Entre os ‘paraíbas’ e Bolsonaro, Julian Lemos ficou com o poder que não tem

Julian Lemos foi escorraçado e humilhado pelos filhos do presidente Bolsonaro, mas continua fiel. Porém, distante do núcleo duro do poder. Dizem que o deputado e o presidente não se falam desde o início do governo, mesmo Julian se autoproclamando o representante de Bolsonaro na Paraíba.

Mas só na cabeça dele.

A fidelidade é tanta que mesmo após a preconceituosa fala contra os nordestinos e os ‘paraíba’, Julian preferiu ficar ao lado do presidente do que defender o seu povo.

Metido a valente, Julian Lemos bateu pino…

Confira a postagem do deputado:

Sem hipocrisia ou mi mi mi…Todos sabem o quanto respeito Jair Bolsonaro, não preciso falar sobre minha história ao lado dele, mas não sou e nem serei subserviente ou hipócritas como muitos são a ninguem, inclive a ele.
Jair Bolsonaro conheço de perto, muito de perto, não sou um sufista ou caí de paraquedas agora, acho que essa discussão toda não tem o valor que querem dar, e já foi longe demais, JAIR BOLSONARO não é e nunca foi racista com nosso povo, eu sei o que estou dizendo, sou um Paraíba, sou testemunha disso, ele sempre me chamou assim e nunca o vi olhar para mim com olhos de preconceito, muito pelo contrário, não tenho procuração dele nem quero, não preciso, mas sejamos no mínimo inteligentes, vejam quem está potencializando essa bobagem que ele falou, Jair Bolsonaro é isso, como ele mesmo diz, caneladas, e não será a última, só não sejam manipulados por esses governadores do Nordeste, e cobras venenosas como o sr. Ricardo Coutinho, eu jamais, jamais aceitaria qualquer tipo de discriminação ao meu povo.

61,2% dos paraibanos reprovam governo de Bolsonaro; 50% avaliam como RUIM ou PÉSSIMO

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, pelo Instituto Opinião, mostra que a avaliação do governo de Jair Bolsonaro vai de mal a pior na Paraíba. 61,2% desaprovam a gestão de Jair Bolsonaro. Ele ainda obteve pouco mais de 50% de RUIM e PÉSSIMO.

Apenas 28% dos paraibanos avaliaram positivamente os seis primeiros meses de governo do presidente da República.

O Instituto Opinião ouviu 1.300 entrevistados, divididos em 50 cidades da Paraíba, entre os dias 14, 15 e 16 de julho.

Daqui a pouco supera Temer como o pior presidente do Brasil…

Temer afirma que Bolsonaro é a sua continuidade

Após ter chegado à presidência da República em 2016 por causa de um golpe contra a então presidente Dilma Rousseff, Michel Temer agora reforça que o presidente Jair Bolsonaro dá continuidade à gestão do emedebista.

“Você sabe que eu acabo avaliando até positivamente… Por uma razão, digamos, singela, e que vem muito ao encontro daquilo que eu penso. Eu me recordo, quando presidente da República, eu dizia: ‘olha, será bem sucedido o presidente que der sequência àquilo que estou fazendo’. Do jeito que as coisas vão indo, o governo vai bem, porque está dando sequência ao nosso governo”, disse o ex-presidente à BBC Brasil.

As duas gestões (Temer e Bolsonaro) são marcadas pelo corte de direitos, entega de setores estratégicos da economia para estrangeiros e corte de investimentos públicos.

O ex-presidenciável do PT Fernando Haddad ironizou a declaração de Temer. “Temer: ‘O governo Bolsonaro vai bem porque está dando sequência ao meu’.  Verdade, mas bem pra quem?”, questionou Haddad no Twitter.

Na entrevista, o emededebista também afirmou que “a Previdência Social só foi aprovada agora porque na verdade, durante dois anos”, ele mesmo fez “um debate intensíssimo sobre a Previdência Social e agora acabou sendo aprovada em primeiro turno”. “Suponho que será aprovada em segundo turno, é importante, fundamental para o país. No passado houve muita resistência, mas esta resistência foi vencida pela campanha que nós fizemos ao longo do tempo”, acrescentou Temer.

