Candidato de Ricardo Coutinho na eleição da OAB, Sheyner Asfóra sofre expressiva derrota e sai menor do que entrou

Advogado particular do governador Ricardo Coutinho, que cuida dos barracos envolvendo Pâmela Bório, o advogado Sheyner Asfóra contou com o apoio da máquina estadual e da imprensa chapa branca do governo na eleição da OAB, principalmente na disseminação de fake news contra a gestão de Paulo Maia.

Talvez por conta da partidarização da sua chapa, uma espécie de girassóis da advocacia, a campanha de Sheyner foi a mais politiqueira e apelativa da eleição, sendo pioneira na internalização do fenômeno das fake news na OAB.

Incorporando Bolsonaro e apelando para a pós-verdade, Sheyner fez uma campanha baseada no senso comum e usou o discurso fácil do combate aos privilégios. Mas esbarrou num eleitorado mais crítico e menos receptivo às falácias e só conseguiu 18,13% dos votos.

Sheyner fez da eleição da OAB um vale-tudo, com pesquisas irreais, ataques pessoais aos conselheiros e práticas duvidosas que podem levá-lo a responder tais condutas no conselho de ética da Ordem.

Fica a lição. Eleição da OAB é diferente da eleição para prefeito.

 

 

ELEIÇÕES DA OAB: Além das “fake news”, campanha de Sheyner Asfóra usa “robôs” no Whatsapp

O renomado advogado Sheyner Asfóra corre o risco de sair menor do que entrou da eleição da OAB. Protagonista da campanha mais apelativa da Ordem, Sheyner foi pioneiro no uso das fake news ao distorcer, de má-fé, informações sobre a prestação de contas da atual gestão para ganhar votos com o discurso falacioso e de senso comum dos “privilégios”.

Achando pouco a internalização das práticas politiqueiras das eleições tradicionais, Sheyner também tem feito uso de rôbos que espalham suas mensagens ao atacado no Whatsapp, como mostra imagem a seguir, de uma conta comercial:

O problema é que Sheyner quer construir uma “nova OAB” com as velhas práticas da política tradicional.

A propaganda paga na internet é vetada pelo Provimento Nº 146/2011, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil:

 

PESQUISA DATAVOX: Paulo Maia lidera com 51%; Carlos Fábio tem 18%

De acordo com a pesquisa realizada pela Datavox e encomendada pelo portal Paraíba Atual, Paulo Maia deverá ser reeleito presidente da OAB-PB com 51% dos votos, seguido por Carlos Fábio (18%) e Sheyner Asfora (7,8%)

O Instituto Datavox foi o primeiro a apontar a virada do governador eleito João Azevedo, ainda no mês de setembro, enquanto outros levantamentos indicavam Maranhão na liderança.

O Instituto Datavox entrevistou, por telefone, 400 advogados e advogadas em todo estado da Paraíba. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Confira os números:

Perfil da Amostra


Especificações técnicas 


 

Paulo Maia se queixa de campanha baixa e insinua que Sheyner espalha fake news

Em debate travado na tarde de hoje na Rádio Arapuan, o atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Paraíba, Paulo Maia, insinuou que seu adversário, Sheyner Asfora, estaria disseminando fake news contra sua candidatura. Mais do que isso, disse que a campanha tem sido baixa:

Paulo Maia – “Essa é uma das campanhas mais baixas da OAB. A ponto de ter usado fake news e fazerem montagens com minhas fotos e de minha família. Eu queria saber se o candidato Sheyner Asfora acha que um candidato que usa esse tipo de expediente tem condições de presidir a OAB.

Sheyner Asfora– “O candidato faz insinuações, mas não tenho qualquer responsabilidade com essas montagens, essas artes panfletárias. O que eu tenho falado sempre é em relação a números disponibilizados no próprio site da OAB. Não os distorço em nenhum ponto. Mas, o senhor, ao invés de explicar, não explica. Meu compromisso é com a verdade e a transparência da gestão. Não tenho nada pessoal contra o senhor. Estou criticando a sua gestão. Quero que tudo seja esclarecido e não é possível que R$ 21 milhões sejam arrecadados em 3 anos e falte computador, impressora e papel. O que queremos é uma OAB transparente que invista nos advogados”.

