Anulação dos votos de Pâmela Bório pode tirar Julian Lemos da Câmara Federal

Os 11.120 votos obtidos pela jornalista Pâmela Bório foram anulados ontem quando o ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu pela cassação do diploma da suplente de deputada federal da coligação PSL/DC e PSDC.

O ministro  entendeu que Pâmela era inelegível para 2018 pelo vínculo matrimonial como ex-mulher do governador Ricardo Coutinho (PSB), já que a separação se deu após a reeleição e no mesmo período anterior ao pleito. Com isso, segundo juristas consultados pelo Blog, os votos da coligação são, consequentemente, recontados.

A decisão afeta a coligação, que alcançou 167.012 votos e atingiu o coeficiente eleitoral de 165.781 votos para eleger um parlamentar. Sem os 11.120 votos de Pâmela, a votação da coligação caiu para 154.800 votos, abaixo do coeficiente, o que pode, em tese, resvalar no único eleito nesse bloco partidário, o deputado federal Julian Lemos (PSL).

Heron Cid

Ruy Carneiro critica modelo de gestão do PSB: “A saúde não pode ser gerida por organizações sociais sem a devida fiscalização do Estado”

Saúde pública é responsabilidade do Estado e não pode ser terceirizada para organizações sociais (OS) sem que haja a devida fiscalização, acompanhamento e cobrança de resultados permanentes por parte deste mesmo Estado.

É este o argumento defendido pelo deputado federal Ruy Carneiro ao comentar o caos enfrentado por unidades de saúde paraibanas administradas por OS.

Recentemente, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) reprovou, por unanimidade, as contas da gestão da Organização Social Instituto de Gestão em Saúde (Gerir), que administra a Maternidade Doutor Peregrino Filho, em Patos. Estima-se que a OS causou um prejuízo de R$ 3 milhões aos cofres públicos, com gastos elevados, irregularidades na contratação de terceirizadas e valores pagos sem comprovação.

O mesmo Instituto Gerir tem sido alvo de denúncias por parte do Conselho Regional de Medicina (CRM) da Paraíba. Além de salários atrasados do funcionalismo, a maternidade, que atende a Patos e outros 90 municípios sertanejos, sofreu “interdição ética” por parte do CRM, o que prejudicou o atendimento das mulheres gestantes. O hospital Regional de Patos e o Hospital Geral de Taperoá, também administrados pela mesma OS, entram na lista das unidades com problemas de pagamento de salários aos funcionários, falta de medicamentos e insumos.

“Depois do desmantelo, o Governo do Estado começou a tomar medidas, a nosso ver ainda tímidas. Mas se estas OS foram pagas ao longo dos anos para atender à saúde da população, porque a situação chegou a este ponto de total descontrole? Porque o Governo do Estado não fiscalizou antes? Quanto foi pago ao longo dos anos e quanto do dinheiro da população foi desperdiçado? Isto sem falar na perda de vidas, ocasionada por um atendimento precário”, cobra Ruy Carneiro.

TOMA LÁ, DÁ CÁ: Áudio vazado mostra Jullian Lemos negociando cargos federais

Em áudio que circula em Brasília, inclusive entre assessores do Palácio do Planalto, um deputado federal do PSL relata que parlamentares têm exigido e negociado cargos em troca de votos favoráveis à reforma da Previdência , principal projeto do primeiro ano do governo Bolsonaro.

“Só vou conseguir assim logo de cara, depois o caba não sabe o que consegue mais não. A Funasa e o Incra”. A afirmação é do deputado federal Julian Lemos (PSL) sobre a troca de cargos do governo Bolsonaro para apoio dos parlamentares à reforma da Previdência.

Na gravação, um telefonema de 12 minutos, a que O GLOBO teve acesso, o deputado Gulliem Lemos (PSL-PB), conhecido como Julian Lemos, relata ao secretário-geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes, que conseguiu junto à Casa Civil garantir para si a prerrogativa de indicar nomes para cargos de direção na Fundação Nacional da Saúde (Funasa) da Paraíba e na sede regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Lemos também relata que outros parlamentares buscam ou buscarão acordos semelhantes, com o objetivo de obter cargos na administração federal em troca de votos.

