VÍDEO: Advogado paraibano leva carão de Alexandre de Moraes ao puxar saco de Kássio Nunes

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on pinterest
Share on whatsapp

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) repreenderam, nesta quinta-feira (08), o advogado paraibano Taiguara Fernandes de Sousa, que tentou apresentar ‘um desagravo’ durante julgamento sobre a realização de cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas durante a pandemia de Covid-19.

A repreensão dos ministros ocorreu quando, durante o voto do ministro Alexandre de Morais, o paraibano pediu a palavra para apresentar um ‘desagravo’ ao ministro Nunes Marques, que teria sido vítima de gestos desrespeitosos de outro advogado durante a sessão virtual.

“Eu pedi a palavra simplesmente para desagravar o ministro Kássio, por questões que faltaram com a urbanidade, e um advogado presente que está o tempo todo todo revirando os olhos e fazendo careta”, disse o paraibano, em solidariedade ao ministro.

Retomando a palavra, o presidente da Corte, Luiz Fux, disse que ‘o ministro Kássio não precisa de desagravo de advogado, pois a própria corte o faz”.

Alexandre de Morais, então, repreendeu o advogado paraibano: “É difícil ser interrompido no meio do voto por um pedido de desagravo. Acho que o respeito ao tribunal vem faltando desde ontem”, afirmou. “Espero que aguardem o julgamento, pois isso não é jogo de futebol, para cada um falar no momento que querem”, concluiu.

Sustentação oral

Em sustentação oral no STF, ontem, o advogado paraibano Taiguara Fernandes defendeu que o Estado não pode determinar a existência de missas e cultos religiosos em formato virtual. Ele fez sustentação oral em nome da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, e defendeu a abertura de templos na pandemia.

O paraibano iniciou sua intervenção citando um acórdão anterior, redigido pelo ministro Luiz Edson Fachin, segundo o qual “A liberdade religiosa não é exercício apenas no privado, mas também no espaço público”, e alertou que decisões da Justiça que impõem limites à pratica religiosa, fere a Constituição, já que a religiosidade inclui dogmas realizados em cerimonias presenciais.

PolêmicaPB

Comentar com Facebook

Comentários

Notícias relacionadas
Em Lucena, Leo Preguiça demite as irmãs da prefeitura

Em Lucena, Leo Preguiça demite as irmãs da prefeitura

O prefeito de Lucena, Leo Preguiça, apelido carinhosamente dado pelo povo nos 100 dias de gestão, demitiu as duas irmãs…
Prefeito de Cuité vai gastar R$ 1,2 milhões para pavimentar apenas 11 ruas

Prefeito de Cuité vai gastar R$ 1,2 milhões para pavimentar apenas 11 ruas

Como diz aquela cantiga popular, o prefeito de Cuité, Charles Camaraense, deve estar calçando as ruas da cidade com pedrinhas…
Bruno Cunha Lima tem 74,4% de aprovação em Campina Grande

Bruno Cunha Lima tem 74,4% de aprovação em Campina Grande

Pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto Data Qualyt, no período entre 9 e 10 deste mês, em 35 bairros…
O dia em que Cartaxo quase se filiou ao MDB para disputar o governo em 2018

O dia em que Cartaxo quase se filiou ao MDB para disputar o governo em 2018

Pouca gente sabe, mas o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, quase desistiu de desistir.  Após declinar da disputa ao…

Siga-nos Facebook

pmjp2