O poder de Corujinha

Discreto e pouco afeito aos holofotes, o presidente da CMJP, João Corujinha, alcançou um poder até então inimaginável para um candidato a vereador que muitas vezes batia na trave nas eleições municipais. Não por falta de merecimento nem quantidade de voto, mas por conta das injustas regras eleitorais.

Talvez Corujinha nunca imaginou chegar no topo do parlamento, mas agora vai precisar de sabedoria, cautela e jogo de cintura para administrar os embates políticos envolvendo o vazamento de áudios de secretários da PMJP.

Corujinha sabe o poder que tem.

Será que a ORCRIM girassol estaria chantageando membros do judiciário com áudios da arapongagem?

Um político muito experiente levantou a seguinte questão ao blog – se a ORCRIM girassol estaria chantageando membros do judiciário paraibano com as gravações ilegais da arapongagem?

Será?

Não sabemos. O que se sabe é que esse povo é perigoso e profissional; dignos de filmes de espionagem.

É a vida imitando a arte.

É bom o Gaeco ficar de olho…

Se Livânia Farias é inocente, como diz Ricardo e João Poste Azevedo, por que ela não se defendeu no interrogatório?

O inocente quer falar para se defender e provar a injustiça. O culpado se cala para não piorar a situação ou comprometer ‘companheiros de longas datas’. Eis a regra.

Sem dar um pio em seu primeiro interrogatório, a ex-secretária Livânia Farias invalidou o desesperado discurso de Ricardo Coutinho, de que ela teria condições financeiras de comprar casas e carros e provaria a sua inocência.

Está claro que nem RC acredita na inocência de Livânia, pois o conteúdo probatório é farto e incontroverso. Foi apenas um gesto para que ela não delate e não solte a mão de ninguém…

Universidade Federal da Paraíba justifica salário de janeiro para o ex-governador Ricardo Coutinho

Atendendo a solicitação do RádioBlog, a assessoria de imprensa da Universidade Federal da Paraíba se manifestou sobre o pagamento de salário referente ao mês de janeiro de 2019, para o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

No dia 25 de março, o RádioBlog foi procurado por um leitor que, munido de cópia do contracheque do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), garantiu que o socialista teria recebido no mês de fevereiro, salário correspondente ao mês de janeiro, sem cumprir sequer um dia de expediente na Universidade Federal da Paraíba.

Segundo a UFPB, o servidor Ricardo Vieira Coutinho no mês de janeiro gozou de férias adquirida referente ao exercício de 2019. A Universidade Federal da Paraíba destaca ainda que no contracheque do mês de janeiro do servidor Ricardo Coutinho é possível verificar a anotação de 1/3 férias.

Ainda segundo a assessoria de imprensa da UFPB, Ricardo Coutinho esteve de férias entre os dias 03/01 e 01/02. No dia 04/02 ao dia 05/03, o ex-governador teria gozado de licença prêmio adquirida.

Aposentadoria

Recentemente, o ex-governador anunciou aposentadoria do cargo de farmacêutico da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A portaria com a confirmação do benefício foi publicada no dia 1º de março deste ano, no Diário Oficial da União (DOU). O processo se arrastava desde o ano passado, quando o socialista, com 57 anos de idade, pediu contagem de tempo para a aposentadoria.

Ricardo ingressou no serviço público no início da década de 1980, quando foi aprovado em concurso público. A atividade foi interrompida em 1993, em decorrência da carreira política.

Thiago Morais

Bolsonaro diz que não mandou comemorar golpe, mas ‘rememorar’ e ‘rever’ erros e acertos

BRASÍLIA – O presidente JairBolsonaro afirmou nesta quinta-feira que não determinou que os quartéis comemorassem o golpe militar de 1964 , que completa 55 anos no próximo domingo, dia 31 de março. Segundo ele, a ordem para as Forças Armadas foi para “rememorar” e “rever o que está certo e o que está errado” no período.

Na última segunda-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse à imprensa que Bolsonaro determinou que o Ministério da Defesa fizesse “as comemorações devidas” no aniversário da data, que iniciou um período de 21 anos de ditadura, entre 1964 e 1985.

–  Não foi comemorar. (Foi) rememorar, rever o que está errado, o que está certo e usar isso para o bem do Brasil no futuro.

Bolsonaro comparou a ditadura a um casamento com problema. Segundo ele, quando um casal resolve se perdoar, não é “para voltar naquele assunto do passado que houve um mal entendido.”