Na conversa, Lemos conta que vai conseguir, “logo de cara”, as indicações para a Funasa e o Incra e diz que ainda tentará “pegar um terceiro negócio”. O interlocutor concorda e afirma que a Funasa “é forte demais”. Procurado, o deputado disse que pedirá à Polícia Federal que investigue a origem da gravação, que chamou de “grampo ilegal”.

— O áudio é crime. É uma violação gravíssima, uma agressão, um fato grave. Isso aí vai rolar Polícia Federal. É extremamente absurdo isso. Não tem nada que desabone, única coisa que vejo criminosa é a gravação ilegal. Sou um deputado federal, imagine se os deputados agora têm seu sigilo telefônico quebrado — disse.

Feita sem o conhecimento dos dois interlocutores, a gravação de fato surgiu a partir de um grampo telefônico, segundo informou uma fonte ao GLOBO. Sem citar nomes, Julian Lemos atribuiu o grampo a adversários políticos.

– Descobri a fonte, descobri tudo, foi uma armaçãozinha que fizeram. Estou pegando mais informação para chegar aonde quero. É coisa minha — disse Lemos.

As indicações políticas apontadas por Lemos no telefonema ainda não foram oficializadas. Nesta semana, depois de O GLOBO procurar o deputado para comentar o teor do diálogo, Lemos anunciou em suas redes sociais que “abre mão” de indicar pessoas para ocupar cargos federais.

Na conversa, ocorrida em fevereiro, o secretário do PSL paraibano menciona uma reunião na Casa Civil na qual, segundo ele, ficou acertado que os cargos “a nível estadual” seriam distribuídos depois do carnaval. Ainda de acordo com Fábio Nobrega Lopes, o ministro-chefe da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), participou de um dos encontros nos quais eram discutidas as trocas de indicações a cargos na máquina federal por votos favoráveis à reforma da Previdência. O GLOBO procurou Onyx, por meio de sua assessoria, mas ele não comentou o diálogo.

Distribuição para todos

Lemos relata que, na reunião, Carlos Manato, secretário-geral para a Câmara do governo, diz que haverá cargos para todos os deputados, menos para os que são do PT e de outros partidos de esquerda.

Na conversa, Lemos e Nobrega discutem o preenchimento de um cargo na Funasa com salário líquido de R$ 7 mil, que consideram baixo, mas que controlaria uma alta gestão de recursos liberados pela Casa Civil.

Nobrega Lopes foi nomeado em 30 de janeiro para um cargo comissionado na secretaria-executiva do Ministério do Turismo, com salário R$ 10.673,30. A secretaria-executiva é vinculada diretamente ao gabinete do ministro Marcelo Álvaro Antônio, investigado pela Polícia Federal acusado de promover candidaturas de laranjas nas eleições de 2018.

Há dois dias, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), anunciou a liberação de cerca de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares. O anúncio ocorreu em meio à pressão de partidos políticos que criticam a articulação do governo junto ao Congresso. Na terça, o presidente Bolsonaro negou, pelo Twitter, que as verbas tenham sido liberadas “para a aprovação da Nova Previdência”.

Em vídeos divulgados nas redes sociais de Bolsonaro, Lemos foi apresentado mais de uma vez como coordenador, no Nordeste, da campanha presidencial de 2018. Muito próximo ao ex-ministro Gustavo Bebianno, então presidente do PSL, Lemos foi vice-presidente do diretório nacional do partido durante campanha e pré-campanha.

O Globo

Acusado pelo presidente de pedir cargos em vários ministérios, Julian Lemos rompe relações com Bolsonaro

Segundo o site O Antagonista, do jornalista Diogo Mainardi, o deputado federal Julian Lemos (PSL) rompeu as relações com Bolsonaro. Julian não teria gostado de ser acusado de pedir cargos em vários ministérios:

Atualizado às 10h47: Nas redes sociais, Julian desmentiu a informação do O Antagonista e disse que em momento algum houve racha, nem tão pouco descontentamento, citando ainda que esses fatos merecem descredito.

“Eu não pedi cargo nenhum. O próprio Antagonista reformou a nota escrevendo que não houve rompimentos”, disse o deputado federal paraibano.