Paulo – “Tem uma frase que cai bem neste momento. Não basta uma pessoa querer presidir a OAB. É preciso que a OAB queira ser presidida por ela. Aqui, eu pergunto a todos os advogados e advogadas paraibanas: Um candidato que utiliza fake news está preparado para ser presidente da OAB e merece seu voto? Nós temos transparência e estamos abertos a qualquer conferência em qualquer contrato e qualquer despesa que queriam saber. Os cofres da OAB estão abertos e a tesoureira, que hoje é nossa adversária e está na chapa de Carlos Fábio não iria compactuar com malversação com dinheiro de anuidade de advogados. Nós a devolvemos em obras e serviços”.

Sheyner – “O que estou falando, e que é confirmado na fala de Paulo Maia, é que falta transparência na OAB. Em nenhum momento falei que o valor estava sendo desviado para outros fins. Até porque a advocacia não tem esse conhecimento. O que queremos é que se descubra essa caixa preta para mostrar como o dinheiro está sendo aplicado”

Campanha de Carlos Fábio exagera na dose e faz postagem infeliz ao expor e comparar advogados

Infelizmente a eleição da OAB-PB está sendo marcada pela politicagem barata da eleição para o parlamento e executivo. O primeiro a apelar foi Sheyner Asfóra, com as dezenas de fake news já desmentidas pela campanha de Paulo Maia.

Sheyner também trouxe para a campanha um marqueteiro e os vícios que a profissão nos impõe, pois além de jornalista, também sou especialista em marketing político e falo com propriedade. Só está faltando a distribuição de santinhos e cestas básicas. Aliás, dizem que a chapa 2 está adesivando até carros do UBER. Será que é de graça?

Recentemente, a campanha de Carlos Fábio exagerou na dose e comparou os advogados numa peça publicitária depreciativa, uma espécie de “Lado A, Lado B”, um maniqueísmo desnecessário e desrespeitoso. Semioticamente a peça quer dizer: os advogados coloridos prestam e são do bem, os preto e branco são do mal e não prestam.

Foi de causar vergonha. Pior ainda era o texto da postagem, fazendo referência aos “melhores do mercado”. Então é o mercado que tutela as eleições da OAB? Interessante. Eu pensava que a mercantilização da advocacia era vetado no código de ética da Ordem.

Talvez essa postura conservadora dos adversários seja o maior trunfo de Paulo Maia, que quebrou paradigmas e investiu pesado na jovem advocacia, hoje seu maior reduto eleitoral.

A postagem da Carlos Fábio causou revolta entre os advogados, até mesmo de gente que não mora mais no Brasil, mas ficou indignada pelo teor da peça publicitária e a estratégia de campanha de centro acadêmico.

 

Paulo Maia: imagem da OAB vale mais do que “desejos de poder”

“Lamentavelmente, a campanha da OAB se nivela por aquilo que combatemos nas demais esferas e não podemos permitir que a advocacia paraibana seja achincalhada pelo desejo de poder”. A frase é do presidente da OAB e candidato à reeleição, Paulo Maia, em contato com o Blog.

A referência é sobre artigo publicado aqui neste espaço, que repercutiu dentro do segmento advocatício do Estado.

Maia citou como exemplo o movimento de campanhas adversárias insinuando uma “caixa preta” nas finanças da entidade.

“As acusações feitas acerca da existência de uma suposta caixa preta na OAB da Paraíba partiram contraditoriamente da demonstração contábil feita por relatórios trimestrais de prestação de contas tornados públicos pela instituição no portal da transparência, em seu site desde o início da gestão”, esclareceu.

E continuou: “Esses relatórios observam a técnica contábil correta da demonstração de receita e despesa em qualquer entidade, salientando que no portal há espaço destinado a requerimento para acesso à documentação comprobatória da despesa”

Para Paulo Maia, o “desejo pelo poder” tem levado campanhas adversários a ultrapassar a raia do debate para o caminho da “irresponsabilidade” com a imagem da instituição.

“A irresponsabilidade reside no fato de, sem apontar qualquer dado concreto de desvio, malversação, apropriação, desvio ou algo semelhante, se levar a público a ideia de que isso está acontecendo, quando a execução da receita da OAB PB é auditada pelo Conselho Federal da entidade que nos dois anos apontou a sua correção”, complementou.

Ao Blog, Paulo Maia foi enfático: “Nenhum projeto ou sede de poder de certos grupos é maior do que o respeito e a credibilidade de nossa OAB. Estarei firme para combater todo tipo de má fé que tente atingir a honorabilidade da Casa de todos nós advogados”.

Falou em duas pessoas: a de candidato e a de presidente. Um com compromisso eleitoral e o outro com responsabilidade institucional. Acertou em ambas.

