Aposta de renovação, Henrique Maroja ocupa vácuo deixado por Zé Paulo e vai disputar uma vaga na Assembleia

Vácuo político, ou vazio de poder, é uma expressão que define uma situação onde um político não possui uma autoridade central identificável. A metáfora explica que, como num vácuo físico, outras forças tendem preencher o espaço vago.

Ou seja, na política não existe espaço vazio, sempre vai ter alguém para ocupa-lo. É o que está fazendo o jovem Henrique Maroja, em Santa Rita, cujo sobrenome dispensa apresentação.

O mandato apagado de Zé Paulo contribui para a consolidação da pré-candidatura de Maroja. Muitos consideram o mandato de Zé Paulo decorativo, sem serventia para Santa Rita. E como é o povo quem contrata, Zé Paulo deverá ser demitido da sua função em 2018.

O discurso da renovação política colou em 2016, ajudando a eleger Emerson Panta, que certamente tem sido melhor que Reginaldo e Netinho juntos.

Se o eleitor de Santa Rita apostar novamente na renovação política, obviamente Henrique Maroja será favorito a ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Capacidade pra representar a cidade ele tem. Sobrenome também.

ATITUDE PRA ESCONDER: Berg Lima tira site pessoal do ar para população não cobrar promessas da campanha

Participação e transparência é discurso pra enganar eleitor em época de campanha e pré-campanha. Assim pensa o prefeito de Bayeux, Berg Lima, que retirou seu site pessoal (berglima.com.br) do ar para que a população não possa fazer a comparação dos discursos de antes e depois, principalmente as mais de 100 propostas apresentadas na campanha.

O site pessoal de Berg Lima funcionou por mais de 5 anos, e serviu como plataforma de debate sobre os problemas de Bayeux, mas bastou virar prefeito para que ele fosse tirado do ar.

É muito oportunismo e pouca atitude.

Aos poucos Berg Lima vai se revelando o maior estelionato eleitoral da história de Bayeux.

População de Cuité já sente saudades do casal Euda/Bado

Os novos prefeitos não estão tendo sorte na administração. E não é só culpa da crise econômica, pois os repasses do governo federal continuam chegando religiosamente. O problema é falta de gestão mesmo. Em Cuité, cidade do Curimataú, a população da cidade já começa a sentir saudades do casal Euda Fabiana e Bado Venâncio, que juntos administraram a cidade por mais de uma década.

Das muitas cidades da Paraíba que já visitei, Cuité me impressionou muito pelo clima, paisagismo, limpeza urbana e infra-estrutura.

Cuité continua com o clima agradável, mas o cuidado com a cidade já não é mais o mesmo e nas redes sociais a população apresenta sinais de reprovação.

Um das principais queixas é em relação à saúde pública, principalmente o sucateamento do Samu, que continua recebendo recursos do governo federal; inclusive a liberação de R$ 180 mil para a compra de uma nova ambulância, mas a qualidade do serviço tem desagradado os moradores.

No mês passado, Cuité foi destaque negativo na imprensa quando uma vítima de acidente teve que ser socorrida na carroceria de uma caminhonete, pois o Samu não estava funcionando.

Um poda radical na cidade também gerou críticas à gestão, como mostra a foto amplamente divulgada nas redes sociais.

A gestão do prefeito Charles também foi fortemente criticada quando a secretária de saúde não compareceu à prestação de contas na Câmara Municipal, o que não poderia ter acontecido em hipótese alguma, pois ela obrigada por lei.

Charles prometeu uma nova cuité, mas a realidade é outra.

Se a gestão não apresentar sinais de melhora, a população de Cuité vai continuar achando que só o casal de ex-prefeitos sabem administrar a cidade, e o prefeito Charles, sem querer, será o maior cabo eleitoral de Euda e Bado.

É preciso ressaltar que Euda Fabiana deixou a gestão com uma aprovação acima da média e só não elegeu o sucessor porque errou nas estratégias da campanha.