esforçado para que o PT tenha representante na ALPB.

“Eu acho que Anísio Maia poderia voltar à Assembleia. Um deputado quem tem um conteúdo bom e faz a diferença”, defendeu Anastácio.

Em 2018, o PT saiu menor do que entrou. Mas parece que o PSB só cuida dos seus…

https://twitter.com/i/status/1100390408738271235

Polítika com informações de Maurílio Júnior

LARANJA? Paraibana que recebeu meio milhão do PT e R$ 150 mil do PROS, obteve apenas 737 votos para deputada estadual

Em tempos de laranjas, o Ministério Público Eleitoral precisa investigar a disparidade entre as doações recebidas pela campanha da ex-candidata a deputada estadual, Malu Vinagre, e a votação por ela obtida, apenas 737 votos.

Malu nunca disputou uma eleição, mas já na primeira campanha, abocanhou R$ 650 mil reais do fundo eleitoral; meio milhão do PT, mais R$ 150 mil do PROS, seu partido. O mais curioso é que ninguém viu campanha da candidata nas ruas de João Pessoa, seu “reduto eleitoral”, com 452 votos.

Mesmo assim, Malu Vinagre, que é irmã do ex-deputado federal André Amaral, declarou ter gasto R$ 209 mil com “atividades de militância e mobilização de rua”.

Apenas para fazer um comparativo, o deputado estadual Anísio Maia, que obteve 23 mil votos, gastou míseros R$ 116 mil em toda a campanha. Ou seja, apenas o custo que Malu Vinagre teve com “atividades de militância e mobilização de rua” daria pra bancar a campanha de Anísio e ainda sobraria troco.

Outro curiosidade, Malu Vinagre gastou R$ 40 mil com consultoria jurídica, sendo R$ 30 mil para Mayara Rangel Nascimento Sociedade de Advocacia e R$ 10 mil Johnson Abrantes – Sociedade de Advogados.

É inimaginável que uma candidatura proporcional tenha tanta demanda jurídica numa eleição. Nem candidatos a prefeito das médias e pequenas cidades paraibanas gastam tanto. E olhe que a demanda jurídica é bem maior numa eleição majoritária.

A justiça eleitoral precisar agir com rigor!

Estamos falando de dinheiro público, impostos do trabalhador brasileiro. O financiamento público de campanha é necessário, pois dá chance de competição aos candidatos menos abastados. Se não fosse o financiamento público, a democracia estaria nas mãos do capital, viraria uma “dinheirocracia” e o povo trabalhador não teria a mínima representação no poder executivo e legislativo.

O fundo eleitoral já é mal visto pela sociedade, e com exemplos assim, estaremos alimentando o discurso pelo fim do financiamento público.

 

 

 

 

Em contraponto a PT, Ciro articula movimento de oposição a Bolsonaro

Terceiro colocado na disputa presidencial,  Ciro Gomes articula a formação de um movimento que seja um contraponto à frente de esquerda, mas que também faça oposição ao presidente eleito Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.

A ideia é formar uma frente parlamentar com integrantes de partidos como PSB, PSDB, PPS e DEM que não pretendem aderir à base aliada do capitão reformado e que têm resistência ao grupo liderado por siglas como PT e PCdoB.

Pelos cálculos de Ciro, Bolsonaro deve contar com o apoio de cerca de 175 deputados federais da próxima legislatura. O campo oposicionista formado por partidos de esquerda soma em torno de 90. A estratégia é tentar elevar o último número para pelo menos 120.

“O objetivo é ampliar a centro-esquerda. Eu imagino que o PSDB não vai querer se associar ao PT e, pelo menos a parte mais sadia da sigla, não vai querer se associar ao Bolsonaro. E por antipetismo vamos ficar longe deles?”, disse Ciro à Folha.

O pedetista não exclui a participação de petistas no movimento, mas critica a formação de uma frente de esquerda articulada pelo partido. Segundo ele, ela seria uma “mentira da burocracia petista” para enganar “abestados”.

“Francamente, não excluo o PT. Apenas não podemos permitir que o PT venha exercitar a sua fraude em cima desse momento tão crítico do país”, disse.

Para ele, além de fazer oposição ao governo, a ideia é que o movimento de centro-esquerda funcione como uma “guarda da institucionalidade democrática”, protegendo o interesse nacional e e o direitos das classes mais pobres.

“O deputado federal Onyx Lorenzoni [ministro da Casa Civil deBolsonaro] é do DEM. O que vai acontecer com o DEM? Vamos entregar de barato ou temos uma conversa com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia?”, questionou.

