Dizem que após a histórica ‘mijada’ de Nilvan Ferreira, Berg Lima está até agora procurando o caminho de volta pra Bayeux

A mijada que o prefeito ex-presidiário de Bayeux, Berg Lima, levou do radialista Nilvan Ferreira foi tão grande que o menino traquino ainda não encontrou o caminho de volta à cidade.

Familiares já pensaram em ligar para o 190, mas o receio é que os ‘homi’ levem o corrupto de volta para o presídio.

Confira a ‘mijada’ do século:

Filho mais surtado do ‘capetão’, Eduardo Bolsonaro, o ‘zero-bosta’, diz que governo irá aplicar um novo AI-5 se a esquerda continuar a pressionar

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) voltou a defender o regresso da ditadura militar no Brasil e informou, em entrevista, que o governo irá aplicar um “novo AI-5”, caso a esquerda brasileira pressione em suas ações. “Tudo é culpa do Bolsonaro. Se a esquerda radicalizar neste ponto, a gente vai ter que dar uma resposta. Uma resposta que pode ser um novo AI-5. Alguma resposta será dada “, disparou ele.

 

O que foi o AI-5

O AI-5, o mais duro de todos os Atos Institucionais, foi emitido pelo presidente Artur da Costa e Silva em 13 de dezembro de 1968. Isso resultou na perda de mandatos de parlamentares contrários aos militares, intervenções ordenadas pelo presidente nos municípios e estados e também na suspensão de quaisquer garantias constitucionais que eventualmente resultaram na institucionalização da tortura, comumente usada como instrumento pelo Estado.

Ruy diz que está preparado para disputar PMJP e vai buscar reciprocidade de Luciano Cartaxo

O deputado federal Ruy Carneiro é hoje o nome mais forte dentro do PSDB para disputar a prefeitura de João Pessoa. Tem recall e serviço prestado através dos mandatos na Câmara.

Mas ainda não conta com o apoio mais decisivo dessa eleição; o de Luciano Cartaxo.

“Acho que o PSDB e os partidos aliados têm bons nomes e se eu for o escolhido não me negarei a participar de mais esse desafio. O tema seja amadurecido dentro não somente do partido, mas sobretudo do grupo de legendas que estão em torno do prefeito Luciano Cartaxo, inclusive considerando o legado que ele está deixando na administração”, disse Ruy.

Ruy agora vai cobrar reciprocidade, pois em 2016 abriu mão de ser vice na chapa de Luciano para agregar o MDB de Manoel Júnior.

A próxima eleição para a prefeitura de João Pessoa será a mais estranha de todas. O favorito, Ricardo Coutinho, já não é tão favorito assim e está com a imagem bichada.

O prefeito Luciano Cartaxo tem uma gestão bem avaliada e um forte potencial de transferência de votos, mas ainda não escolheu seu candidato.

O MDB está mais velho que José Maranhão e também não tem nomes.

Representante de militares: “Bolsonaro nos traiu, PSOL e PT nos defenderam

As cenas de comoção protagonizadas por militares graduados da reserva circularam freneticamente nas redes sociais, na terça-feira 29. Naquele dia, vários deles foram à Câmara pressionar os deputados federais para tentar reverter as perdas que o projeto de reforma da Previdência criado pelo governo impôs a essa fatia das Forças Armadas. O esforço foi em vão.

Muitos deles foram às lágrimas e se sentiram traídos pelo presidente Jair Bolsonaro, a quem apoiaram fervorosamente na corrida eleitoral. “Na campanha, ele prometeu que ia resolver a questão salarial, disse que o salário dos sargentos está muito baixo”, comenta Adão Farias, sargento da Aeronáutica da reserva e diretor de coordenação política da Federação Nacional dos Militares Graduados Inativos das Forças Armadas. “Mas aí, olhamos o projeto da reforma da Previdência e constatamos que estava beneficiando somente a cúpula”.

Os graduados não gostaram de ver que o governo privilegiou os oficiais superiores, enquanto eles tiveram reduzidos os valores de adicionais de disponibilidade (ganho pelo fato de o militar ser obrigado a ficar completamente disponível para a força) e habilitação (recebido de acordo com os cursos feitos por cada um), além de outros benefícios.

Em uma reviravolta surpreendente, os militares que antes colocavam fé em Bolsonaro foram defendidos na votação da Câmara por deputados do PSOL e do PT. “A sargentada representa 80% da tropa”, afirma Farias, em entrevista à coluna. “Com esses, o presidente perdeu seu capital político para sempre”.