Heron Cid

Eleições da OAB: Dércio Alcântara comanda marketing de Sheyner Asfóra e radicaliza campanha

Uma fonte informou ao Polítika que o renomado marqueteiro Dércio Alcântara é um dos estrategistas da campanha de Sheyner Asfora na eleição da OAB. O estilo radical de Dércio já é percebido em alguns ataques à gestão de Paulo Maia.

Adepto de um maquiavelismo radical, Dércio é daqueles profissionais que buscam a vitória independente dos meios. E, coincidência ou não, em poucos dias de campanha Sheyner ganhou o rótulo de candidato das “fake news” ao maliciosamente distorcer dados da prestação de contas da atual gestão.

Dércio atuou na última campanha de José Maranhão ao governo, após ser vetado pelo governador Ricardo Coutinho da campanha de Veneziano para o Senado.

O marqueteiro também foi o responsável pela campanha derrotada de Carlos Frederico nas eleições da OAB-PB de 2015. Naquele ano, Paulo Maia emplacou uma maioria esmagadora sobre Frederico, que hoje é um dos principais aliados e conselheiro de Sheyner.

Campanha de Sheyner Asfora apela às fake news e a politicagem contamina o debate na OAB

O fenômeno das fake news não vai se resumir às eleições tradicionais e já começa a contaminar até mesmo a eleição para OAB, entidade respeitada e que historicamente sempre manteve um alto nível nos debates. Parece que na era da pós verdade, o mais importante é desinformar e criar cortinas de fumaça para se desviar daquilo que realmente interessa.

Nas últimas semanas, a campanha de Sheyner Asfora tem se apropriado do discurso politiqueiro das “mordomias” para desqualificar a gestão de Paulo Maia. E na ânsia de marcar gol, acabou fazendo um gol contra, ao misturar, de  má-fé, gastos do auxílio alimentação dos funcionários com o custeio de atividades internas e externas envolvendo diretores, conselheiros e o público-alvo da entidade.

Sheyner somou todas as rubricas com alimentação, inclusive água mineral, e jogou na conta de uma “imaginária” gastança em restaurantes e mordomias envolvendo a cúpula da OAB.

Ao baixar o nível que se espera de uma eleição para a Ordem e apelar para o senso comum, Sheyner acredita que os fatos políticos tem menos importância que o apelo às crenças pessoais e valores morais. E assim ele se desconecta do debate político e “joga pra galera”. Estratégia muito parecida com a de Bolsonaro – não obstante- sem a certeza do mesmo sucesso, uma vez que o público da OAB é mais crítico e de cognição elevada.

Sheyner precisa entender que o eleitor da OAB é diferente do eleitor médio brasileiro que possui baixa informação e menor senso crítico.

A campanha deu um tiro no pé…

Paulo Maia condena as fake news e mostra que Sheyner Asfora usou até vale alimentação de servidores para insinuar gastança na OAB-PB

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), e candidato à reeleição, Paulo Maia, lamentou mais uma vez, nesta segunda-feira (12), a postura politiqueira e ofensiva de seu  adversário Sheyner Asfora, na disputa das eleições da Entidade, que acontecerão no próximo dia 28, com a divulgação, sobretudo nas redes sociais, de fake news com graves ofensas à sua honra, pela qual que vem repetidamente denunciando, de forma absolutamente irresponsável e aética, uma suposta gastança com alimentação e “outras mordomias” na sua gestão à frente da OAB-PB, distorcendo fatos e ampliando valores.

“Como um candidato que se apresenta com esse tipo de postura, veiculando falsas e distorcidas denúncias e cuja principal bandeira é a ridicularização dos demais candidatos pode se considerar renovação e ético, quando a categoria espera dele equilíbrio e respeito aos gestores, conselheiros e à própria Instituição?”, indagou Paulo Maia.

“Ao contrário do que prega o adversário, minha gestão na OAB-PB é pautada pela austeridade, onde todos os recursos arrecadados, após o atendimento ao custeio de sua estrutura, são revertidos em benefícios das advogadas e dos advogados. Apesar da grande inadimplência, são centenas de ações em defesa da advocacia paraibana, do Litoral ao Sertão do estado”, acrescentou.

Alimentação

Paulo Maia enfatiza que, por meio de ataque a sua honra, incluindo a de sua família, sempre utilizando a vil manobra de tentar insignificar o adversário na disputa, o candidato, com a mais absoluta má-fé, supõe a ocorrência de gastos com alimentação em importância excessivamente imaginada, deixando plantada na categoria e na sociedade em geral a suspeita de que os valores se destinavam a despesas feitas em restaurantes para diretores e conselheiros.