Sobre a baixa popularidade de Bolsonaro, o emedebista afirmou: “É decepção, né… É natural essa decepção. Toda vez que alguém chega ao governo, chega dando muita esperança, as pessoas esperam muito. A gente não pode pautar-se apenas pela popularidade, e convenhamos, falando de mim, se fosse pautar-me pela minha popularidade, eu não teria feito as reformas que o país precisa. A questão da popularidade não significa que o governo está bem ou está mal. O governo precisa agir, ir pra frente”.

Genival Matias convida presidente da ALPB para se filiar ao Avante e Galdino pode deixar PSB

Após receber o convite pessoal do presidente estadual do Avante, deputado Genival Matias, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino poderá deixar o PSB e se filiar ao novo partido que está de portas abertas para recebê-lo.

Nesta segunda-feira (22) Genival confirmou a formalização do convite e espera que o amigo aceite o mais breve possível.

“Adriano Galdino é um grande nome para compor os quadros de qualquer partido e o Avante está de portas abertas para ele, tendo em vista que queremos o crescimento do partido que já conta com a segunda maior bancada na Assembleia Legislativa. Acredito que o teremos em breve como o mais novo deputado do Avante”, disse o vice-presidente da Assembleia.

Além de amigo, Genival Matias foi um dos principais articuladores que trabalhou pela ascensão de Adriano ao comando da Casa de Epitácio Pessoa nos próximos quatro anos. Por causa dessa movimentação audaciosa, Adriano é excluído até de reuniões do partido e já fez reclamações públicas.

Recentemente, a deputada Pollyanna Dutra ressaltou que ela e o deputado Adriano Galdino estão sendo tratados como se não fizessem parte do PSB.

Caso Adriano aceite o convite de se filiar ao Avante, Genival avalia que outros deputados também seguirão o presidente e o partido passará a ter a maior bancada na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Miriam Leitão: não podemos mais nos deixar enganar, Bolsonaro é um perigo

A jornalista Miriam Leitão, em artigo publicado no jornal O Globo, avalia que Bolsonaro transita entre o “grotesco e o perigoso”:

Pense no que o presidente Jair Bolsonaro fez e falou de grotesco em 200 dias. Você só conseguirá se lembrar de tudo se recorrer a uma pesquisa. São tantas esquisitices diárias que a gente se esquece porque precisa cuidar da vida. O presidente investiu contra radar, cadeira de criança, taxa cobrada em Noronha. Defendeu o trabalho infantil, disse que, sim, beneficiará filho seu, postou notícia falsa, deu visibilidade a uma cena escatológica no carnaval e tratou com escárnio valores fundamentais. Qualquer lista que for feita aqui ficará incompleta. O problema é que junto com atos e palavras sem noção há perigo real contra pessoas e instituições.

Governar um país não é comandar um programa humorístico. As palavras bizarro e tosco têm sido usadas com frequência, mas talvez devamos pensar mais na palavra perigo. Enquanto renova o estoque da “última de Bolsonaro”, a Presidência contrata o desastre em inúmeras áreas.

Os ataques ao meio ambiente são diários, a educação perdeu um semestre, o Brasil se aproximou na ONU de países párias nos direitos da mulher, o governo naturalizou a intolerância, suspendeu a fabricação de remédios essenciais, escalou a liberação de agrotóxicos, estimulou o preconceito, encurralou a cultura e esteve nas ruas com quem pediu fechamento do Congresso e do Supremo.

Enquanto tudo isso acontecia, a economia continuou em crise, a queda da atividade se aprofundou, o desemprego permaneceu alto, a confiança caiu. Há relação entre uma coisa e outra. Até agora o que se tem é um governo sem rumo em todas as áreas, inclusive na economia. Alguns integrantes da equipe econômica se dedicam ao extremo a determinadas ações, mas o governo tem apresentado miragens como se fossem projetos em andamento. A lista de não eventos está cheia. De concreto, houve dois avanços em seis meses. A aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara e o anúncio do acordo Mercosul-União Europeia. Na Previdência, o parlamento avançou a despeito da balbúrdia do governo. No acordo comercial há ainda uma longa estrada até virar realidade. Não se pode contar ainda como conquista consolidada. A falta de fatos concretos na administração Bolsonaro mantém nos agentes econômicos a desconfiança em relação à retomada do crescimento. Os investidores da economia real precisam de sinais mais sólidos.