 

Candidato a federal, Leonardo Gadelha recebe apoio de 10 vereadores e suplentes de Campina Grande

O candidato a deputado federal Leonardo Gadelha (PSC) recebeu nesta quarta-feira (05) um apoio substancial na campanha para tentar retornar à Câmara Federal nas eleições de outubro próximo.

Ao lado do empresário Dalton Gadelha, ele esteve reunido no começo da tarde com 10 vereadores e/ou suplentes da bancada situacionista na Câmara Municipal de Campina Grande, no restaurante Tábua de Carne, ocasião em que recolheu do grupo o apoio e o engajamento à sua postulação.

O grupo é formado por Nelson Gomes Filho (PSDB), Ivan Batista (PSDB), Sargento Regis, Joia Germano (PSDB), Álvaro Farias (PSC), Márcio Melo (PSDC), Sargento Neto (PRTB), Janduhy Ferreira (Avante), Saulo Germano (PSDC) e Alexandre do Sindicato (PHS).

– Fiquei extremamente contente e emocionado com os depoimentos que escutei dos vereadores acerca dos investimentos que estamos fazendo em Campina Grande – assinalou Dalton Gadelha, chanceler da Unifacisa.

Leonardo, que tem se destacado por sua defesa de um modelo econômico que torne a Paraíba uma referência nacional em desenvolvimento sustentável na área de energias renováveis, recebeu da empreendedora Campina Grande um apoio e tanto.

“A experiência que Luciano tem, Lucélio também tem, é um prefeito auxiliar”, afirma Geraldo Amorim

Policial federal aposentado e pré-candidato a deputado federal pelo PV, o ex-vereador de João Pessoa, Geraldo Amorim, ressaltou nesta terça-feira, 08, as qualidades do pré-candidato ao governo Lucélio Cartaxo: “A experiência que Luciano tem, Lucélio também tem, é um prefeito auxiliar”.

Amorim também destacou a forma como Luciano e Lucélio fazem política e ressaltou a diferença com os adversários.

“Político sem sensibilidade é um ditador. Uma gestão não se faz apenas com obras de cal e pedra, é preciso cuidar das pessoas, como Cartaxo faz ao melhorar e ampliar as creches e construindo mais de 7 mil moradias”, disse Amorim.

 

 

 

 

Com a presença do prefeito Luciano Cartaxo, Amorim lança pré-candidatura a deputado federal em evento com mais de 200 apoiadores

Em evento bastante prestigiado, o policial federal aposentado e ex-vereador de João Pessoa, Geraldo Amorim, lançou oficialmente a sua pré-candidatura a deputado federal, na noite da ultima quinta, 26.

Amorim acredita no sentimento de renovação do povo paraibano e na sua trajetória política para superar a estrutura e a superioridade financeira dos adversários.

“A mudança depende de cada um de nós e chegou a hora de fazer uma faxina geral em Brasília, derrotando aqueles que só aparecem a cada quatro anos, não pensam no bem-estar do povo e ainda sustentam um governo corrupto como o de Temer”, disse Amorim.

Recém filiado ao PV, partido do também pré-candidato Lucélio Cartaxo, Geraldo Amorim aposta na imagem positiva construída como vereador de João Pessoa por dois mandatos.

“Quando ninguém denunciava os privilégios da classe política, em 2004 eu já apresentava projeto de lei reduzindo o recesso parlamentar de 90 para 45 dias. Também me posicionei contra o auxílio paletó, carros oficiais e outras mordomias desnecessárias. Meus exemplos falam por mim, e isso é mais importante que discurso político. O eleitor precisa ficar atento à trajetória política do candidato e suas atitudes, porque discurso todos fazem, mas bons exemplos poucos têm”, afirmou Geraldo Amorim.

O prefeito Luciano Cartaxo ressaltou as qualidades de Amorim e o período de 5 anos em que ele esteve à frente da secretaria municipal de Segurança. “Amorim foi um dos melhores secretários da gestão e tenho certeza que o atual momento político pede pessoas como Amorim na Câmara Federal. Ele é um político decente e o Brasil precisa de renovação com qualidade e, acima de tudo, honestidade”, disse Cartaxo.

