Para a surpresa de ninguém, Tribunal Ricardista Eleitoral alivia novamente para o Mago

Para a surpresa de ninguém o Tribunal Ricardista Eleitoral – TRE aliviou mais uma vez para o Mago. Sem o menor constrangimento o TRE reafirmou ser o quintal do PSB e por 4×2 não seguiu o parecer do Ministério Público pela cassação/inelegibilidade do ex-governador Ricardo Coutinho.

De acordo com a maioria do nobres juízes, o Ministério Público Eleitoral não entende nada de direito eleitoral. Só faltou a Côrte indicar a especialização da Nassau para o procurador eleitoral Victor Veggi.

O relator desembargador Jose Ricardo Porto votou afastando o abuso de poder (dando assim pela improcedência das AIJES) e declarando a procedência parcial da representação para, caracterizada a conduta verdade, aplicar multas.

O segundo juiz (Antônio Carneiro) divergiu e votou pela improcedência total de todas as demandas. O terceiro voto (da juíza Micheline) acompanhou o Relator. O quarto voto ( do juiz Paulo Câmara) veio acompanhando a divergência pela improcedência total.

O quinto voto (do juiz Federal Sérgio Murilo) considera ter havido abuso de poder e conduta vedada, prescrevendo inelegibilidade de RC, Waldson, Márcia Lucena, Tarcio Pessoa e Antônio Eduardo, com multas de R$ 70 mil para RC, R$ 50 mil para Waldson e Márcia Lucena e R$ 30 mil para Lígia Feliciano.  O sexto voto (do juiz Arthur Fialho) seguiu a divergência do juiz federal.

Contudo, o julgamento foi adiado porque o presidente do TRE também pediu vista.

Marco Aurélio Mello diz que Moro não pode destruir provas

Marco Aurélio Mello, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), se manifestou sobre a determinação do ministro da Justiça Sergio Moro de destruir as mensagens apreendidas com os hackers, dizendo que “Cabe ao Judiciário decidir isso, e não à Polícia Federal”, informou a Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (25).

Marco Aurélio diz que é preciso cuidado para que provas de crimes não sejam destruídas. “Há uma responsabilidade civil e criminal no caso de hackeamentos que precisam ser apuradas”, afirma.

O caso está sob supervisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal.

Larissa Pereira será a primeira paraibana a apresentar o Jornal Nacional

Em comemoração aos 50 anos do Jornal Nacional, da rede Globo, a emissora selecionou jornalistas dos principais telejornais do Brasil para realizarem um rodízio no comando da bancada. Na Paraíba, a escolhida foi a jornalista Larissa Pereira que atualmente apresenta o JPB2.

A informação foi confirmada pela jornalista através das suas redes sociais, nesta quarta-feira (24). A data da apresentação de Larissa não foi confirmada, porém o rodízio começa dia 31 de agosto e será aos sábados.

Um email foi enviado pelo editor-chefe do jornal William Bonner para todas as praças das emissoras confirmando os nomes escolhidos.

Confira o email enviado

Amigos, colegas das emissoras afiliadas,

Depois de assistir aos vídeos que nos foram enviados, só pude confirmar a excelência do trabalho de vocês. A Globo é o que é por ter o seu talento e o seu profissionalismo em cada momento do dia, em cada cidade brasileira. É um orgulho pra mim, pra todos nós da Globo, que quero compartilhar com vocês. Orgulhem-se. É justíssimo. Exatamente em nome da justiça na escolha de nomes para representar os estados de cada afiliada, essa mesma qualidade nos impediu de aplicar qualquer critério justo de seleção que não fosse o velho e bom sorteio. E acho que todos (apresentadores do Bom Dia, Praça 1 e Praça 2) ficarão contentes em saber dessa nossa avaliação. 