Há perigos agudos. O ministro Ricardo Salles visitou madeireiros, foi aplaudido por eles e os elogiou no mesmo local onde duas semanas antes madeireiros haviam queimado um caminhão tanque do Ibama. Foi em Espigão D’Oeste, Rondônia. O combustível abasteceria três helicópteros que seriam usados para fiscalizar a retirada ilegal de madeira na Terra Indígena Zoró. Não houve a operação. Criminosos queimaram patrimônio público, retiraram madeira de terra protegida, ameaçaram um órgão do governo, abortaram uma ação de fiscalização. A extração ilegal de madeira é a principal suspeita. O ministro do Meio Ambiente deveria ter sido mais cauteloso ao ir ao local se solidarizar com os madeireiros.

A lista dos perigos é tão extensa quanto a das tosquices. É importante ficar atento. O governo Bolsonaro tem um padrão. Ele vai encurralando e desmoralizando os órgãos públicos. O que há de comum entre defensoria pública, Ibama, ICMbio, Itamaraty, Inpe, IBGE, Inep, Fiocruz, tantos outros, é que o governo tem tentado impedir que eles façam o seu trabalho. De forma sutil ou ostensiva funcionários são neutralizados. Os contribuintes pagam os salários dos servidores para que eles exerçam funções específicas, e o governo tenta paralisar as atividades. É desperdício de um recurso público valioso e caro: o capital humano. Isso enfraquece o Estado nas funções que precisam ser fortalecidas.

Há áreas mais vulneráveis porque viraram os primeiros alvos, mas outros órgãos estão na mira. Para legitimar seus atos, o governo dirá que a reação de funcionários é corporativismo, quando é a saudável defesa da sua missão dentro do Estado. Depois de 200 dias não há mais como se enganar. O governo não é apenas incompetente. Ele está criando perigos reais para o país.

Com Alvaro Gribel (de São Paulo)

A NOVA ‘VELHA POLÍTICA’: Tabata pagou R$ 23 mil ao namorado com dinheiro do fundo eleitoral

“Renovação na política não passa por trocar o nome das coisas nem o rostinho no poder, mas por uma mudança de práticas.” A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) é a autora dessa frase. Ela foi proferida em uma entrevista a VEJA, publicada na edição 2.029, de 10 de abril de 2019, que marcou os 100 primeiros dias do governo de Jair Bolsonaro.

A deputada, que enfrentara havia poucos dias o então ministro da Educação, Ricardo Vélez, em uma sessão na Câmara, emergia como um dos principais expoentes da “nova política”. Sua bandeira pela educação trouxe atenção à sua atuação.

No entanto, nada mais de velho na política do que a contratação de parentes ou amigos. Tabata não fugiu dessa armadilha. Durante a sua campanha, com dinheiro do fundo partidário, pagou 23 mil reais ao namorado, o colombiano Daniel Alejandro Martínez, que conheceu na prestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Procurada pela reportagem, a parlamentar se esquivou.

VEJA tentou contato por meio de seu celular, de sua assessoria, bateu em seus gabinetes em Brasília e São Paulo e foi até sua casa, na Zona Sul da capital paulista, sem sucesso.

A única resposta veio em uma nota protocolar, enviada pela equipe de comunicação, semelhante às várias enviadas por outros políticos envolvidos em escândalos recentes. “A campanha da Tabata Amaral cumpriu as leis eleitorais na contratação de seus serviços e pessoas. Todas as informações são públicas e estão no portal do TSE.”

O registro do pagamento está, de fato, no site do Tribunal Superior Eleitoral. Foi lá, inclusive, que VEJA detectou o pagamento ao namorado. O contrato protocolado na Justiça eleitoral prevê que Martínez deveria prestar “serviço de análises estratégicas para a campanha eleitoral”.

O documento determina inclusive o local e horário de trabalho: Avenida Agami, 40, das 9h às 18h, em São Paulo. No local funciona um coworking, um escritório compartilhado por diversas empresas e empreendedores, que nunca serviu de comitê para Tabata.