Auxílio alimentação

O pior: o adversário, de maneira agressiva e desrespeitosa, sempre tentando confundir opiniões visando angariar dividendo eleitoral, englobou valores sem destacar as diversidades de rubricas, como, por exemplo, os relativos ao auxílio alimentação, uma conquista dos servidores da OAB-PB, paga numa média de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) por servidor/mês, como se cuidassem de despesas de restaurantes.

Maia afirma que as inverdades apresentadas não ressoam como desconhecimento, mas traduzem grave irresponsabilidade, presente o interesse político. Ele explica que, em 2016, a OAB-PB gastou com o auxílio alimentação dos servidores a quantia de R$ 262.896,48; em 2017 – R$ 245.461,96 e 2018 – R$ 207.758,25 – valores que o adversário fez integrar na mesma rubrica relacionada ao ressarcimento de despesas relativas a eventuais refeições e lanches daqueles que eventualmente se acham a serviço de interesse da categoria, para obter uma soma (“R$ 900.000,00”) que alega se destinar a uma imaginária “gastança” com restaurantes e mordomias, assinalou Paulo Maia.

 Lanches e refeições

Maia disse que “as despesas com lanches e eventuais refeições ocorrem durante as reuniões do Conselho, de Comissões, do Tribunal de Ética, Primeira Câmara, eventos e viagens a serviço de interesse da Ordem, despesas que foram ressarcidas, sendo, R$ 75.665,93 mil no ano de 2016; R$ 40.649,55 mil no ano de 2017 e R$ 24.613,49 mil no ano de 2018”, bem diferente da ilusória informação que o adversário tentou levar ao público de que a soma de várias rubricas contábeis consistiria numa gastança excessiva com “restaurantes e mordomias”,

Gênero alimentício

Outra rubrica que entrou na composição dos “gastos com alimento”, e que teve a mesma finalidade de justificar a irresponsável alegação de gastança com “restaurantes e mordomias” foi a de “gêneros de alimentação”, que representa os gastos feitos com o café, açúcar, leite, chá, biscoitos, botijão de água mineral, despesas efetuadas para atender a eventos realizados na sede da OAB-PB, em nove salas dos advogados, na ESA e no TED. Esclarecendo que o valor apontado das referidas despesas se relacionam ao custeio num ano e não por mês: R$ 19.196,70 (2016); R$ 18.681,69, (2017) e R$ 13.179,53 (2018).

“Como se nota, o candidato, de forma desrespeitosa, vem elaborando “artes panfletárias”, com o objetivo de macular a honra de seus adversários. Sempre se utilizando de escárnio à pessoa, soma os valores destinados ao auxílio alimentação de três anos destinados aos funcionários da OAB (R$ 716.116,69) com despesas de igual período, como as relacionadas ao coffee break de eventos, às despesas realizadas por diretores, membros da OAB e das Comissões e por palestrantes, a serviço e interesse da categoria (R$ 140.928,97: soma dos três anos), e, ainda, o fornecimento dos mesmos gêneros alimentícios para salas da advocacia da capital, da ESA e do TED (R$ 51.057,92: soma dos três anos), insinuando, de forma irresponsável, que integrantes da Instituição estariam “torrando” R$ 914 mil em restaurantes e outras ostentações e mordomias”, lamentou.

“Isso é inconcebível, pois o responsável por essas ilações conhece bem a realidade da Instituição, pois já fizeram parte de inúmeras gestões da Ordem e utilizaram corretamente esses serviços, inclusive colegas que integram sua chapa, como a advogada Renata Mangueira, mas mesmo assim age deliberadamente de má-fé, com o único propósito de obter dividendos eleitoreiros, sem se preocupar com a honra e imagem pública dos adversários e da nossa própria Instituição”, acrescentou.

Serviços de Terceiros

 

Cabe novamente lamentar a postura injuriosa do candidato Sheyner Asfora de querer confundir os advogados, apostando no desconhecimento de nomenclaturas contábeis. Aproveita-se dessa hipotética situação para, irresponsavelmente, gerar, no mínimo, a suspeita de desonestidade do gestor.

Na contabilidade, a rubrica “Serviços de Terceiros” representa todos os gastos com pessoas jurídicas e físicas e a própria contabilidade estampada no Portal da Transparência da OAB responde a essas insinuações descabidas.