DEPUTADO FEDERAL: Geraldo Amorim realiza evento de lançamento da pré-candidatura nesta quinta, 26

O pré-candidato a deputado federal pelo Partido Verde, Geraldo Amorim, realiza nesta quinta-feira, 26, às 19h, o lançamento da sua pré-candidato à Câmara Federal. O evento acontece no Hotel Litoral, na praia de Tambaú, e vai reunir a militância, amigos e apoiadores.

O prefeito de João Pessoa e o pré-candidato a governador, Lucélio Cartaxo, também irão comparecer ao evento.

“Contamos com a presença dos nossos amigos e apoiadores para debater o início dessa caminhada e iniciar a construção das propostas que vamos apresentar durante a campanha para a sociedade. Nosso foco será a renovação, a ética na política e o combate à corrupção. Acredito que a minha postura adotada nos dois mandatos em que fui vereador me dá credibilidade para levantar tais bandeiras”, afirma Amorim.

Policial federal aposentado e vereador por dois mandatos (2005-2012), Amorim desistiu de disputar um terceiro mandato porque sempre defendeu apenas uma única reeleição para o legislativo.

Amorim também se destacou no combate aos privilégios na Câmara Municipal e foi autor da lei diminuindo o recesso parlamentar de 90 para 45 dias. E por diversas vezes tentou acabar com a reeleição para presidente da Câmara.

Diferente dos políticos tradicionais e sem fortunas para gastar na eleição, Amorim acredita no sentimento de renovação e na sua trajetória política de ética e coerência para chegar à Câmara Federal e ser uma ferramenta da sociedade no combate à corrupção e no corte dos privilégios dos parlamentares.

Como secretário de segurança pública de João Pessoa, Amorim deixou sua marca ao modernizar a Guarda Municipal, qualificando os agentes e modernizando a estrutura com equipamentos de última geração e viaturas novas.

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Entidades de classe da Polícia Federal se articulam para eleger representantes na Câmara; Geraldo Amorim é o escolhido na Paraíba

Policial Federal aposentado e ex-vereador de João Pessoa, Geraldo Amorim é o escolhido na Paraíba para representar a categoria nas eleições, almejando uma vaga de deputado federal. Amorim conta com o apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais – APCF, que vai lançar um candidato identificado com a categoria em cada estado da federação.

A ideia é eleger um bancada para fazer lobby no Congresso e defender os interesses da categoria e fortalecer o combate à corrupção no Brasil.

Assim como a bancada dos evangélicos, dos ruralistas e tantas outras, agora também vai surgir a bancada da Lava-Jato, mas no bom sentido.

Promessa de renovação, Amorim foi vereador de João Pessoa por dois mandatos e não disputou o terceiro porque sempre foi contra mais de uma reeleição no legislativo. Nos últimos 6 anos ocupou a secretaria de segurança de João Pessoa e foi o responsável pela modernização e aparelhamento da Guarda Municipal.

Pré-candidato à Câmara Federal, Geraldo Amorim defende a redução do número de deputados de 513 para 257

O ex-vereador de João Pessoa e pré-candidato a deputado federal, Geraldo Amorim, defendeu nesta terça-feira, 17, a redução da Câmara Federal pela metade; passando de 513 para 257 parlamentares.

“Temos o maior e o mais caro congresso do mundo, com 513 deputados, em sua maioria formado por pessoas de atuação duvidosa e distante das necessidades da sociedade. Não desconheço e nem quero reduzir a importância da Câmara Federal, mas precisamos valorizar o acesso, qualificando o parlamento e fazendo com que o eleitor vote com mais cuidado”, justificou Amorim.

Caso a Câmara Federal seja reduzida pela metade, a Paraíba passaria a contar com 6 deputados federais e 18 deputados estaduais.

“Com menos deputados federais e estaduais, ficaria mais fácil para a população fiscalizar e cobrar seus representantes. E certamente eles teriam mais receio de fazer besteiras e votar contra o povo. E ainda teríamos uma grande economia de dinheiro público, já que hoje cada deputado custa R$ 180 mil por mês e mais de R$ 2 milhões ao ano”, explicou Amorim.

Atualmente uma PEC já tramita no Congresso pela redução da Câmara de 513 para 386 deputados, mas provavelmente não será votada em 2018 e terá que ser reapresentada em 2019.