UOL – Por qual motivo os graduados direcionaram seu protesto contra o presidente Bolsonaro?

Adão Farias – É muito simples de entender: pelo discurso de campanha que ele fez. Bolsonaro se manteve 30 anos como deputado porque teve apoio dos graduados dentro dos quartéis, da sargentada, que representa 80% da tropa. Na campanha, prometeu que ia resolver a questão salarial, disse que o salário dos sargentos está muito baixo. A maioria dos suboficiais que sai das Forças Armadas e vai para a reserva sai num dia e no outro vai trabalhar de motorista de táxi ou de Uber. Bolsonaro prometeu melhorar isso. Mas aí, olhamos o projeto da reforma da Previdência e constatamos que estava beneficiando somente a cúpula. Os generais vão para uma remuneração de R$33.900,00.

O protesto está voltado para Bolsonaro porque esse projeto de reforma é de iniciativa exclusiva do presidente, foi ele que enviou à Câmara. É privativo dele tratar de salário e reestruturação da carreira militar. Então foi ele que enviou, está havendo protesto contra o presidente porque a responsabilidade é dele, podia ter melhorado o projeto e não melhorou.

As associações representativas dos graduados tentaram contato direto com Bolsonaro?

Todas as associações tentaram chegar ao presidente e não conseguiram. O vice-presidente chegou a receber um grupo e depois passou para a assessoria. Tentamos negociar com o Ministério da Defesa, eles recusaram. Tentou-se negociar com o líder do partido do governo, Major Vitor Hugo, não tivemos sucesso. Fizemos esse esforço durante seis meses para que eles nos ouvissem para corrigir o projeto, mas ninguém nos recebeu.

Ouvimos várias vezes dentro do Congresso: “É para ser aprovado desse jeito, é assim que o Ministério da Defesa quer”. O próprio relator falou isso. Numa audiência pública na Câmara dos Deputados ele disse: “eu fui escolhido pelos comandantes militares para ser o relator desse projeto”. Isso causou perplexidade: quer dizer que os comandantes escolhem o relator de um projeto de lei que é de interesse deles?

Quais partidos apoiaram a causa de vocês?

A comissão foi formada com 44 deputados de todos os partidos. Algumas legendas disseram que iam apoiar e depois pularam fora. O DEM por exemplo. O PSL foi o tempo todo contra, o Major Vitor Hugo disse que não apoiaria. Quem ficou do nosso lado foi o PT e o PSOL.

Não é curioso que justamente os partidos apontados como “comunistas” e inimigos pelos militares na campanha eleitoral tenham ficado ao lado de vocês?

O que nós vimos foi isso. O partido do governo que dizia que resolveria a questão dos militares ficou contra melhorias no projeto. O PT e PSOL votaram a favor dos graduados. Vi vários militares agradecendo o apoio ao PSOL, vi inclusive entrevistas de militares dizendo que votam no Glauber e no Freixo e não votam mais nos deputados da base do governo e nem no Bolsonaro. Isso pra mim foi uma surpresa, porque esses militares sempre estiveram alinhados com Bolsonaro. O PSL era um partido insignificante e se tornou grande com o apoio dos militares. Não esperava isso. Na hora que o cara se sente traído, o sentimento é terrível.

Esse sentimento é generalizado ou restrito a algum grupo?

Pelo fato de atuar com as associações, participo de pelo menos 20 grupos de WhatsApp e Telegram. Posso dizer que a indignação vai do Oiapoque ao Chuí.

Acha que o presidente Bolsonaro pode reverter esse sentimento de decepção?

Acho difícil que ele reverta isso. O capital político que ele tinha com os graduados se perdeu.

E o argumento de que seria muito dispendioso atender as reivindicações de vocês?

Contratamos um matemático que desmente o impacto financeiro caso os graduados fossem beneficiados. Não seria de R$ 130 bilhões em dez anos, mas de R$ 10 bilhões. Inflaram o número para causar impacto.

Outra coisa: dentro da comissão estavam os generais. O Ministério da Defesa mantém uma assessoria parlamentar dentro do Congresso. São coronéis, partes interessadas no projeto como está, porque levam as maiores gratificações. Atuam diretamente nos gabinetes dos deputados, exerceram uma pressão muito forte para que não o projeto não fosse mudado.