“Assim, a inserção levada a público alterou a verdade sobre fato juridicamente relevante (informação falsa no intento de alterar a intenção do voto do eleitor), com a qual atacou a honra do presidente da OAB, de diversos colegas integrantes do Conselho e de Comissões da OAB e da própria instituição”, comentou.

Paula Maia ressalta ser absolutamente falsa a indicação de despesa, em 2018, de R$ 3.190.136,29, anotada no artefato difamatório e injurioso, patrocinado pelo advogado Sheyner Asfora, que registrou de forma petulante tal importância como se a houvesse visualizado no Portal da Transparência, o que não é verdade. “E o mais irresponsável, e grave, fazendo um confronto com despesas de 2016 e 2017, indaga “quem são os terceiros” e porque teria havido um aumento dos serviços de terceiro de 1.614.875,59 (2016), 1.526.546,83 (2017), para R$ 3.190.136,29 em 2018“, afirmou.

Paulo Maia afirma que o “exorbitante e irreal valor registrado pelo adversário, posto como se existisse inoculado na rubrica Serviços de Terceiro do ano de 2018, não passa de uma grosseira e falsa afirmação, representada por um panfleto mentiroso”. “Essa invenção causa repulsa da advocacia, porque se cuida de afirmação absolutamente imprópria, sobretudo para quem pretende ser presidente da Ordem dos Advogados do Brasil”, afirmou.

Para desmascarar a mentirosa afirmação do candidato, veja, em resumo, os números corretos da rubrica Serviços de Terceiros, registrados no Portal da Transparência, inclusive o ano de 2018:

2016

Serviços de Terceiros (Pessoa Física): R$ 327.917,74

Serviços de Terceiros (Pessoa Jurídica): R$ 1.286.957,85

Total: R$ 1.614.875,59

2017

Serviços de Terceiros (Pessoa Física): R$ 341.388,82

Serviços de Terceiros (Pessoa Jurídica): R$  1.185.158,00

Total: R$ 1.526.546,82

2018

Serviços de Terceiros (Pessoa Física): R$ 143.577,30

Serviços Terceiros (Pessoa Jurídica): R$ 705.311,00

Outras Despesas Pessoa Jurídica: R$ 64.878,52

Despesas Financeiras: R$ 146.947,06

ESA: R$ 204.918,06

Total: R$ 1.264.620,94

Cabe lembrar que, a partir de 2018, a rubrica Serviços de Terceiros (Pessoa Jurídica) passou a integrar, por orientação do Conselho Federal, também as despesas da ESA, que, no ano de 2018, somaram a importância de R$ 204.928,06, de maneira que essa rubrica, sem as despesas da ESA, se fixou em R$ 1.059.701,98, menor valor do que cada um dos anos anteriores, e não R$ 3.190.136,29, como informa criminosamente o inconsequente adversário político.

Para explicar ainda melhor, em homenagem à respeitada e ética advocacia paraibana, passamos a mostrar as despesas contabilizadas como “Serviços Prestados de Terceiros”, inclusive os relatórios com os valores de cada exercício (2016/2017/2018), que, aliás, se acham estampados no Portal da Transparência, o qual infelizmente teve suas informações intencionalmente alteradas por aquelas falsamente prestadas pela repugnante arte fake news:

Vejamos as rubricas constantes da contabilidade que compõem os Serviços de Terceiros (Pessoa Física e Jurídica):

Passagens

Paulo também explicou os valores destinados à compra de passagens aéreas para as reuniões mensais do Presidente no Conselho Federal (DF) e Colégio de Presidentes de Seccionais, Colégio de Presidentes de Subseções, e envio de membros das Comissões da OAB/PB ao Conselho Federal e para outras unidades da federação, sempre a serviço e interesse da advocacia. Neste ponto, foram gastos para o serviço de interesse da advocacia: R$ 89.655,84, em 2016; R$ 65.871,79, em 2017 e R$ 48.945,51, em 2018, em valores sempre decrescentes.

Locação de veículo, aeronave e embarcação

Sheyner Asfora sugere aos advogados que a OAB possui e utiliza para gestores e conselheiros até aeronaves e embarcação, tentando mostrar a existência de “mordomias e opulência” com os recursos da anuidade, a exigir a abertura de uma imaginária “caixa preta”, ainda se permite timbrar um valor de gastos com carros, hotéis e aeronaves. Paulo esclarece que se trata de uma rubrica orçamentária peculiar à contabilidade universal que busca agrupar gastos, mas que a OAB da Paraíba nunca alugou aeronaves, muito menos possuiu ou locou embarcações.

