Golpe no PSB contou com a assinatura de dois ex-filiados

O golpe que o Mago deu em Edvaldo Rosas vai entrar para a história como o golpe mais fajuto da Paraíba. Além de não atingir o quórum mínimo para dissolução do diretório, a lista enviada ao Diretório Nacional do PSB contou com a assinatura de dois ex-filiados; Zé Paulo e Expedito de Souza.

Além disso, Chico Mendes, membro titular, ao tomar conhecimento da dissolução do partido, mandou retirar o nome da lista e enviou a declaração ao então presidente Estadual do PSB, Edvaldo Rosas.

Realmente, Ricardo Coutinho não sabe conviver em democracia e jamais respeita a decisão da maioria. Por isso que foi expulso do PT.

É um autocrata perdido no tempo.

VERGONHOSO: Daniella Ribeiro pede ressarcimento ao Senado de sorvete de R$ 17 e até cafezinho de R$ 5

 

Réu na Operação Calvário também assinou lista a favor do golpe no PSB

Girassol-raiz e braço direito de Ricardo Coutinho no judiciário, Gilberto Carneiro foi um dos filiados que assinou a lista a favor do golpe no PSB, destituindo Edvaldo Rosas.

Além de ser réu na Operação Calvário, Gilberto Carneiro já foi condenado a cinco anos de reclusão pelos crimes de falsificação de documento público e falsidade ideológica.

Segundo o jornalista Anderson Soares, a lista contém 30 assinaturas, sendo que 24 delas são de membros  titulares e seis de suplentes. Além disso, Chico Mendes, membro titular, ao tomar conhecimento da dissolução do partido, mandou retirar o nome da lista e enviou a declaração ao então presidente Estadual do PSB, Edvaldo Rosas.

Os suplentes José Paulo e Denise Albuquerque também retiram os nomes. Ou seja, dos 51 membros titulares, apenas 23 assinaram a lista.

O número é insuficiente para autodissolução do Diretória Estadual, já que eram necessárias 26 assinaturas dos titulares, isto é, cinquenta por cento mais um, conforme determina o estatuto da legenda. A lista revela que a destituição do partido foi feita de forma irregular.

Sob o comando político de Ricardo Coutinho, PSB vira sinônimo de corrupção na Paraíba

Provável união das oposições em Guarabira já preocupa Camila Toscano

A deputada estadual Camila Toscano tem cobrado coerência do conterrâneo Raniery Paulino na relação com o governo do Estado.

Mas o que realmente preocupa Camila não é a possibilidade da oposição perder Raniery para o governo. E sim a consequência, que seria a reunificação da oposição em Guarabira, ameaçando fatalmente a continuidade da família Toscano na prefeitura.

Camila sabe que unificada em torno da candidatura de Raniery Paulino a oposição é quase imbatível. E como não tem segundo turno em Guarabira, qualquer divisão na oposição beneficia o governo municipal.

E por falar em coerência, talvez Raniery seja o único parlamentar da Casa que desde 2011 faz oposição a Ricardo Coutinho sem titubear um segundo sequer.

Mas agora o governador é João.

São os efeitos colaterais da nova ordem política paraibana…

PESQUISA DATAVOX: Para 46,4% dos entrevistados, Raniery Paulino é o deputado estadual mais atuante de Guarabira

Réu por corrupção, irmão de Ricardo Coutinho continua no gabinete de Gervásio Maia com salário de R$ 13 mil

Parece que o deputado federal Gervásio Maia não se importa muito com o fato do seu assessor Coriolano Coutinho ter virado réu no escândalo do propinoduto girassol.

Cori continua “trabalhando” no gabinete, conforme informações do portal da Câmara Federal:

A denúncia

O juiz da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, José Guedes Cavalcanti Neto, aceitou denúncia contra nove acusados de corrupção pelo Ministério Público da Paraíba. Entre eles Coriolano Coutinho, irmão de Ricardo Coutinho, então prefeito de João Pessoa quando a quadrilha começou a desviar dinheiro público.

O esquema denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) tem como base os contratos da gestão municipal nos governos socialistas, na capital, com o escritório Bernardo Vidal Advogados. O esquema girava em torno da promessa de “recuperação de créditos tributários”. A operação teria ocorrido entre 2009 e 2011, tendo como alvo a prefeitura de João Pessoa. O prejuízo estimado é de R$ 49 milhões.