A ideia é que, na próxima semana, Ciro visite Brasília para intensificar conversas para a formação do movimento. Os partidos do chamado centrão, como PP e PSD, também devem ser procurados.

Nesta terça-feira (30), o juiz federal Sergio Moro disse estar honrado com um eventual convite de Bolsonaro para integrar a sua administração. Para Ciro, é melhor que Moro seja indicado para o Ministério da Justiça do que ao STF (Supremo Tribunal Federal).

“Acho Moro um juiz político, politiqueiro. Então, é muito melhor que ele fique no Ministério do que no Supremo. Ele deveria assumir logo a política. A aptidão dele para a política é completa. Só que com a toga vira uma aberração”, criticou.

“Brasil está obrigado a escolher entre o ‘coisa ruim’ e o PT?”, questiona Ciro Gomes

O candidato do PDT à PresidênciaCiro Gomes, acredita que as eleições no Brasil estão abertas e indefinidas apesar das pesquisas de opinião apontarem avanço do presidenciável do PT, Fernando Haddad, e uma consolidação no primeiro lugar de Jair Bolsonaro (PSL), que foi chamado pelo pedetista de “coisa ruim”.

Ciro argumentou que os institutos de pesquisa não podem escolher candidatos para os eleitores e lembrou que nos próximos dias haverá debates em três grandes emissoras de TV que podem mexer com as intenções de voto. Além disso, destacou que há ainda um grande número de indecisos, especialmente as mulheres.

“Acredito muito que o povo brasileiro vai usar esses últimos dias para pensar e que as pesquisas são apenas um momento”, disse a jornalistas, ao criticar os dois principais oponentes.

“Será que o Brasil aguenta projetar a crise de 2014 que não se evadiu até hoje? Será que está obrigado a escolher entre o coisa ruim e a volta do PT?”, acrescentou.

Ciro lembrou os dias que antecederam a eleição de 2014 para colocar em cheque o desempenho nas pesquisas e voltou a levantar suspeitas sobre a idoneidade das sondagens do Ibope, que na segunda-feira mostrou uma vantagem de 11 pontos de Haddad sobre ele.

“Em 23 de setembro de 2014 o Ibope dizia que Dilma tinha 37, Marina 32 e Aécio 19 e o resultado foi completamente diferente. A população agora não decidiu ainda e temos três debates fundamentais nas três maiores emissoras de TV, tem manifestações marcantes de mulheres. Apostem: a campanha está em aberto”, disse.

“Neste país se compra e se vende até deputado e será que instituto de pesquisa está imune a esse poder avassalador do dinheiro e da corrupção no Brasil?”, questionou, ao devolver pergunta dirigida a ele sobre suspeitas levantadas em relação às pesquisas por seguidores do pedetista na internet.

Pesquisa Ibope divulgada na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro, com 28 por cento das intenções de voto, seguido por Haddad, com 22 por cento, Ciro, com 11 por cento, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 8 por cento.

O levantamento de 23 de setembro de 2014 mostrava a então presidente Dilma Rousseff com 38 por cento, seguida por Marina Silva, com 29 por cento, e Aécio Neves (PSDB), com 19 por cento. Nos últimos dias, o tucano ultrapassou Marina e foi para o segundo turno contra Dilma.

Petróleo

Pelo segundo dia seguido, Ciro fazia campanha no Estado do Rio de Janeiro e nesta terça fez uma tímido e rápido corpo a corpo em Duque de Caxias, violento município da Baixada Fluminense, onde fica uma das principais refinarias da Petrobras, a Reduc (Refinaria de Duque de Caxias).

O candidato reiterou que no setor de petróleo vai expropriar áreas que foram concedidas no governo Temer mediante a indenização dos compradores.

O pedetista declarou que vai restaurar a Lei de Partilha, criada no governo do PT, mas que sofreu mudanças na gestão Temer. Uma das principais alterações foi pôr fim à obrigatoriedade de que a Petrobras tenha ao menos 30 por cento das áreas no pré-sal.

Essa semana, o governo vai realizar no Rio mais uma rodada no regime de partilha de produção quando serão ofertadas quatro áreas no pré-sal, considerado a fronteira mais atrativa do mundo na atualidade. Empresas estrangeiras de grande porte e a Petrobras estão habilitadas para participar do leilão organizado pela ANP.

No governo Temer, além da alteração no regime de partilha vários leilões foram feitos tanto do regime de partilha de produção quanto no modelo de concessão. Para especialistas essa foi uma das poucas áreas do governo que avançou desde que o presidente Michel Temer assumiu em função do impeachment de Dilma Rousseff.