O comitê fica no bairro da Saúde, distante 15 quilômetros do local de trabalho de Martínez. Um dos pedidos feitos à equipe da deputada foi a apresentação do resultado do serviço prestado por Martínez. Ele foi a quarta pessoa física que mais recebeu dinheiro da campanha da então candidata.

Os três primeiros — Laiz Soares, Daniel Machado Batista e Karina de Brito Tavares — trabalham hoje com a parlamentar em Brasília. A quinta pessoa que mais recebeu foi Josiane Trevisan Fauro, responsável por organizar a agenda de Tabata durante as eleições.

Os trabalhos desenvolvidos pelos quatro são facilmente rastreáveis. O de Martínez, não. Ele, durante a execução do contrato, ainda recebeu uma promoção. Desde o início, seus trabalhos seriam prestados entre os dias 17 de agosto e 6 de outubro de 2018 — um dia antes da eleição. Por esse serviço, ele receberia 17.100 reais.

O contrato foi assinado por Stefani Martins Pereira, procuradora de Tabata à época e atual funcionária de seu gabinete. Em 10 de setembro, um aditivo em seu contrato, também assinado por Stefani, elevou a remuneração a 23.050 reais pelos 50 dias de trabalho. Ele, que, em 2018, passou a estudar português se tornou responsável pela central de atendimento aos eleitores, de acordo com documento enviado à Justiça Eleitoral pelo escritório Braga Nascimento e Zilio, que assessorou a parlamentar.

Martínez é formado em estudos sociais por Harvard e é bolsista da Michael C. Rockefeller Memorial Fellowship, um centro de pós-graduação mantido dentro da universidade por doadores ligados à família Rockefeller.

Segundo o perfil de Martínez, ele está no Brasil para “passar tempo” com comunidades desfavorecidas e diversificadas étnico-racialmente. “Imagino minha jornada como uma combinação de experiências de convivência com povos indígenas, afro-brasileiros e comunidades camponesas; navegando na Amazônia; ficando com famílias locais; e me voluntariando para trabalhar com organizações locais”, diz seu perfil.

VEJA procurou Martínez, mas sem sucesso. De acordo com o advogado eleitoral Fernando Neisser, não é crime empregar parceiros, cônjuges ou até familiares durante a campanha — depois de eleito, sim. O crime está no fato de pagar por serviços que não foram prestados. Neste momento, não é possível afirmar, portanto, que Tabata cometeu irregularidade, mas apenas que os resultados do serviço prestado por Martínez não podem ser checados e não foram apresentados pela parlamentar.

Tabata enfrenta um processo de desconstrução. Após votar a favor da reforma da Previdência, a deputada perdeu parte do apoio que tinha da esquerda moderada, protagonizada por Ciro Gomes nas eleições. No entanto, o próprio, fiador de sua campanha e quem a acompanhou em comícios na Vila Missionária, onde reside a família da deputada, abandonou-a ao próprio destino.
A rusga se dá porque o PDT fechou questão, meses antes da votação no primeiro turno do plenário da Câmara, sobre votar de forma contrária às mudanças na aposentadoria. Tabata foi impulsionada pelo movimento organizado por empresários RenovaBR. Ela é a única ligada ao grupo que está no PDT, partido de centro-esquerda com raízes no trabalhismo de Getulio Vargas e Leonel Brizola.
Oito outros líderes, entre deputados federais e estaduais, ligados ao RenovaBR estão no Novo, partido de viés liberal, execrado pela esquerda. Durante a campanha, o grupo de empresários, que inclui nomes como Eduardo Mufarej, ex-presidente da Somos Educação, e Chieko Aoki, dona da rede de hotéis Blue Tree, pagava aos candidatos uma bolsa de estudos que poderia chegar a 10 mil reais mensais.
Segundo a organização, ela recebeu entre janeiro a junho de 2018. Segundo Ciro, deputados financiados por recursos privados devem deixar o partido. De acordo com o Radar, o presidente do PDT, Carlos Lupi, vai pressionar a deputada até que ela saia do partido.
A legenda não quer expulsá-la para não perder a cadeira na Câmara, uma vez que ela, caso saia por conta própria, perderia o mandato pela lei da fidelidade partidária. Em sua coluna, que mantém no jornal Folha de S. Paulo, Tabata explicou seu voto favorável à nova Previdência.
E em seu último texto, publicado no dia 14, ela enfrenta os detratores com pouca sutileza. “Sabemos que a extrema esquerda não admite flexibilidade alguma de posicionamento, pois está enclausurada em suas amarras.” As amarras não enclausuram somente a extrema esquerda, mas toda uma política viciada, toscamente chamada de “velha política” — a mesma contra a qual Tabata ganhou projeção e se elegeu.
Veja