Isto posto, encaminho a lista de representantes que foram convocados na “pescaria” de papeis dobrados: . Amapá: Aline Ferreira . Pará: Priscilla Castro . Rondônia: Ana Lídia Daíbes . Maranhão: Giovanni Spinucci . Ceará: Tais Lopes . Rio Grande do Norte: Lídia Pace . Alagoas: Filipe Toledo . Sergipe: Lyderwan Santos Paraíba: Larissa Pereira . Bahia: Jéssica Senra . Goiás: Matheus Ribeiro . Mato Grosso: Luzimar Collares . Espírito Santo: Philipe Lemos . Santa Catarina: Fabian Londero . Rio Grande do Sul: Cristina Ranzolin . Pernambuco: Márcio Bonfim . Distrito Federal: Fábio William . Minas Gerais: Aline Aguiar . Rio de Janeiro: Mariana Gross . São Paulo: Carlos Tramontina . Acre: Ayres Rocha . Amazonas: Luana Borba Roraima: Ellen Ferreira . Tocantins: Tiago Rogeh . Piauí: Marcelo Magno . Mato Grosso do Sul: Lucimar Lescano . Paraná: Sandro Dalpícolo.

ClickPB

Secretária de Educação de Campina Grande se entrega à Polícia Federal

A secretária de Educação da Prefeitura Municipal de Campina Grande (PMCG), Iolanda Barbosa, investigada na Operação Famintos, se entregou na manhã desta quinta-feira (25), à Polícia Federal. A auxiliar é alvo de um dos mandados de prisão referente a um suposto esquema de fraude em licitações na merenda escolar.

Além de Iolanda Barbosa, o secretário de Administração da PMCG, Paulo Roberto, também é investigado no âmbito da Famintos, mas não pesa contra ele pedido de prisão.

A Operação Famintos visa desarticular um esquema criminoso de fraudes em licitações e contratações na cidade de Campina Grande entre 2013 a 2019, com pagamentos vinculados a verbas do PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Além da merenda escolar, as contratações incluíam o fornecimento de material de higiene e de limpeza para outras áreas de governo (Saúde, Assistência Social, etc.).

Com o aprofundamento dos trabalhos pelos órgãos parceiros, constatou-se que desde 2013 ocorreram contratos sucessivos, que atingiram um montante pago de R$ 25 milhões.

“Estou chocada”, diz Janaína Paschoal sobre Bolsonaro

Deputada federal mais votada da história do país aos 45 anos, Janaína Paschoal (PSL-SP) não anda muito satisfeita com os sete meses do governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista ao UOL, ela disse estar “chocada” com as atitudes do presidente neste início de gestão.

“Eu estou chocada que no início do governo o presidente esteja fazendo isso. Não é comparável com os desvios bilionários, mas não é certo. Eu achava que ele não cometeria erros como esse”, disse em referência à indicação de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, ao cargo de embaixador nos EUA.

Para a deputada, é inadmissível a hipótese do filho do presidente no cargo de embaixador. “Não poderia de jeito nenhum. Não estou desmerecendo o Eduardo. Eu vejo que ele é um dos políticos com futuro mais promissor. Agora, o presidente da República não pode indicar o filho embaixador. Será que nenhum diplomata presta no país? E como isso é recebido no exterior? Na minha leitura, isso fere a lei de improbidade administrativa e é ilegal, mas colegas dizem que não”, disse Paschoal ainda em entrevista ao site.

Ela também criticou o tom usado pelo presidente em suas críticas e nas declarações do dia-a-dia. “Quando ele faz bullying com um ministro em uma live em rede nacional [no último dia 18, Bolsonaro perguntou ao ministro da Infraestrutura se ele tinha parentes “pau de arara” e, diante da confirmação, completou: “sua cabeça não nega”] está, em certa medida, dando mau exemplo”

Sobre seu futuro na política, a deputada negou que esteja de olho na Prefeitura de São Paulo, mas não descartou a Presidência do país no futuro. “Não descarto [concorrer à Presidência]. Mas não para agora. Para a Prefeitura, nunca foi meu desejo. Ela amarra você, porque precisa do governador. Não para fins políticos, mas para a manutenção da sua cidade. Como é que você critica uma coisa muito grave que o governador fez? É difícil”.