– A Lei da Anistia tá aí e aí valeu para todos. Inclusive o governo militar da (época da) Anistia fez com que ela fosse ampla, geral e irrestrita. E alguns setores dentro do parlamento não queriam que certas pessoas voltassem a Brasília porque atrapalhariam seus projetos. Lei da Anistia, vamos respeitar.

Governo Bolsonaro endurece regras para abrir concursos públicos e quer mais terceirizados

O governo endureceu as regras para realização de concursos públicos. Um decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro Paulo Guedes (Economia), nesta sexta-feira, aumenta as exigências para os órgãos do governo pedirem novas contratações para servidores de carreira.

Para pedir um concurso, o órgão terá que apresentar ao menos 14 informações ao Ministério da Economia, responsável por autorizar as vagas. O órgão deverá demonstrar que as atividades que justificariam o concurso público não poderiam ser prestadas por equipes terceirizadas, por exemplo.

Pela norma, o órgão deverá detalhar no pedido de concurso “o perfil necessário aos candidatos para o desempenho das atividades do cargo” e o impacto dessa força de trabalho no desempenho das atividades do governo. Essa regra foi editada para evitar vagas genéricas.

A equipe econômica pretende, com isso, que novos concursos só sejam abertos apenas para a atividade fim do órgão, e que as vagas sejam cada vez mais especializadas. Com isso, carreiras genéricas poderiam ser terceirizadas ou transferidas entre os órgãos.

Guedes já afirmou que o governo não pretende realizar concursos nos próximos anos e que a ideia é investir em digitalização. O decreto desta sexta-feira deixa a abertura de novas vagas no governo ainda mais difícil.

Ppr isso, o órgão que quiser concurso terá que apresentar dados a Guedes sobre o uso de soluções digitais que evitaram gastos com pessoal, mas não foram suficientes para cobrir a falta de servidores. Terá que dizer ainda se eventuais remanejamentos internos ou entre órgãos não foram capazes de resolver as necessidades por força de trabalho.

O órgão precisará informar também a evolução do quadro de pessoal nos últimos cinco anos, com movimentações, ingressos, desligamentos e aposentadorias e a estimativa de aposentadorias, por cargo, para os próximos cinco anos; e o quantitativo de servidores ou empregados cedidos e o número de cessões realizadas nos últimos cinco anos.

Mais de 10% do quadro do governo federal poderá se aposentar neste ano, segundo dados compilados pelo Ministério da Economia.

O decreto fixa em dois anos a validade máxima dos concursos, prazo que poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, caso haja previsão no edital e seja autorizado pelo ministro da Economia.

Deputado critica rede de espionagem e grampos clandestinos na PB

O vice-líder da oposição na Assembleia, deputado Eduardo Carneiro (PRTB), denunciou uma rede de escutas clandestinas com o intuito de tentar intimidar autoridades no estado. Segundo ele, os indícios apontam que as gravações seriam editadas para confundir a opinião pública.

Eduardo chamou a atenção para o fato de as gravações só virem à tona após a deflagração da Operação Calvário pelo Ministério Público, que investiga um desvio milionário na saúde do estado por meio da Cruz Vermelha. O parlamentar destacou que a nova modalidade consiste em uma fraude e deve ser combatida pelas autoridades policiais.

Recentemente, secretários municipais de João Pessoa e até o próprio prefeito Luciano Cartaxo foram vítimas de gravações clandestinas que vieram à tona em alguns veículos de comunicação. “Nunca houve isso na Paraíba, agora se fala em celulares suspeitos de grampos, escutas e até um sofisticado equipamento israelense gravando autoridades do executivo, legislativo e judiciário clandestinamente”, comentou.

Eduardo disse apoiar e incentivar o trabalho feito pelas operações autorizadas pela Justiça, a exemplo das realizadas pela Polícia Federal, Polícia Civil ou Ministério Público, e repudiou essa clara tentativa de intimidação de ‘arapongas’ com gravações fraudulentas.

“Isso é inadmissível. Recordo-me que na campanha ao Governo de São Paulo, o então candidato João Doria foi vítima de vídeos fraudulentos e montados que tentaram atingir sua honra. Aqui na Paraíba as suspeitas são que está ocorrendo pior ainda: os alvos são autoridades constituídas de todos os níveis. Há alguns dias distribuíram áudios fraudulentos através de e-mails e aplicativos de mensagens, que mais tarde foram publicados por alguns veículos de comunicação no estado”, disse.