Chico Alves

#Bolsonaroassassino é um dos assuntos mais comentados no Twitter

Internautas subiram a #Bolsonaroassassino, na rede social Twitter, após ele ser citado como suspeito de matar Marielle Franco. Depoimento do porteiro do “Vivendas da Barra” relata que o ex-PM Ronnie Lessa visitou a casa de Bolsonaro horas antes de cometer o assassinato de Marielle Franco, no dia 14 de março de 2018.

Após o depoimento vir  à tona, Bolsonaro ordenou que o ministro da Justiça, Sergio Moro, interfira nas investigações, através da PF, para blindar seu clã dos índicios.

Veja as postagens

Governador do Rio diz nos bastidores que Bolsonaro é “carta fora do baralho”

A revelação de que o nome de Jair Bolsonaro aparece em meio aos desdobramentos das investigações do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, já levam o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) a considerar o ex-capitão como “carta fora do baralho” na disputa presidencial de 2022. Segundo reportagem do blog da jornalista Bela Megale, Witzel – que tem planos de se candidatar ao Planalto no próximo pleito presidencial – já vem comentando com aliados próximos sobre Bolsonaro não disputar a reeleição há cerca de um mês.

“A percepção de pessoas próximas ao governador é que ele já sabia de algo que poderia complicar a reeleição de Jair Bolsonaro. Witzel vem trabalhando para cacifar seu nome para a próxima disputa presidencial”, destaca a reportagem. Nesta terça-feira (29), ao tomar conhecimento do vazamento de dados ligados às investigações do assassinato de Marielle Franco, Bolsonaro acusou Witzel de ser o responsável.

“Acabei de ver aqui na ficha que o senhor (Witzel) teria vazado esse processo que está em segredo de Justiça para a Globo. O senhor só se elegeu governador porque o senhor ficou o tempo todo colado no Flávio Bolsonaro [senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)], meu filho”, disse Bolsonaro durante uma transmissão feita de Riad, na Arábia Saudita, onde está em viagem oficial. “O senhor (Witzel) se afastou porque quer concorrer à Presidência em 2022. O desejo é legítimo. Mas para isso o senhor precisa acabar com a família Bolsonaro”, completou.

Em nota, Witzel afirmou que “lamenta profundamente a manifestação intempestiva do presidente Jair Bolsonaro” e ressaltou que “jamais houve qualquer tipo de interferência política nas investigações conduzidas pelo Ministério Público e a cargo da Polícia Civil”.

Brasil 247

ÁUDIO: A histórica ‘mijada’ ao vivo de Nilvan Ferreira no ex-presidiário Berg Lima

O que falta para João Azevedo entender que Gervásio Maia já está na oposição?

O governador João Azevedo tem demorado muito para reagir politicamente, seja no racha dentro do PSB ou isoladamente com figuras como Gervásio Maia.

O que passa a ideia de fraqueza política. É como se o governador não tivesse pulso para tomar as medidas necessárias.

Se por um lado Gervásio retalia o estado nas emendas e desmente o governo, João não esboça nenhuma reação prática.

Gervásio escolheu fazer oposição ao governo, mas continua arrotando cargos na gestão de João Azevedo.

Vai entender.

ÁUDIO: A histórica ‘mijada’ ao vivo de Nilvan Ferreira no ex-presidiário Berg Lima

 

ÁUDIO: A histórica ‘mijada’ ao vivo de Nilvan Ferreira no ex-presidiário Berg Lima

Se o prefeito ex-presidiário Berg Lima tivesse vergonha na cara – coisa que ele nunca teve – jamais tentaria uma reeleição na cidade em que ele foi preso em flagrante por corrupção com dinheiro na cueca.

Na última terça-feira, 29, o radialista Nilvan Ferreira fez aquilo que todo cidadão de Bayeux tem vontade de fazer; deu uma ‘mijada’ ao vivo e a cores no corrupto e botou ele em seu lugar:

“Bayeux para ter jeito tem que tirar o senhor e 90% da Câmara […] Quem comenta sobre Bayeux a primeira coisa que comenta é sobre corrupção…”, disse Nilvan.

Berg é tão cara de pau que ainda respondeu dizendo que caberá à população escolher quem pode avançar e quem pode retroceder na cidade.

Entendi. Se for pra avançar na corrupção, vote em Berg Lima.

Mas pior do que o prefeito, ainda são aqueles que defendem o corrupto nas redes sociais em troca de um salário mínimo.

Porque ser corrupto é uma coisa, mas defender quem te assalta é muita safadeza…