Livro revela que Bolsonaro foi autor de croquis com bombas para explodirem no Rio na década de 80

Livro do jornalista Luiz Maklouf Carvalho, “O cadete e o capitão — a vida de Jair Bolsonaro no quartel”, que será lançado em agosto pela editora Todavia, revela que os croquis encontrados com Bolsonaro na década de 80, com detalhes sobre onde implantar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro, foram elaborados por Bolsonaro.

Bolsonaro, que havia sido condenado em um primeiro julgamento, acabou inocentado posteriormente pelo STM. Ele então deixou o Exército e ingressou na vida política.

Brasil 247

Calvário completa 80 dias sem realizar operação; e delação de Livânia Farias ainda não gerou novas fases

A última fase da Operação Calvário prendeu Maria Laura no dia 30 de abril, ex-assessora da Procuradoria Geral do Estado, que era comandada por Gilberto Carneiro. Segundo a decisão judicial determinando a operação, a prisão de uma das operadoras da ORCRIM Girassol foi baseada na delação de Leandro Nunes, ex-assessor de Livânia Farias.

Ou seja, as informações da delação de Livânia ainda não motivaram nenhuma fase.

A mulher de confiança de Ricardo Coutinho foi solta no dia 23 de abril, mas desde então, sua colaboração premiada continua preservada. Intocada.

O mecanismo joga pesado.

Sinto um cheiro de pizza no ar…

‘Pretendo beneficiar filho meu, sim’, diz Bolsonaro sobre indicação de Eduardo para embaixada nos EUA

O presidente Jair Bolsonaro reafirmou, em transmissão ao vivo no Facebook, nesta quinta-feira, que pretende indicar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada nos EUA. Bolsonaro disse que o filho só não irá para a embaixada se não quiser ou se não for aprovado pelo Senado.

— Lógico, que é filho meu, pretendo beneficiar filho meu, sim. Pretendo, se puder, dar filé mignon, eu dou, mas não tem nada a ver com filé mignon, nada a ver, é realmente, nós aprofundarmos um relacionamento com um país que é a maior potência econômica e militar do mundo — disse

Na defesa de seu filho, o presidente disse que, se quisesse, poderia até colocar o deputado como ministro de Relações Exteriores e mandar o atual ministro, Ernesto Araújo, para a embaixada em Washington.

— Se eu quiser hoje, eu não vou fazer isso jamais, chamo o Ernesto Araújo, falo: O Ernesto vai para Washington, que eu vou botar o Eduardo no Ministério da Relações Exteriores — afirmou.

Onda de solidariedade: Prefeitura de Caaporã deve assinar convênio com Hospital Napoleão Laureano

A Prefeitura Municipal  de  Caaporã,  sinalizou disposição em assinar convênio com o Hospital Napoleão Laureano, integrando ação espontânea de prefeituras paraibanas que se solidarizam com a instituição, referência no tratamento do câncer e que atende pacientes de todas as regiões da Paraíba.

O Prefeito  Kiko Monteiro recebeu os conselheiros da Fundação Napoleão Laureano, Vinícius Pessoa Barreto  e José Pereira, além do Diretor Financeiro da Fundação Napoleão Laureano Marcelo Lucena, para discutir o convênio que pode viabilizar repasses mensais ao hospital. Antes, será  submetido  um projeto de lei para aprovação da Câmara Municipal.

O Prefeito destacou a importância do Napoleão Laureano, que acolhe moradores de Caaporã, e frisou a importâncias das gestões municipais colaborarem no custeio do hospital, garantindo a continuidade dos atendimentos.