Ciro disse que não faz sentido manter as mudanças promovidas por Temer e levantou suspeitas sobre o atual governo.

Anísio Maia capota, mas não cai

Impressiona a energia do deputado estadual Anísio Maia, com quase 70 anos de idade, mas com a mesma vitalidade de quando fundou o PT, há 38 anos. O petista capotou o carro na última sexta (23), mas no sábado já estava em campanha pelo interior. E no domingo de manhã foi flagrado fazendo panfletagem em Cruz das Armas, ainda com curativos.

Ciro, opção mais segura no segundo turno

Tenho absoluta certeza de que sou uma das poucas vozes a insistir em racionalizar a questão do antipetismo que poderá decidir a próxima eleição.

Dizem os petistas que insistir nesse discurso é reviver a síndrome de “Regina Duarte”. Preciso dizer que Regina Duarte estava com medo de perder seus privilégios quando apontou para Lula. Estou aqui ponderando uma estratégia que possa rebater o crescimento e a consagração do fascismo.

Fernando Haddad subiu, segundo o Ibope, mas sua rejeição também. Na mesma medida em que Bolsonaro crescerá a cada movimento adiante do PT.

Isso não quer dizer que proponha aqui que o PT recue. Respeito o partido e seu candidato. Apenas uso este espaço a título de registro para posteridade de que me posicionei em prol de uma terceira via – Ciro Gomes -, que teria um pouco mais de folga no segundo turno, por possuir menor rejeição que o petista.

O antipetismo está nesse momento pulverizado entre várias candidaturas: Marina Silva, Álvaro Dias, Amôedo, Alckmin, Meirelles. Também se encontra concentrado nos brancos e nulos. Ao somar todos estes candidatos e variáveis, é preciso considerar que o cenário é muito ruim quando ele se aglomerar.

Claro que acho muito romântico se falar em coragem para enfrentar Bolsonaro sob a tutela do PT, derrubar o golpe e seguir a vida democrática. Mas considero também que teremos mais quatro anos de um partido envolvido em escândalos, precisando se defender dos ataques, com uma parcela grande da população infeliz com sua eleição e um clima de guerra no ar.

Não tenho a pretensão de levar ninguém a mudar de voto. Continuarei acreditando que essa eleição para o campo progressista pode ser vencida com mais eficiência e segurança pelo viés de uma candidatura alternativa ao PT.

Caso Haddad passe para o segundo turno, terá meu voto, não por acreditar que seja o melhor caminho. Sei que o candidato é um homem honrado e um belo quadro. Mas minha opção escora-se na absoluta rejeição a Bolsonaro.

Sendo bem honesto, e sabendo que os leitores tem ciência de meu compromisso com a honestidade, preferiria experimentar um novo formato da esquerda no poder que não fosse pelas mãos do Partido dos Trabalhadores.

No primeiro turno, vou lutar para que assim seja. Com todo o respeito.

Tico Santa Cruz

Pesquisas revelam que Ciro Gomes é a alternativa mais segura para derrotar Bolsonaro e a extrema-direita no 2º turno

Todas as simulações de 2º turno até o momento evidenciam que Ciro Gomes é a alternativa mais segura para derrotar Bolsonaro e o discurso de ódio da extrema-direita. A candidatura de Bolsonaro se sustenta – em grande parte – no antipetismo que não está  mais sob a liderança do PSDB.

Sem o PT no 2º turno, Bolsonaro ficará órfão de discurso, e sua narrativa que já é pobre, vai se igualar às teorias da conspiração do Cabo Daciolo.

A verdade é que tem muita gente bem intencionada votando em Bolsonaro apenas para derrotar o PT. São pessoas que fazem vista grossa para o discurso machista, homofóbico e supremacista do candidato do PSL. E também não dão a mínima se Bolsonaro é um analfabeto em economia e muito menos possui um projeto de nação sólido. Esses eleitores querem apenas derrotar o PT. E ponto final. Depois eles pensam no dia de amanhã.

“As pessoas não votam em políticos demagogos e autoritários com o objetivo de que eles matem a democracia. Votam em quem promete destronar os governantes com os quais elas estão furiosas”, diz o cientista político Steven Levits­ky.

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Por tal razão, Bolsonaro leva vantagem contra Haddad em todas as simulações de segundo turno. Mas com Ciro é diferente, porque o pedetista tem a menor rejeição entre os favoritos e apresenta um discurso de centro; ressaltando os pontos positivos dos governos do PT e criticando a corrupção e os erros na economia. Para Ciro Gomes, Lula não é um santo, nem um diabo. E os governos do PT não foram péssimos, nem ótimos.