Eduardo questionou quem estaria por trás desse esquema e qual seria o objetivo dessas gravações. “Quem está por trás disso? A Paraíba quer saber quem comanda a rede de grampos no estado”, afirmou

O deputado disse que vai acionar o Ministério Público para que apure em toda sua extensão esses indícios de fraudes e ilícitos. “Vamos acionar o guardião da lei para conhecermos quem está comandando essas tentativas de intimidação e cobrar punição aos culpados”, arrematou.

Assessoria

Desemprego no país sobe para 12,4% e atinge 13,1 milhões de pessoas

O desemprego no país foi de 12,4%, em média, no trimestre encerrado em fevereiro, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice subiu em relação ao trimestre anterior (11,6%) pela segunda vez seguida. Na comparação com o mesmo período do ano passado (12,6%), o resultado foi considerado estável.

Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 13,1 milhões de pessoas. Isso representa alta de 7,3% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2018, houve estabilidade. A última vez que esse número ficou na casa dos 13 milhões foi no trimestre encerrados em maio de 2018.

Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).

O instituto afirmou que o mercado de trabalho foi afetado pela forte dispensa de funcionários temporários, comum nessa época do ano.

Foram dispensados profissionais contratados para as festas de fim de ano e muitos funcionários das áreas da saúde e educação nas prefeituras. São movimentos sazonais e esperados. Precisamos que a economia reaja para esperar uma evolução da taxa
Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE

Recorde de força de trabalho subutilizada

O IBGE destacou que subiu para 27,9 milhões a soma de desempregados, pessoas que têm emprego, mas gostariam de trabalhar mais horas e trabalhadores que estão desocupados, mas não conseguem procurar emprego por motivos diversos (porque cuida de um parente doente, por exemplo).

O número é o maior desde o início da série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e representa uma taxa de subutilização da força de trabalho de 24,6%.

4,9 milhões desistiram de procurar emprego

Também foi o maior desde 2012 o número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar emprego. No total, 4,9 milhões de trabalhadores se encontravam nessa situação no trimestre encerrado em fevereiro, o que equivale a 4,4% da força de trabalho.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, são 275 mil desalentados a mais (alta de 6%).

Dado que o desemprego chegou neste nível tão alto, isso alimenta o desalento também. Essas pessoas não se veem em condições de procurar trabalho
Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE

11,1 milhões sem carteira assinada

O número de empregados sem carteira assinada (11,1 milhões) caiu 4,8% na comparação com o trimestre anterior (menos 561 mil pessoas) e subiu 3,4% (mais 367 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Já o total de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 33 milhões, o que representa estabilidades nas duas comparações.

Trabalhadores por conta própria

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,8 milhões) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e cresceu 2,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (mais 644 mil pessoas).

Desemprego em 2018

O desemprego deu uma trégua no Brasil e fechou 2018 em queda, algo que não acontecia havia três anos. No ano passado, a taxa média de desocupação foi de 12,3%, queda de 0,4 ponto percentual em relação à de 2017 (12,7%).

Metodologia da pesquisa

A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

ORCRIM GIRASSOL: Ex-secretário da PMJP afirma que alertou Ricardo sobre corrupção ainda em 2005, mas foi demitido

O relato a seguir é de Francisco Barreto, ex-secretário da Prefeitura de João Pessoa, demitido pelo então prefeito Ricardo Coutinho após denunciar esquemas de corrupção no primeiro ano da gestão, em 2005.

À época, Barreto chegou a fazer forte oposição e disse: “Ricardo Coutinho não é o ‘modelo de integridade’ que muitos acreditam”.

Em 25 de outubro de 2005, escrevi uma carta ao então Prefeito Ricardo Coutinho, de João Pessoa. Nela, uma extensa crítica ao seu processo de gestão. Fiz-lhe, sobretudo, alertas. Alertas mal recebidos sobre os desvios de condutas internas rastejando a corrupção que se afigurava.

Aquela carta foi determinante para o epílogo de minha saída da gestão. Sem contemplação, e imbuído de um sentimento de ilimitado poder, o governante nunca me procurou para averiguar a correção das minhas denúncias e advertências.

Ele jamais sensibilizou-se diante da lucidez freudiana segundo a qual “a imagem de alguém é a imagem dos outros”. Afinal, ainda na mesma carta, entre muitas coisas, disse-lhe: “Ao Prefeito se reservam as estórias; ao Líder, a História o assume. O Líder não deve sucumbir à perigosa tentação de ser apenas Prefeito”. Um poder volátil, transitório.

