A coragem de Raimundo Lira e os 2 mil fantasmas do Governo Maranhão III

Toda a Paraíba sabe que o senador José Maranhão sempre gostou de umas “facilidades” para os familiares. Aliás, Maranhão pode ser acusado de tudo, menos de deixar a família na mão. Em todas oportunidades que teve, Zé Maranhão sempre indicou parentes para ocupar cargos públicos.

Maranhão representa a velha política e a usa para se locupletar. Maranhão é a representação da elite econômica brasileira, que mesmo sendo podre de rica, sempre quer mais e adora uns “mimos” do Estado. Qual a necessidade de um dos maiores criadores de gado do Brasil exigir um cargo comissionado de R$ 14 mil para a filha no Senado? É para isso que o senador faz política?

É preciso ressaltar a coragem do senador Raimundo Lira, que num programa de rádio revelou a ganância de um político que quer governar a Paraíba pela quarta vez, mesmo sem até o presente momento apresentar uma só proposta.

Raimundo Lira merece nossos aplausos. Ele conseguiu, numa só denúncia, revelar para a sociedade o sentido da política para Maranhão; obtenção de privilégios para os seus.

Mas a relação do senador com os fantasmas é antiga. Em 2011, Maranhão foi acusado de nomear 2 mil servidores fantasmas no governo do estado:

 

6 MESES DE BERG LIMA: Muita conversa fiada, muita selfie, mas nada de trabalho

Diferente dos prefeitos de João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo e Conde, Berg Lima ainda não conseguiu impôr a sua marca na gestão. Muito pelo contrário, entrou com uma imagem muito boa advinda na campanha eleitoral, mas ganhou fama de preguiçoso e mentiroso ao prometer reduzir o próprio salário e dos secretários, mas não o fez.

Berg Lima prometeu uma nova cidade, mas não tem competência para trocar simples lâmpadas e deixa o município no escuro. A situação é tão grava que na Bayeux de Berg Lima falta até medidor de pressão nos PSF’s, medicamentos então, nem se fala.

Na primeira semana de governo o prefeito deu uma amostra do que não teria em sua gestão: atitude! Pois foi logo mandando fechar a UPA e depois de dois dias a reabriu. Quem tem atitude fecha um importante equipamento de saúde ou assume uma postura proativa e resolve o problema?

Pois é, atitude é aquilo que Berg Lima menos tem.

O discurso falacioso não cola mais e a rede social se virou contra o prefeito que está mais preocupado com o blazer novo do dia do que em resolver os muitos problemas da cidade. Sua vaidade incontrolável já lhe rendeu o primeiro apelido: Selfie Lima.

O que antes era praticamento unanimidade, hoje virou uma arena de críticas e xingamentos. E muita declaração arrependida de voto, claro:

Berg prometeu uma cidade decente, mas está conseguindo acabar com o que restava de moralidade na prefeitura de Bayeux. Supersalários, famílias inteiras na folha de pagamento, nepotismo, nepotismo cruzado, inchaço na folha, servidores fantasmas, etc. Tudo o que Berg Lima tanto criticou, mas ao assumir o poder fez pior, e hoje Bayeux tem mais “apadrinhados” que na gestão de Expedito.

Como disse o ex-vice-prefeito Doutor Francisco, Berg Lima é uma cópia de Expedito Pereira.

Mas uma cópia piorada.

Como peixe, Berg Lima morre pela boca e sua gestão virou um festival de contradições. Berg denunciava o superfaturamento na coleta de lixo da gestão de Expedito, chegando a pedir CPI, mas manteve a mesma empresa do lixo em sua gestão.

Acho que ele foi “convencido”.

E não só a empresa de lixo. Outras cinco empresas que forneciam serviços para a gestão foram mantidas, ressaltando uma característica ainda desconhecida do “garoto da atitude”, o oportunismo.

Outro erro de Berg foi se render ao vereadores e esquecer quem o elegeu: o povo. Hoje Berg mantém uma base “aliada” cara e estabeleceu a seguinte divisão de cargos para cada nível de aliado: 20, 30 e 50. Parece propaganda da Casa Pio, mas não é. São as categorias de cargos distribuídos ao vereadores.

O episódio do presídio serviu para mostrar que Berg Lima tem pouco discernimento. Não mediu os efeitos negativos de um equipamento público que não se sustenta mais em regiões metropolitanas. Mas como ainda não tinha feito nada de relevante por Bayeux, pensou que o presídio seria a “redenção” da sua fracassada gestão.

Até enquete fraudaram, o que é muito grave e mostra do que essa gestão é capaz. Mandou meninos de recado defender o seu presídio de estimação nas redes sociais. Mas depois, de forma oportunista, voltou atrás e disse que era contra. Nem atitude pra botar a “cara a tapa” o garoto da atitude teve.

Lamentável.

Mais perdido que cego em tiroteio, Berg já trocou seis secretários em apenas seis meses. Um recorde na Paraíba! O último a sair, o empresário Ramon Acioli, denunciou na tribuna da Câmara um esquema de corrupção que envolve contratação de funcionários fantasmas e compras suspeitas na secretaria conhecida como “secreta”.

O Ministério Público já está investigando.

Resumindo, Berg Lima é uma farsa e vai custar caro para Bayeux. Nunca teve projeto político, seu projeto é pessoal e familiar.

Nasceu um novo Reginaldo Pereira.

E seu mandato não vai durar 4 anos…

FANTASMAS EM BAYEUX: Léo Micena propõe ponto eletrônico para moralizar gestão Berg Lima

O ex-candidato a prefeito de Bayeux, Léo Micena, teve uma boa ideia para moralizar a gestão e caçar os fantasmas que tomaram conta da prefeitura; adotar o ponto eletrônico para todos os funcionários concursados ou não.

Será que o prefeito topa?

Para Micena, quando se pensa em governo Berg logo se vem à cabeça ´fantasma´. Segundo ele, motivado pelas dezenas de denúncias que tem acometido a gestão dando conta de um número excessivo de supostos funcionários fantasmas, contratos fantasmas, aluguéis fantasmas e até veículos fantasmas.

“Nós mesmos protocolamos em maio a primeira denúncia contra o governo municipal no Ministério Público para que a promotoria do patrimônio público possa apurar o inchaço na folha de pagamento e supostos funcionários fantasmas na gestão Berg Lima”, afirmou Léo Micena que acrescentou:

“Em 6 meses o sentimento que toma conta do bayeuxense é o de decepção. Literalmente não há uma obra de vergonha de autoria desse governo para mostrar ao povo. O que temos é marajás, supersalários, a batalha do presídio vencida pelo povo, uma enxurrada de parentes do prefeito no governo, licitações milionárias. A maior marca do Berg é o ´prefeito fantasma´.

Léo disse ainda que essa gestão precisa ser moralizada porque está sem controle e sem rumo administrativo.

Polítika com Blog do Anderson Soares