Apreensão de recursos

O esquema investigado pelo Gaeco conectou a denúncia, revelada em delação por Livânia Farias, com um episódio até bem pouco tempo inexplicado. A prisão de um homem em 2011, em uma blitiz, com R$ 81 mil, junto a um papel com marcações de letras iniciais, que indicariam que o dinheiro teria auxiliares do governo do Estado como destinatários.

Trecho da denúncia contra o irmão de Ricardo Coutinho:

Entre os destinatários do dinheiro apreendido naquela operação, indicados pelas iniciais, estariam o ex-procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro; a ex-secretária de Administração, Livânia Farias; o irmão do ex-governador Ricardo Coutinho, Coriolano Coutinho, e a ex-superintendente de Transportes e Trânsito de João Pessoa, que depois passou a ocupar o cargo de secretária de Administração da capital, Laura Farias. A apreensão ocorreu nas proximidades do viaduto Ivan Bichara, na BR-101, em João Pessoa, e houve esforço enorme das autoridades para abafar o caso.

O episódio se perdeu no tempo em meio a muitas idas e vindas até o arquivamento do inquérito policial, de forma bastante suspeita. O caso gerou até abertura de inquérito no Ministério Público da Paraíba. O fio condutor para elucidar tudo veio apenas agora, oito anos depois, com a denúncia protocolada com base em investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Racha no PSB começou com sede de Gervásio Maia por cargos e fofocas para o Mago

De acordo com o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, em entrevista à rádio Cultura, em Guarabira, o racha no PSB começou com a sede de Gervásio Maia por cargos no governo do Estado.

Como não teve êxito, foi fofocar para Ricardo Coutinho e o resultado a gente já sabe.

“Foi fundamental para o distanciamento entre João e Ricardo. O deputado perdeu espaço na Assembleia e queria compensar com cargos no Governo do Estado, mas como o governador não aceitou, ele (Gervásio) passou a levar fofoca e fuxico para Ricardo contra João, e Ricardo tomou as dores, disse Galdino.

É o urso fofoqueiro de Catolé…

Juiz aceita denúncia e Coriolano Coutinho vira réu em esquema de corrupção na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho

Sob o comando de Moro, Polícia Federal tem o menor número de operações em 5 anos

Sob o comando do ministro Sergio Moro (Justiça), a Polícia Federal fez no primeiro semestre deste ano a menor quantidade de operações desde 2014. Foram realizadas, entre janeiro e junho, 204 ações, número mais baixo que o registrado nos nove semestres anteriores.

Apesar de menos atividades nas ruas, cresceram o número de investigações e os valores de bens apreendidos de 2018 para 2019. Os dados foram levantados pela PF a pedido da Folha. No período entre 2009 e 2019, o pico de produtividade se deu no semestre imediatamente anterior ao de estreia de Moro no governo de Jair Bolsonaro. Foram 360 ações entre julho e dezembro de 2018 —1,9 por dia.

Historicamente, os primeiros semestres têm menos operações do que os seis meses finais de um ano –isso porque, na primeira metade de um ano, há mais dias de folga para o Judiciário, que é quem autoriza as medidas de busca e apreensão e de prisão.

Na primeira metade do ano passado, a PF fez 269 operações, média de 1,4 por dia, contra 1,1 entre janeiro e junho de 2019.

Os resultados da atual gestão só ficam à frente dos registrados até o primeiro semestre de 2014 —quando houve 178 operações. Aquele ano marcou o início da Lava Jato, com maior ênfase de atuação da PF contra crimes do colarinho branco.

Bolsonaro se elegeu no ano passado prometendo rigor no combate às atividades ilegais, e fez do ex-juiz da Lava Jato o timoneiro dessa missão. Os últimos meses, no entanto, têm sido marcados por tentativas de interferência do presidente na pasta do ministro.

Em agosto, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do órgão no Rio, Ricardo Saadi, disse ser ele “quem manda” na corporação e ameaçou substituir seu diretor-geral, Maurício Valeixo, da confiança de Moro. “Se eu trocar hoje [o diretor-geral], qual o problema? Ele é subordinado a mim, não ao ministro. Sou eu que indico, está na lei.”