“Não deve haver contemplação com atos que derivem de práticas nocivas ao interesse público. O Governo deve continuar sendo duro e eficaz contra atos que possam resultar em corrupção ativa e ou passiva bem como qualquer ato predatório do patrimônio publico”, ressaltei, à época, acrescentando:

– A corrupção está à espreita de seu Governo. Existem sinais claros de que em alguns setores começam a derrapar para o desvio de recursos públicos. Merecem atenção a Emlur e a Seplan. Deve bater duro na corrupção que já se avizinha. Merenda escolar, carteiras das escolas, Informática, superfaturamento de obras, Estação Ciência, medicamentos, entre outros eventos, merecem o seu olhar. Bata duro.

Desafortunadamente, o gestor considerou meu gesto de contribuição um ato de hostilidade. Pediu o cargo. Saí, como saí de todas as instâncias públicas em que vi a grandeza moral ser destruída.

Há 13 anos sei e dei ciência pública das extremas desonestidades que se processavam nos monturos governistas. Denunciei ao Ministério Público, ao Tribunal Regional Eleitoral. Foram alvos, inertes, das minhas pregressas e inócuas manifestações. Nada ocorreu em resposta ao cumprimento do meu dever de cidadão, de pessoa pública comprometida com a moralidade pública.

Amarguei o preço de ser considerado ingrato, odiento, invejoso, calunioso. Retirei-me das lidas políticas e administrativas.

Vejo agora, com a mesma indignação de antes, o que emerge dos escombros de um modo de governar, mas não posso deixar de reiterar que tudo o que ainda virá à tona contou com a complacência, o apoio politico e a legitimação, enfim, de importantes e incautos segmentos dos paraibanos.

O acontece e acontecerá apascenta a minha consciência, confirma que eu estava certo e que o meu afastamento das hostes sob investigação fora um sofrido e doloroso caminho. Necessário, e o fiz. Não errei.

Por todos esses anos sempre tive a certeza ao afirmar e denunciar que nesse processo, como tantos outros, o exercício do poder deu-se por renúncia à grandeza, à ética política, e que só aos fortes de caráter e de moral é possível transitar na lama sem se corromper.

Parafraseando Don Miguel de Unamuno, “dói-me a Paraíba”.

  • Francisco Barreto é economista e Professor Doutor da UFPB 

Operação Calvário investiga pagamentos de R$ 820 mil da Cruz Vermelha a escritório de advogado casado com a sobrinha de Ricardo Coutinho

Uma informação tem despertado atenção do Gaeco, no âmbito da Operação Calvário: apesar da Cruz Vermelha gaúcha ter recebido mais de R$ 1 bilhão do governo do Estado, em menos de oito anos para terceirizar o hospital, os interventores, que assumiram a gestão por determinação do governador João Azevedo, encontraram os cofres vazios. Até o cafezinho dos funcionários foram obrigados a cortar.

Mas, se faltou dinheiro para gerir algumas demandas, a Cruz Vermelha teve dinheiro com força para contratar advogados. É o caso, por exemplo, do escritório Lobato, Souza e Fonseca Advogados Associados (CNPJ 13.392.841/0001-33) que, por mera coincidência, tem como sócio Yuri Simpson Lobato, que vem a presidente da PBPrev, nomeado pelo ex-governador Ricardo Coutinho e mantido por Azevedo a seu pedido.

Uma pesquisa feita pelo jornalista Thiago Moraes revelou que, desde a assinatura do contrato com a Cruz Vermelha, em 2012, e até 2017 (2018 ainda não consta no site da transparência), o escritório já faturou mais de R$ 820 mil. Dados obtidos junto ao portal da Transparência do Estado da Paraíba (mais em https://goo.gl/kYcb7Z).  Ou seja, perto de R$ 1 milhão…

E até mais, considerando que o escritório ainda recebeu R$ 65.388,51 da ABBC (Associação Brasileira de Beneficência Comunitária), responsável pela administração das UPAs e Hospitais no Estado, e também sob investigação.

Com o detalhe que Yuri Simpson Lobato, ainda por mera coincidência, tem como esposa a jovem Ana Carolina Vieira Coutinho, sobrinha de Ricardo Coutinho, enquanto Thiago Paes, também sócio do escritório, é o advogado eleitoral do PSB, e assessor jurídico da PBGás.

Hélder Moura