Sublinha que dentro das despesas com Serviços de Terceiros (pessoa jurídica), conforme tabela acima, existem os gastos com locação de veículos automotores para deslocamento às Subseções do estado (2016=R$ 20.529,25; 2017= R$ 14.260,77) e 2018 = R$ 31.547,52), não podendo o adversário indicar uma só viagem que não tivesse sido no interesse da categoria.

As despesas de taxis (2016=R$ 7.744,60; 2017= R$ 8.873,26; 2018= R$ 6.869,59), foram efetuadas para viabilizar o deslocamento  de funcionários da Casa às salas dos advogados e parlatórios, com o objetivo de exercer o conserto e a manutenção das máquinas e computadores da Instituição e o suprimento constante de material de consumo.

Despesas com internet

Com relação às despesas com internet, Paulo Maia disse que a OAB-PB vem ampliando o número de salas de advocacia atendidas pelos serviços de internet, sobretudo aumentando a velocidade, o que levou ao aumento dos valores pagos.

E disse que “a internet adquirida e paga pela Seccional é distribuída para 60 salas, na Capital e no interior, além do espaço do advogado, ESA, TED e sede da OAB”. Frisa que, “tomando-se os valores cobrados pelas empresas de mercado fornecedoras de acesso à internet, teríamos valores superiores aos pagos/mês pela OAB. “Simples levantamento mostra que o valor pago pela OAB-PB é menor que o preço de mercado”, comentou.

Serviços de Telefonia

Outro ponto irresponsavelmente explorado pelo adversário nas fake news foi o serviço de telefonia. Paulo esclarece que a presente rubrica refere a gastos pela utilização de telefones fixos que são destinados à comunicação dos diretores e funcionários com os advogados, Conselho Federal, Seccionais do País, as Subseções e demais Instituições dentro e fora do estado, além da utilização para cobrança amigável de anuidades. “A atual gestão vem reduzindo os valores, saltando de R$ 48.225,18, em 2016, R$ 36.489,99, em 2017, para R$ 20.727,98 em 2018”, afirmou.

Veículos e celulares

Igual irresponsabilidade reside na afirmação de que diretores e conselheiros possuem carro com motorista. “Denúncia é completamente descabida, pois nem mesmo o presidente detém veículo de representação e muito menos celular pago pela OAB. Somente a Comissão de Prerrogativa, por razões óbvias possui telefone, um para a Comissão Estadual e um para cada Subseção”, declarou.

Receitas reais da Seccional

Das receitas destinadas à OAB-PB, o adversário “esqueceu” de deduzir as transferências obrigatórias e automáticas, fixando-as no valor bruto, para apresentar um orçamento expressivo e, assim, tentar justificar a frágil denúncia de realização de despesas que ele denominou pejorativamente de “gastança

Tomem-se por base as transferências obrigatórias de 2017, que foram deduzidas das receitas daquele ano, como naturalmente ocorreu em relação ao ano anterior e sucederá no exercício de 2018:

1.   Conselho Federal: R$   617.671,94

2.   Caixa Assistência: R$ 1.235.343,88

3.   Fundo Cultural:      R$   320.292,70

4.   Fida – CF                R$  123.534,40

5.   Subseções            R$   513.560,46

Total                           R$ 2.810.403,38

Pois bem, até mesmo os valores objeto de transferência automática o adversário integrou nas receitas de gestão, para aparentar uma arrecadação elevada, tudo com a finalidade de distorcer fatos para enganar o eleitor, postura absolutamente imprópria àquele que pretende ser presidente de uma Seccional da OAB.

Portal da Transparência desfigurado

O adversário não age com correção quando alega abertamente que o Portal da Transparência seria uma caixa preta, e que somente teria divulgado balancetes mensais até o ano de 2017. Simples visualização, porém, comprova que vêm sendo registrados no site da OAB, até o momento, de janeiro de 2016 até agosto de 2018, lembrando que os relatórios de prestação de contas são registrados no site trimestralmente.

Desse modo, verifica-se que o candidato, por má-fé, busca a todo custo denegrir a imagem, não só do Presidente e dos Conselheiros Federais e Seccionais e integrantes das Comissões da OAB, mas, infelizmente, da própria Instituição, conduta que não se coaduna de forma alguma com o perfil de um candidato a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil.

Assessoria