Depois de dizer à Folha que a PF precisa de uma “arejada”, o presidente não tocou mais no assunto. A diretoria do órgão considera que o clima ficou mais tranquilo, mas Bolsonaro ainda não afiançou a permanência de Valeixo.

Sede da Justiça Federal no Paraná, que continuará com dezenas de casos da Lava Jato após a ida do ex-juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça

A PF alega que vários fatores podem ter impactado seu desempenho, como a queda de 10% do efetivo policial na ativa desde 2016. E pondera que os números deste ano ainda refletem os resultados de investigações feitas em governos anteriores.

Argumenta também que há outros indicadores de seu desempenho em alta, a exemplo da quantidade de apreensões.

Em casos relacionados a crime organizado, facções criminosas e crimes violentos, foram recolhidos R$ 548,1 milhões em patrimônio de investigados de janeiro a julho deste ano, mais que em todo 2018 (R$ 451,5 milhões).

A performance, afirma a PF, também é considerada satisfatória nas apreensões de drogas. Até agosto de 2019, foram 67 toneladas de cocaína, quase o total de todo o ano passado. No mesmo período, foram tomados de traficantes 364,8 mil comprimidos de ecstasy, contra 295,3 mil em todo 2018.

O órgão não detalhou, em cada ano, a quantidade de operações conforme os tipos de crime combatidos.

Em quase 11 anos (de 2009 a 10 de setembro deste ano), corrupção e tráfico de drogas foram os principais alvos das ações do órgão. Estiveram na mira de quase 40% das 4.256 investidas do período. Foram 869 operações envolvendo entorpecentes e mais 822 de esquemas relacionados a pagamento de propinas e desvios na administração pública.

Houve também bastante ênfase contra crimes fazendários (770 ações), previdenciários (400), cibernéticos (254) e ambientais (238).

A PF disse, em nota, que vários fatores podem influenciar no aumento ou diminuição “temporário e sazonal do número de operações”, entre eles o quantitativo de policiais.

Além disso, o órgão justificou que, em 2015 e 2017, duas mudanças nos normativos internos da PF trouxeram um rol maior de exigências para que uma ação seja considerada “operação especial”, tipo divulgado à imprensa. “Assim, muitas ações que, em um passado próximo, eram consideradas operações, hoje não ingressam na estatística por não satisfazerem tais critérios”.

A PF sustenta ainda que o número de operações deflagradas não reflete, obrigatoriamente, o número de operações em andamento. Como exemplo, diz que havia cerca de 500 operações em curso no início do segundo semestre de 2018 e, atualmente, 738.

“Cada operação tem seu tempo de maturação e a deflagração é apenas a etapa final de uma operação, que pode ter durado meses de trabalho.”

O Ministério da Justiça afirmou, em nota, que cada investigação ou operação “tem a sua própria marcha, a depender da complexidade do caso, do número de investigados, do conjunto probatório a ser produzido e das inúmeras outras variáveis que o objeto da investigação impõe”.

“Por outro lado, é sabido que, a cada caso desvendado, as organizações criminosas migram as suas práticas e formas de operar no mundo do crime, o que dificulta o trabalho das autoridades competentes para investigar os fatos”, argumentou.

Questionada se houve redução de verba para as ações, a pasta pontuou que o orçamento discricionário da PF “vem sendo majorado nos últimos anos” e cresceu 9% em 2019, ante 2018. Os valores não foram detalhados.

Folha

VÍDEO: Esposa de Berg Lima monta claque de servidores com cartazes “melhor primeira-dama” em sessão na Câmara de Bayeux

Engana-se quem pensa que a corrupção é o forte na prefeitura de Bayeux. A comédia também se destaca na gestão do ex-presidiário Berg Lima.

Nesta semana, a primeira-dama e secretária de ação social, Polyana, organizou uma claque com seus próprios funcionários para saudá-la durante convocação na Câmara Municipal.

 

Cartazes com dizeres ‘a melhor primeira-dama de Bayeux’ mais parecia uma adaptação da novela O Bem Amado, com o icônico prefeito Odorico Paraguaçu.

O vídeo é de causar vergonha alheia. As coitadas que seguram os cartazes certamente foram obrigadas a cumprir papel tão ridículo.