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Além disso, Ciro conquista com mais facilidade os eleitores do PSDB, da Marina Silva, do Amoedo e do Álvaro Dias, ambos antipetistas em sua maioria, mas que a priori também rejeitam o extremismo de Bolsonaro. Porém, há o risco de uma parcela desse eleitorado relevar as loucuras de Bolsonaro apenas para derrotar o PT.

Bolsonaro sabe que um segundo turno com Haddad representa a sua única chance de vitória. E não foi por acaso que seu primeiro vídeo pós-facada tenha focado no PT, em Lula e Haddad. Bolsonaro quer fazer do segundo turno uma disputa entre honestos X corruptos, nacionalistas X petistas. Estratégia que não se sustenta diante do discurso nacionalista e do histórico de honestidade de Ciro Gomes.

A derrota de Bolsonaro passa necessariamente por Ciro Gomes. Haddad é um ótimo candidato, mas infelizmente facilita a ascensão da extrema-direita no Brasil.

Ciro é caminho…

Prevendo derrota, Bolsonaro já fala em fraude nas eleições

Dez dias depois de ser atacado com um golpe de faca no abdômen, o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) fez, neste domingo, 16, uma transmissão ao vivo para as redes sociais. Durante cerca de 20 minutos, com voz rouca e se emocionando em alguns momentos, Bolsonaro agradeceu apoiadores, dirigiu críticas ao candidato do PT, Fernando Haddad, e repetiu que as eleições de outubro podem resultar em uma “fraude” por causa da ausência do voto impresso.

“A grande preocupação realmente não é perder no voto, é perder na fraude. Então essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta”, declarou Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno e vê risco de derrota em cenários de segundo turno.

No vídeo, o candidato pediu para que os internautas se colocassem no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba. “Se você não tentou fugir, com tudo ao teu lado, obviamente que tem um plano B. Qual é o plano B desse presidiário, desse homem pobre lá atrás que roubou toda nossa esperança? Não consigo pensar em outra coisa a não ser um plano B se materializar numa fraude favorável ao Lula.”

Bolsonaro disse que uma eventual eleição de Haddad representaria uma “ameaça à democracia”. Após ser confirmado como candidato, o petista encostou em adversários no segundo lugar de pesquisas eleitorais. “Haddad eleito presidente, se ele não falou vocês sabem, no mesmo minuto da posse assina o indulto de Lula e no minuto seguinte nomeia (Lula) chefe da Casa Civil.”

Bolsonaro, internado no Hospital Albert Einstein, disse ainda esperar estar em casa daqui a uma semana e falar com os internautas todos os dias no horário do programa eleitoral no rádio e na TV.

O presidenciável afirmou contar com apoio de “boa parte” das Forças Armadas e disse que “está em jogo” no País o futuro de milhões de brasileiros, e não seu próprio futuro. O candidato declarou estar se recuperando após a facada, em Minas Gerais, e, ao lado dos filhos Eduardo e Carlos, agradeceu mensagens de apoio e orações.

Candidato ao Senado há apenas duas semanas, Luiz Couto surpreende e aparece com 16% na pesquisa Consult

Pesquisa divulgada na noite desta terça-feira (14) revela que, se as eleições fossem hoje, os dois candidatos a senador pela Paraíba mais votam seriam Cássio Cunha (PSDB) e Veneziano Vital do Rêgo. O petista Luiz Couto aparece logo em seguida.

De acordo com os números coletados pelo Instituto Consult, o tucano Cássio Cunha Lima aparece com 25,95% das intenções de votos, seguindo de Veneziano Vital do Rêgo (PSB), com 21,60%, e Luiz Couto (PT), com 16,85%.

Ainda conforme os números da Consult, Daniella Ribeiro (PP) tem 13,50% e Roberto Paulino (MDB) teria 5,80%. Nelson Junior (PSOL) recebeu 1,50% das intenções de voto e Nivaldo Mangueira (PSOL), 1,05%.

Neste ano, eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado Federal.

Dados da pesquisa

Realizada entre os dias 8 e 12 deste mês, a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PB 03853/2018. Foram realizadas 2 mil entrevistas em sete regiões do Estado. Os resultados estão sujeitos a um erro máximo permissível de 2.0%, com confiabilidade de 95%.

O Instituto Consult abordou o eleitor sob as candidaturas de presidente, governador, senador, deputados federal e estadual e, ainda, avaliação do governo Ricardo Coutinho (PSB).

Veja gráfico abaixo

Consult: Veneziano e Luiz Couto se aproximam de Cássio na disputa ao Senado