Agindo feito um moleque irresponsável, Berg Lima tinha contratado 2 mil servidores de forma irregular

A cidade de Bayeux continua sendo vítima da irresponsabilidade do prefeito-presidiário Berg Lima. Nesta semana, o prefeito interino, Luiz Antônio, se viu obrigado a demitir os 2 mil prestadores de serviço que seu antecessor tinha contratado irregularmente e a toque de caixa, sem o mínimo critério ou controle.

Juntamente com o Tribunal de Contas do Estado, o prefeito interino descobriu que os contratos fechados por Berg Lima não estavam assinados, ou seja, os contratos eram nulos e sem valor jurídico.

Agindo feito um moleque irresponsável, Berg acreditava que o cofre da prefeitura era infinito e Bayeux estava imune aos órgãos de controle da gestão, a exemplo do Tribunal de Contas e Ministério Público.

O descontrole era tão grande que tinha vereador com 100 cargos na gestão, enquanto Berg tinha cedido apenas 50. Sem contar a família do cunhado de Berg, Luis Carlos Targino, lotada na prefeitura, fato que foi denunciado nas redes sociais:

Temer torrou R$ 200 milhões em emendas para salvar o mandato de Aécio Neves

Michel Temer liberou R$ 200 milhões em emendas para salvar o mandato de Aécio Neves (PSDB-MG), na sessão de ontem do Senado Federal. Os dois, como todos sabem, são cúmplices no golpe contra a democracia brasileira, comprado pelo ex-deputado Eduardo Cunha.

A denúncia da compra de senadores foi feita pelo jornalista Josias de Souza, colunista do Uol. “Unido a Aécio Neves por solidariedade política e penal, Michel Temer mobilizou-se para devolver ao senador tucano o mandato, a liberdade noturna e o passaporte. Para virar votos no plenário do Senado, Temer autorizou seus operadores políticos a acenar com a liberação de R$ 200 milhões em emendas orçamentárias”, diz ele.

“Não basta a Aécio dizer ‘muito obrigado’. Temer espera receber sua retribuição na Câmara, onde tramita a segunda denúncia da Procuradoria contra ele. Aécio já ajudara a organizar o enterro da primeira denúncia. O Planalto espera que auxilie muito mais no segundo velório. Uma mão lava a outra. Mas o resto permanece sujo. O ruído que se ouve ao fundo é o eco do diálogo vadio que Aécio manteve com o delator Joesley Batista”, afirma o jornalista. Na conversa, Aécio negocia R$ 2 milhões em propinas, que foram entregues a seu primo Fred Pacheco, hoje em prisão domiciliar.

Agora, Temer tenta fechar a compra da bancada ruralista liberando a volta do trabalho escravo nas fazendas, com o fim da fiscalização – decisão contestada pela OIT e pela própria secretária de direitos humanos do governo Temer (leia mais aqui).