Não sei quem passou mais vergonha, o ‘doidinho do zorro’ que aparece no áudio ou as senhorinhas com os cartazes.

Pobre Bayeux..

FEDEU! TCE determina que ex-presidiário Berg Lima suspenda pagamentos à empresa do lixo com endereço fantasma

R$ 25 MIL POR MÊS: Adriano Galdino vai abrir ‘caixa-preta’ da ALPB e detalhar gastos dos deputados com a verba indenizatória

O blog foi informado que o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, vai abrir a ‘caixa-preta’ da verba indenizatória e detalhar os gastos dos parlamentares.

Diferentemente do Senado e da Câmara Federal, a ALPB só apresenta o valor ressarcido, mas não detalha os gastos:

Os deputados têm direito a uma verba de apoio parlamentar no valor de R$ 25 mil por mês, podendo ser cumulado com o meses subsequentes.

Vejamos o caso da deputada Estela Bezerra. Atualmente ela tem um saldo de R$ 73 mil para gastar com seu mandato como bem entender, mas sem transparência, o contribuinte não sabe como a parlamentar vem utilizando o recurso.

O Tribunal de Contas do Estado tem cobrado há anos o detalhamento da verba de indenização.

Parabéns ao presidente Adriano Galdino. Antes tarde do que nunca.

Esperamos que os gastos pretéritos também sejam detalhados.

SENADORA OSTENTAÇÃO: Daniela Ribeiro janta no The W, mas quem paga a conta de R$ 420 é o Senado

 

ÁUDIO: Enivaldo diz que Daniella Ribeiro está fazendo um trabalho maravilho e os críticos têm que “se danar”

Pai da senadora Daniella Ribeiro e vice-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro partiu em defesa da filha e disse que os críticos dos gastos com a verba de gabinete e o nepotismo tem que “se danar”:

 

Pai é pai, né?

Assim ele vai ser convidado a dar palestras sobre ‘gestão de crises’…

R$ 25 MIL EM 4 MESES: Daniella é a única senadora da PB que pediu ressarcimento com locação de carro para andar no próprio estado

SENADORA OSTENTAÇÃO: Daniela Ribeiro janta no The W, mas quem paga a conta de R$ 420 é o Senado

VERGONHOSO: Daniella Ribeiro pede ressarcimento ao Senado de sorvete de R$ 17 e até cafezinho de R$ 5

SENADORA FAMÍLIA: Imprensa nacional denuncia que Daniella Ribeiro mantém 3 parentes no gabinete ao custo de R$ 630 mil por ano

 

 

Em nota, senadora Daniella reconhece ‘erro inadmissível’ no uso da verba de gabinete e vai devolver dinheiro ao Senado

Nos últimos dias critiquei contundentemente os gastos da senadora Daniella Ribeiro ressarcidos pelo Senado Federal, entre eles, um sorvete de R$ 17 , um cafezinho de R$ 5 e um almoço de R$ 420. Na nota abaixo, Daniella se compromete a ressarcir apenas os 17 reais.

Parabenizo a atitude (incompleta) da senadora, pois muitos políticos têm dificuldades em reconhecer seus erros. E todos nós estamos passíveis ao erro.

No entanto, a nota não diz nada sobre o almoço de R$ 420 no restaurante The W, muito menos dos R$ 25 mil com locação de carro em apenas 4 meses para usar em seu próprio estado.

Será que a senadora não possui carro próprio?

Pode não ser ilegal pagar toda a conta da mesa para familiares e colunista social (não sei os critérios do Senado), mas certamente é imoral, ainda mais numa situação de crise econômica com cortes na educação, pesquisa científica, bolsas de estudos, farmácia básica, moradia, assistência social e infraestrutura.

E até onde sei, naquele almoço não tinha ninguém em situação de hipossuficiência pra justificar a generosidade com o nosso dinheiro oriundo de altíssimos impostos.

É tempo de economia com dinheiro público, senadora! Pois lá fora existem 13 milhões de desempregados, 40 milhões vivendo de bico e mais 60 milhões com o nome sujo no SPC.

Pensa neles quando for pagar banquete pra bacana da próxima vez.

SENADORA OSTENTAÇÃO: Daniela Ribeiro janta no The W, mas quem paga a conta de R$ 420 é o Senado

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